quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Temos que ter cuidado com esse pessoal

Lembrando de Villas Boas e os índios e um evento em que participei em que vi uma professora acadêmica elogiada por seus pares como maravilhosa oferecer uma crítica tal como um amigo que viu as favelas e gostou e falou bem e ela descaracterizava as suas falas como se nos fossemos sujos e não o poder publico que não queria entrar e fazer a limpeza urbana como acontece em sua porta, como se o esgoto fosse nossa responsabilidade, sem perceber que sem os amigos engenheiros não existem autorizações, ou mesmo como Palmeira Ceará em que os pobres expulsos por amigos riquinhos que queriam as praias, consertaram suas ruas e mesmo assim sofreram com a remoção Branca, mas que já pensou se os favelados não avaliarem esses doutores que entram em nossa favela com ar de queremos ajudar e como nossa mídia imprensa que fala que o morador pacificado tem que a aprender a ser gente jogando lixo no lixo e quem foi que proibiu a permanência dos garis comunitários forma os do asfalto, será que quem tem que ser aceito pela cidade não são os favelados, mas a cidade tem que nos aceitar sem nos tratar mal, afinal querem que apenas limpemos suas sujeiras, quem são os garis e empregadas? Pois não deixamos de está na cidade, mas vejo apenas que não deixaram de tentar transformar isso em uma Europa, mas gostam de explorar nossa cultura produzida que é o Samba, mas continuam querendo nos expulsar dos grandes centros, e fazem isso pensando como colônia. temos que ter cuidado com esse pessoal.

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