quarta-feira, 1 de abril de 2009

Especial 2008 de final de ano e a diversidade Brasileira

ESPECIAL DE FIM DE ANO, 2008. de uma certa revista

Quando oferecemos a opinião de forma a que todos vejam, em um País que possui uma população negra que influencia e atua de forma clara apesar de não respeitadas em seu direito a visibilidade social, a não ser se ligado a futebol e samba, pois não pode passar despercebida, e via mídia se coloca que dentre estes cem (100), o único que figura, causa polemica, como aquele que oferece duvida na questão de exercer um bom trabalho, me surpreende, se de cem (100) não existe nenhuma estrela que fez medidas importante já que foram eleitos vinte três (23), nem quinze revelações apareceram, é como se negros em 2008 desaparecem e não podem aparecer em 2009, dos ídolos nem na mídia, musica esporte???, Foram doze (12) já polemico figurou uns, poderiam colocar também aquele que deveriam oferecer uma desculpa de seus atos ai dentre onze (11), discreto até aceito não existirem ninguém, já que muitos tem a visão educada a ver negros como alguém que incomoda, estão sempre falando alto, por incrível que pareça, baixo nível intelectual, sujos, favelados, destruidores da natureza, e com envolvimento em atividades ilícitas e para está fora destas qualificações deveriam seguir o conselho do nosso congressista Mão Branca a um páreo, melhorar a raça. Lembrando que quem aparece em condições favoráveis são aqueles do exterior, aquela velha mania da elite Brasileira, respeito pelos de fora, se não fosse as propagandas pagas não veríamos rostos negros Brasileiros nesta edição, deve ser porque não temos as mesmas condições de estudar no exterior como os da elite.
No exterior seria encarado como um tipo de leitura que não influencia a população negra Brasileira e não pode ser indicado para jovens e adolescente que precisam de referencias possam se informar.
Avaliação da revista ou de seus conceituados avaliadores e especialistas que no mínimo devem figurar entre aqueles que não vêem com bons olhos as favelas, ou periferias ou comunidades ou os suburbanos que não possuem as mesmas características físicas e econômicas com ESPECIAL DE FIM DE ANO, 2008.
Observam-se a vida de Cartola considerado um personagem importante da musica Brasileira e que não deixou as suas Raízes, dos vários jogadores que mesmo famosos mantém laços com o passado, poucos que tinham o pé na favela, periferia ou comunidade e subúrbio realmente renegaram o passado, a ver uma conhecida modelo do interior que casou com um rico empresário e após o conturbado divorcio voltou às origens, não como antes mais voltou à velha terrinha.
Devemos observar outras premiações veiculadas na mídia e teremos uma resposta do porque os Brasileiros mesmo com o aumento das Bibliotecas não são bons leitor, veja o filme quem quer ser milionário, que fala da periferia de forma bonita, fantasiosa, não como no Brasil que falar de periferia, é falar de Crime, miséria e pessoas que só tem problemas de convivência com a sociedade, até filmes americanos tem coisas bonitas para falar de seus guetos, ver todo mundo odeia Cris, Canal 13. acho que o problema do Brasil não é mudar a língua falada mas a mentalidade dos que sentam em cadeiras paras tomar café e falar de suas biografias sem olhar pra a historia de que lhe serve café e como tem coisas bonitas daquelas que se aprendem em leitura e fichamento, no sintetizar textos e argumentar problemáticas com teóricos tipo manada resumindo tudo apartir de seus conceitos e valores obtido em sua classe social.
Fiquei espantada da forma como profissionais de marketing de uma certa empresa multinacional que veiculou uma propaganda racista em um Pais e para não sofrer represaria dos consumidores que se sentiram lesado com sua imagem denegrida colocou personagens com biótipo daqueles descriminados, parece que os especialistas Brasileiros estão acordando para o fato que quem paga quer respeito.
Conter construções ilegais nas favelas?
Respondam:
As favelas são locais procurados por pessoas de baixo poder aquisitivo com poucas condições de manter-se em habitações de demandam custos?
Se um trabalhador recebe um salário e meio R$ 700.00, pagando pelos custos da habitação, alimentação vestuário, transporte para ele e 2 filhos pode viver satisfatoriamente? Olhando apartir das moradias comunitárias da Rússia, dos novos moradores de rua do Japão, EUA, e Europa, refugiados da África.
Se uma mulher que nunca trabalhou sofre violência familiar e precisa sair do seu convívio familiar
Se especialistas colocam que a floresta amazônica tende a se tornar savana, será que é por causa de construção de favelas ou ribeirinhos ou manutenção do gado e grandes agricultores se existem hoje o turismo ambiental, como sair do falatório, sou especialista e entendo sem pisar no solo, com conhecimentos de estudos aprofundados (muitos apartir de dados com termos sugestivos preconceituosos contra pessoas de cor e comunidades carentes), sintetiza os textos e utilizam argumentos feitos com pessoas que sempre tem o habito das manadas, todos pensam juntos com poucos temas para mudanças.
Observando a mídia que antes tinha o habito de utilizar temas e falas com conotações preconceituosas têm mudado as suas falas, certo locutor meio chegado a periferia sempre teve este principio em seu programa, agora um certo jornal colocou até um espaço direcionado assim acompanham a mentalidade da diversidade, embora uma certa emissora que tem o principio (algo novo) por colocar negros em situações normais do dia a dia, um certo locutor desta tv conhecida, novo na área, tem programas pode melhorar mais ainda na questão da fala (deveria deixar de lado falas que ou aprendeu em seu meio social ou acadêmico, termos pejorativos e pesados) quanto a questão de favela, periferias e comunidade carente.
Recentemente uma emissora colocou no seu telejornal um profissional falando das tendencias d estação para o cabelo da mulher Brasileira, não existe cabelos que não sejam louros e escorridos, o profissional não sabe trabalhar com cabelo carapinha ou só uma parte do telerjornal, o 1°,da tarde que respeita a diversidade.

Nenhum comentário: