A Sociedade Brasileira de Vitimologia realizará o VII SEMINÁRIO DE VITIMOLOGIA dias 17 e 18 do corrente mês no auditório da OAB - Av. Marechal Câmara 150/ 4º andar .
Agradecemos antecipadamente a divulgação do Evento.
Com cumprimentos cordiais de
Wanderley Rebello
Presidente da SBV
SOCIEDADE BRASILEIRA DE VITIMOLOGIA
VII SEMINÁRIO de VITIMOLOGIA
Local: OAB/RJ - Av. Marechal Câmara, 150 - 4ª andar (auditório)
Dias 17 e 18 de agosto de 2010 de 9h30min às 13h.
Inscrições de 8h30min às 9h30min
Dia 17 de agosto de 2010
Mesa I - Holocausto: origem da Vitimologia - 9h30min às 11h
Coordenador: Jorge Josef
Palestrantes: Fábio Koifman
Renato Lessa
Talvane Moraes
Mesa II - Vitimas do Estado: Desaparecidos – 11h às 12h30min
Coordenador: Wanderley Rebello
Palestrantes: Felipe Santa Cruz
Geraldo Bezerra
Wadih Damous
Dia 18 de agosto de 2010
Mesa I - Adoção e Violência Familiar – 9h30min às 11h
Coordenador: Heitor Piedade
Palestrantes: Angelo Vargas
Barbara Toledo
Tânia da Silva Pereira
Mesa II - Drogas e Vitimização – 11h ás 12h30min
Coordenador: Ester Kosovski
Palestrantes: Robert Segal
Ubyratan Cavalcanti
Wanderley Rebello
COORDENAÇÃO DO EVENTO
Kenia Maynard
Marli da Silva
Riva Roitman
Selma Aragão
INSCRIÇÕES GRATUITAS NO LOCAL - NÃO HÁ INSCRIÇÃO PRÉVIA
CERTTIFICADO MEDIANTE PAGAMENTO
Novos índices Brasileiros como consumo, direitos de ir e vir, e culturas de locais distintos nos fazem questionar como a diversidade Brasileira vai tratar os outros, pois vejo pessoas que se dizem humanas à frente de cargos não reconhecer o outro ser humano. Por um 2015 humano.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Proteção ?
O dialogo entre farinha e a adolescente fugitiva na novela da Record, a tal do mato, faz com que esses que se dizem protetores de direitos humanos repensar nas suas atitudes antiabrigos permanentes e republica para adolescentes maiores de 14 anos que estejam aptos e inseridos no contrato Especial de trabalho como aprendiz, melhor que está empurrando a extermínio, pois é uma adolescente que no mesmo episodio apesar de ter um nome Diana, é tratada por pivete, problemática que nossos protetores de direitos que vivem das mazelas do povo apóiam e definem como certo, já que interessa a situação.
Interessante III
Condomínios avançam sobre o habitat da onças, pode ser algo um pouco tocante sendo que os empreendimentos vem sendo construídos em áreas degradadas, favelas apesar de serem povoadas por seres humanos, também vemos as pessoas como as onças vem sofrendo com deslocamentos, os mais conhecidos, queimadas de favelas em Sampa e o aumento dos sem teto, ou mesmo construções de locais cujo a infra-estrutura acompanha os custos do entorno, com a aplicação de uma política educacional que impede a competitividade por empregos que justifiquem a permanência nestes locais devido aos custos, a ver que muitas vezes há o acesso a possibilidade desses mais o exercício ilegal de profissão, o que vem criminalizando o trabalhador como a favelas que dizem ser o quintal de suas casas, nem conhecem os seus vizinhos para fazer das ruas um local de lazer como na favelas, querem viver coom os pobres bem longe como na AFrica do Sul no tempo do Aparthaid, sendo que os pobre só podiam vir aos locais para trabalhar e fazer os serviços de chão, como os que são pela colônia Brasil o fazem quando estão lá fora, recebendo o mesmo tratamento, pois lá são todos latinos, ou amarelos, tal como no Brasil o dinheiro muda a cor das pessoas e o desejo de ser cidadão os fazem negar que o Brasil é bom. Devemos nos lembrar que quem constrói casas são os moradores, com as suas aspirações e desejo por uma moradia, o restante é
Interessante II
Ter dificuldade em gerar novos conhecimentos, pode parecer uma coisa não presente na vida do brasileiro, mas se vemos que a popularização de ser alguém como nome ou algum tipo de canudo porá que a criatividade seja existente faz com que o Brasil reme ao contrario ou mesmo a passos lentos em direção ao desenvolvimento, pois quem não tem o oh que permita ganhar dinheiro com o seu conhecimento vai preferir jogar no lixo, aspirações, possibilidades e limites e limites técnicos e éticos vem tornando as atividades e a simples forma de ser um trabalhador na questão de legislação muito perigoso nesse pais que quer ser chamado de Brasil miscigenado e diversidade, pois temos ainda gestores que apesar de nascerem nesse país não são nada brasileiros, pois ainda tem mente de colônia, não vê beleza no país que vive os de lá de fora são melhores e mais inteligente, a ver que são gestores e não valorizam o seu povo, até chamam aos moradores de periferias de porcos, como se a ordem de dar infra-estrutura como saneamento básico parte dessa pessoa, bem preconceituosa por sinal. e vejo que esse procedimento tem se multiplicado, é possível identificar esses profissionais gestores pelos seus procedimentos e falas possibilidades de vencer esses com mente de colônia tem que ser por uma luta diária e o confronto de suas idéias e praticas a opinião publica, ter respeito, segurança e dignidade, com avanços e possibilidades
Interessante I
Quando falamos sobre alguém que está nos deixando costumamos falar bem, mas será que conhecemos o Brasil miscigenado e com a diversidade que queremos nos iludir, a ver a questão das cidades luzes que esses gestores que ganham do nosso dinheiro para depois irem passear nas cidades luzes cujas as luzes nada são que propagandas, e vejamos as leis que fazem aqui no Brasil, sujeira visual, vão aos mercados populares do mundo todo gastar dos impostos que são recolhidos dos pobres sem se importar com cor e local de residência, pois vejamos tem preconceito contra nossa própria nação, não gostam do morro apesar de ganharem dinheiro com o carnaval e da tal acessividade e sorriso tem presença constante nas favelas, freqüente uma rua classe A e uma ruela da favela, onde ira encontrar sorrisos e receptividade, mais o que vemos é o preconceito contra um local que não por medo, mais não querer ver o próprio país se desenvolver parece mentalidade de colônia, a ver que um dos que gritam para que seja melhorada a acessividade dos brasileiros a capacitação e vemos que eles mesmo promovem a exclusão, dado o exemplo, chamam nove mil concorrente sem definição clara de vagas a capacitação a metalurgia, cujo a exigência de escolaridade no próprio CBO já é excludente, isso ao acesso a introdução básica, ou iniciante o que pode ser chamado de ajudante, ou aquele que entra a aprender, aplicam provas de matemática e português a nível de ensino médio, e vemos avaliação psicológica , sem saber quais dados que excluem, as vezes até o local de residência ou algum problema familiar ou deficiência clara que não impede a atividade, tem que ser estilo Deus grego, pois só passam os com mais de media sete, novecentos e poucos, 10% e se uma sala tem vinte cinco e só encerra com dezesseis, precisamos ver o porque o Japão depois de uma bomba se tornou o país que é, talvez por não promover separação, mais empurrar e fazer crescer, dando oportunidade, estuda e trabalha, nação extermina e discrimina como vem Acontecendo nas periferias e favelas. Gestores que preferem ser tratado como latinos, mais ao contrário dos que vivem como ilegais lá fora, não estão aqui tentando tornar o País em uma colônia novamente achando que isso os fará melhores no tratamento lá fora. Nada é transparente na questão de legislação, para que continue como sociedades anônimas, pobre que constrói casa pára morar é invasor, terras publicas vendidas a amigos com perfil parecido não é invasão é proprietário, diferente das concessões a pobres com perfil de favela, e ainda querem falar de ética, o que é isso mesmo? Fazem com que pessoas incorram na ilegalidade como vem acontecendo, exercício ilegal de profissões para que não arrumem trabalho e ao surtarem e irem contra os que os querem bandidos serem exterminado, ai uma nova colônia, a ver como é feita as incursões nas favelas e na zona sul, um com balas que matam crianças e outros com investigação, não sabem aplicar o termo aprender normas técnicas ou praticas do dia dia, demonstrando atitude profissional requeridas para que ao longo da jornada avancem para se tornarem com o cumprimento de metas como o retorno e permanência e sucesso na escola, mas vemos que nem o contrato aprendiz que tem a proposta vem sendo respeitado por aplicadores de cursos como o Sistema S, CIEE e Fundação Roberto Marinho, que exigem escolaridade ao acesso esquecendo a responsabilidade de capacitar e recolocar no mercado de trabalho profissionais e vemos a entrada de mais adolescentes ao crime.
A idéia de transformar todo perfil indesejado em trabalhador criminoso me assusta, até porque no Brasil trabalhador vem sendo excluído segundo orientações dos principais site de orientações a contratação de profissionais é o chamado ficha limpa, se tem anotação ou responde pro processo rua, se está na rua como camelô ou ambulante é criminoso, e está fazendo algo que outrora era considerado como arrumar algo digno de trabalhador hoje é chamado de criminoso ou estelionato, pois vemos uma das principais mídias do país apoiar o tal do exercício ilegal da profissão para atividades que não exigem nem escolaridade e atividades cujas regras parece sociedade anônima do passado, ou gestores querem transformar nosso país não em um País de trabalhadores mais de criminosos e querem ser bem recebidos lá fora, sem se importar de ter um que de ser um brasileiro com a maioria de sua população com anotação criminosa. Ao não tratarem o marketing visual como algo bonito como o fazem ao irem passear nas cidades luzes à gastar o dinheiro de impostos que receberam ao impor rigores de fiscalização limitador, ou nos mercados populares a buscar algo que diga fui ao exterior ou sai da colônia, acho que adoram saber que sustentamos as multi lá de fora, afinal nossas riquezas não é para os que residem aqui, acho que pensam assim. Pois vejo que transparências nas regras não pertencem a nossos gestores o que facilita a exclusão dos perfis indesejáveis, assim podendo encurralá-los em guetos e depois expulsá-los ou exterminá-los, violando a constituição quando ao acesso igualitário ao trabalho como algo subrime do ser humano, ter sustento e ao homem, dar sustento a sua família e um teto, esse que vem sendo tratado como doação, como se as casas em sua maioria não fosse comprada, mesmo a cessão ou venda a particulares não foi nada dado de graça, acho que pensam que todo pobre gosta de ir a mídia se humilhar para não perder o seu teto, muitas guerras começaram por um pedaço de terra para descansar a cabeça ou plantar o alimento. Fazer leis dúbias com o intuito de proteger uns como a que dá a criança que completa seis anos no ano corrente o direito de ser matriculado no 1° ciclo, e um município como Niterói só aplica nas escolas particulares e as publicas dentro e próxima as periferias vemos um monte de criança com 6 anos completos antes do mês seis na educação infantil III, me faz pensar para uns lei Estadual para outros Federal. E o Pais segue criminalizando os seus páreos e dizendo que são brasileiro, e não precisamos repensar, pois a diversidade está muito boa, igual a Índia e suas castas, só que lá como aqui esta acontecendo algo...
A idéia de transformar todo perfil indesejado em trabalhador criminoso me assusta, até porque no Brasil trabalhador vem sendo excluído segundo orientações dos principais site de orientações a contratação de profissionais é o chamado ficha limpa, se tem anotação ou responde pro processo rua, se está na rua como camelô ou ambulante é criminoso, e está fazendo algo que outrora era considerado como arrumar algo digno de trabalhador hoje é chamado de criminoso ou estelionato, pois vemos uma das principais mídias do país apoiar o tal do exercício ilegal da profissão para atividades que não exigem nem escolaridade e atividades cujas regras parece sociedade anônima do passado, ou gestores querem transformar nosso país não em um País de trabalhadores mais de criminosos e querem ser bem recebidos lá fora, sem se importar de ter um que de ser um brasileiro com a maioria de sua população com anotação criminosa. Ao não tratarem o marketing visual como algo bonito como o fazem ao irem passear nas cidades luzes à gastar o dinheiro de impostos que receberam ao impor rigores de fiscalização limitador, ou nos mercados populares a buscar algo que diga fui ao exterior ou sai da colônia, acho que adoram saber que sustentamos as multi lá de fora, afinal nossas riquezas não é para os que residem aqui, acho que pensam assim. Pois vejo que transparências nas regras não pertencem a nossos gestores o que facilita a exclusão dos perfis indesejáveis, assim podendo encurralá-los em guetos e depois expulsá-los ou exterminá-los, violando a constituição quando ao acesso igualitário ao trabalho como algo subrime do ser humano, ter sustento e ao homem, dar sustento a sua família e um teto, esse que vem sendo tratado como doação, como se as casas em sua maioria não fosse comprada, mesmo a cessão ou venda a particulares não foi nada dado de graça, acho que pensam que todo pobre gosta de ir a mídia se humilhar para não perder o seu teto, muitas guerras começaram por um pedaço de terra para descansar a cabeça ou plantar o alimento. Fazer leis dúbias com o intuito de proteger uns como a que dá a criança que completa seis anos no ano corrente o direito de ser matriculado no 1° ciclo, e um município como Niterói só aplica nas escolas particulares e as publicas dentro e próxima as periferias vemos um monte de criança com 6 anos completos antes do mês seis na educação infantil III, me faz pensar para uns lei Estadual para outros Federal. E o Pais segue criminalizando os seus páreos e dizendo que são brasileiro, e não precisamos repensar, pois a diversidade está muito boa, igual a Índia e suas castas, só que lá como aqui esta acontecendo algo...
Para dar cor ao aparthaid Brasileiro
Ao ler uma revista Época de 2004 n° 322 19/07 que na 78 a 80 trata dos galhos secos que se formaram na China e a forma como tendem a tratar já que esses respondem em grande parte a população menos educada e que menos tem a perder ou ganhar na vida, que em geral são afastados de seu ambiente familiares, sem apego a nenhuma profissão, mas ao contrario dos nossos gestores brasileiros tendência a fazer com que esses de alguma forma tenha condições de dar lucro ao seu pais faz com que hoje a China seja tratada como um país desenvolvido que está presente em todo mundo fazendo e comprando e nossos gestores brasileiros com mente de colônia, já que a China conduz de forma diferente, já que para entrar em um país levam seus trabalhadores e nosso país mata e exclui seus trabalhadores, mesmo que exista formas de conciliar trabalhador com pouca educação e má qualificação, isso produzido por gestores de nosso próprio país, por simples preconceito racial e social, não farão isso para que as castas como na Índia não se misture. A ver que temos trabalho de chão que embora bem remunerados devido a falta de mão de obra temos gestores com mente de colônia que a despeito de ver a s empresa dos outros do exterior crescer não quer pelo que parece ver a sua, pois capacitação como vem sendo falado por amigos canudo deles passa primeiro pela necessidade do consumidor que a empresa conhece que pode se tivesse menos preconceito, daria oportunidades de crescimento ao trabalhador de base, dar a ele embora sem a escolaridade que gestores tem colocado como meta de exclusão da população de massa que acuada em locais considerado de baixa renda são exterminado como bandidos também é ´pensar no crescimento da própria empresa, pois um eletricista que entende tudo embora sem faculdade e o técnicos de ensino médio pode dar ao aprendiz o conhecimento que muitos com isso não possui e tem dado prejuízo retendo competitividade das empresas Brasileiras, o que dar a esses sem escolaridade meio salário para carregar sacolas e aprender, isso era o aprendiz do passado, não essa exclusão de exigência de melhor escolaridade e mérito em provas que exclui e deixa o país sem profissionais, aplicada por gestores que dizem ser pelo social e desenvolvimento do País. Vejo que assim podem expulsar moradores de locais considerados de alto poder aquisitivo e colocá-los em locais sem infra-estrutura, para dar cor ao aparthaid, olha o perfil dos que vem sendo excluídos e colocados para fora de locais bonitinhos. Com ler na mesma revista na pagina 94 que a sistema que vem sendo aplicado no mundo que resolvem o problema e não é a exclusão e extermínio de parte da população, e como ocorreu no sul é impossível esconder a população negra e índia dos sul e sudeste.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
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Os desafios tecnológicos da engenharia para integrar às favelas à vida na cidade
14 e 15 de setembro de 2010
Avenida Rio Branco, 124 – 7º andar – Rio de Janeiro
Auditório da AEERJ
Rio deverá receber mais
R$ 3,5 bilhões do PAC 2
Seminário ImPACto Rio avalia primeira fase do PAC e debate o PAC 2
Pelo menos mais 11 comunidades ou complexos de favelas do Rio, além das já beneficiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), têm projetos de urbanização e infraestrutura prontos ou semiprontos para entrar na fila dos recursos do PAC 2. Cidade de Deus e Rio das Pedras (Jacarepaguá), Complexo da Penha, Morros Chapéu Mangueira e da Babilônia (Leme), Jardim Batan (Realengo), Complexo do Lins, Jacarezinho, Juramento (Vicente de Carvalho), Complexo da Tijuca e Kelson (Penha) concorrem a fatia do R$ 1,59 trilhão anunciados pelo governo federal.
A expectativa é de que o Estado receba cerca de R$ 3,5 bilhões. Além das novas áreas, também serão contemplados Complexo do Alemão, Manguinhos, Rocinha e Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, cujas obras do PAC 1 deverão estar concluídas em dezembro. Também no PAC 2, o Ministério da Justiça vai investir R$ 202,575 milhões no Rio, em postos de polícia comunitária, espécie de versão reduzida das UPPs, e espaços integrados para jovens.
A segunda fase do projeto vai ser detalhada pelo presidente da Empresa Estadual de Obras Públicas (Emop), Icaro Moreno, durante o seminário ImPACto Rio 2, que será realizado, em sua segunda edição, nos dias 14 e 15 de setembro, no auditório da AEERJ (Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro). O evento vai reunir as empresas de engenharia, representantes dos governos federal, estadual e municipal, além de profissionais e técnicos da área de engenharia e empresas do setor de consultoria e projetos, construção e fabricantes de materiais e equipamentos.
Entre os nomes confirmados estão Maurício Chacur presidente da Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro - Investe Rio; Pierre Batista, Secretário Municipal de Habitação do Município do Rio de Janeiro; Ícaro Moreno Júnior, Diretor-presidente da EMOP (Empresa Municipal de Obras Públicas); Luiz Firmino, Presidente do INEA (Instituto Estadual do Ambiente); e Francis Bogossian, Presidente da AEERJ e do Clube de Engenharia.
COMO SE INSCREVER?
Para se inscrever basta preencher a ficha em anexo e encaminhar para:
cristiana.iop@planejabrasil.com.br
Para informações adicionais – 21 2262-9401/2215-2245
TAXA DE INSCRIÇÃO – R$ 265,00
INFORMAÇÕES GERAIS
Data: 14 e 15 de setembro de 2010
Local: Auditório da AEERJ
Avenida Rio Branco, 124 – 7º andar
Centro – Rio de Janeiro – RJ
Duração: 16 horas
Metodologia: A programação do seminário será apresentada através de palestras e painéis.
Número de participantes: Vagas limitadas para 100 participantes.
QUEM DEVE PARTICIPAR?
Perfil do público-alvo – Ministros; Governadores; Prefeitos; Presidentes, Diretores, Superintendentes, Gerentes; Coordenadores; Analistas; técnicos de empresas públicas e privadas; Servidores Públicos, estudantes de engenharia e arquitetura.
Áreas do público-alvo – Engenharia; Indústria e Serviços; Administração; Jurídico; Planejamento; Financeiro; Logística; Recursos Humanos; governos (federal, estadual e municipal); Marketing e Comunicação.
AGENDA
* PALESTRANTES E EMPRESAS EM PROCESSO DE CONFIRMAÇÃO
14 DE SETEMBRO DE 2010
08:30 às 09:00 – CREDENCIAMENTO
09:15 às 11:00 – CERIMÔNIA DE ABERTURA
Convidados:
Márcio Fortes de Almeida – Ministro das Cidades*
Erenice Alves Guerra – Ministra-Chefe da Casa Civil*
Sérgio Cabral – Governador do Estado do Rio de Janeiro*
Pierre Batista, Secretário Municipal de Habitação da Prefeitura do Rio de Janeiro (Confirmado)
Maria Fernanda Coelho – Presidente da Caixa*
Francis Bogossian – Presidente da AEERJ e Clube de Engenharia (Confirmado)
Carlos Emmiliano – Diretor Geral da Planeja & Informa (Confirmado)
11:00 às 11:15 – INTERVALO PARA O CAFÉ
11:15 às 12:30 – PALESTRA: PACTO PELA CIDADANIA
“Urbanização como fator de integração das favelas na vida sócio-econômica das cidades”
Palestrantes:
Maria Fernanda Coelho – Presidente da Caixa*
Cândido Grzybowski – Diretor Geral do IBASE*
12:30 às 14:00 – INTERVALO PARA ALMOÇO
14:00 às 15:00 – PALESTRA: RESULTADOS DO PAC I E PERSPECTIVAS DO PAC II PARA O RIO
Palestrante:
Ícaro Moreno Júnior – Diretor Presidente da EMOP (Confirmado)
15:00 às 15:40 – PALESTRA: OBRAS NA ROCINHA – OS DESFIOS DA ENGENHARIA
“Um frenético canteiro de obras – Do teleférico ao Parque Ecológico”
· Nova passarela
· Saneamento/ habitação/ infraestrutura/ esporte, cultura e lazer
Palestrante:
Consórcio Novos Tempos*
15:40 às 16:20 – PALESTRA: OBRAS DE MANGUINHOS – OS DESFIOS DA ENGENHARIA
“Dos equipamentos sociais à da linha férrea integrando à comunidade”
· Saneamento/ habitação/ infraestrutura/ esporte, cultura e lazer
Palestrante:
Consórcio Manguinhos*
16:20 às 16:35 – INTERVALO PARA O CAFÉ
16:35 às 17:15 – PALESTRA: O IMPACTO DO PAC NO DESENVOLVIMENTO DA ENGENHARIA
Palestrantes:
Francis Bogossian – Presidente da AEERJ (Confirmado)
Roberto Kauffmann – Presidente do Sinduscon-RJ
17:15 às 18:30 – PAINEL: TRABALHO SOCIAL NAS FAVELAS
Palestrantes:
Regis Velasco Fichtner Pereira – Secretário de Estado – Secretaria de Estado da Casa Civil*
Maurício Chacur – Presidente da INVESTE RIO (Confirmado)
15 DE SETEMBRO DE 2010
09:00 às 09:40 – PALESTRA: OBRAS NO COMPLEXO DO ALEMÃO – OS DESFIOS DA ENGENHARIA
“Um teleférico no morro – Superando os obstáculos para mobilidade urbana”
· Saneamento/ habitação/ infraestrutura/ esporte, cultura e lazer
Palestrante:
Consórcio Rio Melhor*
09:40 às 10:20 – PALESTRA: OBRAS NO CANTAGALO/ PAVÃO-PAVÃOZINHO – OS DESFIOS DA ENGENHARIA
“Elevadores públicos – Integração do transporte de massa incentivando a economia no morro”
· Turismo
· Saneamento/ habitação/ infraestrutura/ esporte, cultura e lazer
Palestrante:
Construtora OAS*
10:20 às 10:35 – INTERVALO PARA O CAFÉ
10:35 às 11:45 – PALESTRA: HABITAÇÃO E SANEAMENTO
“Programas de financiamento da CAIXA para habitação e saneamento”
Palestrante:
Representantes da Caixa*
11:45 às 12:30 – PALESTRA: O IMPACTO DO ARCO METROPOLITANO NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Palestrante:
Julio Cesar Carmo Bueno – Secretário de Estado da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (SEDEIS) do Estado do Rio de Janeiro*
12:30 às 14:00 – INTERVALO PARA ALMOÇO
14:00 às 15:30 – PALESTRA: RIOS DA BAIXADA
“Projeto Iguaçu e os desafios da engenharia”
Palestrantes:
Luiz Firmino – Presidente do INEA (Confirmado)
Consórcio Rios da Baixada*
15:30 às 17:00 – PAINEL: ARCO RODOVIÁRIO METROPOLITANO DO RIO DE JANEIRO
Palestrantes:
Consórcio Odebrecht/Andrade Gutierrez*
Consórcio Carioca/Queiroz Galvão*
Consórcio OAS/Camargo Corrêa*
Consórcio Delta/Oriente*
17:00 às 17:15 – INTERVALO PARA O CAFÉ
17:15 às 18:00 – ENCERRAMENTO
Convidados:
Paulo Sérgio Passos – Ministro dos Transportes*
Ícaro Moreno – Diretor Presidente da EMOP (Confirmado)
Representante da Caixa*
Francis Bogossian – Presidente da AEERJ e Clube de Engenharia (Confirmado)
Carlos Emmiliano – Diretor Geral da Planeja & Informa (Confirmado)
REALIZAÇÃO
Cartão Planin carlinhos.jpg
APOIO DE REALIZAÇÃO
APOIO INSTITUCIONAL
APOIO DE MÍDIA
APOIO ACADÊMICO
Carolina Martins Costa
Diretora de Operações
Planeja & Informa
Comunicação e Marketing
(21) 2262-9401/ 2215-2245
(21) 7672-8040/ 8875-3895
carolina.martins@planejabrasil.com.br
14 e 15 de setembro de 2010
Avenida Rio Branco, 124 – 7º andar – Rio de Janeiro
Auditório da AEERJ
Rio deverá receber mais
R$ 3,5 bilhões do PAC 2
Seminário ImPACto Rio avalia primeira fase do PAC e debate o PAC 2
Pelo menos mais 11 comunidades ou complexos de favelas do Rio, além das já beneficiadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), têm projetos de urbanização e infraestrutura prontos ou semiprontos para entrar na fila dos recursos do PAC 2. Cidade de Deus e Rio das Pedras (Jacarepaguá), Complexo da Penha, Morros Chapéu Mangueira e da Babilônia (Leme), Jardim Batan (Realengo), Complexo do Lins, Jacarezinho, Juramento (Vicente de Carvalho), Complexo da Tijuca e Kelson (Penha) concorrem a fatia do R$ 1,59 trilhão anunciados pelo governo federal.
A expectativa é de que o Estado receba cerca de R$ 3,5 bilhões. Além das novas áreas, também serão contemplados Complexo do Alemão, Manguinhos, Rocinha e Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, cujas obras do PAC 1 deverão estar concluídas em dezembro. Também no PAC 2, o Ministério da Justiça vai investir R$ 202,575 milhões no Rio, em postos de polícia comunitária, espécie de versão reduzida das UPPs, e espaços integrados para jovens.
A segunda fase do projeto vai ser detalhada pelo presidente da Empresa Estadual de Obras Públicas (Emop), Icaro Moreno, durante o seminário ImPACto Rio 2, que será realizado, em sua segunda edição, nos dias 14 e 15 de setembro, no auditório da AEERJ (Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro). O evento vai reunir as empresas de engenharia, representantes dos governos federal, estadual e municipal, além de profissionais e técnicos da área de engenharia e empresas do setor de consultoria e projetos, construção e fabricantes de materiais e equipamentos.
Entre os nomes confirmados estão Maurício Chacur presidente da Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro - Investe Rio; Pierre Batista, Secretário Municipal de Habitação do Município do Rio de Janeiro; Ícaro Moreno Júnior, Diretor-presidente da EMOP (Empresa Municipal de Obras Públicas); Luiz Firmino, Presidente do INEA (Instituto Estadual do Ambiente); e Francis Bogossian, Presidente da AEERJ e do Clube de Engenharia.
COMO SE INSCREVER?
Para se inscrever basta preencher a ficha em anexo e encaminhar para:
cristiana.iop@planejabrasil.com.br
Para informações adicionais – 21 2262-9401/2215-2245
TAXA DE INSCRIÇÃO – R$ 265,00
INFORMAÇÕES GERAIS
Data: 14 e 15 de setembro de 2010
Local: Auditório da AEERJ
Avenida Rio Branco, 124 – 7º andar
Centro – Rio de Janeiro – RJ
Duração: 16 horas
Metodologia: A programação do seminário será apresentada através de palestras e painéis.
Número de participantes: Vagas limitadas para 100 participantes.
QUEM DEVE PARTICIPAR?
Perfil do público-alvo – Ministros; Governadores; Prefeitos; Presidentes, Diretores, Superintendentes, Gerentes; Coordenadores; Analistas; técnicos de empresas públicas e privadas; Servidores Públicos, estudantes de engenharia e arquitetura.
Áreas do público-alvo – Engenharia; Indústria e Serviços; Administração; Jurídico; Planejamento; Financeiro; Logística; Recursos Humanos; governos (federal, estadual e municipal); Marketing e Comunicação.
AGENDA
* PALESTRANTES E EMPRESAS EM PROCESSO DE CONFIRMAÇÃO
14 DE SETEMBRO DE 2010
08:30 às 09:00 – CREDENCIAMENTO
09:15 às 11:00 – CERIMÔNIA DE ABERTURA
Convidados:
Márcio Fortes de Almeida – Ministro das Cidades*
Erenice Alves Guerra – Ministra-Chefe da Casa Civil*
Sérgio Cabral – Governador do Estado do Rio de Janeiro*
Pierre Batista, Secretário Municipal de Habitação da Prefeitura do Rio de Janeiro (Confirmado)
Maria Fernanda Coelho – Presidente da Caixa*
Francis Bogossian – Presidente da AEERJ e Clube de Engenharia (Confirmado)
Carlos Emmiliano – Diretor Geral da Planeja & Informa (Confirmado)
11:00 às 11:15 – INTERVALO PARA O CAFÉ
11:15 às 12:30 – PALESTRA: PACTO PELA CIDADANIA
“Urbanização como fator de integração das favelas na vida sócio-econômica das cidades”
Palestrantes:
Maria Fernanda Coelho – Presidente da Caixa*
Cândido Grzybowski – Diretor Geral do IBASE*
12:30 às 14:00 – INTERVALO PARA ALMOÇO
14:00 às 15:00 – PALESTRA: RESULTADOS DO PAC I E PERSPECTIVAS DO PAC II PARA O RIO
Palestrante:
Ícaro Moreno Júnior – Diretor Presidente da EMOP (Confirmado)
15:00 às 15:40 – PALESTRA: OBRAS NA ROCINHA – OS DESFIOS DA ENGENHARIA
“Um frenético canteiro de obras – Do teleférico ao Parque Ecológico”
· Nova passarela
· Saneamento/ habitação/ infraestrutura/ esporte, cultura e lazer
Palestrante:
Consórcio Novos Tempos*
15:40 às 16:20 – PALESTRA: OBRAS DE MANGUINHOS – OS DESFIOS DA ENGENHARIA
“Dos equipamentos sociais à da linha férrea integrando à comunidade”
· Saneamento/ habitação/ infraestrutura/ esporte, cultura e lazer
Palestrante:
Consórcio Manguinhos*
16:20 às 16:35 – INTERVALO PARA O CAFÉ
16:35 às 17:15 – PALESTRA: O IMPACTO DO PAC NO DESENVOLVIMENTO DA ENGENHARIA
Palestrantes:
Francis Bogossian – Presidente da AEERJ (Confirmado)
Roberto Kauffmann – Presidente do Sinduscon-RJ
17:15 às 18:30 – PAINEL: TRABALHO SOCIAL NAS FAVELAS
Palestrantes:
Regis Velasco Fichtner Pereira – Secretário de Estado – Secretaria de Estado da Casa Civil*
Maurício Chacur – Presidente da INVESTE RIO (Confirmado)
15 DE SETEMBRO DE 2010
09:00 às 09:40 – PALESTRA: OBRAS NO COMPLEXO DO ALEMÃO – OS DESFIOS DA ENGENHARIA
“Um teleférico no morro – Superando os obstáculos para mobilidade urbana”
· Saneamento/ habitação/ infraestrutura/ esporte, cultura e lazer
Palestrante:
Consórcio Rio Melhor*
09:40 às 10:20 – PALESTRA: OBRAS NO CANTAGALO/ PAVÃO-PAVÃOZINHO – OS DESFIOS DA ENGENHARIA
“Elevadores públicos – Integração do transporte de massa incentivando a economia no morro”
· Turismo
· Saneamento/ habitação/ infraestrutura/ esporte, cultura e lazer
Palestrante:
Construtora OAS*
10:20 às 10:35 – INTERVALO PARA O CAFÉ
10:35 às 11:45 – PALESTRA: HABITAÇÃO E SANEAMENTO
“Programas de financiamento da CAIXA para habitação e saneamento”
Palestrante:
Representantes da Caixa*
11:45 às 12:30 – PALESTRA: O IMPACTO DO ARCO METROPOLITANO NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Palestrante:
Julio Cesar Carmo Bueno – Secretário de Estado da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (SEDEIS) do Estado do Rio de Janeiro*
12:30 às 14:00 – INTERVALO PARA ALMOÇO
14:00 às 15:30 – PALESTRA: RIOS DA BAIXADA
“Projeto Iguaçu e os desafios da engenharia”
Palestrantes:
Luiz Firmino – Presidente do INEA (Confirmado)
Consórcio Rios da Baixada*
15:30 às 17:00 – PAINEL: ARCO RODOVIÁRIO METROPOLITANO DO RIO DE JANEIRO
Palestrantes:
Consórcio Odebrecht/Andrade Gutierrez*
Consórcio Carioca/Queiroz Galvão*
Consórcio OAS/Camargo Corrêa*
Consórcio Delta/Oriente*
17:00 às 17:15 – INTERVALO PARA O CAFÉ
17:15 às 18:00 – ENCERRAMENTO
Convidados:
Paulo Sérgio Passos – Ministro dos Transportes*
Ícaro Moreno – Diretor Presidente da EMOP (Confirmado)
Representante da Caixa*
Francis Bogossian – Presidente da AEERJ e Clube de Engenharia (Confirmado)
Carlos Emmiliano – Diretor Geral da Planeja & Informa (Confirmado)
REALIZAÇÃO
Cartão Planin carlinhos.jpg
APOIO DE REALIZAÇÃO
APOIO INSTITUCIONAL
APOIO DE MÍDIA
APOIO ACADÊMICO
Carolina Martins Costa
Diretora de Operações
Planeja & Informa
Comunicação e Marketing
(21) 2262-9401/ 2215-2245
(21) 7672-8040/ 8875-3895
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