segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Artesanato

Cordões, pulseiras, brincos, chaveiros e cintos são algumas das peças produzidas, que mesclam a fibra vegetal reciclada com materiais diferenciados como cristais, resinas e metais. Além das aulas, as alunas recebem uma ajuda de custo e todo o material usado durante o curso. A cooperativa também ganhou uma máquina de costura nova.

Todas as peças produzidas durante as aulas podem ser comercializada...s por conta própria pelas alunas. E, no final, será montado um book com o que foi produzido.

Valdemira Zaniboni, representante do Fórum da Agenda 21 pela comunidade, é uma das alunas do curso e já está entusiasmada com os resultados. “Esse projeto lindo foi um presente de Natal que recebemos, pois ele é uma ótima oportunidade de trabalho e geração de renda. E eu, que não achei que levasse jeito para isso, já produzi várias peças. Esperamos servir de exemplo para que outros municípios adotem essa ideia”.

Quem quiser saber mais sobre o curso de treinamento em acessórios de moda, pode entrar em contato com a professora Isabella Santoro através do e-mail isasantorobella@yahoo.com.br.

http://www.agenda21comperj.com.br/noticias/artesas-da-cooperativa-recifibras-de-rio-bonito-recebem-capacitacao-0
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http://www.agenda21comperj.com.br/
Artesãs da Cooperativa Recifibra,s de Rio Bonito, participam de curso de capacitação com apoio da FAPERJ.

Racismo em São Paulo 2012

Postura de governador.
 Assim se entende suas ações em relação a Pinheirinho.
Afinal não são descendentes de ..., mas de negros, indios e nordestinos.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Alckmin não quer divulgação da Lei anti-discriminação racial

S. Paulo - O governador Geraldo Alckmin, do PSDB, decidiu vetar na íntegra projeto de lei aprovado pela Assembléia Legislativa, de autoria da deputada Leci Brandão (PC do B/SP), que determinava a divulgação da Lei 14.187/2010, que pune administrativamente os crimes de discriminação racial, em todos os espaços públicos, incluindo, estádios de futebol, bares, supermercados, restaurantes e veículos de transporte coletivo.

A divulgação - caso a Lei passasse a vigorar - seria feita por meio da fixação de avisos em ambientes de uso coletivo, públicos ou privados, com os seguintes dizeres: “Lei Estadual 14.187/2010, que dispõe sobre penalidades administrativas a serem aplicadas pela prática de atos de discriminação racial. Denuncie”. 

A pena para os estabelecimentos e ou empresas que desobedecessem a determinação seria multa de 100 Unidades Fiscais do Estado (UFESPs) – o equivalente a R$ a 184.400,00. O valor da UFESP para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro deste ano, é de R$ 18,44.

A comunicação do veto pelo Palácio dos Bandeirantes aconteceu na segunda-feira, o primeiro dia útil de 2012 e causou surpresa na Assembléia, onde o projeto foi aprovado por unanimidade no dia 30 de novembro passado. 

“A inquestionável eficácia da Lei nº 14.187/10, valioso instrumento normativo para coibir, no Estado de São Paulo, práticas ou condutas discriminatórias em razão de raça ou cor, levam-me a desacolher modificações ao seu texto”, limitou-se a justificar o governador, em comunicado formal ao presidente da Casa, deputado Barros Munhoz.

Embora os deputados possam derrubar o veto do governador, ninguém acredita que isso acontecerá porque Alckmin tem maioria folgada na Assembléia.

Silêncio

O gabinete da deputada - que está em recesso parlamentar - não quis se manifestar, informando que ela própria, posteriormente, falará sobre o caso.

Há o temor de que a decisão se repita em outro projeto de Leci que propõe a criação de um Fundo Estadual de Promoção da Igualdade Racial, para onde deverão ser destinadas as multas aplicadas. Como está na Lei, atualmente, esse dinheiro vai para o Tesouro do Estado.

O veto à iniciativa para tornar a Lei Anti-discriminação racial conhecida no Estado, acontece justamente no momento em que a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, divulga relatório anunciando que foram abertos 99 processos durante o ano passado - 32,3% dos quais relacionados a discriminação étnico-racial.

Punições

A Lei 14.187/2010 pune a prática de atos discriminatórios por motivo de raça ou cor praticada por pessoa física ou jurídica, e prevê penas que vão da advertência até a cassação da licença para funcionamento, passando por multas que variam de mil a três mil UFESPs, em caso de reincidência. 

A Lei também prevê a possibilidade da aplicação da multa até o triplo, no caso de ficar constatado que a condição econômica do infrator torna a penalidade ineficaz.

Fonte: AfroPress

sábado, 28 de janeiro de 2012

E dizem que o exercito profissionaliza


estou com um jovem que vai.mandado ir embora. Dar baixa. E olhem brigada parQuedista. Uma turma.boa. Uma pergunta.foram qualificados nesses um ano em armas e ataques. Casos como passagens se um individuo tem passagem acima R$ 500.00. Ele não recebe.e se receber o auxilio transporte so depois que sai. Se nâo tiver um juiz ruim. Uma questâo porque profissionalizar jovens para atuar no trafico de drogas. Jà que quem sai nem FGTS e nem auxilio desemprego. Se tem filho. Um ano sem estudar. O que esse pessoal forma mesmo


    •  E ele reclama foi um ano perdido. Nâo terminei meus estudos. Sem emprego. E se brigar.pelos seus direitos o exercito abafa. Igual ao judiciario.


Marinha Brasileira e Eiki Batista pode Pinheirinho não

se me criticam por apoiar pinheirios. Lembre-se esta terra ao ser invadida os que a tomaram o fizeram em nome da cor de pele e da diferença no cotidiano ou estilo de vida. Em Alcantara maranhão a Marinha Brasileira. Pessoas são espulsas de terras centenarias em nome de alojamentos. Sem direitos a serem pessoas e viver como Brasileiros. Com ir e vir. Eike Batista no porto de aÇu compra terras sem docimentos como acontece em outros grandes empréndimentos de amigos ricos. Em Angra dos Reis. RJ morte em hotel de estrangeiro é tratado com diferença pelo governo e midia em relação a favela carioca. A construçâo acima dela não é mostrada. E por final. O goberno de São Paulo e o judiciario paulista sabe que nâo vai reaver os impostos atrasado da massa falida. Mas permitir parques em seus jardins o judiciario paulista não pode. Nem metros. Pessoas pessoas.pessoas

QUE TEM ISSO

Visão de minha varanda. visão de favela

No Brasil os alunos aprendem que escola publica em que a maioria são negros e indios. tem que atuar em baderna. Não podem ter a mesma qualidade de ensino que uma que serve a descendentes. O Brasil precisa aprender a ter orgulho de ser brasileiro