Quando um filosofo (edição O GLOBO Domingo 26 de outubro 2008 Opinião pág 7) vai para um grande jornal colocar sua opinião como a maioria dos especialistas, pesquisadores, analistas e consultores que adoram falar como deve ser tratada a educação publica segundo o ponto de vista deles, concepções ideológicas de classes diferentes, também devem está preparados para ouvir falas de quem não é especialista mais vivencia os males causados ou beneficio, pois quanto menos jovens e adolescentes competitivos no mercado de trabalho melhor dentro da visão protecionistas da elite Brasileira.
Será que a mesma colocaria seus filhos em uma escola com aprovação automática, super lotada e caindo aos pedaços, colocaria sim se fosse uma escola Militar, Centros tecnológicos, e instituições publicas de ponta federal, lamento mais elas tem sistema de reprovação e não é acessível a um aluno dos sistemas de aprovação automática, a não ser que a família possua um bom quem indica ou o aluno fosse muito bom, aquém das expectativas.
Será que o sistema de reprovação a qual, se a mesma possui filhos em escolas particulares verifica ser um direcionamento a fim de avaliar e oferecer ao aluno uma oportunidade dele ou a família buscar solucionar o problema nas series iniciais, mas, deixar para que o mesmo chegue ao meio do ensino fundamental sem condições de competição a vagas em escolas melhores ou mesmo em Contrato Especial de Trabalho Art 402 ao 441 CLT (14 anos a 17 anos e 11 meses) deixa claro que beneficia quem vive da desgraça alheia e torce pelo aumento da defasagem idade serie.
Já que a industrialização que foi tardia em relação aos outros Países, mas, relação ao Brasil, (especialistas, analistas e consultores que viabilizam projetos) procuraram agregar não excluir em um momento que perceberam ser necessário, contratando analfabetas pelo simples fato deste querer trabalhar e oferecer uma oportunidade de crescer, muitos ascendendo cargos de comando, até o sistema de cotas é excludente, pois, na questão de deficiências, só quer quem já possua o ensino médio (Quem é pobre não tem possibilidade de chegar a este patamar), deficiências nos membros superiores ou que tenha comprometimento leve nos inferiores, síndrome de donw só se tiver um bom quem indica, o que exclui negros e mestiço deste universo, cotas para negros no ensino superior tem que competir nas provas e com alunos de escolas publicas, escolas militares, centros tecnológicos e outras de ponta, só resta o ENEM, tentar uma bolsa financiada do governo, mas alguns vêem com desconfiança. Se hoje pesquisadores analistas e consultores vivem de acumulo de dados, sem a avaliação presencial que ofereceria maior conhecimento do que dizem e planejam, que são eles que estão fora de sala de aula que nomeiam os currículos, nova grade nos concursos públicos, raciocínio lógico, o que reduz a concorrência (os alunos de escolas com aprovação automática e sem estimulo a aprender), nova grades do ensino fundamental e médio, ciências Humanas entre outras, que vem lá de cima e não se forma dentro de sala de aula e independente se estão beneficiando ou não, é lei.
Está fora da escola difere do problema (Pois existe PETI, bolsa família e outros estímulos e inclusive ser chamado pelo Conselho Tutelar)sistema de reprovação ou aprovação automática, já ouvi de um adolescente o termo o fulano é burro devido a defasagem idade serie ou que a amiguinha que estudava em uma escola municipal (Niterói) dizia que a amiguinha é a mais inteligentes dos burros pois ela não sabendo ler direito tirava a melhor nota, a exclusão e o preconceito continua, porem garantido por especialistas, analistas e consultores.
Gostaria de ver especialistas dentro de sala de aula super lotada, sem apoio, tendo que dar atividades e cumprir com o burocrático e se quiser viver bem (com as contas em dia) trabalhando 40 horas para ganhar o piso nacional tem que viver dentro de favela, falar mal de professor que luta diariamente sozinho sem o devido apoio, pois especialistas, analistas e consultores se unem, lançam idéias e especulam que vai dar certo e não aceitam palavras ao contrario mesmo se estão prejudicando, pois não se trata dos próprios filhos. E querem falar de poder de professor, e o de desejar algo que vem prejudicando milhares de alunos sem ir as escolas ganhar o respeito dos alunos e seus responsáveis e principalmente dos professores, pois não existe respeito e confiança entre o que fala mal e o que é difamado.
Para minha alegria, ofereço minhas monções de louvor a quem no Conselho Nacional de Educação ofereceu a idéia de disponibilizar as inscrições das provas do Exame de Suplência do ensino médio e fundamental apenas por Internet, pois, ao pobre que aguardava com grande esperança estas provas para poder ter o seu diploma e concorrer a vagas melhores no mundo do trabalho, tornou quase impossível está porta, mais disponibilizam o ensino superior a distancia (se reter nas series iniciais e impedir que termine o ensino médio, como se beneficiar?), como existe especialistas, consultores e analistas bons eles poderão responder, como um País com a nosso realidade vai dar oportunidade a aqueles que não tem acesso a Internet, Lan House é paga e a maioria dos adultos desconhece, pior pagar e não ter rede, antes pelos correios até no ultimo dia tinha filas enormes, e lamentável ver como tratam a nossa educação no Brasil Só para alguns. Depois vem os eventos, congressos e aparições na mídia dizendo que estão tentando.
Novos índices Brasileiros como consumo, direitos de ir e vir, e culturas de locais distintos nos fazem questionar como a diversidade Brasileira vai tratar os outros, pois vejo pessoas que se dizem humanas à frente de cargos não reconhecer o outro ser humano. Por um 2015 humano.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
questiono procedimentos???
questiono procedimentos???
Limpando chão e banheiro, servindo café ou atrás de um balcão de bar, ser babá de criança no exterior se especializam e desenvolvem competência como liderança, trabalho em grupos, gerenciam um grupo de pessoas dentro de uma área, projeto ou realização de eventos de grande e pequeno porte;
Para ser um dos escolhidos em intercâmbios e estágios no exterior tem que ter nas preferências primárias ensino superior, se levamos em conta que para acessar o visto muitos Países de destino pedem uma garantia de volta e família com recursos e influente é garantia de volta.
Será que os limpadores de chão no Brasil vão precisar de ensino superior, já que a realidade que muitos destes que fantasiam o Brasil, na forma que aprenderam e em geral acessam cargos de recursos humanos ou prestam consultorias como se a realidade brasileira de educação fossem a mesma deles. (já existem rh que exige 1° grau completo julgando que aquele que acessa a vaga vá permanecer, pois se trata de uma pessoa muito necessitada, quem estuda quer crescer). Será que quando conseguem a vaga nestes locais pessoas que antes não tinham o costume de arrumar o próprio quarto (quem fazia era a empregada) não aprendem o termo humildade de oferecer uma oportunidade a quem não sabe com a finalidade de oferecer possibilidades futura.
- Não, minha empresa quer pressa e eu tenho que mostrar serviço. Daí um o fato que leva a crer que é escolhido quem tem recursos em caixa, nos intercâmbios não a exigência que a empresa tem pressa.
Poucos aplicam o tema formação de pessoas solidárias e participativas, (É só verificar nos benefícios que favoreceriam o crescimento como profissional que em grandes e medias e agora fazem parte do universo das pequenas e micros empresas que em geral só e oferecido a elite da casa aos pequenos, cesta básica ou vale saúde), pois onde está a verdadeira preocupação com o social, desenvolvimento, eficiência, ensino e aprendizagem, qual empresas RH, que quer ver os seus funcionários que limpam suas privadas galgarem ou lutarem por vagas chefias. Uma curiosidade, na construção civil e atividades metalúrgicas os negros estão retidos nas atividades de limpeza, manutenção, recuperação, no comercio concentrados em supermercados em atividades de serviços diretos em vendas em lojas se concentram em atividades que oferecem pouca oportunidade de crescer com disponibilidade total a empresa o que os impede de concorrer a cargo efetivo publico ou mesmo voltar a sala de aula ao contrario de atividades que dispõem de horário e incentivo.
Qual será o verdadeiro papel do RH e protetores de direitos a acesso igualitário a todos, na finalidade de garantir a eficácia na disseminação de conhecimento, valorizando pessoas, como colocar em pratica sem expor tão claros os preconceitos que separam a direção da limpeza?
Programas de capacitação, aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional em crise com o compromisso com as novas gerações, com a qualidade, a renovação, o respeito as pessoas, a educação a harmonia, a generosidade e o querer trabalhar.
Se o governo quer favorecer um processo tranqüilo de alfabetização respeitando os ritmos e necessidades deveriam avisar aos colegas que contratam nas empresas a não exigirem muitos a fim de favorecer o acesso de todos principalmente aqueles com dificuldades que o levaram a ter defasagem idade serie, pois se hoje percebem a entrada de muitos imigrantes, importar mão de obra (adultos), e a morte de muitos Brasileiros que tiveram seu ritmo de aprendizagem respeitado e não conseguiram colocação no contrato especial de trabalho (adolescentes), menor aprendiz e trilharam por caminhos de confronto com a lei e violações de seus direitos segundo a própria conduta ECA Art 98 III. Será que a escolas oferecida a maioria co um Diretor, um Adjunto, 2 secretarias, um responsável pela limpeza, dois pela alimentação o porteiro e a inspetora e professores faz uma escola andar, da biblioteca que precisa ser um espaço alem de local de pesquisa para o aluno, e o professor de apoio, o que fica no lugar do professor oferecendo atividade extra-curricular na sua falta, o governo ignorando o deft de professores e achando que os mesmos recebendo por 40 horas de trabalhos, muito bem, se morarem em favelas (ouve um aumento do numero) ainda conseguem ser voluntários e os mesmos tem que exercer trabalho burocráticos, (fazer levantamento de quem está faltando e se ficar preocupado ir atrás, tirar xerox do material necessário e estar ligado nos eventos que o governo inventa em cima da hora ignorando programações e materiais gastos do próprio salário) super lotação na sala de aula com alunos com deficiências além da motora sem apoio (pois os que pregam a inclusão jamais colocariam os nomes na reta da briga porque não da certo é mais fácil chamar o professor de incompetentes, são pesquisadores, coordenadores e analistas que não dão aulas e se dão não gostam do que fazem) não poder encaminhar um aluno que apresenta comprometimento por não existir local a tratá-los ou ser considerado incompetente sendo responsabilizado como o desqualificado que precisa de capacitação devido as crianças chegarem ao meio do ensino fundamental sem dominar a leitura e calculo,(ver dados do Ministério da educação e órgãos responsáveis) e quem foi que promove as lei s de aprovação automática? Quem reforma as escolas quem manda cartazinhos para as escolas vamos promover isso?
O próprio governo quando faz mudanças radicais sem levar em conta a realidade Brasileira em formas de acessos que deveriam facilitar porem diminui a competitividade, pois reduz a menos da metade condições de indivíduos participarem de processos seletivos. Ex. cargos efetivos em serviços públicos, as provas de raciocínio lógico que a maioria dos jovens oriundos de escolas publicas não teriam condições de competitividade a não ser se possuam recursos, tempo e condições externa de cursos preparatórios, ou se trabalham em atividades com necessidade de disponibilidade total?
No acesso ao contrato especial de trabalho. Quando o MTE propôs mudanças publicando a Portaria 615 Dez/2007 com termos técnico-ciêntifico, técnico –tecnogico que remete a alunos de ensino médio e anexo direcionados a maiores de 18 anos inviabiliza falas como os adolescentes não têm que se preocupar comas portas fechadas em serviços domésticos e de Boy, como proteger direitos e facilitar acesso.
Gostaria de saber onde existe uma equipe competente que construa as competências com um bom acompanhamento do processo, a qual exista, acessibilidade ou igualdade de condição a todos sem distinção como manda a CLT Art 402 ao 441 (427), na justiça poder buscar quem não os veja diferente, mas com uma possibilidade de vencer e fazer parte de mudanças tão necessárias a sociedade que é a não qualificação e profissionalização do adolescentes e jovens em atividades ilícitas pois não adiantas os responsáveis ensinarem desde cedo que este menino vai ser um trabalhador e o mesmo ver o seu direito impedido por pessoas que deveriam ajudá-los mas promovem a inserção de adolescentes que possuem estabilidade mental, física , familiar reproduzida por que estuda em boas escolas e se destacas mantendo a idade serie correta e estando bem preparado para provas e seleções e aos que realmente precisam dizem que os mesmos são crianças para trabalhar.
Gostaria de ver as pesquisas que mostrando dados do trabalho infantil sendo feito apenas entre adolescentes de 14 a 17 anos e 11 meses, será que diminuiu?
E a presença de adolescentes nesta faixa etária envolvidos em atividades ilícitas, principalmente em crimes de oportunidade, prostituição infantil nas ruas e dentro de comunidades carentes, gravidez e reconhecimento de paternidade?
Vejo que há um medo por isso sempre colocam apartir de 7 anos pois a sociedade tem lutado pela faixa criança não adolescente.
Limpando chão e banheiro, servindo café ou atrás de um balcão de bar, ser babá de criança no exterior se especializam e desenvolvem competência como liderança, trabalho em grupos, gerenciam um grupo de pessoas dentro de uma área, projeto ou realização de eventos de grande e pequeno porte;
Para ser um dos escolhidos em intercâmbios e estágios no exterior tem que ter nas preferências primárias ensino superior, se levamos em conta que para acessar o visto muitos Países de destino pedem uma garantia de volta e família com recursos e influente é garantia de volta.
Será que os limpadores de chão no Brasil vão precisar de ensino superior, já que a realidade que muitos destes que fantasiam o Brasil, na forma que aprenderam e em geral acessam cargos de recursos humanos ou prestam consultorias como se a realidade brasileira de educação fossem a mesma deles. (já existem rh que exige 1° grau completo julgando que aquele que acessa a vaga vá permanecer, pois se trata de uma pessoa muito necessitada, quem estuda quer crescer). Será que quando conseguem a vaga nestes locais pessoas que antes não tinham o costume de arrumar o próprio quarto (quem fazia era a empregada) não aprendem o termo humildade de oferecer uma oportunidade a quem não sabe com a finalidade de oferecer possibilidades futura.
- Não, minha empresa quer pressa e eu tenho que mostrar serviço. Daí um o fato que leva a crer que é escolhido quem tem recursos em caixa, nos intercâmbios não a exigência que a empresa tem pressa.
Poucos aplicam o tema formação de pessoas solidárias e participativas, (É só verificar nos benefícios que favoreceriam o crescimento como profissional que em grandes e medias e agora fazem parte do universo das pequenas e micros empresas que em geral só e oferecido a elite da casa aos pequenos, cesta básica ou vale saúde), pois onde está a verdadeira preocupação com o social, desenvolvimento, eficiência, ensino e aprendizagem, qual empresas RH, que quer ver os seus funcionários que limpam suas privadas galgarem ou lutarem por vagas chefias. Uma curiosidade, na construção civil e atividades metalúrgicas os negros estão retidos nas atividades de limpeza, manutenção, recuperação, no comercio concentrados em supermercados em atividades de serviços diretos em vendas em lojas se concentram em atividades que oferecem pouca oportunidade de crescer com disponibilidade total a empresa o que os impede de concorrer a cargo efetivo publico ou mesmo voltar a sala de aula ao contrario de atividades que dispõem de horário e incentivo.
Qual será o verdadeiro papel do RH e protetores de direitos a acesso igualitário a todos, na finalidade de garantir a eficácia na disseminação de conhecimento, valorizando pessoas, como colocar em pratica sem expor tão claros os preconceitos que separam a direção da limpeza?
Programas de capacitação, aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional em crise com o compromisso com as novas gerações, com a qualidade, a renovação, o respeito as pessoas, a educação a harmonia, a generosidade e o querer trabalhar.
Se o governo quer favorecer um processo tranqüilo de alfabetização respeitando os ritmos e necessidades deveriam avisar aos colegas que contratam nas empresas a não exigirem muitos a fim de favorecer o acesso de todos principalmente aqueles com dificuldades que o levaram a ter defasagem idade serie, pois se hoje percebem a entrada de muitos imigrantes, importar mão de obra (adultos), e a morte de muitos Brasileiros que tiveram seu ritmo de aprendizagem respeitado e não conseguiram colocação no contrato especial de trabalho (adolescentes), menor aprendiz e trilharam por caminhos de confronto com a lei e violações de seus direitos segundo a própria conduta ECA Art 98 III. Será que a escolas oferecida a maioria co um Diretor, um Adjunto, 2 secretarias, um responsável pela limpeza, dois pela alimentação o porteiro e a inspetora e professores faz uma escola andar, da biblioteca que precisa ser um espaço alem de local de pesquisa para o aluno, e o professor de apoio, o que fica no lugar do professor oferecendo atividade extra-curricular na sua falta, o governo ignorando o deft de professores e achando que os mesmos recebendo por 40 horas de trabalhos, muito bem, se morarem em favelas (ouve um aumento do numero) ainda conseguem ser voluntários e os mesmos tem que exercer trabalho burocráticos, (fazer levantamento de quem está faltando e se ficar preocupado ir atrás, tirar xerox do material necessário e estar ligado nos eventos que o governo inventa em cima da hora ignorando programações e materiais gastos do próprio salário) super lotação na sala de aula com alunos com deficiências além da motora sem apoio (pois os que pregam a inclusão jamais colocariam os nomes na reta da briga porque não da certo é mais fácil chamar o professor de incompetentes, são pesquisadores, coordenadores e analistas que não dão aulas e se dão não gostam do que fazem) não poder encaminhar um aluno que apresenta comprometimento por não existir local a tratá-los ou ser considerado incompetente sendo responsabilizado como o desqualificado que precisa de capacitação devido as crianças chegarem ao meio do ensino fundamental sem dominar a leitura e calculo,(ver dados do Ministério da educação e órgãos responsáveis) e quem foi que promove as lei s de aprovação automática? Quem reforma as escolas quem manda cartazinhos para as escolas vamos promover isso?
O próprio governo quando faz mudanças radicais sem levar em conta a realidade Brasileira em formas de acessos que deveriam facilitar porem diminui a competitividade, pois reduz a menos da metade condições de indivíduos participarem de processos seletivos. Ex. cargos efetivos em serviços públicos, as provas de raciocínio lógico que a maioria dos jovens oriundos de escolas publicas não teriam condições de competitividade a não ser se possuam recursos, tempo e condições externa de cursos preparatórios, ou se trabalham em atividades com necessidade de disponibilidade total?
No acesso ao contrato especial de trabalho. Quando o MTE propôs mudanças publicando a Portaria 615 Dez/2007 com termos técnico-ciêntifico, técnico –tecnogico que remete a alunos de ensino médio e anexo direcionados a maiores de 18 anos inviabiliza falas como os adolescentes não têm que se preocupar comas portas fechadas em serviços domésticos e de Boy, como proteger direitos e facilitar acesso.
Gostaria de saber onde existe uma equipe competente que construa as competências com um bom acompanhamento do processo, a qual exista, acessibilidade ou igualdade de condição a todos sem distinção como manda a CLT Art 402 ao 441 (427), na justiça poder buscar quem não os veja diferente, mas com uma possibilidade de vencer e fazer parte de mudanças tão necessárias a sociedade que é a não qualificação e profissionalização do adolescentes e jovens em atividades ilícitas pois não adiantas os responsáveis ensinarem desde cedo que este menino vai ser um trabalhador e o mesmo ver o seu direito impedido por pessoas que deveriam ajudá-los mas promovem a inserção de adolescentes que possuem estabilidade mental, física , familiar reproduzida por que estuda em boas escolas e se destacas mantendo a idade serie correta e estando bem preparado para provas e seleções e aos que realmente precisam dizem que os mesmos são crianças para trabalhar.
Gostaria de ver as pesquisas que mostrando dados do trabalho infantil sendo feito apenas entre adolescentes de 14 a 17 anos e 11 meses, será que diminuiu?
E a presença de adolescentes nesta faixa etária envolvidos em atividades ilícitas, principalmente em crimes de oportunidade, prostituição infantil nas ruas e dentro de comunidades carentes, gravidez e reconhecimento de paternidade?
Vejo que há um medo por isso sempre colocam apartir de 7 anos pois a sociedade tem lutado pela faixa criança não adolescente.
Programas de capacitação, oferecer uma oportunidade a quem ?
Limpando chão e banheiro, servindo café ou atrás de um balcão de bar, ser babá de criança no exterior se especializam e desenvolvem competência como liderança, trabalho em grupos, gerenciam um grupo de pessoas dentro de uma área, projeto ou realização de eventos de grande e pequeno porte;
Para ser um dos escolhidos em intercâmbios e estágios no exterior tem que ter nas preferências primárias ensino superior, se levamos em conta que para acessar o visto muitos Países de destino pedem uma garantia de volta e família com recursos e influente é garantia de volta.
Será que os limpadores de chão no Brasil vão precisar de ensino superior, já que a realidade que muitos destes que fantasiam o Brasil, na forma que aprenderam e em geral acessam cargos de recursos humanos ou prestam consultorias como se a realidade brasileira de educação fossem a mesma deles. (já existem rh que exige 1° grau completo julgando que aquele que acessa a vaga vá permanecer, pois se trata de uma pessoa muito necessitada, quem estuda quer crescer). Será que quando conseguem a vaga nestes locais pessoas que antes não tinham o costume de arrumar o próprio quarto (quem fazia era a empregada) não aprendem o termo humildade de oferecer uma oportunidade a quem não sabe com a finalidade de oferecer possibilidades futura.
- Não, minha empresa quer pressa e eu tenho que mostrar serviço. Daí um o fato que leva a crer que é escolhido quem tem recursos em caixa, nos intercâmbios não a exigência que a empresa tem pressa.
Poucos aplicam o tema formação de pessoas solidárias e participativas, (É só verificar nos benefícios que favoreceriam o crescimento como profissional que em grandes e medias e agora fazem parte do universo das pequenas e micros empresas que em geral só e oferecido a elite da casa aos pequenos, cesta básica ou vale saúde), pois onde está a verdadeira preocupação com o social, desenvolvimento, eficiência, ensino e aprendizagem, qual empresas RH, que quer ver os seus funcionários que limpam suas privadas galgarem ou lutarem por vagas chefias. Uma curiosidade, na construção civil e atividades metalúrgicas os negros estão retidos nas atividades de limpeza, manutenção, recuperação, no comercio concentrados em supermercados em atividades de serviços diretos em vendas em lojas se concentram em atividades que oferecem pouca oportunidade de crescer com disponibilidade total a empresa o que os impede de concorrer a cargo efetivo publico ou mesmo voltar a sala de aula ao contrario de atividades que dispõem de horário e incentivo.
Qual será o verdadeiro papel do RH e protetores de direitos a acesso igualitário a todos, na finalidade de garantir a eficácia na disseminação de conhecimento, valorizando pessoas, como colocar em pratica sem expor tão claros os preconceitos que separam a direção da limpeza?
Programas de capacitação, aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional em crise com o compromisso com as novas gerações, com a qualidade, a renovação, o respeito as pessoas, a educação a harmonia, a generosidade e o querer trabalhar.
Para ser um dos escolhidos em intercâmbios e estágios no exterior tem que ter nas preferências primárias ensino superior, se levamos em conta que para acessar o visto muitos Países de destino pedem uma garantia de volta e família com recursos e influente é garantia de volta.
Será que os limpadores de chão no Brasil vão precisar de ensino superior, já que a realidade que muitos destes que fantasiam o Brasil, na forma que aprenderam e em geral acessam cargos de recursos humanos ou prestam consultorias como se a realidade brasileira de educação fossem a mesma deles. (já existem rh que exige 1° grau completo julgando que aquele que acessa a vaga vá permanecer, pois se trata de uma pessoa muito necessitada, quem estuda quer crescer). Será que quando conseguem a vaga nestes locais pessoas que antes não tinham o costume de arrumar o próprio quarto (quem fazia era a empregada) não aprendem o termo humildade de oferecer uma oportunidade a quem não sabe com a finalidade de oferecer possibilidades futura.
- Não, minha empresa quer pressa e eu tenho que mostrar serviço. Daí um o fato que leva a crer que é escolhido quem tem recursos em caixa, nos intercâmbios não a exigência que a empresa tem pressa.
Poucos aplicam o tema formação de pessoas solidárias e participativas, (É só verificar nos benefícios que favoreceriam o crescimento como profissional que em grandes e medias e agora fazem parte do universo das pequenas e micros empresas que em geral só e oferecido a elite da casa aos pequenos, cesta básica ou vale saúde), pois onde está a verdadeira preocupação com o social, desenvolvimento, eficiência, ensino e aprendizagem, qual empresas RH, que quer ver os seus funcionários que limpam suas privadas galgarem ou lutarem por vagas chefias. Uma curiosidade, na construção civil e atividades metalúrgicas os negros estão retidos nas atividades de limpeza, manutenção, recuperação, no comercio concentrados em supermercados em atividades de serviços diretos em vendas em lojas se concentram em atividades que oferecem pouca oportunidade de crescer com disponibilidade total a empresa o que os impede de concorrer a cargo efetivo publico ou mesmo voltar a sala de aula ao contrario de atividades que dispõem de horário e incentivo.
Qual será o verdadeiro papel do RH e protetores de direitos a acesso igualitário a todos, na finalidade de garantir a eficácia na disseminação de conhecimento, valorizando pessoas, como colocar em pratica sem expor tão claros os preconceitos que separam a direção da limpeza?
Programas de capacitação, aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional em crise com o compromisso com as novas gerações, com a qualidade, a renovação, o respeito as pessoas, a educação a harmonia, a generosidade e o querer trabalhar.
Quem reforma as escolas ?
Se o governo quer favorecer um processo tranqüilo de alfabetização respeitando os ritmos e necessidades deveriam avisar aos colegas que contratam nas empresas a não exigirem muitos a fim de favorecer o acesso de todos principalmente aqueles com dificuldades que o levaram a ter defasagem idade serie, pois se hoje percebem a entrada de muitos imigrantes, importar mão de obra (adultos), e a morte de muitos Brasileiros que tiveram seu ritmo de aprendizagem respeitado e não conseguiram colocação no contrato especial de trabalho (adolescentes), menor aprendiz e trilharam por caminhos de confronto com a lei e violações de seus direitos segundo a própria conduta ECA Art 98 III. Será que a escolas oferecida a maioria co um Diretor, um Adjunto, 2 secretarias, um responsável pela limpeza, dois pela alimentação o porteiro e a inspetora e professores faz uma escola andar, da biblioteca que precisa ser um espaço alem de local de pesquisa para o aluno, e o professor de apoio, o que fica no lugar do professor oferecendo atividade extra-curricular na sua falta, o governo ignorando o deft de professores e achando que os mesmos recebendo por 40 horas de trabalhos, muito bem, se morarem em favelas (ouve um aumento do numero) ainda conseguem ser voluntários e os mesmos tem que exercer trabalho burocráticos, (fazer levantamento de quem está faltando e se ficar preocupado ir atrás, tirar xerox do material necessário e estar ligado nos eventos que o governo inventa em cima da hora ignorando programações e materiais gastos do próprio salário) super lotação na sala de aula com alunos com deficiências além da motora sem apoio (pois os que pregam a inclusão jamais colocariam os nomes na reta da briga porque não da certo é mais fácil chamar o professor de incompetentes, são pesquisadores, coordenadores e analistas que não dão aulas e se dão não gostam do que fazem) não poder encaminhar um aluno que apresenta comprometimento por não existir local a tratá-los ou ser considerado incompetente sendo responsabilizado como o desqualificado que precisa de capacitação devido as crianças chegarem ao meio do ensino fundamental sem dominar a leitura e calculo,(ver dados do Ministério da educação e órgãos responsáveis) e quem foi que promove as lei s de aprovação automática? Quem reforma as escolas quem manda cartazinhos para as escolas vamos promover isso?
sábado, 25 de outubro de 2008
Questiono a diferença de tratamento no acesso ao contrato de trabalho CLT Art 402 ao 441
Apartir destas situações???
Questiono a diferença de tratamento que remete a exclusão Social e racial promovidda com leis, decretos publicadas pelo Legislativo e Executivo Brasileiro, falam de proteção que não condiz com a realidade Brasileira e deixa principalmente negros a margem da sociedade.
Cleiton Aparecido de Lima Mesmo não reconhecido pela vítima e a família indo atrás de quem cometeu o crime ficou preso pois a juíza da 4° Vara Criminal de São Bernado do Campo não considerou fatos relevantes.
Sandro Welligton de Jesus, que tem representantes dos Direitos Humanos colocando que a Juíza e o Promotor do tribunal de 1° Tribunal de Júri de São Paulo foram preconceituosos e agressivos.
Folha Universal Domingo 21/09/2008 Pag 8 a 11
O ENCCEJA, órgão do governo que é responsável por promover o Exame de Suplência de 1° e 2° Grau gratuito que tinha inscrições, antes era feita nos correios agora o acesso só é feito pela internet (quantos das Classes C, D e E tem acesso a internet, sem levar em consideração as cidades e regiões remotas e o fato que a divulgação do inicio de inscrições não é divulgado como deveria afim de quem tem real necessidade tenha acessos), do fato que s inscrições começaram dia 6 mais só estava disponível dia 10 e tem dias que não existe rede. São colocados por protetores de Direitos Humanos, de acesso ao ensino que em relação a adolescentes (acima de 15 anos) das Classes C, D e E que os mesmo tem que se manter dentro da sala de aula, mesmo com grande defasagem escolar e sem condições de manter-se na sala, seja por filhos ou problemas causados por meios externos e internos, acesso esse que não negam a quem tem muitos recursos (ver o N° de alunos matriculados em cursinhos de 6 meses pagos com custos acima das Classes C, D e E).
Que o governo Através do Ministério do Trabalho e Emprego tem promovido mais exclusão nas questões de Leis. Portarias 615, 616 e 618 de Dezembro 2007, colocando no acesso ao contrato de aprendizagem CLT Art 402 ao 441 que beneficiariam adolescentes de analfabetas Art 427 ou de qualquer escolaridade, porém, adolescentes que não possuam acima de 8° serie com condições de passar não são beneficiados (existem Aplicadores de cursos que dizem aceitar com 7° série) e se utilizam os temos encontrados nas portarias, como técnico-tecnológico, técnico-cientifico, anexos que remetem a maiores de 18 anos na Portaria 615/2007 entre outros temos que remetem a adolescentes com ensino médio (como se a Educação Brasileira fosse igualitária e formassem adolescentes competitivos, ver o ensino por aprovação automática, cada um tem o seu ritmo de apreender, quero ver se estes mesmos protetores de direitos querem ver o seus filhos nas mesmas condições que estão remetendo os filhos das classes C, D e E), o que tenham experiências ou ligação com o governo, Portarias 616 e 618/2007 descartando quem hoje não tem direito a acesso, pois para onde vão as adolescentes com baixa escolaridade com filhos que não podem trabalhar como empregada domestica, prostituição ??? (ouve um aumento) dos adolescentes com baixa escolaridade que não podem ser mais boy, trafico ??? (ouve um aumento), mais é aqueles que querem trabalhar como ambulantes nas ruas, será que vão conseguir vaga ? já que as ruas não têm lugar devido a competição (ouve um aumento da presença de adolescentes nas ruas) não tem como criminalizar e multar porém depois que se acostumar nas ruas pra sair e ruim e só beneficiariam os protetores de direitos que vivem de palestras e eventos de como vamos ajudar os pobrezinhos e eles não lutam por uma real necessidade que é o direito ao acesso ao contrato aprendiz, pois dizem são crianças, seus filhos com boa escolaridade de escola particular ou universidade não são crianças no acesso ao contrato de aprendizagem (digo aos aplicadores de cursos e ao governo que por Lei tem que ter de 5 a 15% de adolescentes de 14 a 17 anos e 11 meses).
Como existe processos como o 1830/2008 no MPT/RJ 1° Região, e outros que foram arquivados no mesmo local colocando a possibilidade de exclusão de adolescentes com escolaridade abaixo de 6° serie por conta de mecanismo provas ou seleções e não vejo nada acontecendo, me mostrando que o Brasil tem em sua Constituição Federal o acesso igualitário a todos na pratica não ocorre, porém pratica a exclusão Social e racial de forma clara, pois se prega a inclusão por cotas na pratica as cotas ou não existe ou pouco beneficiam, Escolas Federais e tecnológicas de ponta só são acessíveis por provas de seleções e pouco beneficiam alunos de escolas publicas e principalmente negros, pois os mesmos em sua maioria estão em escolas com notas abaixo dos 3,8 (pesquisas feitas pelo governo Brasileiro e internacional , ver IBGE e Ministério da Educação, Saeb, PISA).
As vagas de trabalhos que exigem hoje apenas o 2° grau sem especialização, ex. Caixa de supermercados, promovem o não podem crescer, salários baixos e disponibilidade total a empresa o que impossibilita mobilidade social e econômica, pois não sabem em que horário vão trabalhar na próxima semana e está e a área que mais emprega negros, como limpeza e outros que vem pedindo cada dia mais escolaridade e maior disponibilidade, lembrando que as empresas Brasileiras não têm o habito de oferecer benefícios a estes trabalhadores o que promoveria uma cidadania que dizer querer mais não promover.
Não existe a isenção, justiça e iguadade de acesso ao contrato de aprendizado, as pessoas que em geral figuram no setor de RH e no acesso do contrato feito direto no aplicador de cursos não refretem o termo responsabilidade social ditado pelas empresas Brasileiras na questão de igualdade de direito e acesso e uma melhor qualidade de vida ao trabalhador que precisa, muitos fizeram cursinhos no exterior em atividades de limpeza e por achar que o seu diploma os levou a isso(esquecendo dos recursos) querem colocar o trabalhador brasileiro como se recebessem todos o mesmo tipo de educação e capacitação que eles.
Questiono a diferença de tratamento que remete a exclusão Social e racial promovidda com leis, decretos publicadas pelo Legislativo e Executivo Brasileiro, falam de proteção que não condiz com a realidade Brasileira e deixa principalmente negros a margem da sociedade.
Cleiton Aparecido de Lima Mesmo não reconhecido pela vítima e a família indo atrás de quem cometeu o crime ficou preso pois a juíza da 4° Vara Criminal de São Bernado do Campo não considerou fatos relevantes.
Sandro Welligton de Jesus, que tem representantes dos Direitos Humanos colocando que a Juíza e o Promotor do tribunal de 1° Tribunal de Júri de São Paulo foram preconceituosos e agressivos.
Folha Universal Domingo 21/09/2008 Pag 8 a 11
O ENCCEJA, órgão do governo que é responsável por promover o Exame de Suplência de 1° e 2° Grau gratuito que tinha inscrições, antes era feita nos correios agora o acesso só é feito pela internet (quantos das Classes C, D e E tem acesso a internet, sem levar em consideração as cidades e regiões remotas e o fato que a divulgação do inicio de inscrições não é divulgado como deveria afim de quem tem real necessidade tenha acessos), do fato que s inscrições começaram dia 6 mais só estava disponível dia 10 e tem dias que não existe rede. São colocados por protetores de Direitos Humanos, de acesso ao ensino que em relação a adolescentes (acima de 15 anos) das Classes C, D e E que os mesmo tem que se manter dentro da sala de aula, mesmo com grande defasagem escolar e sem condições de manter-se na sala, seja por filhos ou problemas causados por meios externos e internos, acesso esse que não negam a quem tem muitos recursos (ver o N° de alunos matriculados em cursinhos de 6 meses pagos com custos acima das Classes C, D e E).
Que o governo Através do Ministério do Trabalho e Emprego tem promovido mais exclusão nas questões de Leis. Portarias 615, 616 e 618 de Dezembro 2007, colocando no acesso ao contrato de aprendizagem CLT Art 402 ao 441 que beneficiariam adolescentes de analfabetas Art 427 ou de qualquer escolaridade, porém, adolescentes que não possuam acima de 8° serie com condições de passar não são beneficiados (existem Aplicadores de cursos que dizem aceitar com 7° série) e se utilizam os temos encontrados nas portarias, como técnico-tecnológico, técnico-cientifico, anexos que remetem a maiores de 18 anos na Portaria 615/2007 entre outros temos que remetem a adolescentes com ensino médio (como se a Educação Brasileira fosse igualitária e formassem adolescentes competitivos, ver o ensino por aprovação automática, cada um tem o seu ritmo de apreender, quero ver se estes mesmos protetores de direitos querem ver o seus filhos nas mesmas condições que estão remetendo os filhos das classes C, D e E), o que tenham experiências ou ligação com o governo, Portarias 616 e 618/2007 descartando quem hoje não tem direito a acesso, pois para onde vão as adolescentes com baixa escolaridade com filhos que não podem trabalhar como empregada domestica, prostituição ??? (ouve um aumento) dos adolescentes com baixa escolaridade que não podem ser mais boy, trafico ??? (ouve um aumento), mais é aqueles que querem trabalhar como ambulantes nas ruas, será que vão conseguir vaga ? já que as ruas não têm lugar devido a competição (ouve um aumento da presença de adolescentes nas ruas) não tem como criminalizar e multar porém depois que se acostumar nas ruas pra sair e ruim e só beneficiariam os protetores de direitos que vivem de palestras e eventos de como vamos ajudar os pobrezinhos e eles não lutam por uma real necessidade que é o direito ao acesso ao contrato aprendiz, pois dizem são crianças, seus filhos com boa escolaridade de escola particular ou universidade não são crianças no acesso ao contrato de aprendizagem (digo aos aplicadores de cursos e ao governo que por Lei tem que ter de 5 a 15% de adolescentes de 14 a 17 anos e 11 meses).
Como existe processos como o 1830/2008 no MPT/RJ 1° Região, e outros que foram arquivados no mesmo local colocando a possibilidade de exclusão de adolescentes com escolaridade abaixo de 6° serie por conta de mecanismo provas ou seleções e não vejo nada acontecendo, me mostrando que o Brasil tem em sua Constituição Federal o acesso igualitário a todos na pratica não ocorre, porém pratica a exclusão Social e racial de forma clara, pois se prega a inclusão por cotas na pratica as cotas ou não existe ou pouco beneficiam, Escolas Federais e tecnológicas de ponta só são acessíveis por provas de seleções e pouco beneficiam alunos de escolas publicas e principalmente negros, pois os mesmos em sua maioria estão em escolas com notas abaixo dos 3,8 (pesquisas feitas pelo governo Brasileiro e internacional , ver IBGE e Ministério da Educação, Saeb, PISA).
As vagas de trabalhos que exigem hoje apenas o 2° grau sem especialização, ex. Caixa de supermercados, promovem o não podem crescer, salários baixos e disponibilidade total a empresa o que impossibilita mobilidade social e econômica, pois não sabem em que horário vão trabalhar na próxima semana e está e a área que mais emprega negros, como limpeza e outros que vem pedindo cada dia mais escolaridade e maior disponibilidade, lembrando que as empresas Brasileiras não têm o habito de oferecer benefícios a estes trabalhadores o que promoveria uma cidadania que dizer querer mais não promover.
Não existe a isenção, justiça e iguadade de acesso ao contrato de aprendizado, as pessoas que em geral figuram no setor de RH e no acesso do contrato feito direto no aplicador de cursos não refretem o termo responsabilidade social ditado pelas empresas Brasileiras na questão de igualdade de direito e acesso e uma melhor qualidade de vida ao trabalhador que precisa, muitos fizeram cursinhos no exterior em atividades de limpeza e por achar que o seu diploma os levou a isso(esquecendo dos recursos) querem colocar o trabalhador brasileiro como se recebessem todos o mesmo tipo de educação e capacitação que eles.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
I question the segregation and racism veiled
I question the segregation and racism veiled
Automatic approval is barbaric, says Lula
Author (s): Soraya Aggege
The Globe - 22/10/2008
President says it inherited problems in education and criticism of teachers strike
The President Luiz Inácio Lula da Silva called yesterday barbarity of the system of automatic approval, for which students are not repeat the year and are held only at the end of the school cycles.
Alexandre Alves
Research shows the UFRJ desníveisEntretanto, it emerges that the polls that indicate that blacks and whites have nearly equal rates of enrollment (the difference is 1.1%) did not mention rate of repetition and the resulting distortion-old series - which is higher among the blacks, showing that this group has left the school more than whites, marking a problem of quality education system in Brazil. The adequacy of black children by the education system falls to 52% at the beginning of elementary school (which is a bad index) to 19.3% in high school, compared with 37.4% of whites. In other words, eight out of ten teenagers aged 15 to 17 anos are out of school or enrolled in the wrong number, by the parameters set by the MEC to attend the Basic Education. In the case of Higher Education, the gross rate quadrupled among blacks, but is still less than half of whites (12.1% versus 30.7%).
The output to reduce this inequality is the public school improve its quality - to Passion, this problem is not only in pre-school, discussed the contents must be submitted in the classroom, each school should have a good library, computers. But more important than that is the position that the school system should take,
to be "more receptive to the creation of an environment conducive to diversity, of multiculturalism", reducing the elements of prejudice and discrimination. It is necessary that the school is the area of "equality between different," is that difference is: the vision of locomotion, color and culture. Secondly Passion, "if a person has economic difficulties to continue their studies and still faces discrimination by prejudice, will have more opportunities to harm your learning."
- When this country has decided to universalize primary school without taking into account the quality we have taken a step forward and two backward. When it was decided that a child at school do not need proof, it would be approved, study or not, commit the second barbarity, with the student and the professor - said Lula, alleging that inherited serious problems in education. The president spoke during a ceremony to commemorate the 60 years of the Brazilian Society for the Progress of Science (SBPC) and in response to criticism from scientists about the educational system. The physical Luiz Davidovich told the president that the country is living a process of social segregation by education, because of the difference in quality between public and private networks in education.
Projects still in progress now seems that already exists.
(LEGISLATIVE LEADERSHIP
LEGISLATIVE ADVISOR
SUBJECT: racial quota IN HIGHER EDUCATION
CONSULTANTS: Claudia NEVES COELHO DE SOUZA NARDON
DATE: 06 May 2008
Racial Quotas in Higher Education Procedure, even in this house, on the theme of educational quotas, the following propositions:
oo Draft Law No. 1736, 2007, by Mr Neucimar Fraga, which provides on the reservation of vacancies in federal public institutions of technical education, Agrotécnica, technological and scientific developments, mid-level and above, for students, black and brown from indigenous of public schools;
oo Draft Law No. 3627, 2004, the Executive Power, that "establishes Special Reserve System for Vacant student graduates from public schools, particularly blacks and Indians, the federal public institutions of higher learning and takes other measures";
oo Draft Law No. 1866, 1999, of Mr Luiz Solomon, which "provides for compensatory measures of action to implement the principle of social equality of black people".)
President Lula also advocated the qualification of teachers:
- If the teacher gives a lesson and the student does not understand, the student needs more study. If you give two, and the student does not understand ... In the third, he has to go back to school.
(Secretary of Education of Americana. Av St. Jerome, 146 - 13471-200 - Bela Vista - Americana - SP - (19) 3461.6287 - seduc@americana.sp.gov.br
EVALUATION SYSTEM
THE CURRICULUM TO BE MADE
When we increased concepts and move on the pedagogical action, understanding and look at the evaluation also become.
The evaluation process is a continuous and systematic presence in all aspects of school life, therefore, can not be sporadic and improvised, but constant and planned. It aims to overcome the act of measuring results to be part of the process of formation of educating.
Evaluated to identify, diagnose and resize the educational activity, the social and cultural function of the school, the school / community, the organization of work teaching, the practice of teacher education and development of the overall student.
In this sense, use as many forms of assessment tools for collections of information such as daily observations of the classroom, writing activities, participation and performance of students in discussions and work on individual and groups, according to the characteristics of the plan education and depending on the objectives to be achieved.
From the 2nd cycle at the end of each term, these comments will be summarized in reports and expressed in concepts, represented by the terms Excellent (E), Good (B), Sufficient (S) and Low (I), and recorded in FAIRY - File Monitoring of Student Performance. The 1st cycle becomes not present the concepts, and the assessment through daily observations and records on individual reports.
The summaries are supposed to learning the essential and possible for most students to learn to conditions submitted proposals.
It is important to emphasize that the student with special needs, which represents learning difficulties, will be assessed in different ways, considering its limitations individuals. The assessment will be given during the teaching learning process, (not only by results at the end of a specified period), considering the whole situation of education to be held in the school and overall development of students.
The promotion happen and continue over the cycles.
At the end of each course the student may be promoted or reclassified by results recorded during the same, analyzed collectively by the Class, Director and educators, and the determination of attendance (minimum rate of 75%, as the Rules School).
The recovery process is an integral part of teaching, learning, being held during the regular school. Will be submitted to study the recovery process parallel to the students to use insufficient and / or frequency of less than 75%, computing, for both, the activities of compensation where appropriate, as school record.
In addition to recovery, the student with a learning difficulty states, participates in school-building in a working individual, with new methodologies able to prioritize the construction and proof of hypotheses, but thus greater motivation and interest for the construction of knowledge.
AN ASSESSMENT PERSPECTIVE FOR CHANGE
The assessment of school learning has been the object of constant research and studies. The process of construction and reconstruction of a new way to evaluate public schools in the city of Americana, has provoked a collective effort in the education professionals, who are conducting studies and discussions towards a gradual awareness of and collective, the level of school in such a manner that goes beyond their walls and be a force to influence the review of social and political significance of the bureaucratic demands of the assessment.
The Law of Guidelines and Bases of Education (LDBEN), adopted in 1996 stipulates that: "verifying the school observe the following criteria:
a) continuous assessment and the cumulative performance of the student, with a prevalence of the aspects of the quantitative and qualitative results over the period on the end of any evidence. "
(Item V of Article 24, Section I of the General Provisions of Chapter II of the Basic Education).
That is, the education assessment makes sense and is fully justified when the service who learns and always ensure in all cases, the correct learning through the appropriate corrections and the signs permanent.
The assessment is the window in which they exhibit many of the contradictions in education. It reveals the paradoxes between the plan's formulation and implementation of the of the big announcements about the goals of education and the pragmatic requirements of confusing returns that follow other interests. They are practical dilemmas ahead of what the educators have to take a position as the only guarantee of an act committed knowingly and leading the search for answers.
"The dichotomy education and evaluation is a big fallacy" (Hoffmann, 2001). We need the awareness of and reflection on this mistaken understanding of trial and evaluation of results, because it was becoming a dangerous educational practice.
Thus, we are aware that, until recently, in our Municipal Education Network, was still very rooted vision of the assessment activity as merely quantitative and even as an instrument for maintaining the authority.
Currently, our understanding about the processes of learning and cognition has changed. We know there are new ways of learning and interpret the role the student plays and that the evaluation process is of inquiry and reflection and starting point for action. Action which drives us to new ideas - "... discussion of educator about your reality and follow-up, step by step, the learner in its path of knowledge" (Hoffmann, 1991), no end point to evidence on historical figures .
Accordingly, we believe it is not only to evaluate evidence. The proof may even be part of the process, but what is at stake is an entire process that deserves global attention. The tests, (objective evidence) perform precise, based on a static concept of knowledge. However, reduced cognitive processes are the only techniques of control with which one can measure this or that result. Get out, too, aspects: emotional, personal and social learning.
It is urgent to rescue concern for a fair valuation and essentially educational, guided by ethical principles aimed at the education of subjects they learn.
It is important to identify the service you and who is the effort of those who teach and learn. This will require that teachers place in front of knowledge and before their own professional liability. This is the basis of commitment to action.)
And still want adolescents from 14 to 17 years and 11 months to 7 / 8 series at least to sign the contract young apprentice, no one talks about increasing the involvement of adolescents with illegal activities, that the decrease of labor and child prostitution is on Stage 7 to 13 years and that between 14 to 17 years and 11 months increased the involvement, and the fact that most reports is not because society is outraged, but because these teenagers who want only money can thus, if not for they have low education should not be for anyone, especially those well placed in the school and influential family.
Automatic approval is barbaric, says Lula
Author (s): Soraya Aggege
The Globe - 22/10/2008
President says it inherited problems in education and criticism of teachers strike
The President Luiz Inácio Lula da Silva called yesterday barbarity of the system of automatic approval, for which students are not repeat the year and are held only at the end of the school cycles.
Alexandre Alves
Research shows the UFRJ desníveisEntretanto, it emerges that the polls that indicate that blacks and whites have nearly equal rates of enrollment (the difference is 1.1%) did not mention rate of repetition and the resulting distortion-old series - which is higher among the blacks, showing that this group has left the school more than whites, marking a problem of quality education system in Brazil. The adequacy of black children by the education system falls to 52% at the beginning of elementary school (which is a bad index) to 19.3% in high school, compared with 37.4% of whites. In other words, eight out of ten teenagers aged 15 to 17 anos are out of school or enrolled in the wrong number, by the parameters set by the MEC to attend the Basic Education. In the case of Higher Education, the gross rate quadrupled among blacks, but is still less than half of whites (12.1% versus 30.7%).
The output to reduce this inequality is the public school improve its quality - to Passion, this problem is not only in pre-school, discussed the contents must be submitted in the classroom, each school should have a good library, computers. But more important than that is the position that the school system should take,
to be "more receptive to the creation of an environment conducive to diversity, of multiculturalism", reducing the elements of prejudice and discrimination. It is necessary that the school is the area of "equality between different," is that difference is: the vision of locomotion, color and culture. Secondly Passion, "if a person has economic difficulties to continue their studies and still faces discrimination by prejudice, will have more opportunities to harm your learning."
- When this country has decided to universalize primary school without taking into account the quality we have taken a step forward and two backward. When it was decided that a child at school do not need proof, it would be approved, study or not, commit the second barbarity, with the student and the professor - said Lula, alleging that inherited serious problems in education. The president spoke during a ceremony to commemorate the 60 years of the Brazilian Society for the Progress of Science (SBPC) and in response to criticism from scientists about the educational system. The physical Luiz Davidovich told the president that the country is living a process of social segregation by education, because of the difference in quality between public and private networks in education.
Projects still in progress now seems that already exists.
(LEGISLATIVE LEADERSHIP
LEGISLATIVE ADVISOR
SUBJECT: racial quota IN HIGHER EDUCATION
CONSULTANTS: Claudia NEVES COELHO DE SOUZA NARDON
DATE: 06 May 2008
Racial Quotas in Higher Education Procedure, even in this house, on the theme of educational quotas, the following propositions:
oo Draft Law No. 1736, 2007, by Mr Neucimar Fraga, which provides on the reservation of vacancies in federal public institutions of technical education, Agrotécnica, technological and scientific developments, mid-level and above, for students, black and brown from indigenous of public schools;
oo Draft Law No. 3627, 2004, the Executive Power, that "establishes Special Reserve System for Vacant student graduates from public schools, particularly blacks and Indians, the federal public institutions of higher learning and takes other measures";
oo Draft Law No. 1866, 1999, of Mr Luiz Solomon, which "provides for compensatory measures of action to implement the principle of social equality of black people".)
President Lula also advocated the qualification of teachers:
- If the teacher gives a lesson and the student does not understand, the student needs more study. If you give two, and the student does not understand ... In the third, he has to go back to school.
(Secretary of Education of Americana. Av St. Jerome, 146 - 13471-200 - Bela Vista - Americana - SP - (19) 3461.6287 - seduc@americana.sp.gov.br
EVALUATION SYSTEM
THE CURRICULUM TO BE MADE
When we increased concepts and move on the pedagogical action, understanding and look at the evaluation also become.
The evaluation process is a continuous and systematic presence in all aspects of school life, therefore, can not be sporadic and improvised, but constant and planned. It aims to overcome the act of measuring results to be part of the process of formation of educating.
Evaluated to identify, diagnose and resize the educational activity, the social and cultural function of the school, the school / community, the organization of work teaching, the practice of teacher education and development of the overall student.
In this sense, use as many forms of assessment tools for collections of information such as daily observations of the classroom, writing activities, participation and performance of students in discussions and work on individual and groups, according to the characteristics of the plan education and depending on the objectives to be achieved.
From the 2nd cycle at the end of each term, these comments will be summarized in reports and expressed in concepts, represented by the terms Excellent (E), Good (B), Sufficient (S) and Low (I), and recorded in FAIRY - File Monitoring of Student Performance. The 1st cycle becomes not present the concepts, and the assessment through daily observations and records on individual reports.
The summaries are supposed to learning the essential and possible for most students to learn to conditions submitted proposals.
It is important to emphasize that the student with special needs, which represents learning difficulties, will be assessed in different ways, considering its limitations individuals. The assessment will be given during the teaching learning process, (not only by results at the end of a specified period), considering the whole situation of education to be held in the school and overall development of students.
The promotion happen and continue over the cycles.
At the end of each course the student may be promoted or reclassified by results recorded during the same, analyzed collectively by the Class, Director and educators, and the determination of attendance (minimum rate of 75%, as the Rules School).
The recovery process is an integral part of teaching, learning, being held during the regular school. Will be submitted to study the recovery process parallel to the students to use insufficient and / or frequency of less than 75%, computing, for both, the activities of compensation where appropriate, as school record.
In addition to recovery, the student with a learning difficulty states, participates in school-building in a working individual, with new methodologies able to prioritize the construction and proof of hypotheses, but thus greater motivation and interest for the construction of knowledge.
AN ASSESSMENT PERSPECTIVE FOR CHANGE
The assessment of school learning has been the object of constant research and studies. The process of construction and reconstruction of a new way to evaluate public schools in the city of Americana, has provoked a collective effort in the education professionals, who are conducting studies and discussions towards a gradual awareness of and collective, the level of school in such a manner that goes beyond their walls and be a force to influence the review of social and political significance of the bureaucratic demands of the assessment.
The Law of Guidelines and Bases of Education (LDBEN), adopted in 1996 stipulates that: "verifying the school observe the following criteria:
a) continuous assessment and the cumulative performance of the student, with a prevalence of the aspects of the quantitative and qualitative results over the period on the end of any evidence. "
(Item V of Article 24, Section I of the General Provisions of Chapter II of the Basic Education).
That is, the education assessment makes sense and is fully justified when the service who learns and always ensure in all cases, the correct learning through the appropriate corrections and the signs permanent.
The assessment is the window in which they exhibit many of the contradictions in education. It reveals the paradoxes between the plan's formulation and implementation of the of the big announcements about the goals of education and the pragmatic requirements of confusing returns that follow other interests. They are practical dilemmas ahead of what the educators have to take a position as the only guarantee of an act committed knowingly and leading the search for answers.
"The dichotomy education and evaluation is a big fallacy" (Hoffmann, 2001). We need the awareness of and reflection on this mistaken understanding of trial and evaluation of results, because it was becoming a dangerous educational practice.
Thus, we are aware that, until recently, in our Municipal Education Network, was still very rooted vision of the assessment activity as merely quantitative and even as an instrument for maintaining the authority.
Currently, our understanding about the processes of learning and cognition has changed. We know there are new ways of learning and interpret the role the student plays and that the evaluation process is of inquiry and reflection and starting point for action. Action which drives us to new ideas - "... discussion of educator about your reality and follow-up, step by step, the learner in its path of knowledge" (Hoffmann, 1991), no end point to evidence on historical figures .
Accordingly, we believe it is not only to evaluate evidence. The proof may even be part of the process, but what is at stake is an entire process that deserves global attention. The tests, (objective evidence) perform precise, based on a static concept of knowledge. However, reduced cognitive processes are the only techniques of control with which one can measure this or that result. Get out, too, aspects: emotional, personal and social learning.
It is urgent to rescue concern for a fair valuation and essentially educational, guided by ethical principles aimed at the education of subjects they learn.
It is important to identify the service you and who is the effort of those who teach and learn. This will require that teachers place in front of knowledge and before their own professional liability. This is the basis of commitment to action.)
And still want adolescents from 14 to 17 years and 11 months to 7 / 8 series at least to sign the contract young apprentice, no one talks about increasing the involvement of adolescents with illegal activities, that the decrease of labor and child prostitution is on Stage 7 to 13 years and that between 14 to 17 years and 11 months increased the involvement, and the fact that most reports is not because society is outraged, but because these teenagers who want only money can thus, if not for they have low education should not be for anyone, especially those well placed in the school and influential family.
Questiono a segregação e o racismo velado
Aprovação automática é barbaridade, diz Lula
Autor(es): Soraya Aggege
O Globo - 22/10/2008
Presidente afirma que herdou problemas na educação e critica greve de professores
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou ontem de barbaridade o sistema de aprovação automática, pelo qual os estudantes não repetem o ano e são retidos somente ao final dos ciclos escolares.
(Entrevista
Um abismo na formação escolar de brancos e negros no Brasil
Alexandre Alves
Pesquisa da UFRJ comprova desníveisEntretanto, ele ressalta que as pesquisas que indicam que negros e brancos têm índices de matrícula praticamente iguais (a diferença é de 1,1%) não mencionam taxa de repetência nem a conseqüente distorção idade-série - que é maior entre os negros, mostrando que este grupo ainda abandona a escola mais do que os brancos, marcando um problema de qualidade no sistema de ensino brasileiro. A adequação das crianças negras ao sistema de ensino cai de 52% no início do Ensino Fundamental (o que já é um índice ruim) para 19,3% no Ensino Médio, contra 37,4% das brancas. Ou seja, oito de cada dez adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora da escola ou matriculados na série errada, pelos parâmetros definidos pelo MEC para cursar a Educação Básica. No caso do Ensino Superior, a taxa bruta quadruplicou entre os negros, mas ainda é menos da metade dos brancos (12,1% contra 30,7%).
A saída para reduzir essa desigualdade é a escola pública melhorar sua qualidade - para Paixão, esse problema não está só na pré-escola; devem ser discutidos os conteúdos apresentados em sala de aula, cada escola deve ter uma boa biblioteca, computadores. Mas mais importante que isso é a posição que o sistema escolar deve tomar, de modo a ser "mais receptivo à constituição de um ambiente favorável à diversidade, ao multiculturalismo", reduzindo os elementos de preconceito e discriminação. É preciso que a escola seja o espaço da "igualdade entre os diferentes", seja que diferença for: de visão, de locomoção, de cor e cultura. Segundo Paixão, "se uma pessoa tem dificuldades econômicas para prosseguir seus estudos e ainda enfrenta discriminação por preconceito, terá mais possibilidades de prejudicar seu aprendizado".)
- Quando neste país se tomou a decisão de universalizar o ensino fundamental sem levar em conta a qualidade, demos um passo para a frente e dois para trás. Quando se decidiu que uma criança na escola não precisaria fazer prova, que seria aprovado, estudasse ou não, cometemos a segunda barbaridade, com o aluno e com o professor - disse Lula, alegando que herdou graves problemas na educação. O presidente falou durante uma cerimônia de comemoração aos 60 anos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e em resposta a críticas de cientistas sobre o sistema educacional. O físico Luiz Davidovich disse ao presidente que o país está vivendo um processo de segregação social pela educação, por causa da diferença de qualidade entre as redes pública e particular no ensino básico.
Projetos ainda em andamento que Hoje parecem já existir.
( DIRETORIA LEGISLATIVA
CONSULTORIA LEGISLATIVA
ASSUNTO: COTAS RACIAIS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
CONSULTORES: CLÁUDIA NEVES COELHO DE SOUZA NARDON
DATA: 06 de maio de 2008
Cotas Raciais na Educação Superior Tramitam, ainda, nesta Casa, sobre o tema das cotas educacionais, as seguintes proposições:
o o Projeto de Lei nº 1.736, de 2007, do Deputado Neucimar Fraga, que dispõe sobre a reserva de vagas em instituições públicas federais de ensino técnico, agrotécnico, tecnológico e científico, de nível médio e superior, para estudantes negros, pardos e indígenas oriundos de escolas públicas;
o o Projeto de Lei nº 3.627, de 2004, do Poder Executivo, que "Institui Sistema Especial de Reserva de Vagas para estudantes egressos de escolas públicas, em especial negros e indígenas, nas instituições públicas federais de educação superior e dá outras providências";
o o Projeto de Lei nº 3.472, de 2004, do Deputado Nilson Mourão, que "Dispõe sobre a reserva de vagas para estudantes portadores de deficiência física, nas instituições públicas de ensino superior";
o o Projeto de Lei nº 373, de 2003, do Deputado Lincoln Portela, que "Institui cotas para idosos nas instituições públicas de educação superior";
o o Projeto de Lei nº 5.293, de 2001, do Deputado Vivaldo Barbosa, que "Garante à população negra direitos, na tentativa de reparar os danos causados pela escravidão", prevendo cotas para estudantes negros nas instituições públicas de ensino superior;
o o Projeto de Lei nº 3.004, de 2000, do Deputado Paulo Lima, que reserva 20% das vagas das universidades públicas para vestibulandos negros;
o o Projeto de Lei nº 73, de 1999, da Deputada Nice Lobão, que "Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e estaduais e dá outras providências";
o o Projeto de Lei nº 1.866, de 1999, do Deputado Luiz Salomão, que "Dispõe sobre medidas de ação compensatória para a implementação do princípio da isonomia social do negro".)
O presidente Lula defendeu também a qualificação dos professores:
- Se o professor der uma aula e o aluno não entender, o aluno precisa estudar mais. Se der duas, e o aluno não entender... Na terceira, ele tem de voltar para a escola.
(Secretaria de Educação de Americana. Av São Jerônimo, 146 - 13471-200 - Bela Vista - Americana - SP - (19) 3461.6287 - seduc@americana.sp.gov.br
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
DO CURRÍCULO PREVISTO AO REALIZADO
Quando avançamos e ampliamos nossas concepções sobre a ação pedagógica, o entendimento e o olhar sobre a avaliação também se transformam.
A avaliação é um processo contínuo e sistemático presente em todos os aspectos da vida escolar, portanto, não pode ser esporádica nem improvisada, mas sim, constante e planejada. Visa superar o ato de medir resultados para ser parte do processo de formação do educando.
Avaliamos para identificar, diagnosticar e redimensionar a ação educativa, a função social e cultural da escola, a relação escola/comunidade, a organização do trabalho pedagógico, a prática pedagógica do professor e o desenvolvimento global do aluno.
Neste sentido, utilizamos como formas de avaliação múltiplos instrumentos para coletas de informações, tais como: observações diárias de sala de aula, atividades escritas, participação e desempenho dos alunos em debates e trabalhos individuais e em grupos, sempre de acordo com as características do plano de ensino e em função dos objetivos que se pretende atingir.
A partir do 2º ciclo ao final de cada bimestre, essas observações serão sintetizadas em relatórios e expressas em conceitos, representados pelas menções Excelente (E), Bom (B), Suficiente (S), e Insuficiente (I), e registradas na FADA - Ficha de Acompanhamento do Desempenho do Aluno. O 1º ciclo passa a não apresentar os conceitos, sendo a avaliação feita através de observações diárias e registros em relatos individuais.
As sínteses têm por objetivo as aprendizagens essenciais e possíveis à maioria dos alunos submetidos às condições de aprendizagem propostas.
É importante ressaltar que, o aluno portador de necessidades especiais, que represente dificuldades de aprendizagem, será avaliado de forma diferenciada, considerando-se suas limitações particulares. A avaliação dar-se-á durante o processo ensino aprendizagem, (não só através dos resultados no final de determinado período), considerando-se toda a situação de ensino que se realiza no contexto escolar e o desenvolvimento global do aluno.
A promoção acontecerá de forma continuada no decorrer dos ciclos.
Ao final de cada ciclo o aluno poderá ser promovido ou reclassificado, mediante resultados registrados no decorrer do mesmo, analisados coletivamente pelo Conselho de Classe, Diretor e Pedagogo, e da apuração da assiduidade (freqüência mínima de 75%, conforme o Regimento Escolar).
A recuperação é parte integrante do processo ensino aprendizagem, sendo realizada durante o período letivo regular. Serão submetidos a estudo de recuperação paralela ao processo, os alunos de aproveitamento insuficiente e/ou freqüência inferior a 75%, computando-se, para tanto, as atividades de compensação quando for o caso, conforme registro escolar.
Além da recuperação, o aluno com dificuldade de aprendizagem especifica, participa de aulas de reforço, num trabalho individualizado, com novas metodologias capazes de priorizar a construção e a comprovação de hipóteses, havendo assim maior motivação e interesse para a construção de conhecimentos.
AVALIAÇÃO NUMA PERSPECTIVA DE MUDANÇA
A avaliação da aprendizagem escolar vem sendo objeto de constantes pesquisas e estudos. O processo de construção e reconstrução de uma nova forma de avaliar nas escolas públicas municipais de Americana, tem provocado um esforço coletivo nos profissionais da educação, os quais vêm realizando estudos e reflexões no sentido de uma tomada de consciência gradual e coletiva, no nível da escola, de tal forma que ultrapasse os seus muros e transforme-se numa força que influencie a revisão do significado social e político das exigências burocráticas da avaliação.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), aprovada em 1996, determina que:
"a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais."
(item V, do artigo 24, seção I das Disposições Gerais, do Capítulo II da Educação Básica).
Ou seja, a avaliação educativa tem sentido e é plenamente justificada quando está a serviço de quem aprende e assegura sempre, em todos os casos, a correta aprendizagem, mediante as devidas correções e as indicações permanentes.
A avaliação é a vitrine na qual se exibem muitas das contradições existentes na educação. Nela se revelam os paradoxos entre o plano da elaboração e o da realização, a dos grandes anúncios sobre os objetivos da educação e as exigências pragmáticas de rentabilidades confusas que obedecem a outros interesses. São dilemas práticos diante dos quais os educadores têm de tomar posição como única garantia de um agir consciente e comprometido que leva à busca de respostas.
"A dicotomia educação e avaliação é uma grande falácia" (Hoffmann, 2001). É necessário a tomada de consciência e a reflexão a respeito desta compreensão equivocada de avaliação como julgamento de resultados, porque ela veio se transformando numa perigosa prática educativa.
Diante disso, temos consciência de que, até pouco tempo atrás, em nossa Rede Municipal de Ensino, ainda estava muito enraizada a visão da avaliação como atividade meramente quantitativa e até mesmo, como instrumento para garantir a autoridade.
Atualmente, nossa compreensão a respeito dos processos da aprendizagem e da cognição mudou. Sabemos que há novas formas de interpretar a aprendizagem e o papel que o aluno desempenha e que a avaliação é processo de indagação e de reflexão e ponto de partida para a ação. Ação essa que nos impulsiona à novas reflexões - "...reflexão permanente do educador sobre sua realidade e acompanhamento, passo a passo, do educando, na sua trajetória do conhecimento" (Hoffmann, 1991), não ponto final de comprovações sobre dados passados.
Nesse sentido, entendemos que avaliar não é só fazer prova. A prova pode até fazer parte do processo, mas o que está em jogo é um processo inteiro que merece atenção global. Os testes, (provas objetivas) desempenham funções precisas, com base em uma concepção estática do conhecimento. Porém, reduzem-se os processos cognitivos a meras técnicas de controle com as quais se pode medir este ou aquele resultado. Ficam de fora, também, os aspectos: afetivo, pessoal e social da aprendizagem.
Torna-se urgente resgatar a preocupação por uma avaliação justa e essencialmente educativa, orientada por princípios éticos que visem a formação integral dos sujeitos que aprendem.
É importante identificar a serviço de que e de quem está o esforço dos que ensinam e dos que aprendem. Isto exigirá que o professor posicione-se diante do conhecimento e diante de sua própria responsabilidade profissional. Esta é a base do compromisso com ação.)
E ainda querem que adolescentes de 14 a 17 anos e 11 meses com 7/8° serie no minimo para acessar o contrato Jovem aprendiz, ninguém fala do aumento do envolvimento destes adolescentes com atividades ilícitas, que a diminuição do trabalho e prostituição infantil é na fase 7 a 13 anos e que entre 14 a 17 anos e 11 meses aumentou o envolvimento, e que o fato de mais denuncias não é porque a sociedade está revoltada e sim porque estes adolescentes que querem ter dinheiro só conseguem assim, se não é para eles que tem baixa escolaridade não deveria ser para ninguém, principalmente aqueles bem colocados na escola e com família influente.
Autor(es): Soraya Aggege
O Globo - 22/10/2008
Presidente afirma que herdou problemas na educação e critica greve de professores
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou ontem de barbaridade o sistema de aprovação automática, pelo qual os estudantes não repetem o ano e são retidos somente ao final dos ciclos escolares.
(Entrevista
Um abismo na formação escolar de brancos e negros no Brasil
Alexandre Alves
Pesquisa da UFRJ comprova desníveisEntretanto, ele ressalta que as pesquisas que indicam que negros e brancos têm índices de matrícula praticamente iguais (a diferença é de 1,1%) não mencionam taxa de repetência nem a conseqüente distorção idade-série - que é maior entre os negros, mostrando que este grupo ainda abandona a escola mais do que os brancos, marcando um problema de qualidade no sistema de ensino brasileiro. A adequação das crianças negras ao sistema de ensino cai de 52% no início do Ensino Fundamental (o que já é um índice ruim) para 19,3% no Ensino Médio, contra 37,4% das brancas. Ou seja, oito de cada dez adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora da escola ou matriculados na série errada, pelos parâmetros definidos pelo MEC para cursar a Educação Básica. No caso do Ensino Superior, a taxa bruta quadruplicou entre os negros, mas ainda é menos da metade dos brancos (12,1% contra 30,7%).
A saída para reduzir essa desigualdade é a escola pública melhorar sua qualidade - para Paixão, esse problema não está só na pré-escola; devem ser discutidos os conteúdos apresentados em sala de aula, cada escola deve ter uma boa biblioteca, computadores. Mas mais importante que isso é a posição que o sistema escolar deve tomar, de modo a ser "mais receptivo à constituição de um ambiente favorável à diversidade, ao multiculturalismo", reduzindo os elementos de preconceito e discriminação. É preciso que a escola seja o espaço da "igualdade entre os diferentes", seja que diferença for: de visão, de locomoção, de cor e cultura. Segundo Paixão, "se uma pessoa tem dificuldades econômicas para prosseguir seus estudos e ainda enfrenta discriminação por preconceito, terá mais possibilidades de prejudicar seu aprendizado".)
- Quando neste país se tomou a decisão de universalizar o ensino fundamental sem levar em conta a qualidade, demos um passo para a frente e dois para trás. Quando se decidiu que uma criança na escola não precisaria fazer prova, que seria aprovado, estudasse ou não, cometemos a segunda barbaridade, com o aluno e com o professor - disse Lula, alegando que herdou graves problemas na educação. O presidente falou durante uma cerimônia de comemoração aos 60 anos da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e em resposta a críticas de cientistas sobre o sistema educacional. O físico Luiz Davidovich disse ao presidente que o país está vivendo um processo de segregação social pela educação, por causa da diferença de qualidade entre as redes pública e particular no ensino básico.
Projetos ainda em andamento que Hoje parecem já existir.
( DIRETORIA LEGISLATIVA
CONSULTORIA LEGISLATIVA
ASSUNTO: COTAS RACIAIS NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
CONSULTORES: CLÁUDIA NEVES COELHO DE SOUZA NARDON
DATA: 06 de maio de 2008
Cotas Raciais na Educação Superior Tramitam, ainda, nesta Casa, sobre o tema das cotas educacionais, as seguintes proposições:
o o Projeto de Lei nº 1.736, de 2007, do Deputado Neucimar Fraga, que dispõe sobre a reserva de vagas em instituições públicas federais de ensino técnico, agrotécnico, tecnológico e científico, de nível médio e superior, para estudantes negros, pardos e indígenas oriundos de escolas públicas;
o o Projeto de Lei nº 3.627, de 2004, do Poder Executivo, que "Institui Sistema Especial de Reserva de Vagas para estudantes egressos de escolas públicas, em especial negros e indígenas, nas instituições públicas federais de educação superior e dá outras providências";
o o Projeto de Lei nº 3.472, de 2004, do Deputado Nilson Mourão, que "Dispõe sobre a reserva de vagas para estudantes portadores de deficiência física, nas instituições públicas de ensino superior";
o o Projeto de Lei nº 373, de 2003, do Deputado Lincoln Portela, que "Institui cotas para idosos nas instituições públicas de educação superior";
o o Projeto de Lei nº 5.293, de 2001, do Deputado Vivaldo Barbosa, que "Garante à população negra direitos, na tentativa de reparar os danos causados pela escravidão", prevendo cotas para estudantes negros nas instituições públicas de ensino superior;
o o Projeto de Lei nº 3.004, de 2000, do Deputado Paulo Lima, que reserva 20% das vagas das universidades públicas para vestibulandos negros;
o o Projeto de Lei nº 73, de 1999, da Deputada Nice Lobão, que "Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e estaduais e dá outras providências";
o o Projeto de Lei nº 1.866, de 1999, do Deputado Luiz Salomão, que "Dispõe sobre medidas de ação compensatória para a implementação do princípio da isonomia social do negro".)
O presidente Lula defendeu também a qualificação dos professores:
- Se o professor der uma aula e o aluno não entender, o aluno precisa estudar mais. Se der duas, e o aluno não entender... Na terceira, ele tem de voltar para a escola.
(Secretaria de Educação de Americana. Av São Jerônimo, 146 - 13471-200 - Bela Vista - Americana - SP - (19) 3461.6287 - seduc@americana.sp.gov.br
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
DO CURRÍCULO PREVISTO AO REALIZADO
Quando avançamos e ampliamos nossas concepções sobre a ação pedagógica, o entendimento e o olhar sobre a avaliação também se transformam.
A avaliação é um processo contínuo e sistemático presente em todos os aspectos da vida escolar, portanto, não pode ser esporádica nem improvisada, mas sim, constante e planejada. Visa superar o ato de medir resultados para ser parte do processo de formação do educando.
Avaliamos para identificar, diagnosticar e redimensionar a ação educativa, a função social e cultural da escola, a relação escola/comunidade, a organização do trabalho pedagógico, a prática pedagógica do professor e o desenvolvimento global do aluno.
Neste sentido, utilizamos como formas de avaliação múltiplos instrumentos para coletas de informações, tais como: observações diárias de sala de aula, atividades escritas, participação e desempenho dos alunos em debates e trabalhos individuais e em grupos, sempre de acordo com as características do plano de ensino e em função dos objetivos que se pretende atingir.
A partir do 2º ciclo ao final de cada bimestre, essas observações serão sintetizadas em relatórios e expressas em conceitos, representados pelas menções Excelente (E), Bom (B), Suficiente (S), e Insuficiente (I), e registradas na FADA - Ficha de Acompanhamento do Desempenho do Aluno. O 1º ciclo passa a não apresentar os conceitos, sendo a avaliação feita através de observações diárias e registros em relatos individuais.
As sínteses têm por objetivo as aprendizagens essenciais e possíveis à maioria dos alunos submetidos às condições de aprendizagem propostas.
É importante ressaltar que, o aluno portador de necessidades especiais, que represente dificuldades de aprendizagem, será avaliado de forma diferenciada, considerando-se suas limitações particulares. A avaliação dar-se-á durante o processo ensino aprendizagem, (não só através dos resultados no final de determinado período), considerando-se toda a situação de ensino que se realiza no contexto escolar e o desenvolvimento global do aluno.
A promoção acontecerá de forma continuada no decorrer dos ciclos.
Ao final de cada ciclo o aluno poderá ser promovido ou reclassificado, mediante resultados registrados no decorrer do mesmo, analisados coletivamente pelo Conselho de Classe, Diretor e Pedagogo, e da apuração da assiduidade (freqüência mínima de 75%, conforme o Regimento Escolar).
A recuperação é parte integrante do processo ensino aprendizagem, sendo realizada durante o período letivo regular. Serão submetidos a estudo de recuperação paralela ao processo, os alunos de aproveitamento insuficiente e/ou freqüência inferior a 75%, computando-se, para tanto, as atividades de compensação quando for o caso, conforme registro escolar.
Além da recuperação, o aluno com dificuldade de aprendizagem especifica, participa de aulas de reforço, num trabalho individualizado, com novas metodologias capazes de priorizar a construção e a comprovação de hipóteses, havendo assim maior motivação e interesse para a construção de conhecimentos.
AVALIAÇÃO NUMA PERSPECTIVA DE MUDANÇA
A avaliação da aprendizagem escolar vem sendo objeto de constantes pesquisas e estudos. O processo de construção e reconstrução de uma nova forma de avaliar nas escolas públicas municipais de Americana, tem provocado um esforço coletivo nos profissionais da educação, os quais vêm realizando estudos e reflexões no sentido de uma tomada de consciência gradual e coletiva, no nível da escola, de tal forma que ultrapasse os seus muros e transforme-se numa força que influencie a revisão do significado social e político das exigências burocráticas da avaliação.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), aprovada em 1996, determina que:
"a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais."
(item V, do artigo 24, seção I das Disposições Gerais, do Capítulo II da Educação Básica).
Ou seja, a avaliação educativa tem sentido e é plenamente justificada quando está a serviço de quem aprende e assegura sempre, em todos os casos, a correta aprendizagem, mediante as devidas correções e as indicações permanentes.
A avaliação é a vitrine na qual se exibem muitas das contradições existentes na educação. Nela se revelam os paradoxos entre o plano da elaboração e o da realização, a dos grandes anúncios sobre os objetivos da educação e as exigências pragmáticas de rentabilidades confusas que obedecem a outros interesses. São dilemas práticos diante dos quais os educadores têm de tomar posição como única garantia de um agir consciente e comprometido que leva à busca de respostas.
"A dicotomia educação e avaliação é uma grande falácia" (Hoffmann, 2001). É necessário a tomada de consciência e a reflexão a respeito desta compreensão equivocada de avaliação como julgamento de resultados, porque ela veio se transformando numa perigosa prática educativa.
Diante disso, temos consciência de que, até pouco tempo atrás, em nossa Rede Municipal de Ensino, ainda estava muito enraizada a visão da avaliação como atividade meramente quantitativa e até mesmo, como instrumento para garantir a autoridade.
Atualmente, nossa compreensão a respeito dos processos da aprendizagem e da cognição mudou. Sabemos que há novas formas de interpretar a aprendizagem e o papel que o aluno desempenha e que a avaliação é processo de indagação e de reflexão e ponto de partida para a ação. Ação essa que nos impulsiona à novas reflexões - "...reflexão permanente do educador sobre sua realidade e acompanhamento, passo a passo, do educando, na sua trajetória do conhecimento" (Hoffmann, 1991), não ponto final de comprovações sobre dados passados.
Nesse sentido, entendemos que avaliar não é só fazer prova. A prova pode até fazer parte do processo, mas o que está em jogo é um processo inteiro que merece atenção global. Os testes, (provas objetivas) desempenham funções precisas, com base em uma concepção estática do conhecimento. Porém, reduzem-se os processos cognitivos a meras técnicas de controle com as quais se pode medir este ou aquele resultado. Ficam de fora, também, os aspectos: afetivo, pessoal e social da aprendizagem.
Torna-se urgente resgatar a preocupação por uma avaliação justa e essencialmente educativa, orientada por princípios éticos que visem a formação integral dos sujeitos que aprendem.
É importante identificar a serviço de que e de quem está o esforço dos que ensinam e dos que aprendem. Isto exigirá que o professor posicione-se diante do conhecimento e diante de sua própria responsabilidade profissional. Esta é a base do compromisso com ação.)
E ainda querem que adolescentes de 14 a 17 anos e 11 meses com 7/8° serie no minimo para acessar o contrato Jovem aprendiz, ninguém fala do aumento do envolvimento destes adolescentes com atividades ilícitas, que a diminuição do trabalho e prostituição infantil é na fase 7 a 13 anos e que entre 14 a 17 anos e 11 meses aumentou o envolvimento, e que o fato de mais denuncias não é porque a sociedade está revoltada e sim porque estes adolescentes que querem ter dinheiro só conseguem assim, se não é para eles que tem baixa escolaridade não deveria ser para ninguém, principalmente aqueles bem colocados na escola e com família influente.
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