(07/10/2009 - 15:44)
O Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) informou nesta quarta-feira que uma estimativa registrada com base na Pnad 2008 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) aponta que o Brasil pode precisar de pelo menos 20 anos para conseguir erradicar o analfabetismo no país. - A exclusão brasileira vem de um período muito longo. Temos um problema de um passado de uma dívida social enorme - comenta o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abraão.
A taxa de analfabetismo, resumida pela definição internacional como a inabilidade de ler e escrever um bilhete simples, chega na população brasileira à casa dos 10%, o que representava, em 2008, aproximadamente 14 milhões de pessoas. A cifra é mais elevada que países sul-americanos, como Chile e Argentina, mas, nos últimos 16 anos, tem tido redução média anual de 0,45 ponto percentual.
Mesmo com essa diminuição, diz o Ipea, a se manter essa velocidade, a escolarização das cerca de 14 milhões de pessoas hoje analfabetas só deverá ocorrer dentro de 20 anos. A região Nordeste apresenta o maior patamar de analfabetismo, com um índice o dobro da média brasileira, ao passo que os mais pobres têm taxa de analfabetismo dez vezes superior (19%) à faixa mais rica da população (1,9%).
- O Brasil tem conseguido diminuir a taxa de analfabetos mas ainda é uma taxa muito grande, são 10%. Nessa velocidade que vamos de melhoria, vamos demorar muito tempo - diz Abraão.
Na avaliação de técnicos do Ipea, a redução - ainda que pequena - das taxas de analfabetismo não são resultado de políticas públicas, e sim da alfabetização da população mais nova associada à morte dos idosos que não sabem ler e escrever. Estudo sobre o Pnad 2008 feito pelo Ipea aponta para a "ineficácia dos programas de alfabetização de adultos", provocada sobretudo pela baixa cobertura dos adultos analfabetos e pela baixa eficácia de conseguir alfabetizar os matriculados.
- O Brasil está fazendo um esforço. Temos uma estrutura de um sistema educacional. Não é trivial oferecer 40 milhões de vagas escolares todo santo dia nos diversos níveis. Por outro lado há questões não resolvidas que permanecem, que são as desigualdades. Se quisermos avançar e homogeneizar temos que lidar com uma ideia de universalização e pensando em como atuar na desigualdade, como atuar (no combate ao analfabetismo) na população rural - ressalta o diretor do Ipea. - A educação vai se resolver com uma política sistêmica. Não adianta transferir para outro ente federado (como passar o Ensino Fundamental para a responsabilidade dos municípios) - diz.
Para além do analfabetismo, o Ipea também registrou as desigualdades na oferta de ensino à população brasileira e verificou que de 1992 a 2008 foram agregados 2,2 anos na média de anos de estudo da população. - Se mantivermos essa velocidade, vamos levar ainda cinco anos para se atingir em média a escolaridade obrigatória - avalia.
Dividido por regiões, apenas a região Sudeste ultrapassou, em termos médios, uma escolarização de oito anos. Quando comparados ricos e pobres, os abastados estão 5,4 anos na frente dos mais pobres. 'A educação é ainda mais importante em situações de alta desigualdade, quando então ganham relevo as responsabilidades do poder público', diz o Ipea.
- Quem puxa para abaixo da média é o Nordeste, que ainda está em seis anos de estudo - alerta o diretor de Estudos e Pesquisas Sociais. As populações rurais e negras têm situação ainda mais desigual, sendo, por exemplo, que os negros têm, em média, 1,8 ano de estudo a menos que a população branca.
A desigualdade na escolarização também ocorre fortemente entre adultos e idosos. De acordo com o Ipea, a população com mais de 40 anos tem a menor média de anos de estudo (6 anos), ao passo que a faixa populacional de 25 a 29 anos tem 9,2 anos de estudo. Para o Ipea, "ampliar o acesso a cursos na modalidade de educação de jovens e adulto aos segmentos populacionais de maior idade implicará a aceleração do crescimento da escolaridade meda da população brasileira".
Novos índices Brasileiros como consumo, direitos de ir e vir, e culturas de locais distintos nos fazem questionar como a diversidade Brasileira vai tratar os outros, pois vejo pessoas que se dizem humanas à frente de cargos não reconhecer o outro ser humano. Por um 2015 humano.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Apagão de emprego
Quando falamos em apagão de mão de obra fico muito sentida quando vejo o real interesse de qualificação dirigida a massa trabalhadora do nosso País.
Ao falamos de escolas técnicas em um País que temos um efetivo de alunos que agrupado aos já no mercado de trabalho forma o que chamamos apagão de escolaridade que oferece acessibilidade a melhores postos de trabalhos dentro da normas contidas na elaboração do CBO, feita pelo Ministério do trabalho, Senai, OIT e instituições académicas que muito se compadecem dos pobres Brasileiros.
Como falar de ensino de ao entramos na Escola Estadual Hílario Ribeiro,Niteroi, RJ e temos as series, a nova técnica de confundir de quem faz pesquisas, 5° Serie ou 6° Ano ou 8° serie ou 9° ano bem aparelhadas ou que não tem tanta falta de professor e as demais do meio as turmas saindo cedo, isso que é qualificar o perfil que queremos tirar da área urbana, a ver como o Município de Niteroi vai trabalhar o construstivismo sem ter um aparato e deixar correr solto a aprovação altomatica, bem camuflada e dentro da técnica não participam de atividades iguais aos que os filhinhos de papai em escolas particulares ou filhos destas que estão nas fundações, que me geral estão nas de ponta.
Ao falamos de escolas técnicas em um País que temos um efetivo de alunos que agrupado aos já no mercado de trabalho forma o que chamamos apagão de escolaridade que oferece acessibilidade a melhores postos de trabalhos dentro da normas contidas na elaboração do CBO, feita pelo Ministério do trabalho, Senai, OIT e instituições académicas que muito se compadecem dos pobres Brasileiros.
Como falar de ensino de ao entramos na Escola Estadual Hílario Ribeiro,Niteroi, RJ e temos as series, a nova técnica de confundir de quem faz pesquisas, 5° Serie ou 6° Ano ou 8° serie ou 9° ano bem aparelhadas ou que não tem tanta falta de professor e as demais do meio as turmas saindo cedo, isso que é qualificar o perfil que queremos tirar da área urbana, a ver como o Município de Niteroi vai trabalhar o construstivismo sem ter um aparato e deixar correr solto a aprovação altomatica, bem camuflada e dentro da técnica não participam de atividades iguais aos que os filhinhos de papai em escolas particulares ou filhos destas que estão nas fundações, que me geral estão nas de ponta.
“Um só mundo, um só sonho”,
Olimpíadas de Pequim (agosto de 2008), cujo tema é “Um só mundo, um só sonho”, o governo chinês vem divulgando uma “imagem de eficiência e de homens livres e entusiasmados”. Mas, nos porões do grandioso espetáculo esconde-se uma realidade de abusos, opressão e pobreza, desapropriações forçadas e escolas fechadas.
Para levantar as estruturas esportivas e refazer distritos inteiros nas cidades-sede, mais de um milhão de pessoas foram desapropriadas. Milhares de imigrantes trabalham dia e noite nas novas obras, sem nenhum respeito a seus direitos. Minorias étnicas são reprimidas.
Ameaças, cadeia e prisões domiciliares aumentaram nos últimos meses para quem defende os direitos humanos ou critica o governo. Há maior controle sobre liberdade religiosa. A profissão de uma fé religiosa é admitida só no “interior das organizações religiosas oficiais, controladas pelo Estado”. A censura à imprensa aumenta: o governo tem prevenido os jornalistas chineses para não informar notícias “falsas” (contra) e tem lacrado locais da web e os blog mais críticos.
Em agosto 2007, as 37 melhores “cabeças” do ativismo democrático na China enviaram uma carta aberta às principais autoridades políticas e esportivas do país, aos líderes dos países democráticos e às ONGs internacionais que defendem os direitos humanos. Eles reivindicam “um só mundo, um só sonho”, mas com “direitos humanos universais”.
Conheça trechos da carta:
Honoráveis líderes e homens livres do mundo:
Nós, homens livres da República Popular Chinesa, publicamos as nossas preocupações e propomos mudanças no modo pelo qual nosso governo age na preparação dos Jogos Olímpicos. Como homens livres, deveríamos estar orgulhosos pela escolha de nossa nação ao hospedar os Jogos, cujos ideais são símbolos de amizade e de justiça na comunidade mundial.
Deveríamos nos sentir orgulhosos pelo tema escolhido no Comitê Olímpico de Pequim:
“Um só mundo, um só sonho”.
E, ao invés, sentimo-nos contrariados e cheios de dúvidas ao sermos testemunhas da contínua e sistemática violação dos direitos humanos contra nossos concidadãos enquanto - e mesmo por causa disto - os jogos se aproximam.
Ouvimos: “Um só mundo” e nos perguntamos:
- Que tipo do mundo será? “Um só sonho”? Qual sonho está virando realidade?
Enquanto o mundo se “globaliza” e os sonhos se cruzam, o “sonho mundial” de uma pessoa se transforma em miséria e pesadelo para outras. “Um só mundo” onde pessoas sofrem discriminação, perseguição política e religiosa, falta de liberdade, pobreza, genocídio e guerra. Se “um único sonho” deve, de fato, pertencer a todas as culturas e comunidades, isto deve incluir o amparo aos direitos fundamentais e à liberdade de todos. Mesmo o poderoso, o rico, o privilegiado, deverão ser punidos amanhã se, em modo injusto, não são assegurados os direitos fundamentais hoje.
Para evitar ambigüidades e tranqüilizar a comunidade internacional em caso de conduta anti-olímpica, que mancharia o real espírito dos Jogos, nós aceitamos o tema olímpico do governo com o seguinte adendo vital:
- “Um só mundo, um só sonho, e direitos humanos universais”.
Sem o amparo dos direitos humanos de todos os cidadãos chineses, isto é, sem abolição do sistema de controle sobre residência na cidade e interior; sem discriminações:
- feminina, sexual, étnica, religiosa e sem o fim da supressão dos direitos políticos, não tem sentido falar de “um único sonho” para toda a China.
O governo chinês prometeu ao Comitê Olímpico Internacional “promover e elevar o nível dos direitos humanos”. Alguns passos foram, realmente, dados. Em 2003, por exemplo, foi abolido o sistema de detenção arbitrária; em 2004, a Constituição recebeu o adendo de “amparo aos direitos humanos”. Mas o governo deveria fazer muito mais.
Na prática, o Estado fez muito pouco. Experimentamos e assistimos a múltiplas violações dos direitos humanos - censura da imprensa e controle da internet; perseguição aos defensores dos direitos e aos que denunciam desastres ambientais ou danos à saúde pública; abusos de grupos sociais desfavorecidos e de operários comprometidos com as construções dos locais olímpicos e de embelezamento da cidade em preparação às Olimpíadas.
Todas essas ações violam, não só os padrões internacionais, mas até mesmo a Constituição chinesa. Os grandiosos estádios modernos, o embelezamento temporário de Pequim ou a perspectiva de medalhas que os atletas chineses irão receber, não servem de consolo se tais glórias são construídas sobre as ruínas existenciais de gente humilde, o trabalho forçado de imigrantes urbanos, o sofrimento dos desapropriados, as evacuações forçadas, o abuso dos trabalhadores e as detenções arbitrárias.
- A China tem a oportunidade de usar os Jogos para construir uma verdadeira concordância, baseada no respeito aos direitos humanos e à liberdade, e se tornar um membro respeitável da Comunidade das nações civis - não com a retórica ou a força bruta, mas atuando para promover os direitos humanos no país e no mundo todo.
Para o êxito das Olimpíadas, a partir do ponto de vista dos direitos humanos, propomos as seguintes medidas:
- Anistiar todos os prisioneiros de consciência, a fim de que possam desfrutar os Jogos Olímpicos em liberdade;
- Abrir as fronteiras da China, principalmente aos cidadãos chineses que foram forçados ao exílio por causa de suas opiniões, expressões, ou fé, para que possam celebrar as Olimpíadas com seus familiares;
- Permitir que os jornalistas estrangeiros façam entrevistas e reportagens sem a prévia autorização ou controle, garantindo-se os mesmos direitos e independência aos jornalistas chineses;
- Pagar uma justa compensação às vítimas de desapropriação e de transferências forçadas;
- Proteger os direitos dos operários em todos os canteiros olímpicos, estendendo-lhes o direito de organizar sindicatos independentes; eliminar a discriminação contra os operários imigrantes do interior e dar-lhes um salário justo;
- Bloquear as operações policiais para interceptar ou prender os manifestantes que procuram chegar a Pequim para lamentar a má conduta dos representantes dos governos locais; abolir as estruturas ilegais usadas para encarcerar e aterrorizar os manifestantes;
- Acabar com as operações de “limpeza étnica” contra imigrantes que tiveram suas residências e a escola de seus filhos arrasadas, para dar lugar aos monumentos esportivos;
- Ter transparência nas contas públicas ligadas às Olimpíadas e processar, por meios legais, os funcionários do governo que superfaturarem os fundos públicos;
- Formar um comitê de observadores independentes para examinar projetos e publicar livremente seus resultados. Sem esse comitê, as Olimpíadas de Pequim não passarão para a história como um evento glorioso. Não queremos “politizar” o movimento olímpico. Apenas não queremos ver os Jogos Olímpicos violando os direitos humanos e ferindo pessoas forçadas ao silêncio, em nome de um “sonho” que pertence só a “alguns” e não ao mundo inteiro.
Atenciosamente,
(seguem 37 assinaturas de intelectuais chineses)
Para levantar as estruturas esportivas e refazer distritos inteiros nas cidades-sede, mais de um milhão de pessoas foram desapropriadas. Milhares de imigrantes trabalham dia e noite nas novas obras, sem nenhum respeito a seus direitos. Minorias étnicas são reprimidas.
Ameaças, cadeia e prisões domiciliares aumentaram nos últimos meses para quem defende os direitos humanos ou critica o governo. Há maior controle sobre liberdade religiosa. A profissão de uma fé religiosa é admitida só no “interior das organizações religiosas oficiais, controladas pelo Estado”. A censura à imprensa aumenta: o governo tem prevenido os jornalistas chineses para não informar notícias “falsas” (contra) e tem lacrado locais da web e os blog mais críticos.
Em agosto 2007, as 37 melhores “cabeças” do ativismo democrático na China enviaram uma carta aberta às principais autoridades políticas e esportivas do país, aos líderes dos países democráticos e às ONGs internacionais que defendem os direitos humanos. Eles reivindicam “um só mundo, um só sonho”, mas com “direitos humanos universais”.
Conheça trechos da carta:
Honoráveis líderes e homens livres do mundo:
Nós, homens livres da República Popular Chinesa, publicamos as nossas preocupações e propomos mudanças no modo pelo qual nosso governo age na preparação dos Jogos Olímpicos. Como homens livres, deveríamos estar orgulhosos pela escolha de nossa nação ao hospedar os Jogos, cujos ideais são símbolos de amizade e de justiça na comunidade mundial.
Deveríamos nos sentir orgulhosos pelo tema escolhido no Comitê Olímpico de Pequim:
“Um só mundo, um só sonho”.
E, ao invés, sentimo-nos contrariados e cheios de dúvidas ao sermos testemunhas da contínua e sistemática violação dos direitos humanos contra nossos concidadãos enquanto - e mesmo por causa disto - os jogos se aproximam.
Ouvimos: “Um só mundo” e nos perguntamos:
- Que tipo do mundo será? “Um só sonho”? Qual sonho está virando realidade?
Enquanto o mundo se “globaliza” e os sonhos se cruzam, o “sonho mundial” de uma pessoa se transforma em miséria e pesadelo para outras. “Um só mundo” onde pessoas sofrem discriminação, perseguição política e religiosa, falta de liberdade, pobreza, genocídio e guerra. Se “um único sonho” deve, de fato, pertencer a todas as culturas e comunidades, isto deve incluir o amparo aos direitos fundamentais e à liberdade de todos. Mesmo o poderoso, o rico, o privilegiado, deverão ser punidos amanhã se, em modo injusto, não são assegurados os direitos fundamentais hoje.
Para evitar ambigüidades e tranqüilizar a comunidade internacional em caso de conduta anti-olímpica, que mancharia o real espírito dos Jogos, nós aceitamos o tema olímpico do governo com o seguinte adendo vital:
- “Um só mundo, um só sonho, e direitos humanos universais”.
Sem o amparo dos direitos humanos de todos os cidadãos chineses, isto é, sem abolição do sistema de controle sobre residência na cidade e interior; sem discriminações:
- feminina, sexual, étnica, religiosa e sem o fim da supressão dos direitos políticos, não tem sentido falar de “um único sonho” para toda a China.
O governo chinês prometeu ao Comitê Olímpico Internacional “promover e elevar o nível dos direitos humanos”. Alguns passos foram, realmente, dados. Em 2003, por exemplo, foi abolido o sistema de detenção arbitrária; em 2004, a Constituição recebeu o adendo de “amparo aos direitos humanos”. Mas o governo deveria fazer muito mais.
Na prática, o Estado fez muito pouco. Experimentamos e assistimos a múltiplas violações dos direitos humanos - censura da imprensa e controle da internet; perseguição aos defensores dos direitos e aos que denunciam desastres ambientais ou danos à saúde pública; abusos de grupos sociais desfavorecidos e de operários comprometidos com as construções dos locais olímpicos e de embelezamento da cidade em preparação às Olimpíadas.
Todas essas ações violam, não só os padrões internacionais, mas até mesmo a Constituição chinesa. Os grandiosos estádios modernos, o embelezamento temporário de Pequim ou a perspectiva de medalhas que os atletas chineses irão receber, não servem de consolo se tais glórias são construídas sobre as ruínas existenciais de gente humilde, o trabalho forçado de imigrantes urbanos, o sofrimento dos desapropriados, as evacuações forçadas, o abuso dos trabalhadores e as detenções arbitrárias.
- A China tem a oportunidade de usar os Jogos para construir uma verdadeira concordância, baseada no respeito aos direitos humanos e à liberdade, e se tornar um membro respeitável da Comunidade das nações civis - não com a retórica ou a força bruta, mas atuando para promover os direitos humanos no país e no mundo todo.
Para o êxito das Olimpíadas, a partir do ponto de vista dos direitos humanos, propomos as seguintes medidas:
- Anistiar todos os prisioneiros de consciência, a fim de que possam desfrutar os Jogos Olímpicos em liberdade;
- Abrir as fronteiras da China, principalmente aos cidadãos chineses que foram forçados ao exílio por causa de suas opiniões, expressões, ou fé, para que possam celebrar as Olimpíadas com seus familiares;
- Permitir que os jornalistas estrangeiros façam entrevistas e reportagens sem a prévia autorização ou controle, garantindo-se os mesmos direitos e independência aos jornalistas chineses;
- Pagar uma justa compensação às vítimas de desapropriação e de transferências forçadas;
- Proteger os direitos dos operários em todos os canteiros olímpicos, estendendo-lhes o direito de organizar sindicatos independentes; eliminar a discriminação contra os operários imigrantes do interior e dar-lhes um salário justo;
- Bloquear as operações policiais para interceptar ou prender os manifestantes que procuram chegar a Pequim para lamentar a má conduta dos representantes dos governos locais; abolir as estruturas ilegais usadas para encarcerar e aterrorizar os manifestantes;
- Acabar com as operações de “limpeza étnica” contra imigrantes que tiveram suas residências e a escola de seus filhos arrasadas, para dar lugar aos monumentos esportivos;
- Ter transparência nas contas públicas ligadas às Olimpíadas e processar, por meios legais, os funcionários do governo que superfaturarem os fundos públicos;
- Formar um comitê de observadores independentes para examinar projetos e publicar livremente seus resultados. Sem esse comitê, as Olimpíadas de Pequim não passarão para a história como um evento glorioso. Não queremos “politizar” o movimento olímpico. Apenas não queremos ver os Jogos Olímpicos violando os direitos humanos e ferindo pessoas forçadas ao silêncio, em nome de um “sonho” que pertence só a “alguns” e não ao mundo inteiro.
Atenciosamente,
(seguem 37 assinaturas de intelectuais chineses)
A historia da China pode se repetir, Olimp2009/8
Como falar de inclusão digital se observamos setores ligados a diversificar o setor com a famosa hipoc.
Se temos uma instituição em um municipio que oferece este tipo de acesso, e a gratuidade só se encontra em area nobre, tipo exemplo, Icarai a Campo São Bento, e nas demais areas carentes está acessibilidade só ocorre se pagar.
Fico a ver como nosso país é estremamente racista e excludente com carinha de sou social, espero que a copa do mundo seja uma realidade na questão da acessibilidade, pois a china foi muito criticada quando pediu que os pobres se retirassem das areas olimpicas e os tapumes foram colocados para que as partes feias não aparecessem.
Se temos uma instituição em um municipio que oferece este tipo de acesso, e a gratuidade só se encontra em area nobre, tipo exemplo, Icarai a Campo São Bento, e nas demais areas carentes está acessibilidade só ocorre se pagar.
Fico a ver como nosso país é estremamente racista e excludente com carinha de sou social, espero que a copa do mundo seja uma realidade na questão da acessibilidade, pois a china foi muito criticada quando pediu que os pobres se retirassem das areas olimpicas e os tapumes foram colocados para que as partes feias não aparecessem.
Curso “Mulher e Direitos Humanos
O Centro de Documentação e Informação Coisa de Mulher convida você para o Curso “Mulher e Direitos Humanos”. Este curso é gratuito e tem por objetivo proporcionar reflexões sobre os direitos humanos da mulher visando debater e exercitar valores de cidadania e garantia dos direitos individuais, coletivos e sociais.
Até 02/12/2009, todas as quartas-feiras das 18:30 às 20:30 h. Endereço: Arcos Rio Palace Hotel, Avenida Mem de Sá, 117, Lapa, Centro - Rio de Janeiro. As sessões serão ministradas por conceituadas palestrantes. .
As vagas são limitadas. Serão conferidos certificados a todas as participantes.
Informações e inscrições pelos telefones: 2517-3290/2517-3292 ou E-mail: curso@coisademulher.org.br
Até 02/12/2009, todas as quartas-feiras das 18:30 às 20:30 h. Endereço: Arcos Rio Palace Hotel, Avenida Mem de Sá, 117, Lapa, Centro - Rio de Janeiro. As sessões serão ministradas por conceituadas palestrantes. .
As vagas são limitadas. Serão conferidos certificados a todas as participantes.
Informações e inscrições pelos telefones: 2517-3290/2517-3292 ou E-mail: curso@coisademulher.org.br
Plano de inclusão digital atingirá 4.245 municípios
Os estudos para a rede, que terá conexão considerada rápida - 1 megabyte (1 Mbps) -, estão em estágio avançado
O plano nacional de inclusão digital poderá ser executado em 14 meses para implantar 31,448 mil quilômetros de fibras óticas. O último grande projeto de obras do governo Luiz Inácio Lula da Silva vai interligar 4.245 municípios (76% do território nacional) e beneficiar com o acesso à banda larga 162 milhões de pessoas (87% do total). A apresentação da proposta definitiva está prevista para 9 de novembro.
O projeto está orçado em R$ 1,1 bilhão, segundo o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Os estudos para a rede, que terá conexão considerada rápida - 1 megabyte (1 Mbps) -, estão em estágio avançado. Hoje, 90% das conexões de internet no país têm velocidade inferior a 1 Mbps.
Apesar de ser o país mais rico da América Latina, o Brasil tem baixo índice de disseminação da banca larga - ela atinge 5,2 habitantes em cada 100. Os índices são maiores no Chile (8,5%), Argentina (7,8%) e Uruguai (6,5%).
O presidente Lula terá de decidir qual entidade administrará a rede nacional de banda larga. Há quatro possibilidades em análise. A primeira é usar a antiga holding do Sistema Telebrás, que foi mantida após a privatização das empresas de telefonia em 1998. Outra opção é criar uma nova empresa. Uma terceira é usar estatais do setor de tecnologia da informação, como Serpro e Dataprev, para incorporar as novas atividades. A quarta seria encampar a Eletronet, empresa do grupo AES que está em processo de falência e na qual a LightPar, braço de participações acionárias da Eletrobrás, detém 49% do capital. Para evitar atrasos, o governo pretende colocar em execução o plano sem contar com os 12 mil quilômetros de fibras óticas da Eletronet.
Dessas alternativas, a que mais tem ganhado força no governo é ressuscitar a Telebrás. "Para usá-la, basta uma portaria do Ministério das Comunicações, porque a Lei Geral de Telecomunicações já atribui ao ministro o poder de dar uma nova função à estatal", disse Santanna. A Telebrás é uma empresa de capital aberto com ação cotada em bolsa e R$ 283 milhões em caixa. O governo detém 91% das ações. Se ela voltar a operar, acredita Santanna, poderá promover uma oferta inicial de ações para captar recursos e destiná-los a futuros investimentos.
O plano nacional de inclusão digital poderá ser executado em 14 meses para implantar 31,448 mil quilômetros de fibras óticas. O último grande projeto de obras do governo Luiz Inácio Lula da Silva vai interligar 4.245 municípios (76% do território nacional) e beneficiar com o acesso à banda larga 162 milhões de pessoas (87% do total). A apresentação da proposta definitiva está prevista para 9 de novembro.
O projeto está orçado em R$ 1,1 bilhão, segundo o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Os estudos para a rede, que terá conexão considerada rápida - 1 megabyte (1 Mbps) -, estão em estágio avançado. Hoje, 90% das conexões de internet no país têm velocidade inferior a 1 Mbps.
Apesar de ser o país mais rico da América Latina, o Brasil tem baixo índice de disseminação da banca larga - ela atinge 5,2 habitantes em cada 100. Os índices são maiores no Chile (8,5%), Argentina (7,8%) e Uruguai (6,5%).
O presidente Lula terá de decidir qual entidade administrará a rede nacional de banda larga. Há quatro possibilidades em análise. A primeira é usar a antiga holding do Sistema Telebrás, que foi mantida após a privatização das empresas de telefonia em 1998. Outra opção é criar uma nova empresa. Uma terceira é usar estatais do setor de tecnologia da informação, como Serpro e Dataprev, para incorporar as novas atividades. A quarta seria encampar a Eletronet, empresa do grupo AES que está em processo de falência e na qual a LightPar, braço de participações acionárias da Eletrobrás, detém 49% do capital. Para evitar atrasos, o governo pretende colocar em execução o plano sem contar com os 12 mil quilômetros de fibras óticas da Eletronet.
Dessas alternativas, a que mais tem ganhado força no governo é ressuscitar a Telebrás. "Para usá-la, basta uma portaria do Ministério das Comunicações, porque a Lei Geral de Telecomunicações já atribui ao ministro o poder de dar uma nova função à estatal", disse Santanna. A Telebrás é uma empresa de capital aberto com ação cotada em bolsa e R$ 283 milhões em caixa. O governo detém 91% das ações. Se ela voltar a operar, acredita Santanna, poderá promover uma oferta inicial de ações para captar recursos e destiná-los a futuros investimentos.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
¿quién va a querer un profesional que no respeta la propio país
Si se plantean cuestiones sobre la propiedad de los locales, me pregunto cómo el Ejecutivo garantiza que la marca y proteger a los que tienen y quieres que los sitios considerados de valor, la legislación que promueve nuestras leyes tienen una eficacia dudosa en el problema del mantenimiento de locales de clase A y B, sin su presencia y el poder judicial con la mano fuerte para el pueblo y para la igualdad y que trabaja para nuestro país, eliminar los restos de los sitios que cubren la visión oscura de los amigos de Europa oriental y los padres que asisten a esta y quiere sólo ver a la gente hermosa, no importa lo que el perfil de ellos es un negro hermoso o mulatos, los negros, pasar por alto, como lo hacen para decir que no hay perjuicio en Brasil.
Y las redes de vivir para socializar o cofre, no le gusta hablar, café y aperitivos, muy pobres.
Mostrando la expulsión de las personas que ahora viven en barrios de tugurios, que se observa en tales hechos recalcitrantes, la gente como la mayoría de negro, tiene un perfil del Nordeste, que dentro de la fama, no puede ver a una mujer negro, y continuar lo que ha estado tratando de décadas para que los primeros italianos que enclaresseram sur de Europa, y podría hacerlo en Sao Paulo, porque la vida en los grupos de negro estaban creciendo, como está ocurriendo actualmente en Blumenau, a pesar de los esfuerzos para mantener invisibles están apareciendo y continuar con el mismo color.
Me pregunto cómo convencer a los residentes que viven en lugares que tienen agua y alcantarillado, transporte, escuelas, médicos que el Ejecutivo tiene con una clase, porque el foco no se los barrios pobres, porque el tipo de servicio que se ofrece dentro de las comunidades, pero a sus amigos a clase.
Viendo el tipo de cuidado, que el transporte, los trenes, no soportaba tener que pasar por lo que vi la semana pasada, vio el Balance 13/10/2009, con la gente y sus facturas de agua pagado por tener que mendigar por un derecho el concesionario no deja que la mano de los amigos en el sur, ver también habla descargado 9 horas en el canal 9 de la CNT, y el perfil de los residentes de la zona pantanosa. Debe ser por eso las obras de textos, estudios técnicos, la evaluación académica y la atención es tan caliente, pero los ejecutivos en Brasil ha sido tan baja en contra de lo que los medios de comunicación trata de mostrar, porque ¿quién va a querer un profesional que no respeta la propio país, y las que están surgiendo hoy en día que tiene un sesgo al claro, antes que el niño fue creada en el hogar, sin estudios, dispuestos a servir a un servicio y uno era bueno, o incluso se casó con una doncella pseudo / hija con el primer loco que apareció hoy en día como una protección empregadinhas tren no puede ser nacional, sin tener 18 años con la historia de la samba y el funk puede competir con sus hijas por sus maridos detalle limpio ricos es la más alta estima, porque no hay premio como ganador de la esperma, o el tipo o no quieren, es que quieren que una mujer real, no sólo una pantalla de adorno, hay excepciones, la cuestión sigue siendo lo hizo China, en aislados de campo, puede ir a la ciudad que sin duda ha de empleo y lugar de estancia, de cómo hacer esto en Brasil, estamos cansados de ser tratados como burros.
Y las redes de vivir para socializar o cofre, no le gusta hablar, café y aperitivos, muy pobres.
Mostrando la expulsión de las personas que ahora viven en barrios de tugurios, que se observa en tales hechos recalcitrantes, la gente como la mayoría de negro, tiene un perfil del Nordeste, que dentro de la fama, no puede ver a una mujer negro, y continuar lo que ha estado tratando de décadas para que los primeros italianos que enclaresseram sur de Europa, y podría hacerlo en Sao Paulo, porque la vida en los grupos de negro estaban creciendo, como está ocurriendo actualmente en Blumenau, a pesar de los esfuerzos para mantener invisibles están apareciendo y continuar con el mismo color.
Me pregunto cómo convencer a los residentes que viven en lugares que tienen agua y alcantarillado, transporte, escuelas, médicos que el Ejecutivo tiene con una clase, porque el foco no se los barrios pobres, porque el tipo de servicio que se ofrece dentro de las comunidades, pero a sus amigos a clase.
Viendo el tipo de cuidado, que el transporte, los trenes, no soportaba tener que pasar por lo que vi la semana pasada, vio el Balance 13/10/2009, con la gente y sus facturas de agua pagado por tener que mendigar por un derecho el concesionario no deja que la mano de los amigos en el sur, ver también habla descargado 9 horas en el canal 9 de la CNT, y el perfil de los residentes de la zona pantanosa. Debe ser por eso las obras de textos, estudios técnicos, la evaluación académica y la atención es tan caliente, pero los ejecutivos en Brasil ha sido tan baja en contra de lo que los medios de comunicación trata de mostrar, porque ¿quién va a querer un profesional que no respeta la propio país, y las que están surgiendo hoy en día que tiene un sesgo al claro, antes que el niño fue creada en el hogar, sin estudios, dispuestos a servir a un servicio y uno era bueno, o incluso se casó con una doncella pseudo / hija con el primer loco que apareció hoy en día como una protección empregadinhas tren no puede ser nacional, sin tener 18 años con la historia de la samba y el funk puede competir con sus hijas por sus maridos detalle limpio ricos es la más alta estima, porque no hay premio como ganador de la esperma, o el tipo o no quieren, es que quieren que una mujer real, no sólo una pantalla de adorno, hay excepciones, la cuestión sigue siendo lo hizo China, en aislados de campo, puede ir a la ciudad que sin duda ha de empleo y lugar de estancia, de cómo hacer esto en Brasil, estamos cansados de ser tratados como burros.
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