sábado, 31 de maio de 2008

II Questiono evento Justiça, ação e cidadania

Fui e questiono.

Acho bom o trabalho no incentivo a entrada do jovem na faculdade, vi que a questão de ação afirmativa, justiça e igualdade de diretos estava relacionada apenas a este sentido, temos que pensar o fato se colocamos apenas como alvo a entrada do negro na faculdade e que destes (dados do IBGE e IPEA). 15/17 anos

Apenas 47.9 estão no ensino médio, destes mais da metade não tem estimulos para adentrar a faculdade.

Se 52.1 dos que não possui o ensino fundamental,mais da metade não comnpletará o ensino FUNDAMENTAL.

A maioria da escolas publicas estão nas periferias obsoletas e com problemas, e, são as que atendem uma população na maioria negra.

Os cursos e seminarios direcionado a aprendizado que valem ponto no curriculo são de valor aquem da população em geral na maioria negra.

E que a população negra e poble percebe que poucos negros que estão lá "EM CIMA" tem interesse em ajudar a adolescentes que não tenha merito ou recursos como eles, SAIBA FALAR NA MESMA LINGUAGEM,

qUEM ENTRA NA FACULDADE E TEM ALGUMA EXPERIÊNCIA TEM EM GERAL QUE DEIXAR PARA CONCEPÇÕES E VALORES E ASSIMILAR AQUILO QUE LHES E PROPROSTO, POUCOS SÃO O QUE DISCUTEM, ex. pedagogia, esta dinamica esta fazendo com que muitos de preferencia em sair da sala de aula e buscar novos horizontes $$$$$$$.

questiono está tal de justiça , ação e cidadania e iguadade de acesso.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Questiono Seminário na Academia Brasileira de Letras

Questiono.
A fala da Sra Bárbara Freitag
Percebi que tinha nela pouco conhecimento de comunidade(favela) e mais revolta, deve ser porque como pesquisadora não tenha conhecimento nem afinidade do que aconteça dentro na questão de ser pessoas com pensamento e concepção de vida que pode ser bonita, como amizade e respeito as diferença, aos demais vi um pouco de querer acontecer,???? mais um pouco fora da realidade e padrões da população que eles mesmo colocam como excluidas.
Será que a relalidade que ela fala não está ultrapassada, ela deveria deixar um pouco o medo, nojo, pavor ou´preconceito de lado e vai descobrir que comunidade, favela só é usado por que é elite na concepção de está ridicularizando o local.
1° deveria ver mais dados na questão de saneamento basico no sudeste, e, como as pessoa de areas ditas regularizadas com impostos, IPTU, não possui saneamento como colete de esgoto???
2° se a questão era questionar a alegria de viver... questiono se ela conhece acessibilidade do ser humano, que desprovido de muros $$$, e tratamentos e titulos consegue enchergar outro como pessoa e por isso, conhece o seu vizinho, e por conta de pesquisadores que não tem o pé no chão e acha que retirando as favela retira a visão feia, e o direito de ir e vir presente na constituição, sem favelas e (não temos uma educação e segurança como China e Cuba) e ela já visitou mos apartamentos comunitários da Russia, duas familias????
3°Ninguem fala das favela que ainda hoje existe no sul, nem do preconceito que faz com que pessoas com baixa escolaridade e poder aquisitivo fiquem invisiveis ou seja convidadas a sair,(buscar outro local para viver), será que São Paulo, Rio de Janeiro que tem como Habitantes com mais conciência de seus direitos, como a favela perto do rodo anel, a nova ponte de São Paulo, ou atendidas pelo PAC no Rio de Janeiro.
Infelismente mesmo com toda bajulação até estrageiro estão se rendendo a comunidade resta saber como intelectuais que estão fora da realidade vai continuar falando do que não sabe, já viu favelado pagando imposto de renda???
Não ficarei dando dica mais ainda bem que participo destes eventos para dizer aos nossos jovens que o preconceito continua,´pena ver isso acontecendo justo naquele local.
Um estudo elaborado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado nesta sexta-feira aponta que 34,5 milhões de pessoas que residem em áreas urbanas do país não possuem coleta de esgoto. O número representa 26,8% dos moradores das cidades brasileiras.

O relatório apresentado hoje durante o workshop "Políticas Sociais e Saneamento Básico: as experiências brasileira e indiana" realizado em Brasília, foi feito pelos técnicos do Ipea a partir de informações do Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A análise dos pesquisadores demonstra outros aspectos que incluem variáveis como raça, condições de habitação e diferenças regionais. A comparação de dados foi feita de 2001 a 2006, último dado disponível.

Neste período, a chamada oferta de serviços de saneamento --que inclui, além do esgoto, a água e coleta de resíduos-- avançaram bastante nas regiões Norte e Nordeste do país. Apesar da evolução, o estudo mostra grandes desigualdades regionais.

Em 2001, 66,8% da população residente em áreas urbanas não tinham saneamento básico adequado no Norte. Esse número passou a 59,5% em 2006, numa retração de 7,3 pontos percentuais, a maior das regiões analisadas, mas ainda está longe se comparado à região Sudeste, que detém apenas 10,7% da população residente em áreas urbanas sem esgoto.

O estudo indica que 91% das cidades brasileiras possuem água canalizada e em 97,1% das cidades existe coleta de lixo. O esgoto sanitário é a grande deficiência pois é ausente em 22,2% dos municípios brasileiros.

Levando-se em consideração a variante de grupos de cor/raça em relação ao número de domicílios com saneamento básico adequado, as grandes desigualdades persistem. Apenas 18,7% dos classificados como brancos pelo IBGE não possuem saneamento básico adequado, enquanto 35,9% dos negros ou pardos não são assistidos, conforme dados de 2006.

Superlotação

A análise do Ipea mostra ainda que 13,2 milhões de pessoas no país se enquadram naquilo que o instituto considera superlotação de moradia. Ou seja, são obrigados a dividir um único quarto três ou mais pessoas.

O adensamento excessivo recuou de forma mais acentuada no Centro-Oeste e no Norte, entretanto, as desigualdades se comparadas a outras regiões do país ainda são grandes.

O índice no Norte é de 15,1% dos moradores em centros urbanos e de 9,2% no Nordeste. O Sudeste vem logo atrás, com 8,5%, seguido do Centro-Oeste, com 7%. A melhor situação é a do Sul, onde apenas 4,5% da população residente em domicílios localizados em áreas urbanas precisam dividir o mesmo quarto com três ou mais pessoas.

Ainda em relação a questões de moradia, o estudo indica que ao menos 5,1 milhões de pessoas no país comprometem pelo menos 30% de sua renda com aluguel, gasto considerado excessivo pelo Ipea.

Questiona procura de mão de obra especializada

Infelizmente não se investe mais em novos profissicionais dentro das empresas, querem deixar que jovens faça cursos profissionalizantes em instituições de ensino caras e renomadas e se esquecem que pedem experiência para contratar, mesmo que tenha os estagios, muitos não conseguem acessar, o que permite que descartem a possibilidade de fazer cursos, porem, tambem tem a problemática do CBO e o termo desvio de função que impede a empresa (na sua boa vontade, não exploração) dar uma nova função e ensino a aqueles que tem como meta crescer dentro da empresa e não tem tempo e recursos(A maioria dos brasileiros negros, pobres, e .....).


Revista ISTO É Dinheiro, 28/5/2008
CAÇA AOS TALENTOS

Consultoria Accenture usa métodos heterodoxos para suprir a carência por mão-de-obra especializada

A CONTRATAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS virou uma espécie de obsessão para Roger Ingold, presidente da subsidiária brasileira da Accenture. No período 2005-2007, ele autorizou a abertura de processos seletivos que resultaram na admissão de 5.179 pessoas para as seis unidades da Accenture no País. Um número que ganha uma dimensão prá lá de expressiva, quando lembramos que o grupo francês Renault-Nissan reúne 4.521 trabalhadores em seu complexo produtivo situado no Paraná. Apesar do ritmo frenético de contratações, a Accenture é uma das grandes vítimas da escassez de mãode- obra que afeta o Brasil. “Dispomos de 700 vagas em aberto e até o final do ano precisaremos incorporar outras 2,7 mil pessoas para dar conta da expansão de nossas atividades e da ampliação no número de clientes”, resigna-se Ingold. A carência de mão-de-obra é mais forte no segmento de Tecnologia da Informação (TI), que surgiu com o advento da Nova Economia. Essa área absorveu 70% dos recém-admitidos pela Accenture. O que acontece com a Accenture também se repete em outras corporações. De acordo com José Pastore, professor da Universidade de São Paulo (USP) e consultor em relações de trabalho, existe um déficit de 150 mil profissionais de TI.

A situação movimentou a Accenture e levou a empresa a lançar mão de meios heterodoxos de recrutamento. Ela paga um prêmio, de até R$ 2 mil, para o funcionário que indicar candidatos aos postos de trabalho. Batizado de Traga Seus Amigos, o programa foi responsável por 20% das admissões no ano fiscal encerrado em 31 de agosto de 2007. A falta de pessoal também provocou uma mudança no ritual de contratação. Até bem pouco tempo, o perfil desejado eram jovens recém-saídos da faculdade ou em fase de conclusão do curso. Hoje, os trainees são apenas 40% dos admitidos. “Temos como tradição desenvolver talentos e dar-lhes a chance de ascender na carreira”, explica Ingold. E não se trata de um mero discurso. Formado em engenharia de produção pela USP, o executivo ingressou como trainee, em 1981, e em 2004 assumiu o cargo atual.

A busca incessante por profissionais qualificados é reflexo direto do excelente momento vivido pela Accenture, cujas receitas somam US$ 19,8 bilhões em nível global. No Brasil, a empresa vive uma de suas melhores fases. Cresceu cerca de 25% em 2007 e a expectativa é avançar na casa dos dois dígitos também neste ano. Boa parte dessa performance deve-se ao modelo de atuação da Accenture. Ela oferece desde o serviço de consultoria clássica, que inclui o diagnóstico do problema e a proposta para solucioná-lo, até mesmo a execução das atividades sugeridas, por meio de terceirização. É aí que entram os especialistas em TI. Cabe a eles desenvolver aplicativos sob medida (softwares) e gerenciar áreas técnicas e serviços, que normalmente não fazem parte do foco dos clientes.

Na avaliação de Ingold, o fenômeno de escassez de mão-de-obra poderá se estender para outras áreas. “Na Índia, de cada dez universitários, sete estão matriculados em cursos técnicos. Por aqui, a relação é praticamente inversa”, lamenta. Segundo ele, uma das formas de resolver a questão é o estímulo, por meio de bolsas de estudo, por exemplo, para que um número maior de jovens optem por áreas nas quais a demanda é maior. “Conversei recentemente com o ministro Fernando Haddad (da Educação) e ele se mostrou sensível a esse tema”, diz Ingold. (RGF)

Sistema prisional

Sistema prisional vive colapso

BRASÍLIA - O Brasil tem hoje 423 mil detentos nos seus presídios, quase 50 mil a mais que os 373 mil existentes em janeiro de 2007, segundo dados do Ministério da Justiça. O número de encarcerados quase dobrou em relação aos 217 mil verificados no início da década. A cada dia, entram cerca de 200 presos a mais do que os que saem das 1.150 prisões espalhadas no País.

Apesar dos elevados investimentos na construção de novos presídios, o déficit não pára de crescer. Faltam 143 mil vagas na contagem oficial, mas se for levado em conta o sub-registro, o déficit estimado é de 185 mil vagas. Esse quadro decorre, segundo especialistas, da combinação de três fatores: O brasileiro está delinqüindo mais, a ação repressiva da polícia está mais eficiente e a justiça, apesar de ainda lenta, condena cada vez mais pessoas ao cárcere, muitas vezes sem necessidade, por crimes de baixo teor ofensivo.

"Estamos enxugando gelo", constatou o diretor Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Maurício Kuehne, que defende uma mudança radical no modelo de segurança pública do País para evitar o colapso total do sistema. A situação carcerária do Brasil é ainda mais grave do que os números oficiais apontam.

O número registrado de vagas no sistema é de 275.194, nos presídios e delegacias, onde detentos se amontoam como animais em celas imundas, muitas delas comparadas a masmorras medievais.

O déficit, de 147.396 vagas que aparece na planilha do governo, está subestimado devido ao sub-registro de presos em vários estados. É o caso do Paraná, que escondeu mais de 4 mil presos no formulário estatístico do último censo penitenciário.

"Há vários estados nessa situação e estou cobrando explicações aos governos", disse Kuehne. Conforme estima o diretor, 40% do total de presos (cerca de 170 mil) são provisórios e pelo menos 30% destes (50 mil) deverão ser soltos - por falta de provas - ou condenados a penas alternativas devido ao baixo teor ofensivo de seus delitos.

Outros 422,5 mil brasileiros cumprem penas alternativas, como prestação de serviços à comunidade. Um deles é o ex-secretário-geral do PT, Silvio Pereira, o primeiro réu punido por envolvimento no escândalo do mensalão. Para o diretor do Depen, se o Brasil tivesse uma defensoria pública eficiente e uma justiça mais aparelhada, outros detentos estariam livres ou cumprindo regime diferente de pena.

A taxa de encarceramento no Brasil é de 225 presos para cada grupo de 100 mil habitantes. Há, em todo o País, drásticas carências nos juizados de execução penal, um dos principais fatores do abarrotamento do sistema. Mas a situação brasileira está em parte mascarada pela elevada quantidade de mandados de prisão não cumpridos pela polícia.

Em janeiro, conforme o Ministério da Justiça, existiam mais de 550 mil ordens de prisão em aberto, algumas delas há anos. Caso essas prisões fossem efetuadas, a taxa brasileira mais do que duplicaria. Os dados, segundo Kuehne, confirmam que a criminalidade está crescendo no País e sinalizam a necessidade de medidas urgentes para conter a tendência.

"Não adianta só reprimir e fazer mais cadeias, não há dinheiro que chegue", observou. Ele disse que o Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Paonasci), lançado no final do ano passado, tem foco na prevenção e trará efeitos extraordinários para o sistema, mas só a médio e longo prazos.
Mulheres

Chama a atenção das autoridades o aumento expressivo da delinqüência entre as mulheres brasileiras. No final de 2007, conforme levantamento do Sistema Integrado de Informações Penitenciárias (Infopen), 5,65% do total de presos do País eram mulheres, taxa duas vezes maior que a verificada no início da década.

Só nos últimos 12 meses, a população prisional feminina aumentou 11,35% em relação ao período anterior, mais que o dobro do crescimento da população carcerária masculina (4,93%). Em conseqüência, o déficit de vagas para mulheres nos presídios (47,67%) já é quase 11% acima do dos homens (36,94%).
Rebeliões

A boa notícia do setor é que o quadro deu um leve sinal de reversão desde 2006, quando o déficit era de mais de 160 mil vagas. Havia 401 mil presos para apenas 240 mil vagas no sistema. Pela primeira vez nas últimas três décadas, em 2007, houve uma oferta de vagas 7,4% maior do que o número de presos que entraram no sistema.

O número de detentos envolvidos em rebelião também caiu de 26 mil em 2006 para 6 mil no ano passado. No mais, as notícias não foram boas. Em 2008, o Depen planeja investir mais de R$ 550 milhões, parte deles via Pronasci, para construir quase 11.750 novas vagas prisionais e torce para que a escalada de criminalidade retroceda no País.

No ano passado, o investimento foi de R$ 134 milhões e criou só 5.349 novas vagas. Outro dado preocupante para as autoridades penitenciárias é a elevada taxa de reincidência dos detentos brasileiros, uma das mais altas do mundo. Pelo último censo do Depen, de cada 10 que são soltos, pelo menos sete voltam para a prisão.

Mais de 250 mil presidiários têm menos de 30 anos de idade. "O sistema penitenciário brasileiro vive uma situação inaceitável do ponto de vista humano, jurídico e do estado democrático de direito", afirmou o ministro da Justiça, Tarso Genro.

Ele garantiu que, esse ano, o Pronasci vai deslanchar nas 12 regiões metropolitanas mais problemáticas do País, entre as quais Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, com ações centradas sobretudo na juventude. Além do incentivo às penas alternativas, o governo também espera contar este ano com mais três medidas para amenizar a superlotação dos presídios.

São elas o monitoramento eletrônico dos presos, a vídeoconferência para interrogatórios e audiências e a remissão de pena pelo estudo. Hoje, a remissão só se dá pelo trabalho, na base de um dia comutado para cada três trabalhados. As propostas aguardam votação no Congresso.

Ao tomar posse, há um mês, como novo presidente do Conselho Nacional de Justiça, o ministro Gilmar Mendes, também presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), definiu a situação da população carcerária brasileira como um "quadro de vergonha nacional".

Ele disse que o Judiciário deve ao País respostas para essa situação. Mas o Brasil não é exceção. No mundo todo, inclusive nos países desenvolvidos, a criminalidade dá sinais de recrudescimento, segundo estudo do Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinqüente (Ilanud).

Entre 2002 e 2005, o número de presos cresceu 52% na Espanha, 66% na Irlanda e 102% na Holanda. "O problema é mundial", disse o diretor do Depen, que realizou, no final de abril, o seminário internacional "Sistemas Penitenciários e Direitos Fundamentais", para ajudar o País a enfrentar os gargalos do setor, em parceria com o Ilanud.

"O delito é um fenômeno social e é preciso preveni-lo, não basta aumentar o número de vagas na cadeia", disse o presidente do instituto, Elias Carranza.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Vale a pena participar povão

Em 1998 a Meta Consultoria, Empresa Júnior de Engenharia da Universidade Federal Fluminense, estava iniciando uma fase de amadurecimento, buscava ganhar visibilidade e credibilidade frente ao mercado, aos graduandos e a Universidade. Neste contexto, os membros Marcos André e André Erthal idealizaram um evento cujo objetivo era estreitar laços com o meio acadêmico e mostrar o profissionalismo e a competência da empresa. Surge então o Interação.

Desde sua primeira edição em 1998 que o Interação busca trazer atividades que possam contribuir com o desenvolvimento pessoal e profissional dos graduandos, trazendo até estes o que há de mais atual em termos de tecnologias, práticas e conceitos em engenharia. Os renomados profissionais que vêm ao evento ministrar estas atividades são selecionados rigorosamente, sempre com o intuito de assegurar a satisfação dos participantes.

Com exceção de 1999, o Interação vem sendo realizado anualmente pela Meta Consultoria. No ano 2000, o evento ganhou um aspecto socialmente responsável e as inscrições passaram a ser efetuadas mediante a doação de quilos de alimentos não-perecíveis. Estes alimentos são entregues a instituições de caridade, levando alegria para crianças e idosos. Hoje, temos o orgulho de já ter doado aproximadamente 6.500 kg de alimentos.

A cada ano que passou o Interação evoluiu em algum aspecto, sua programação se tornou mais rica e diversificada, sua divulgação mais abrangente e sua estrutura mais ampla. Atualmente, o evento é reconhecido por alunos de engenharia e de outros cursos, não só na UFF como em outras universidades.

Todo esse crescimento e evolução só foi possível graças aos excelentes profissionais que já passaram pelo evento, as empresas e intituições que o patrocinaram e apoiaram, a Escola de Engenharia que sempre acreditou na iniciativa e principalmente aos dedicados e competentes membros e ex-membros que se empenharam para fazer do Interação mais do que um evento, um conceito.

14h - Workshop 1
Tema: Comunicação Eficaz em Público – Fale sem Medo

A dificuldade de comunicação pode acarretar empecilhos no desenvolvimento profissional, porém quando as técnicas de oratória passam a ser conhecidas e aplicadas, a comunicação se torna eficaz, viabilizando o sucesso pessoal e profissional daqueles que a utilizam.
Palestrante: Cláudia de Oliveira Mourão

Consultora em Comunicação Humana, Fonoaudióloga e Diretora da Comunicação e Expressão Consultoria Especializada.

14h - Workshop 2
Tema: Perspectivas da Indústria Petrolífera no Brasil

A palestra abordará um dos assuntos mais recorrentes na atualidade, destacando o histórico do setor petrolífero no país e apresentando os desafios e oportunidades do setor nos próximos anos.
Palestrante: Daniel Barreto

Engenheiro de Produção pela Universidade Federal Fluminense. Atuou nas áreas de Marketing e Vendas de consultorias, gerenciando clientes como BR, Ipiranga, Shell, Chevron e Repsol. Atualmente, trabalha na área Corporativa do segmento Downstream da Petrobras.

18h - Palestra
Tema: A vida é uma obra de arte, construa a sua - Como planejar sua carreira e direcionar decisões de forma a conquistar o sucesso profissional.
Palestrante: Marco Aurélio Ferreira Viana

Economista formado pela UFRJ, Consultor, Estrategista e Humanista, Marco Aurélio Ferreira Viana já proferiu cerca de 2200 palestras no Brasil e mais de 50 palestras internacionais. Ganhou diversos prêmios nas áreas de Planejamento Estratégico, RH e Administração e, hoje, é considerado um dos palestrantes mais importantes do país.

topo

10/06 - Terça-Feira

14h - Mini-Curso 1
Tema: Marketing de Guerrilha: O Mundo das Mídias Mirabolantes

O mini-curso visa apresentar aos participantes os conceitos das ações não convencionais de marketing, adequando a teoria básica aos cases de sucesso no mercado.
Palestrante: Rafael Liporace

Graduado em Comunicação Social pela ESPM, com especialização em Marketing Estratégico pela UFF. Atua como sócio-diretor da Biruta Mídias Mirabolantes e como professor de diversos cursos ligados ao marketing em diversas universidades.

14h - Workshop 2
Tema: Mercedes-Benz: Gestão de Resíduos Industriais

Esta palestra apresentará os conceitos de um sistema de gestão ambiental, muito utilizado na maioria das empresas de grande porte do mundo. Será destacado o gerenciamento dos resíduos industriais e dos impactos ambientais, bem como os aspectos administrativos deste tipo de gestão.
Palestrante: Fábio Morelli Vieira

MBA em Perícia Ambiental. Em 2006, foi responsável pela implantação do Sistema de Gestão Ambiental em uma fábrica da Mercedes-Benz na China e hoje atua como Analista Ambiental na mesma empresa em Juiz de Fora (MG).

18h - Case 1
Tema: H.Stern - Estratégias de Inovação e Logística no Mercado de Alto Luxo

A palestra abordará o histórico, a consolidação e as inovações da H.Stern desde a sua criação, em 1945. Além disso, abordará diversos assuntos referentes ao uso da logística na empresa e como a H.Stern expande o conceito de criação e serviços em outras áreas de atuação.
Palestrante: Christian Hallot

Graduado em Engenharia, entrou na H.Stern em 1978 como Relações Públicas, atuando posteriormente como supervisor comercial da marca nos EUA e México. Hoje, atua como assessor da diretoria e relações corporativas, sendo o embaixador da marca no Brasil.

19:30h - Case 2
Tema: Globosat - Logística Show The Police

O case abordará toda rede logística envolvida na organização do show do The Police, realizado no Maracanã e produzido pela Globosat.
Palestrante: Luiz Augusto Brandão Morais

Graduado em Engenharia Eletrônica, concluindo MBA em Gestão Executiva de Negócios. Atua como Chefe de Operações de Eventos e desde 2004 é o responsável pelos maiores eventos transmitidos pela Globosat, tais como a Copa do Mundo 2006 e o Pan 2007.

topo

11/06 – Quarta-feira

14h - Workshop 1
Tema: Desenvolvimento Regional

O workshop abordará as principais tendências do Desenvolvimento Regional, todo o planejamento por trás das grandes iniciativas, os impactos econômicos, os benefícios e oportunidades que são geradas em cada região.
Palestrante: Nelma Souza Tavares

Formada em Ciências Econômicas com pós-graduação em Gestão Estratégica. Possui vasta experiência gerencial na região oeste onde atuou em várias agências da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, atualmente é superintendente da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL na região Centro Leste Fluminense.

15h - Workshop 2
Tema: As Oportunidades que Podem Mudar Seu Futuro Profissional

A palestra abordará as diferentes oportunidades de programas de intercâmbio, demonstrando como estes são importantes frente às exigências dos processos seletivos do mercado.
Palestrante: Maria José Paiva

Formada na área de Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Cursos na área de Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Atua como Supervisora Regional na Central de Intercâmbio do Rio de Janeiro.

18h - Palestra 1
Tema: Grandes Construções: Desafiando os Limites da Engenharia

As construções modernas se rendem cada vez mais às inovações tecnológicas. O improviso dá lugar a projetos bem pensados que visam o conforto, a beleza, a segurança, e por que não, a preservação do meio ambiente.
Palestrante: Bruno Contarini

Engenheiro formado pela UFRJ, responsável por algumas das principais construções do país, algumas delas em parceria com o arquiteto Oscar Niemeyer, destacando-se a Ponte Rio-Niterói, o Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão) e o Museu de Arte Contemporânea, em Niterói, além da Universidade de Constantine, na Argélia.

topo

12/06 – Quinta-feira

14h - Workshop 1
Tema: Pensamento Empreendedor

O segredo do sucesso – A palestra abordará a importância do comportamento empreendedor como uma condição essencial para todo o profissional que deseja excelência em sua carreira.
Palestrante: André Parreiras

Mestre em Administração e Desenvolvimento Empresarial pela IES (2008), com MBA em Gestão pela Qualidade Total pela Universidade Federal Fluminense (2002). Atua há mais de 5 anos como consultor de Gestão de Negócios e há mais de 15 anos com negociações em vendas corporativas.

14h - Mini-Curso 1
Tema: Inovação Tecnológica e Profissões do Futuro

A palestra abordará estas duas vertentes. Primeiro o participante conhecerá os resultados da pesquisa inovadora realizada pelo Sistema FIRJAN
"Perspectivas Estruturais no Mercado de Trabalho na Indústria Brasileira - 2015" que retrata a formação necessária para o profissional do futuro, fornecendo ao graduando um referencial estratégico para investimentos em sua formação profissional. Depois o participante terá a oportunidade de conhecer o conceito de Inovação Tecnológica, através da apresentação de cases de empresas fluminenses que após a implantação de novas tecnologias despontaram no mercado.
Palestrante1: Fabiano Muniz Gallindo

Mestre em Engenharia de Produção (2003) e especialista em Gestão do Conhecimento e Inteligência Empresarial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua como Analista de Projetos Institucionais na FIRJAN.
Palestrante2: Daniela Longobucco

Formada em Comunicação Social com pós-graduação em Marketing pela ESPM. Trabalhou como redatora e repórter na Rádio FM O Dia e Jornal O Dia. Atuou como Assessora de Imprensa de grandes marcas e entidades como Biblioteca Nacional e Jockey Clube. Especializou-se em mídia digital. Desde julho de 2007, coordena o site Portal Empresarial (www.portalempresarial.com.br) do sistema FIRJAN.

18h - Palestra 1
Tema: Tecnologia da Informação

A palestra abordará a visão estratégica das empresas ao optarem por mão-de-obra especializada em tecnologia IP, reduzindo custos operacionais, melhorando o nível de serviço e garantindo vantagens na compra e revenda de equipamentos.
Palestrante: Francesco Pollola

Engenheiro de Redes, sócio-diretor da empresa Tracenet IT Solutions e instrutor dos cursos oficiais Cisco Systems no SENAC Rio.

19:30h - Case 1
Tema: Petrobras – Publicidade e Promoções

A palestra abordará as atividades de comunicação integrada da Petrobras que objetivam potencializar o retorno do investimento da empresa aos patrocínios realizados, lançamento de produtos, promoções de vendas e valorização da imagem corporativa.
Palestrante: Diego Pila

Graduado em Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista, com MBA em Comunicação Empresarial pela ESPM e em Gestão Estratégica de Marketing pela FGV. Atua como Coordenador de Promoções e Merchandising da Petrobras, em âmbito nacional.

topo

13/06 – Sexta-feira

14h - Workshop 1
Tema: Logística e Supply Chain - Jogo da Cerveja

Este jogo empresarial, criado por John Sterman, no MIT, simula o comportamento de uma cadeia de suprimentos. Utilizado por muitos cursos e universidades, o Jogo da Cerveja apresenta de maneira interativa as dificuldades e soluções encontradas em uma rede logística.
Palestrante: Vanessa Kelly Saavedra Frederico

Mestranda em Engenharia de Produção/COPPE-UFRJ, Engenheira Elétrica/UFRJ, especialização em Logística Empresarial pelo CEL/COPPEAD. É coordenadora do Instituto Visagio, departamento de Treinamento Executivo e Inteligência de Mercado da Consultoria Visagio.

14h - Workshop 2
Tema: Gerenciamento de Stress

O workshop abordará os conceitos técnicos sobre o stress e seu efeito em nosso organismo. Além disso, através de inúmeras dinâmicas, serão apresentadas técnicas para facilitar o gerenciamento do stress e diminuir sua influência nas atividades do nosso dia-a-dia.
Palestrante: Letícia Alminhana

Psicóloga especializada em Psicologia Transpessoal e Biopsicologia. Atua em pesquisas nas seguintes áreas: psicodiagnóstico, diagnóstico diferencial, psicologia hospitalar, entre outras.

17:30h - Palestra 1
Tema: Autodesenvolvimento e Superação

A palestra, ministrada por uma das psicólogas mais conceituadas do país, abordará temas relacionados aos segredos do crescimento pessoal e profissional, como inteligência emocional, liderança e inteligência intra-psíquica.
Palestrante: Sandra Betti

Graduada em Psicologia pela PUC-SP, mestre em Psicologia Social, especializada em Desenvolvimento de Recursos Humanos pela Harvard University (EUA) e em Estratégia de RH pela University of Michigan Business School (EUA). Sandra Betti atua como consultora e é sócia-diretora da MBA Empresarial, sendo especialista em Team Building e Avaliação de Potencial.

topo

Carta de solicitação em eventos pagos.

Não tenho como Pagar pela inscrição, mas tenho um grande interesse em participar poderia ser um grande ganho para os dois lado, existe isenção de taxa, pderia concorrer a ela, o que eu posso oferecer é o conhecimento prático junto a comunidade que tenho.

Questiono I° Seminário Internacional, justiça, Ações afirmativas e acessos de direitos, hoje 27/05/2008

Interessante mais ao mesmo tempo fiquei triste com as considerações colocadas.
1° parece que só era direcionada a politicas de cotas, não sou contra,mas, com a atual situação da maioria dos negros estudando em escolas publicas ruins, refrete a historia, negro quando chega lá em cima sai da favela e esquece dos seus, pois, percebi que o seminario não tinha nada de ações afirmativas na relação de colocar este negro tambem na porta da faculdade, era como, tenho que melhorar a condições dos meus que estão comigo e são tão inteligente quanto eu. Só que a maioria dos negros estão em comunidades carentes e são servidos por escolas publicas ruins, e não tendo merito nem recursos inviabiliza competições no ambito trabalhista ou torna possivel a concentração em situações classicas de situação de rua, presença em enfrentamento com morte e prostituição. Tambem fiquei chateada pois me senti desqualificada pela Sra Lisiane Chave Motta, Procuradora Regioanal do Trabalho, pois parece que ela não sabe a diferença entre criança e adolescente deveria conhecer o ECA e pelo que senti ou protege alguem ou tambem desconhece a CLT os Art 402 ao 441, Decreto lei 5.598/2005. Portarias Publicadas pelo MTE 615, 616 e 618 em dez de 2007, se como ocupei um cargo de Concelheira Tutelar no Municipio de Niteroi, no 1° Conselho Tutelar, não apoio esta pratica. me senti HUMILHADA.Percebi uma total falta de interesse, mesmo com dados tão alarmantes, como o aumento da gravidez em adolescente, (14 anos), da participação de (homens) adolescentes na vida de seus filhos,da violência com participação de menores de idade, Enfrentamento a violencia com politicas de matança cujo os alvos em geral são adolescentes e jovens de comunidades carentes, adolescentes participando na elaboração de crimes, na presença de trabalhos em rua, tendo responsabilidades e carga horária como adultos, que infelizmente tendo direitos presente na CLT, porém suprimido na apresentação de regras como provas d seleção,(SENAI, SENAC,SEST/SENAT) ou apresentação de escolaridade minima (CIEE, Instituto, CESAM, Proa, Fundação Roberto Marinho, FIA, e outros aplicadores de cursos), que questiono a livre iniciativa privada e a função social da empresa, se empresas Publicas Mistas e Concessionarias podem colocar detalhes que excluem. é a escolaridade é um entrave, a exigencia de está estudando e de não repetir não vale como incentivo e forma de devolver este adolescente a escola e ao mesmo tempo oferecer uma oportunidad dele ser inserido na sociedade como cidadão, e se são crianças, porquê os que tem conseguido por merito, passaram em prova, tem familia presente que os indique, ou mesmo escolaridade preferida não são tratado como criança????? temo pelo processo 1032/2008 que consta no TRT 1° região/RJ, que trata destas questões, afinal pode ocorrer que em um TAC, possa resultar em possibilidade de sorteio de vagas no acesso, que tornaria o acesso universal, dado a impossibilidade de competição entre pessoal com graus diferente de aprendizagem e formação.
2° O fato de ter chegado as portas da faculdade e não ter entrado por opção, me serve como trabalho comunitario na forma de dizer você pode entrar se quizer, e necessariamente não por que estou do lado de fora, mais pelas condições de acesso hoje oferecidas, mais será que o DR. Renato Ferreira ainda esta proximo da comunidade e ainda consegue conversar com ela sem ser tratato diferente, sou educadora de porta de favela e trato diferente pesquisadores quando percebo que o seu alvo não é tirar adolescentes de baixa escolaridade de sua condição sub humana, mais proteger apenas os direitos dos seus, que estão lá em cima, tão distante da realidade dos 52.9% dos que estão fora do ensino medio, segundo o IBGE e IPEA, sendo que mais da metade não ira concluir o ensino fundamental e desta parte não faz parte os em situação de rua que para surpresa de pesquisadores fazem parte de estatisticas de enfretamento, morte por bala e prostuição, achei lindo mais faltam açoes afirmativas de fato que não contemplem apenas aqueles que tem direitos pelo merito do recursos dos pais ou inteligencia acima da media. infelizmente passa a ser uma fala não só minha, mas presente na realidade da comunidade e se quem está lá por cima não quer mudar, fica dificil.

E seria interessante contar aos americanos, ou expor a pesquisas porque professores que fizeram o normal ao irem a faculdade não querem retornar a sala de aula, por que será????