quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Comunidades vivencias ameaçadas

Ao avaliar a fala do ex-assessor de comunicação da pacificação do Alemão Rio de Janeiro. Dos moradores que se ajuntam para assistir futebol. O pessoal da Globo e Band estão passando o jogo agora. Após a hora do toque de recolher. Nessas areas com upps. Serà que ñ da medo oas moradores que agora vejo gritando pelo seu time. Minha favela é em Niterói.
Para essas crianças de favelas brincarem e se livrarem dos problemas do dia dia. Quero que elas se divirtam como crianças de verdade. Bola de gude. Pião. Pipa. Praias. Tomar banho na lage. Bola em conjunto. Video game com vizinhos. conversas supervisionadas por vizinhos. Bicicletas. Arvores...
Ao ouvir um assessor de imprensa de um grupo de pacificação como do alemão Rio de Janeiro. Em sua mensagem de saida ao ser questionado no cidinha livre de hoje sobre os conflitos entre moradores e soldados em finais de semana. Pos festas e jogos de futebol. Os moradores bebem muito. Puro preconceito e sem noção de realidade de particularidades de cultura local.
Estava a ouvir falar de uma tradição recente que é a arvore de natal da lagoa. A lagoa antes de ser tão poluida pertencia aos pescadores em sua maioria negros e indios expulsos para dar lugar ao que é hoje. Bom falar das tradições ou sons e festas que da a alegria das favelas que pelos locais de valor imobiliario tem oferecido aos seus moradores, moradores não invasores, desacato, desobediencia., desordem, humilhações...
Ao falar de favelas tenho em mente um pouco do interior nos grandes centros urbanos. Podemos perguntar ao pessoal que tem UPPs da saudade dos longos festejos que se semelhante ao interior servia como encontro dos moradores. Que como no interior e diferente do asfalto a acessibilidade entre os que convivem lá é diferente. Ou falando da afinidade com a musica forçada com a diversidade de sons. Ou cores. Ou de comunição. Acho que esse pessoal da midia que fala mal de favelas é inveja.

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