Publicada em 01/07/10 19:35
Por Leandro Uchoas
Rio - Nas ruas, quase todos concordam: as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), implantadas em algumas comunidades pobres do Rio de Janeiro, são um benefício para a cidade. Finalmente, o Estado estaria assumindo o controle sobre áreas perdidas, trazendo paz para os cidadãos, moradores ou não de favela. Segundo o discurso oficial, outros benefícios viriam de carona com a suposta paz. Instaladas no coração das comunidades, com a expulsão de narcotraficantes ou milicianos, as UPPs seriam o policiamento comunitário que, por tantas vezes, se reivindicou. Amplamente elogiada pela mídia hegemônica, têm o apoio dos cariocas de todas as classes. Entretanto, a avaliação de especialistas em segurança pública, curiosamente, foge a esse consenso.
Alguns dos críticos da política pública veem alguns pontos positivos na política. O principal deles é a retomada de territórios perdidos para o narcotráfico. Regiões pobres da cidade, em tese entregues ao controle político-econômico dos varejistas da droga, estariam sendo recuperadas pelo Estado, através de seu braço armado, a polícia. Porém, nem todos estão de acordo. “É muito cômodo usar esse argumento. Nunca houve área em que o Estado não pudesse agir. Nós não aceitamos essa teoria, de regiões com Estado paralelo. A implantação das UPPs é suporte para toda uma série de medidas de criminalização da pobreza que estão em andamento no Rio de Janeiro”, afirma Camilla Ribeiro, do Justiça Global.
No artigo “Afinal, qual é a das UPPs?”, Luiz Antonio Machado, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), enxerga alguns dados positivos. “Onde estão atuando, de um modo geral, têm apresentado bons resultados, medidos por indicadores locais razoavelmente confiáveis”, considera. “No entanto, não é prudente avaliar políticas públicas por meio de uma síntese binária, do tipo 'bom' x 'ruim'”, alerta.
Machado analisa uma série de pontos que estariam “distantes do debate coletivo”. Um deles é o fato de se tratarem “apenas de projetos conjunturais, uma parte menor – muito menor – de uma política repressiva de manutenção da ordem pública”. Também vê com preocupação o fato de coronéis das UPPs desempenharem “o papel de mediador político-administrativo” (em algumas unidades, o policial torna-se quase um subprefeito da favela).
Intelectuais e ativistas que debatem segurança pública alertam para a necessidade de se fazer a leitura da implantação das UPPs não como uma política isolada. O governo estadual não teria condições econômicas de implantá-las em todas as comunidades onde há tráfico ou milícia. As UPPs seriam apenas parte de uma política ampla. “A UPP busca legitimar a continuidade da política de extermínio, apaziguando o clamor popular através de uma suposta 'pacificação'. Apresenta-se como um novo modelo, mas, na verdade, é um adendo ao modelo anterior”, afirma Taiguara Souza, do Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (IDDH). “As UPPs são direcionadas a lugares estratégicos, tendo em vista as Olimpíadas e a Copa do Mundo”, completa.
Política elitista - De fato, se analisadas as regiões onde a política foi implantada, fica claro, em primeiro lugar, que se privilegia comunidades localizadas em áreas ricas da cidade: a chamada “zona sul sociológica”. Quase todas as favelas contempladas com UPP ficam na zona sul ou em bairros de classe média (Jacarepaguá, Tijuca, Centro).
Áreas próximas à região portuária, que será completamente reformulada para as Olimpíadas, foram ocupadas. Cidade de Deus, próximo à Barra da Tijuca, onde haverá atividades olímpicas, também. “Os pobres estão sendo expulsos da área dos ricos”, afirma Camilla. Antes do anúncio do Rio como sede dos Jogos de 2016, em visita ao Santa Marta, a representante do Comitê Olímpico Internacional (COI), Nawal El Moutawakel, já ficara “bem impressionada” com a política. Comandante da UPP local, a capitã Priscilla Azevedo viajou a Copenhague, cidade onde foi anunciada a escolha do Rio.
Em seu artigo, Machado dá exemplos que simbolizariam a prioridade de determinadas regiões. Segundo o professor, durante entrevista na televisão, um coronel teria alertado criminosos de uma comunidade para deixar a área, porque em breve a polícia a ocuparia. E o próprio governador, Sérgio Cabral (PMDB), teria avisado os traficantes da Ladeira do Tabajaras que abandonassem o local, que ganharia em breve uma UPP. Machado argumenta que, se os bandidos foram alertados, ao invés de presos, é sinal de que se aceita que migrem para regiões menos nobres da cidade, onde sua atividade criminosa seria menos incômoda.
Direitos humanos - Taiguara considera que os êxitos são menos relevantes do que os problemas. “Existe a vantagem da redução da letalidade policial, que no Rio de Janeiro tem índices de guerras. Porém, a UPP traz um problema novo, que são as novas formas de violação de direitos. Tornaram-se frequentes as invasões de domicílios, lesões corporais, revistas desrespeitosas, preconceito racial e discriminação contra orientação sexual. Policiamento comunitário sempre foi uma bandeira da esquerda. Mas nós o defendemos pela ótica dos direitos humanos, com fomento à cultura, trabalho, moradia e lazer”, diz.
Uma pergunta torna-se, no entanto, natural aos críticos das UPPs. Se a política tem tantos problemas, porque o apoio popular é tão grande? Uma razão seria a propaganda massiva dos veículos hegemônicos de comunicação, que retratam a “nova vida” nas comunidades de forma frequentemente lúdica. Entretanto, o índice de aprovação é grande, inclusive, dentro de comunidades “pacificadas” – embora menor. Isso se deveria à sensação de alívio provocada pela diminuição do poder dos narcotraficantes. Levantamento recente revelou que moradores de comunidades não veem mais, como em outros tempos, o bandido como herói.
Fonte: Brasil de Fato, 1-07-10
Comentario e resposta a postagem
Uma das propaganda recentemente veiculada no jornal das 12h da rede globo diz que a cidade de Deus´por conta da UPPs terá agora uma comercio a servir os moradores e não se fala que já existia esse comercio antes das UPPs, o mesmo podem falar da Rocinha que já possui um comercio mundialmente conhecido no caso de colocarem uma lá.
Novos índices Brasileiros como consumo, direitos de ir e vir, e culturas de locais distintos nos fazem questionar como a diversidade Brasileira vai tratar os outros, pois vejo pessoas que se dizem humanas à frente de cargos não reconhecer o outro ser humano. Por um 2015 humano.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Mérito
Capes seleciona professores para atuar no Timor Leste Imprimir E-mail
Publicada em 12/04/10 14:27
Visualizações : 268
Inscrições podem ser realizadas até próximo dia 15 de maio
Estão abertas as inscrições para mais uma edição do Programa de Qualificação de Docente e Ensino de Língua Portuguesa no Timor-Leste. Ao todo, serão oferecidas 15 bolsas para professores brasileiros interessados em contribuir com a formação de timorenses. As candidaturas podem ser realizadas até dia 15 de maio, exclusivamente pelo site da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).
Há oportunidades nas áreas de Matemática, Física, Química, Pedagogia, Letras, Lingüística, Educação Científica e Tecnológica e Geografia. Para participar é preciso ter nacionalidade brasileira, diploma de nível superior, experiência comprovada em uma das áreas relacionadas ao edital. A seleção dará preferência a professores da rede pública.
Além do Formulário de Inscrição devidamente preenchido, os candidatos devem apresentar o currículo na Plataforma Lattes, cópia do diploma acadêmico e certificado médico de saúde física e mental. Será exigida ainda a apresentação de uma justificativa para a participação no programa.
O processo seletivo será composto por análise da consistência documental, avaliação curricular e entrevista. Os aprovados terão direito a bolsa no valor de 1,3 mil euros, seguro saúde, passagem aérea de ida e volta e auxílio instalação. As atividades deverão ter início em agosto deste ano e terão duração de até oito meses.
Mais informações podem ser obtidas no edital do Programa de Qualificação de Docente e Ensino de Língua Portuguesa no Timor-Leste, disponível no site da Capes.
Fonte: CAPES
comentario.
Nem damos direitos de aprendizado descente e igualitário a todos, a ver pela forma como são oferecidas as vagas e sua qualidade quando próxima a periferias é como se pobres e negros e índios não tivessem os mesmo direitos e promover a exclusão fosse uma coisa bonita feita e certa feita por nossos gestores que se dizem tão bonzinhos e preocupados. Mérito aos que possuem condições e aprovação automática para os pobres continuarem sem condições de competir por vagas gratuitas a qualificação por vagas em atividades com melhores remuneração, vai ser um piloto, trabalhar na área naval, ter acesso a um curso de embarcado, fazer um telecurso sem apostila, ter acesso ao provão sem pagar? Se um aprendiz sem o ensino médio ou ao menos a 8° ou 9° ano? cursinho de informatica sem possibilidade de empregabilidade, ingles que ninguem entende, e o nosso povo é maltratado e tem que aprender alingua dos outros quando chega lá fora. Sem possibilidade de vencimento e crescimento para o proprio povo a ver o Haiti, estão arrancando os membros das crianças para evitar que sejam trabalhadores e dizem tão bonzinhos os nossos gestores.
Publicada em 12/04/10 14:27
Visualizações : 268
Inscrições podem ser realizadas até próximo dia 15 de maio
Estão abertas as inscrições para mais uma edição do Programa de Qualificação de Docente e Ensino de Língua Portuguesa no Timor-Leste. Ao todo, serão oferecidas 15 bolsas para professores brasileiros interessados em contribuir com a formação de timorenses. As candidaturas podem ser realizadas até dia 15 de maio, exclusivamente pelo site da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).
Há oportunidades nas áreas de Matemática, Física, Química, Pedagogia, Letras, Lingüística, Educação Científica e Tecnológica e Geografia. Para participar é preciso ter nacionalidade brasileira, diploma de nível superior, experiência comprovada em uma das áreas relacionadas ao edital. A seleção dará preferência a professores da rede pública.
Além do Formulário de Inscrição devidamente preenchido, os candidatos devem apresentar o currículo na Plataforma Lattes, cópia do diploma acadêmico e certificado médico de saúde física e mental. Será exigida ainda a apresentação de uma justificativa para a participação no programa.
O processo seletivo será composto por análise da consistência documental, avaliação curricular e entrevista. Os aprovados terão direito a bolsa no valor de 1,3 mil euros, seguro saúde, passagem aérea de ida e volta e auxílio instalação. As atividades deverão ter início em agosto deste ano e terão duração de até oito meses.
Mais informações podem ser obtidas no edital do Programa de Qualificação de Docente e Ensino de Língua Portuguesa no Timor-Leste, disponível no site da Capes.
Fonte: CAPES
comentario.
Nem damos direitos de aprendizado descente e igualitário a todos, a ver pela forma como são oferecidas as vagas e sua qualidade quando próxima a periferias é como se pobres e negros e índios não tivessem os mesmo direitos e promover a exclusão fosse uma coisa bonita feita e certa feita por nossos gestores que se dizem tão bonzinhos e preocupados. Mérito aos que possuem condições e aprovação automática para os pobres continuarem sem condições de competir por vagas gratuitas a qualificação por vagas em atividades com melhores remuneração, vai ser um piloto, trabalhar na área naval, ter acesso a um curso de embarcado, fazer um telecurso sem apostila, ter acesso ao provão sem pagar? Se um aprendiz sem o ensino médio ou ao menos a 8° ou 9° ano? cursinho de informatica sem possibilidade de empregabilidade, ingles que ninguem entende, e o nosso povo é maltratado e tem que aprender alingua dos outros quando chega lá fora. Sem possibilidade de vencimento e crescimento para o proprio povo a ver o Haiti, estão arrancando os membros das crianças para evitar que sejam trabalhadores e dizem tão bonzinhos os nossos gestores.
Ensino na rede pública no Rio de Janeiro vai de mal a pior
Ensino na rede pública no Rio de Janeiro vai de mal a pior, segundo o MEC
Publicada em 06/07/10 09:48
O ensino público de 5ª a 8ª série no município do Rio de Janeiro vem piorando ano a ano. É o que mostra o último relatório do Ministério da Educação (MEC), divulgado nesta segunda-feira, dia 5. Pela pesquisa, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), na cidade que já foi capital do país, caiu de 4,2, em 2007, para 3,5, em 2009. Os números referentes ao ano de 2010 não foram revelados.
O número obtido em 2009 é, inclusive, menor que o registrado para todo o Estado nas mesmas séries (3,8 em 2007 e 2009). No país, a média de 3,5 fora atingida no primeiro Ideb, em 2005, passando para 3,7 dois anos depois e atingindo 4,0 na última avaliação. O ensino na rede estadual na cidade ficou estagnada no período, com média 2,5 em todos os anos.
Ensino médio
Para o ensino médio, o MEC não divulgou dados segmentados por cidade. O Estado, porém, ficou em 19º lugar nesse nível de ensino, com 3,3 pontos, empatado com Amazonas, Bahia e Pernambuco. Tal como corre com as outras séries do ensino básico, a rede pública no Estado tem as piores médias entre os Estados do Sudeste e do Sul, os mais ricos do país.
O desempenho do Rio ficou tão abaixo do esperado que, ao lado de Espírito Santo, Piauí, Rondônia e Sergipe, o Estado não atingiu sua meta para o ensino médio.
A nota seis é média de país desenvolvido
O cálculo do Ideb, que é medido numa escala de zero a dez, baseia-se na frequência escolar e nas médias de desempenho em avaliações nacionais de português e matemática. A meta 6 equivale ao registrado em países desenvolvidos, como Espanha, Estados Unidos e Reino Unido.
Fonte: Agência Petroleira de Notícias
Publicada em 06/07/10 09:48
O ensino público de 5ª a 8ª série no município do Rio de Janeiro vem piorando ano a ano. É o que mostra o último relatório do Ministério da Educação (MEC), divulgado nesta segunda-feira, dia 5. Pela pesquisa, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), na cidade que já foi capital do país, caiu de 4,2, em 2007, para 3,5, em 2009. Os números referentes ao ano de 2010 não foram revelados.
O número obtido em 2009 é, inclusive, menor que o registrado para todo o Estado nas mesmas séries (3,8 em 2007 e 2009). No país, a média de 3,5 fora atingida no primeiro Ideb, em 2005, passando para 3,7 dois anos depois e atingindo 4,0 na última avaliação. O ensino na rede estadual na cidade ficou estagnada no período, com média 2,5 em todos os anos.
Ensino médio
Para o ensino médio, o MEC não divulgou dados segmentados por cidade. O Estado, porém, ficou em 19º lugar nesse nível de ensino, com 3,3 pontos, empatado com Amazonas, Bahia e Pernambuco. Tal como corre com as outras séries do ensino básico, a rede pública no Estado tem as piores médias entre os Estados do Sudeste e do Sul, os mais ricos do país.
O desempenho do Rio ficou tão abaixo do esperado que, ao lado de Espírito Santo, Piauí, Rondônia e Sergipe, o Estado não atingiu sua meta para o ensino médio.
A nota seis é média de país desenvolvido
O cálculo do Ideb, que é medido numa escala de zero a dez, baseia-se na frequência escolar e nas médias de desempenho em avaliações nacionais de português e matemática. A meta 6 equivale ao registrado em países desenvolvidos, como Espanha, Estados Unidos e Reino Unido.
Fonte: Agência Petroleira de Notícias
Secretária Bilíngue para Consultório Médico
Breve descrição
Consultório médico em Copacabana/RJ, seleciona secretária bilíngue para trabalhar em horário integral.
Principais qualificações desejadas
* Ensino superior (publicidade, administração, secretariado executivo).
* Inglês fluente.
* Muito organizada.
* Pró-ativa.
* Dinâmica.
Outros diferenciais
* Curso de Secretariado
* Curso de Atendimento na Área de Saúde
* Inglês
* Administração / Gestão de Negócios
Cadastrar CV no site:
www.renascerbrasil.org.br
Consultório médico em Copacabana/RJ, seleciona secretária bilíngue para trabalhar em horário integral.
Principais qualificações desejadas
* Ensino superior (publicidade, administração, secretariado executivo).
* Inglês fluente.
* Muito organizada.
* Pró-ativa.
* Dinâmica.
Outros diferenciais
* Curso de Secretariado
* Curso de Atendimento na Área de Saúde
* Inglês
* Administração / Gestão de Negócios
Cadastrar CV no site:
www.renascerbrasil.org.br
QI
Quando começamos a respeitar nosso povo dando real valor a mão de obra de chão, aceitando e depois qualificando sem medo de cor ou local de origens, tal forma que se verificado podemos concluir que qualificação e capacitação e cara e inviavel, mesmo as gratuitas só com QI, quem indica, inviabilizando a entrada do povo pobre no mercado de trabalho e assim impedindo o desenvolvimento do proprio país.
responsabilidade, ética e formação de valores, 'vida real'
Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, o Ensino Médio não pode continuar sendo o que é hoje. Como tem caráter terminativo, a fase deve habilitar o jovem para o ingresso no mercado de trabalho de forma mais concreta. "Hoje ele prepara para o vestibular ou provas de avaliação. Quando eu falo de ensino para o mercado de trabalho, não defendo apenas o profissionalizante. Essa escolha, aliás, deve ser do próprio aluno. O que defendo é que, nessa etapa, o jovem seja inserido na 'vida real', recebendo uma formação que inclua noções de disciplina, responsabilidade, ética e formação de valores", diz.
A exclusão começa quando as crianças
Comentário.
A exclusão começa quando as crianças aprendem que pode estudar quando quiserem, pois não existe mérito, isso nas publicas para pobres, e vejamos as federais e técnicas onde estudam os bem nascidos gratuitamente não têm esse mesmo direito de aprender a competir por uma vaga desde cedo assim não passam em vestibular e nem chegam ao ensino médio, afinal teriam que ter mais de três mil alunos aprendizes e não uma demanda de adolescentes que não querem nada como disse uma senhora em um evento um adolescente de periferia prefere ser traficante a um torneiro mecânico e não sabe ela que os principais aplicadores de cursos oferecem vagas com exigências dentro de mérito e não passar direito como quer o Mec para as crianças de periferia. Assim temos um monte de adolescentes sem vagas que são os adultos sem a qualificação necessária ao mercado de trabalho que ao desejar ter o que os filhinhos dos amigos gestores dessas leis, direitos que eles dão aos seus filhos e retiram dos mais pobres e depois dizem que foram ao exterior e que o pais de fulaninho e melhor, cagando e comendo dentro desse paízinho que tanto desprezam por conta dessa cor que na hora do carnaval sabem explorar, mas como sabemos o Brasil vem sendo ridicularizado, já que já fazem isso desprezando o seu povo na hora de escolher para ocupar funções, mais que tem que ser o estrangeiro que tanto acham bonitinho.
A exclusão começa quando as crianças aprendem que pode estudar quando quiserem, pois não existe mérito, isso nas publicas para pobres, e vejamos as federais e técnicas onde estudam os bem nascidos gratuitamente não têm esse mesmo direito de aprender a competir por uma vaga desde cedo assim não passam em vestibular e nem chegam ao ensino médio, afinal teriam que ter mais de três mil alunos aprendizes e não uma demanda de adolescentes que não querem nada como disse uma senhora em um evento um adolescente de periferia prefere ser traficante a um torneiro mecânico e não sabe ela que os principais aplicadores de cursos oferecem vagas com exigências dentro de mérito e não passar direito como quer o Mec para as crianças de periferia. Assim temos um monte de adolescentes sem vagas que são os adultos sem a qualificação necessária ao mercado de trabalho que ao desejar ter o que os filhinhos dos amigos gestores dessas leis, direitos que eles dão aos seus filhos e retiram dos mais pobres e depois dizem que foram ao exterior e que o pais de fulaninho e melhor, cagando e comendo dentro desse paízinho que tanto desprezam por conta dessa cor que na hora do carnaval sabem explorar, mas como sabemos o Brasil vem sendo ridicularizado, já que já fazem isso desprezando o seu povo na hora de escolher para ocupar funções, mais que tem que ser o estrangeiro que tanto acham bonitinho.
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