terça-feira, 17 de junho de 2008

Avaliem esta situação

Texto retirado sem autorização da revista CONSTRUIRNOTÍCIAS N° 29 ANOS 5 2006 Julho/agosto.

LILITO, UM AMOR DE CARACOL.
Sandra Diniz Costa
1
Lilito era um caracol, daqueles que moram nos jardins e que são chamados de caramujos. Era um caracol muito bonito. Dava até para rimar... Lilito...Bonito. Bonito ele era, mas tinha um problema: talvez por causa do peso da casa nas costas, Lilito fazia tudo devagar...Bem devagarzinho...Andava devagar...Pensava devagar...Dormia devagar...Vivia devagar. Bem devagarzinho...
2
Ele não sabia pular como grilo, nem voar rápido como a joaninha. Na hora de brincar de esconde-esconde, até ele contar até dez, todos os bichinhos já estavam cansados de esperar. Demorava demais. Mas o pior mesmo era na escola. Como a sua casa ia junto com ele para todos os lugares, Lilito só não chegava atrasado porque morava bem pertinho, no jardim da escola. Mas o resto...
3
A professora era Dona Aranha, muito inteligente. Tinha curso de especialização de teias, feitos nos Estados Unidos, o mestrado em armadilhas, na Europa. Além disso, era ótima em Matemática e Portuguesa. Uma boa professora. Mas enquanto os colegas já estavam na multiplicação, Lilito começa a entender a adição...Seus colegas já liam e escreviam, Lilito ainda nem sabia a diferença entre “b” e “d”! Escrevia dola, quando era bola, e bebo quando era dedo!
4
Dona Aranha não podia mais esperar, pois atrasaria a turma, Lilito foi ficando para trás... Para trás... Demorava a ler, demorava a copiar, demorava a entender! O que fazer com Lilito, um caracol tão devagar quanto bonito?
5
Desesperada, Dona Aranha conversou com a diretora, e Lilico foi mandado para outra sala... Ficou com as lesmas e as tartarugas...Mas aquela sala era chamada por todos os meninos da escola de “a sala dos pamonhas!” Sala dos pamonhas! Sala das melecas! Sala dos burros! Essa era a triste fama daquela classe, e nenhuma professora queria trabalhar com eles... Trabalhar com aquela classe dava fama ruim para as professoras! Isso era o que elas pensavam.
6
Até que um dia, chegou àquela escola uma professora diferente. D-I-F-E-R-E-N-T-E? Diferente como? Diferente por quê?
7
Bem... Diferente por varias razões. Primeiro, porque era uma minhoca. E minhoca não tem cara de professora. Diferente, porque trazia no rosto um sorriso do tamanho do mundo. Maior que o mundo: um sorriso do tamanho do coração dela!Ela se chamava Dona Lúcia e era a própria luz de alegria, brilhando naquela escola.E ela acreditava que toda criança pode aprender. É só ensinar do jeito certo. E o difícil é descobrir esse jeito! Dona Lucia fez questão de dar aulas para a sala dos pamonhas!
8
Quando chegou lá, viu que todos desanimados, como de sono, só pensavam na merenda. Eles mesmos não acreditavam que podiam aprender! Sabem o que fez Dona Lúcia fez? Foi logo contando uma história! Histórias acendem olhinhos no mundo inteiro. E lá também! Os bichos ficaram fascinados, porque ela fazia gestos, imitava vozes, cantava! Que beleza!
9
Era uma história de gente que queria encontrar um tesouro. Ele estava escondido num lugar cheio de armadilhas, quando terminou a história, Dona Lúcia disse:
- E vocês? Gostariam de encontrar um tesouro também?
- Mas é claro que nós queremos! Responderam todos.
-Pois nós vamos procuramos um tesouro: O tesouro é ler e escrever.
-Mas nós somos burros e pamonhas!
-Nós não conseguimos aprender!
-Foi fácil para os heróis a busca de tesouro?
-Não, foi muito difícil!
-E eles desistiram?
-Não!eles continuaram procurando.
-E conseguiram, não foi? Pois nós - Vocês e eu – Vamos conseguir também! Eu garanto a vocês.
-Nós vamos conseguir!
10
E começou a batalha: Dona Lúcia foi estudar, foi fazer cursos, foi pesquisar...E descobriu uma verdade maravilhosa: seus alunos não eram pamonhas, eles eram apenas lentos! Aprendiam mais devagar, cada um no seu próprio ritmo! E ela lhes contou o que havia descoberto:
-Tudo na natureza tem seu ritmo, isto é, sua maneira de ser...Existem as águias, que voam alto e longe, acima das montanhas... E os caracóis, devagar, na sua vidinha... Quem é mais importante? Pergunte a Deus... E ele vai responder que, para ele, os dois são iguais, recebem o mesmo amor. Têm papéis diferentes na vida, só isso. Existem árvores enorme, que vivem centenas de anos...E grama, pequena e macia. As duas tão lindas! Existem um sol iluminado tantos planetas.... E os vaga-lumes pequeninos, iluminando um pedacinho de mato. Existe o elefante e o rato, as onças e as formigas, e as jibóias e as minhocas... Todos no seu ritmo, no seu papel diante da vida! Por isso, apartir de hoje, nesta sala, ninguém vai comparar consigo mesmo... Cada dia, cada um vai perguntar:
- Eu melhorei? Em que? Estou hoje melhor do que ontem?
Isso é importante!Se levar mais tempo, não tem importância. Cada um faz seu tempo. Combinado?
11
E assim foi. Levou muito tempo. Mas todos aprenderam. Uns mais depressa. Lilito é claro foi o último. Mas todos aprenderam. E nunca esqueceram Dona Lucia.
12
Os anos se passaram... Lilito foi aprendendo... Crescendo... E, quando ficou adulto, sabem que profissão escolheu? Lilito foi ser pesquisador... Ele foi estudar mais sobre educação e sobre o ritmo de cada um. Porque, no relógio da vida, a gente é que faz o tempo.



Situações que devem ser tratados em separado pelo educador e apesar dos teóricos que não lidam com as situações diárias tende a tentar ensinar como devem trabalhar fatos que fogem a regra, tais como;
- 30/35 alunos convivendo em uma sala, turma de 3° série ou 2° ciclo (média de idade 8 a 10 anos, com um aluno portador de necessidade especial, sem apoio de sala de aula). Dentro deste universo a o aluno que quer impor sua opinião, neste perfil a o que gosta de fazer piadas, demonstrar insatisfação ou irritabilidade em sala de aula. Ao mesmo tempo a o que quer estudar e demonstra a seus amigos o quanto é inteligente e eles burros, que possui mérito e eles nada, quando não coloca seus recursos ou influência familiar como poder ou moeda de troca, demonstra e utiliza o corpo como poder de negociação com os colegas em sala de aula, dois grupos compostos com um general agressivo e autoritário, soldado obediente, o estou aqui até me aborrecerem competindo pelo espaço, a o tímido, 15% da sala é de desinteressados, o surtado, o espaçoso, o psicólogo, a patricinha, o gago, o bar do fundo de sala ou a conversa está mais interessante, não te vejo a muito, não deu para entender no recreio, veja a revista, o meu celular e o estatuto diz que eu tenho o direito e acabou, procure o seu, se tiver há,há,há, , no campo dos nerds, a o calmo,o solitário, o politicamente correto, sou mais inteligente e nasci para pisar em você, o louco, influenciável, carente ou acessível ao contato humano, dependente, com chave liga desliga, o amostra grátis( ajudo todo mundo) e paga( quanto para fazer o trabalho dos outros) e alguns conseguem agregar mais de uma personalidade. A o que traz os problemas de casa para a escola, ou que minha mãe diz, vou falar com a direção ou conselho tutelar se contrariado, não, o nerd calmo, ou se interessa se está certo ou errado sou “dimemor”, O QUE DEMONSTRA QUE SÃO INDIVIDUOS COM VONTADES, EM FORMAÇÃO E PASSIVEIS DE OPINIÕES E CONCEPÇÕES DE VIDA DIFERENTE.
Partindo do texto e destas considerações trabalhando, em sala de aula e tendo a presença de alunos com estes perfis, considerando que a escola não permite a aplicação de punição ao aluno no caso de indisciplina, mesmo grave como falta de respeito ou agressão verbal ou física ao colega, funcionários e professores, destruição de patrimônio. Possui aprovação automática, o professor desta turma em questão leciona em duas unidades diariamente de segunda a sexta (corrige e prepara as atividades aos finais de semana), dispõe de poucos recursos para participar de eventos externos com qualidade, os livros e materiais didáticos de seu uso, mesmo aqueles oferecidos pelo governo tem necessidade de algum recursos ou tempo para adquirir.
-Como dirigir o foco da discurssão e utilizar falas como; sabemos que isso para você é interessante, mais poderia deixar para mais tarde, não seria encarado como um passa fora e atrair a rebeldia da turma?
- Tendo vários grupos com perfil diferente dentro de sala, um com grande dificuldade de aprendizagem; outro agitador que estão sempre arrumando briga; e outro esperto, porém não tão inteligente; outros faladores focados na atualidade e o grupo dos nerds, avançado. O dever, as matérias devem ser difíceis ou fáceis, utilizo atividades que contemplem parte do grupo ou me dirijo ou sigo os parâmetros, como tenho poço tempo para aplicar toda a disciplina no bimestre, o que eu faço quando cinco alunos exigem mais atenção(não posso ficar depois da aula pois leciono em outro lugar), e quando a interrupção termino a matéria em outro dia ou passo para outra.
Apartir destes universo como você se comportaria dentro desta sala?
Quanto ao com necessidades especiais, escolher os com necessides medias sem apoio dentro de sala de aula, observações, estes alunos são de localidade de risco social eminente e atende ao juizado de infanci na atenção ao criança sem responsavel legal constituido.

domingo, 15 de junho de 2008

senac e vagas em cursos

O curso do Senac para adolescentes de 16 a 21 anos segundo noticias oferece encaminhamento a lojas e empresa o que pode gerar uma contratação efetiva e exige no minimo 4° serie ( só espero que na hora de entrar não coloque apenas os de escolaridade alta) o end. Rua Emiliano Felipe N° 173 Irajá Rio de Janeiro, Educação para o trabalho e cidadania do Senac, vá ao senac mais proximo de sua região e verifique se há vagas pois e restritivo apenas um local de dificil acesso. e existe o projovem adolescente tem que verificar se Niteroi tomou vergonha e diante da necessidade já possui.

Notas Do IDEB

A média dos estudantes brasileiros no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) cresceu em todas as etapas do ensino médio, entre 2005 e 2007, segundo o MEC (Ministério da Educação). Apesar do aumento nas notas, as médias continuam baixas.

Entre as quartas séries, as médias aumentaram de 3,8 para 4,2. Na oitava série, de 3,5 para 3,8 No ensino fundamental está o pior quadro: a média subiu apenas um décimo, de 3,4 para 3,5.

Apesar de resultados baixos, o MEC considera que há avanços devido à superação de metas. Segundo a pasta, a expectativa de nota para as quartas séries, oitavas séries e ensino médio eram de 3,9, 3,5 e 3,5, respectivamente. As notas vão de zero a dez.

As regiões Norte e Nordeste, que tinham as menores notas, obtiveram também as maiores variações, mas mantém as notas baixas. O ensino médio da região Norte, por exemplo, não conseguiu passar dos três pontos, ficando no patamar de 2,9, mesmo número de 2005 e meta para esse ano.

O Ideb avalia todas as unidades da federação foram avaliadas nos três níveis, gerando 81 índices. Destas, apenas duas foram iguais a 5,0 –as dos estudantes de quarta série do Paraná e do Distrito Federal. Nenhuma passou da metade dos pontos possíveis.

Movimento negro em Salvador

http://www.salvador negroamor. org.br/main/ noticias/ default.jsp? CId=704

Discriminação racial no mercado de trabalho ainda é praticada em Salvador
SNA

No mês de dezembro de 2003, a Federação Nacional de Advogados (FeNAdv) e o
Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (IARA), associação dedicada ao estudo
jurídico da questão racial e de meio ambiente, apresentaram ao Ministério
Público Federal do Trabalho, 28 Representações referentes a todas as capitais
brasileiras e ao Distrito Federal, denunciando a desigualdade racial no mercado
do trabalho. O objetivo era, a partir da abertura de inquéritos pelo Ministério
Público, iniciar a apuração dos casos de discriminação racial na indústria, no
comércio e no setor financeiro. Em alguns estados, as denúncias foram arquivadas
sob alegação de falta de denúncia concreta contra empresas específicas. Em
outros, a manifestação de grupos de militância negra contribuiu para a
investigação de alguns grupos econômicos no que diz respeito à discriminação
racial. É o caso da Ford, na Bahia.

A iniciativa, pioneira no país e que tem à frente o advogado Humberto Adami,
presidente do IARA e mestre em Direito pela UERJ, se baseou em matérias
jornalísticas e em pesquisas referentes à distribuição étnica da população no
mercado de trabalho. Dados relativos ao desemprego juvenil na Região
Metropolitana de Salvador (RMS) ilustram as dimensões do problema. Segundo a
Pesquisa Emprego e Desemprego feita pela Superintendência de Estudos Econômicos
e Sociais da Bahia, no mês de maio de 2005, na RMS, a população na faixa etária
entre 18 e 24 anos desempregada correspondia a 38,9%. No mesmo período, 89,9%
dos desempregados eram constituídos de negros e 10,1% de brancos.

Segundo Samuel Vida, coordenador do Afro-Gabinete de Articulação Institucional e
Jurídica (AGANJU), “o problema do racismo institucional não é facilmente
judicializável por conta das limitações da legislação brasileira”. Os mais de
100 casos de racismo levados a julgamento pelo Afro-Gabinete – em funcionamento
desde 2001 - são de origens diversas, estando enquadradas principalmente no
âmbito do Direito Civil. Nos processos relacionados à ocupação do mercado de
trabalho, os problemas mais freqüentes da população negra são as contratações e
as próprias relações trabalhistas.

No entanto, mesmo os casos levados à Justiça não são amparados por leis
referentes ao racismo institucional, o que explica a necessidade de formulação
de políticas públicas - um dos eixos de atuação do AGANJU. É de autoria desta
instituição o Programa de Combate ao Racismo Institucional (PCRI), em execução
pela Secretaria Municipal de Reparação (SEMUR). “Apesar de estar em fase
inicial, o fato de ter sido implantado já é considerado um grande avanço” –
afirma Samuel Vida. O objetivo do programa é promover a igualdade racial e a
formação de bancos de dados com o recorte racial nos diversos setores da
administração pública através da capacitação de gestores públicos.

De acordo com o assessor-chefe da SEMUR, Antônio Cosme, a principal dificuldade
para a identificação do racismo institucional é a naturalização do tratamento
diferenciado do Estado em relação a cidadãos com tonalidade de peles diferentes,
desde o período colonial até hoje.

Bairros Periféricos e emprego
Ailton Ferreira, membro-fundador da Federação das Associações de Bairros de
Salvador (FABS), destaca a dificuldade dos moradores de bairros periféricos em
conseguir empregos bem remunerados. “Nos shoppings da cidade o rosto dos
seguranças, faxineiros, e outros serventes é negro, diferente da cor de quem
trabalha nas lojas” - critica. Ele afirma que, a partir dos anos 80, as
associações de bairros passaram a sofrer influências do movimento negro em sua
pauta de reivindicações, o que se traduziu em negociações com o poder público
sobre questões raciais particulares.

Nos bairros mais populosos, a solicitação de políticas públicas à Prefeitura é
mais frequente, como acontece na Liberdade e no Curuzu, que possuem maior
concentração de moradores negros da cidade. Desde o ano passado, como resultado
das discussões com lideranças locais, a administração municipal iniciou a
criação do corredor cultural do Curuzu, do início ao final da rua, onde se
encontra a sede do Ilê Aiyê. A idéia é explorar as potencialidades produtivas
locais. É a partir da culinária, artesanato e da arte produzidas pelos moradores
que o comércio será estimulado no espaço. Ferreira reconhece que trata-se de
ações isoladas, mas que “representam um começo” para a formulação de medidas
estruturais que promovam o acesso ao emprego pela população negra de Salvador.

Aos brasileiros sem canudos

Um acordada para quem quer fazer biologia, mas não tem tempo e que utilizar o regime ensino a distância, apesar do conselho de Biologia ter colocado a norma que impede de conseguir o registro na entidade, nada impede que lecione ou de aula, porém se usar a cabeça pode começar as dar aulas, chamar empresas e instituição que querem investir em alguma coisa e montar uma bela sala para seus alunos e no caso de descobertas nem o conselho pode impedir voçê de patentear a descoberta. Somos brasileiros e não desistimos nunca ou hà o jeitinho Brasileiro.

sábado, 14 de junho de 2008

Questiono a Conferência

Se falam tanto em cartas e para isso gastm rios de dinheiros com portadores de canudos, teóricos que querem impor pensamentos que na pratica fica a cargo daqueles que estão com a cara na reta fingie que é aplicavel.
A verificar a convenção 111 assinada pela OIT e o governo Brasileiro em 1965 já considerad ultrapassada mais dentro da questão de busca por direitos serve. O MTE publica Portarias que colocam condições restritivas ao usuario destinado a aplicação da lei, CLT Art 402 ao 441 e portarias 615/616/618 de 2007, temos um aplicador de cursos que ao mesmo tempo é o colaborador da confecção do CBO; e possui maioria dos convenios com empresas publicas, mistas e concessionarias; e possui cursos que estão longe de ser acessados por classes E, D e C e quando acessam, a maioria não tem como utilizar em seu proveito claro, o acesso garantido ao emprego devido ana competição, e necessidade de mais cursos.
Se levamos para o lado da lei Maria da Penha, uma adolescente que precisa trabalhar para ser aceita de volta na casa de seus pais, já que possui filho e baixa escolaridade e é impedida pelas leis de proteção de trabalhar em casa de familia, local de acesso ao trabalho por quem tem baixa escolaridade e é mulher, O CBO já está sendo preparado a ter faxineiro a nivel de 1° grau completo, ou ela naturalmente continua com o homem espancador ou ...( realidade que não existe na leitura dos teoricos, porquê????) a mesma coisa em se tratando do adolescente homossexual.
14 anos a 16 anos para trabalhar como aprendiz dentro de necessidades ou em risco eminente não existe para INTELECTUAL. Para o jornal Nacional de 12/16/2008 e ainda querem lutar pela proteção destes adolescentes que já estão inseridos em um meio que poderia ser trata como direto a acesso ao trabalho digno e com direitos a educação plena e não enganação que tira deles toda a esperança e empurra mais ainda a criminlidade e revolta contra o sistema, os com meritos e filhos de papai e mamãe(com recurso) de 14 a 16 anos podem trabalhar sem problemas e são aplaudidos, por que os outros não??? O QUE É INCLUSÃO PARA VOCÊS?????

Conferencia das Americas

Encaminhado pelo CMA HIP HOP

---

2008/6/13 CMA HIP-HOP :


COMEÇA HOJE A CONFERÊNCIA DA SOCIEDADE CIVIL DAS AMÉRICAS
Começa hoje (13/06), no auditório 1 do Hotel Alvorada Brasília, a Conferência da Sociedade Civil das Américas preparatória para a Conferência de Revisão de Durban. Até o próximo domingo (15/06), 300 delegados de entidades da sociedade civil de 33 países da América Latina e Caribe farão a avaliação do processo pós-Durban no plano regional, incluindo o exame das formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerâncias correlatas, em todas as suas dimensões. Será pioneira no processo da Conferência Mundial de Revisão de Durban e seu resultado influenciará o processo de Revisão das demais regiões.

O documento final do encontro servirá como subsídio para a Conferência Governamental das Américas, que terá início no próximo dia 17, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

Conferência Oficial – A I Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e a Intolerência Associada, foi realizada em Durban, na África do Sul, em setembro de 2001. Na ocasião foram discutidas as etapas práticas para a luta contra o racismo, e editadas recomendações para combater o preconceito e a intolerância ao redor do mundo. O intercâmbio entre os países participantes, as instituições especializadas e as organizações não-governamentais levou à redação uma declaração e um programa de ações, que inclui medidas de prevenção, educação e reparações.

Em 2006, a Assembléia Geral das Nações Unidas, através da resolução 61/149, aprovou a realização em 2009 da Conferência de Avaliação da Implementação da Declaração e do Plano de Ação de Durban. Foram previstas, na ocasião, conferências regionais preparatórias, a serem realizadas entre maio e setembro de 2008.

Organização – A Conferência das Américas foi assumida pelo Governo brasileiro, e será realizada no Palácio do Itamaraty, em Brasília, entre os dias 17 e 19 de junho. Esta Conferência segue todos os padrões adotados pelas Conferências da ONU. O Alto Comissariado de Direitos Humanos das Nações Unidas (ACDHNU), a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR/PR) e o Ministério das Relações Exteriores assumirão os custos.

Cabe ao Estado Brasileiro, como sede da Conferência Governamental, e à ONU, como organismo responsável pela promoção dessa iniciativa, a sua Coordenação Geral, a articulação e o incentivo à participação institucional dos demais Estados da América Latina e Caribe e das organizações multilaterais pertinentes. A convocação foi encaminhada pelos três organismos responsáveis.

O ministro Edson Santos será o presidente da Conferência, tendo como vice-presidente os representantes das sub-regiões da América Latina e Caribe. A delegação brasileira será chefiada pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e composta por representante da SEPPIR e os ministros da Secretaria Especial de Direitos Humanos, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, da Fundação Palmares do Ministério da Cultura, do Ministério da Justiça, além dos ministros de outras pastas que tratam do tema, como o Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Educação, Ministério da Saúde, e Secretaria Geral da Presidência da República.

A Abertura da Conferência deverá contar com a presença do Presidente da República.



FONTE: SEPPIR




--------------------------------------------------------------------------------

ATENÇÃO !!!

Este grupo é fechado, para responder o e-mail ou entrar em contato com a CMA HIPHOP, vaja abaixo:



"Diversidade cultural patrimônio comum da humanidade, educação pela comunicação para democratizar as oportunidades, a estrada é muito longa cheia de sinais, mas nunca apague o farol dos seus idéias"

Dj Branco.



CMA Hip Hop - Comunicação Militância e Atitude Hip-Hop

E-mail: cmahiphop@yahoo. com.br / cmahiphop@hotmail. com

Tel: 55-(71) 91510631 / DJ BRANCO

Salvador – Bahia - Brasil