RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL CORPORATIVA - RSC: Os Negócios na Economia Verde
Dia: 22 de novembro de 2011
Local: IBEF-Rio, na Av. Rio Branco, 156/4º andar - Ala C – Centro – RJ.
Horário: 9h às 17h
Local: IBEF-Rio, na Av. Rio Branco, 156/4º andar - Ala C – Centro – RJ.
Horário: 9h às 17h
Apresentador: Eder Zanetti
Currículo - Graduado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (2000), MSC na área de Silvicultura (Sustainable Forestry and Land Use Management) pela Albert-Ludwigs- Universität Freiburg (2003) e doutorando em Manejo Florestal Sustentável pela UFPR (2008-). Foi por três anos responsável pela área de mudanças climáticas globais e serviços ambientais das florestas no Centro Nacional de Pesquisas Florestais da Embrapa, professor de Manejo Florestal Sustentável na Amazônia Brasileira e nos EUA, através do programa Scholar-in-residence da comissão Fulbright. Atuou como profissional de Engenharia Florestal em 13 países (Brasil, Canadá, China, Rússia, EUA, Alemanha, Suiça, Suriname, Bolívia, Gana, Paraguai, Hong Kong e Itália), incluindo temas como Silvicultura Tropical e Plantações Florestais com espécies nativas e introduzidas, Manejo Florestal Sustentável de Impacto Reduzido, Certificação Florestal FSC e CERFLOR, Mudanças Climáticas Globais e Desenvolvimento de Projetos de Carbono, Pagamentos/Remuneração por Serviços Ambientais (incluindo PFM e REDD), Biomassa e resíduos para geração de energia, florestas energéticas, espécies alternativas para produção de biocombustíveis e assessoria para investidores no setor florestal, nacionais e internacionais. Já produziu 8 livros e tem 4 publicados integralmente (Setor Florestal; Globalização e Vantagem Competitiva das Florestas; Certificação e Manejo de Florestal; Mudanças Climáticas Globais, Florestas, Madeira e Carbono). Introduziu o tema da Arquitetura Florestal para arranjo de cenários florestais em larga escala. Atualmente trabalha com sistemas eletrônicos de rastremento, que incluem inventários florestais, de carbono, água e biodiversidade para implantação de MFS e de projetos para pagamento por serviços ecossistêmicos - PSE. Ministra cursos de certificação de carbono e pagametnos por serviços ambientais, e é revisor externo de metodologias florestais da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (UNFCCC CDM AR ROE) e atua no assessoramento de empresas e proprietários rurais para o desenvolvimento de projetos florestais de carbono, incluindo mecanismo REDD (Redução de Emissões do Desmatament e Degradação das florestas). Desenvolve metodologias para sistemas de PSE e elaborou metodologia para criação do conceito de Cultivador do Bioma, para compatibilizar a produção de commodities com a conservação da natureza nos cenários rurais.
Os sistemas de gestão ambiental das empresas surgiram na década de 70, e foram evoluindo para acomodar uma sociedade que se multiplicava. No início uma iniciativa de caráter lúdico, a Responsabilidade Socioambiental Corporativa ocupa o centro das decisões dos negócios contemporâneos.
O uso de ferramentas e instrumentos para o monitoramento e prevenção de danos ambientais, evita responsabilidades para a empresa, para os sócios e administradores. A RSC é uma prática que garante a imagem positiva dos negócios na mesma medida em que evita prejuízos financeiros gerados pelos passivos ambientais das cadeias produtivas e de prestação de serviços.
A NBR ABNT ISO 26000, com diretrizes de RSC para os negócios, estabelece princípios, critérios e indicadores que podem ser monitorados pelas empresas. Esse monitoramento vai instrumentalizar o processo de tomada de decisão sobre as atividades de RSC a serem implantadas. Os inventários de impactos ambientais e de serviços ecossistêmicos são instrumentos importantes para avaliar o impacto e a medida de RSC adotada.
A mensuração dos impactos ambientais das cadeias produtivas é um tema convergente na agenda comercial, ambiental e de desenvolvimento global. Os bens e serviços ambientais e o Pagamento por Serviço Ecossistêmico - PSE são instrumentos para promover a produção e o consumo com qualidade ambiental. As políticas nesse sentido estão voltadas para incorporar o capital natural no PIB dos países, e podem significar uma medida de atratividade para os negócios, a nível local ou regional. A qualidade ambiental é fundamental para garantir a RSC dos negócios.
OBJETIVO: Evidenciar o papel da RSC na competitividade e sustentabilidade dos negócios na Economia Verde. O treinamento vai evidenciar os principais passivos ambientais dos negócios e discorrer sobre medidas de RSC que podem ter maiores impactos para os negócios. O treinamento vai demonstrar como ações voltadas para o monitoramento, controle e melhoria da qualidade ambiental das cadeias produtivas podem melhorar a competitividade no cenário dessa nova forma de negócios. Também serão descritos os principais serviços ecossistêmicos existentes na atualidade, e as formas de identificar, mensurar, qualificar e remunerar os responsáveis pela sua disponibilização.
O treinamento irá proporcionar condições básicas para a escolha adequada de atividades de RSC para os negócios na economia verde, através da demonstração das propostas de legislação sobre o tema e de casos concretos de certificação de bens e serviços ambientais e de PSE.
Serão abordados os fundamentos e o funcionamento da RSC, e as alternativas de Certificação de Carbono, Certificação de Água e Certificação de Biodiversidade para as empresas.
Currículo - Graduado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (2000), MSC na área de Silvicultura (Sustainable Forestry and Land Use Management) pela Albert-Ludwigs- Universität Freiburg (2003) e doutorando em Manejo Florestal Sustentável pela UFPR (2008-). Foi por três anos responsável pela área de mudanças climáticas globais e serviços ambientais das florestas no Centro Nacional de Pesquisas Florestais da Embrapa, professor de Manejo Florestal Sustentável na Amazônia Brasileira e nos EUA, através do programa Scholar-in-residence da comissão Fulbright. Atuou como profissional de Engenharia Florestal em 13 países (Brasil, Canadá, China, Rússia, EUA, Alemanha, Suiça, Suriname, Bolívia, Gana, Paraguai, Hong Kong e Itália), incluindo temas como Silvicultura Tropical e Plantações Florestais com espécies nativas e introduzidas, Manejo Florestal Sustentável de Impacto Reduzido, Certificação Florestal FSC e CERFLOR, Mudanças Climáticas Globais e Desenvolvimento de Projetos de Carbono, Pagamentos/Remuneração por Serviços Ambientais (incluindo PFM e REDD), Biomassa e resíduos para geração de energia, florestas energéticas, espécies alternativas para produção de biocombustíveis e assessoria para investidores no setor florestal, nacionais e internacionais. Já produziu 8 livros e tem 4 publicados integralmente (Setor Florestal; Globalização e Vantagem Competitiva das Florestas; Certificação e Manejo de Florestal; Mudanças Climáticas Globais, Florestas, Madeira e Carbono). Introduziu o tema da Arquitetura Florestal para arranjo de cenários florestais em larga escala. Atualmente trabalha com sistemas eletrônicos de rastremento, que incluem inventários florestais, de carbono, água e biodiversidade para implantação de MFS e de projetos para pagamento por serviços ecossistêmicos - PSE. Ministra cursos de certificação de carbono e pagametnos por serviços ambientais, e é revisor externo de metodologias florestais da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (UNFCCC CDM AR ROE) e atua no assessoramento de empresas e proprietários rurais para o desenvolvimento de projetos florestais de carbono, incluindo mecanismo REDD (Redução de Emissões do Desmatament e Degradação das florestas). Desenvolve metodologias para sistemas de PSE e elaborou metodologia para criação do conceito de Cultivador do Bioma, para compatibilizar a produção de commodities com a conservação da natureza nos cenários rurais.
Os sistemas de gestão ambiental das empresas surgiram na década de 70, e foram evoluindo para acomodar uma sociedade que se multiplicava. No início uma iniciativa de caráter lúdico, a Responsabilidade Socioambiental Corporativa ocupa o centro das decisões dos negócios contemporâneos.
O uso de ferramentas e instrumentos para o monitoramento e prevenção de danos ambientais, evita responsabilidades para a empresa, para os sócios e administradores. A RSC é uma prática que garante a imagem positiva dos negócios na mesma medida em que evita prejuízos financeiros gerados pelos passivos ambientais das cadeias produtivas e de prestação de serviços.
A NBR ABNT ISO 26000, com diretrizes de RSC para os negócios, estabelece princípios, critérios e indicadores que podem ser monitorados pelas empresas. Esse monitoramento vai instrumentalizar o processo de tomada de decisão sobre as atividades de RSC a serem implantadas. Os inventários de impactos ambientais e de serviços ecossistêmicos são instrumentos importantes para avaliar o impacto e a medida de RSC adotada.
A mensuração dos impactos ambientais das cadeias produtivas é um tema convergente na agenda comercial, ambiental e de desenvolvimento global. Os bens e serviços ambientais e o Pagamento por Serviço Ecossistêmico - PSE são instrumentos para promover a produção e o consumo com qualidade ambiental. As políticas nesse sentido estão voltadas para incorporar o capital natural no PIB dos países, e podem significar uma medida de atratividade para os negócios, a nível local ou regional. A qualidade ambiental é fundamental para garantir a RSC dos negócios.
OBJETIVO: Evidenciar o papel da RSC na competitividade e sustentabilidade dos negócios na Economia Verde. O treinamento vai evidenciar os principais passivos ambientais dos negócios e discorrer sobre medidas de RSC que podem ter maiores impactos para os negócios. O treinamento vai demonstrar como ações voltadas para o monitoramento, controle e melhoria da qualidade ambiental das cadeias produtivas podem melhorar a competitividade no cenário dessa nova forma de negócios. Também serão descritos os principais serviços ecossistêmicos existentes na atualidade, e as formas de identificar, mensurar, qualificar e remunerar os responsáveis pela sua disponibilização.
O treinamento irá proporcionar condições básicas para a escolha adequada de atividades de RSC para os negócios na economia verde, através da demonstração das propostas de legislação sobre o tema e de casos concretos de certificação de bens e serviços ambientais e de PSE.
Serão abordados os fundamentos e o funcionamento da RSC, e as alternativas de Certificação de Carbono, Certificação de Água e Certificação de Biodiversidade para as empresas.
PÚBLICO-ALVO: Políticos, Empresários, diretores e gerentes de empresas de todos os setores, profissionais da área rural e ambiental, dos setores de energia, construção, transportes, indústria, resíduos, agricultura e florestas. Encarregados de departamentos de marketing das empresas, professores, estudantes e o público em geral. Gestores públicos e privados interessados no tema das mudanças climáticas globais e dos mercados de carbono, da água e da biodiversidade.
P R O G R A M A
Módulo 1 : Responsabilidade Socioambiental Corporativa
Antecedentes
Definições
Passivo Ambiental
Responsabilidade:
Das empresas;
Dos sócios;
Dos administradores.
Módulo 2: Filtro Ambiental
NBR ABNT ISO 26000: Diretriz de RSC;
6 Princípios;
Critérios & Indicadores;
Inventário:
Impactos positivos
Impactos negativos
Módulo 3: Bens e Serviços Ambientais e Pagamentos por Serviços Ecossistêmicos - PSE
Economia Verde;
Conceitos Internacionais e Ações;
Bens e Serviços Ambientais;
Pagamentos por Serviços Ecossistêmicos;
Certificação de Carbono;
Certificação de Água;
Certificação de Biodiversidade.
Módulo 4 : Perspectivas de Futuro
Cenário Internacional;
Políticas Públicas no Brasil;
Políticas Privadas.
Inscrições e mais informações, Ligue (21) 2217-5566 ou responda esse e-mail.
P R O G R A M A
Módulo 1 : Responsabilidade Socioambiental Corporativa
Antecedentes
Definições
Passivo Ambiental
Responsabilidade:
Das empresas;
Dos sócios;
Dos administradores.
Módulo 2: Filtro Ambiental
NBR ABNT ISO 26000: Diretriz de RSC;
6 Princípios;
Critérios & Indicadores;
Inventário:
Impactos positivos
Impactos negativos
Módulo 3: Bens e Serviços Ambientais e Pagamentos por Serviços Ecossistêmicos - PSE
Economia Verde;
Conceitos Internacionais e Ações;
Bens e Serviços Ambientais;
Pagamentos por Serviços Ecossistêmicos;
Certificação de Carbono;
Certificação de Água;
Certificação de Biodiversidade.
Módulo 4 : Perspectivas de Futuro
Cenário Internacional;
Políticas Públicas no Brasil;
Políticas Privadas.
Inscrições e mais informações, Ligue (21) 2217-5566 ou responda esse e-mail.
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