terça-feira, 13 de outubro de 2009

We are tired of being treated like donkeys.

If we raise questions as to ownership to locals, I wonder how the Executive ensures that the make and protect those who have and want the sites considered of value, the legislation promotes our laws that have dubious effectiveness in the issue of maintaining local Class A and B without their presence and the judiciary with his strong hand to the people and for the equal worth and that works for our country, remove the remnants of sites that litter the dark vision of the Eastern European friends and parents who attend this and want to only see beautiful people, no matter what the profile of them is a beautiful black or mulatto, the blacks, ignore, as they do to say that there is prejudice in Brazil.
And the networks like to live to socialize or coffer, not like to talk, coffee and snack, very poor.
Displaying the removal of persons now living in slums, which is observed under such stubborn facts, as are most black people, has a profile of the Northeast, that within the fame, can not see a black woman, and continue what has been trying to decades to bring the first Italians who enclaresseram southern Europe, and could make it in Sao Paulo, because living in the black groups were growing, as is currently happening in Blumenal, despite efforts to keep them invisible are appearing and continue with the same color.
I wonder how to convince residents who live in places that have water and sewer, transportation, schools, doctors that the executive has with class A, because the focus is not the slums, because the type of service offered within the communities, but their friends to class.
Displaying the kind of care, to see transport, trains, could not stand having to go through what I saw last week, watched the Balance Sheet 13/10/2009, with people and their water bills paid by having to beg for a right the concessionaire does not let the hand of friends in the south, see also speaks downloaded 9hours in the CNT channel 9, and the profile of the residents of the marshland. must be why the word works, technical studies, academic assessment and care is so hot, but the executives in Brazil has been so low in contrary to what the media tries to show, because who will want a professional who does not respect the own country, and those that are emerging today that has a bias to clear, before the boy was created at home, without studies, arranged to serve one service and one was good, or even married a pseudo maid / daughter with the first crazy that appeared today as a train empregadinhas protection can not be Domestic without having 18 years with the history of samba and funk can compete with her daughters by their husbands wealthy neat detail is the highest esteem, because there's no such award-winning sperm, or the guy or not want, is that they want a real women not only an ornament display, there are exceptions, the question remains as to China did, in field isolates, may go to the city that has certainly employment and place of stay, how to do this in Brazil, we are tired of being treated like donkeys.

Conferência de Cultura de Niterói

O grande desafio das conferências culturais que se avizinham é de garantir a
inclusão da população mais desfavorecida, penalizada não só por um sistema
econômico injusto porque excludente, como também por uma política de
Comunicação Social altamente concentradora e discriminadora. O apoio à
cultura só será politicamente correto se as manifestações de cultura popular
forem contempladas. Desta maneira, aí sim, estaremos praticando efetivamente
a inclusão cultural.

No caso da Conferência de Niterói, há problemas à vista: setores oriundos da
academia veem atividades culturais mais como objeto de estudo - certamente,
antropológico -, em vez de serem consideradas agentes fundamentais dessa
grande produção cultural que insiste em nascer nas ruas, nos guetos, nos
becos.
Dias 17 e 18, das 9h às 19h, no campus Gragoatá da Universidade Federal
Fluminense-UFF.

Sobena promove o 6° Seminário de Transporte e Desenvolvimento Hidroviário

Sobena promove o 6° Seminário de Transporte e Desenvolvimento Hidroviário Interior
A Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena) realizará, nos próximos dias 21 e 22 de outubro, o 6° Seminário de Transporte e Desenvolvimento Hidroviário Interior, no Rio de Janeiro. O objetivo da iniciativa é levantar questões atuais ligadas ao desenvolvimento da navegação interior do país.

O primeiro dia do seminário terá a sessão técnica "Projeto e dimensionamento de embarcações fluviais", seguida dos paineis "Hidrovias brasileiras: situação atual e problemas a enfrentar" e "Logística do transporte fluvial: casos de sucesso e novos projetos".

No segundo e último dia, haverá duas sessões técnicas. Uma sobre "Infraestrutura de hidrovias e transporte fluvial de carga e passageiros" e outra sobre "Aspectos ambientais, sistema de informação e segurança da navegação". Os paineis previstos para este dia serão sobre "Hidrovias: inovação tecnológica e infraestrutura" e "Transporte de passageiros na Amazônia: segurança e eficiência".

O 6° Seminário de Transporte e Desenvolvimento Hidroviário Interior será realizado no Centro de Convenções da Firjan ? Avenida Graça Aranha, 1, Centro, Rio de Janeiro. Inscrições e informações adicionais estão disponíveis no site da Sobena ? www.sobena.org.br. (da Redação)

Redes e hipocri

Se colocamos questões como dar posse a moradores locais, fico a pensar como o Executivo que garante o fazer e o proteger dos que possuem e querem locais considerados de valor, o legislativo que promove nossas leis dúbias que tem eficácia na questão de manter locais de classes A e B sem a presença deles e o judiciário com sua mão forte para o povo e de pena para os iguais, e que para nosso País trabalham, retiram de locais remanescentes de negros que sujam a visão dos amigos europeus e orientais que frequentam este Pais e querem só ver gente bonita, não interessa que o perfil bonito deles seja a negra ou mulata, os os negros, ignore, como fazem ao dizer que não tem preconceito no Brasil.
E as redes que gostam de viver de socializar-se ou de coffer, não gostam de falar, café e lanchinho, muito pobre.
A ver a retirada de pessoas que hoje residem nas favelas, que se observamos termos como fatos notórios, como são a maioria negros, tem um perfil de nordestino, que dentro da fama, não podem ver uma negrinha, assim continuam o que vem tentando ao longo de décadas ao trazer primeiro os italianos, que enclaresseram o sul da Europa, e poderiam fazer isso em São Paulo, pois os negro vivendo em grupos estavam crescendo, como vem atualmente acontecendo em Blumenal, apesar dos esforços de mante-los invisíveis estão aparecendo e continuam com a mesma cor.
Fico pensando em como convencer moradores que moram em locais que possuem água e esgoto, locomoção, escolas, médicos que o executivo mantém com classe A, pois o foco não são os favelados, pelo fato do tipo de serviço oferecido no interior das comunidades, mas os amiguinhos de classe.
A ver o tipo de atendimento, a ver transporte, trens, não aguentaria ter que passar pelo que vi na semana passada,assisti o Balanço Geral 13/10/2009, com pessoas e suas contas pagas de água tendo que suplicar por um direito que a concessionaria não deixaria na mão os amiguinhos da zona sul, vejam também fala baixada as 9horas na CNT canal 9, e o perfil dos moradores da baixada. deve ser por isso que o termo obras, estudos técnicos, atendimentos e avaliação academica está tão na moda, porém os executivos do Brasil tem estado tão em baixa ao contrario do que tenta mostrar a midia, pois quem vai querer um profissional que não respeita o próprio País, e estes que estão surgindo hoje tem um que de preconceito as claras, antes o negrinho era criado em casa, sem estudos, arrumava um serviço de servir alguém e estava bom, ou mesmo casava a pseudo empregadinha/filha com o primeiro maluco que aparecia, hoje as empregadinhas trem um proteção, não podem ser domesticas sem possuir 18 anos, com o samba e a historia do funk podem competir com as filhas certinhas pelos maridos endinheirados, detalhe tem mais alto estima, pois não tem essa de espermatozoide premiado, ou o cara quer ou não quer, tem um que deles quererem mulheres de verdade não apenas um enfeite de exibição, há as excessões, fica a questão de fazer como a China fez, isola no campo, só podem ir para a cidade que possui certeza de emprego e local de ficar, como fazer isso no Brasil, estamos cansados de ser tratados como Burros.

Participe, divulgue esta política de socializar conhecimento; Redes

Famílias quilombolas podem ser expulsas por construção de refinaria no Maranhão - 21/09/2009

Local: São Paulo - SP
Fonte: Amazonia.org.br
Link: http://www.amazonia.org.br

Moradores do bairro Salva Terra, no Maranhão, apresentaram denúncia contra a Petrobrás, a Secretaria de Indústria e Comércio, a Secretaria de Desenvolvimento Agrário e o Instituto de Terras do Maranhão (Iterma). Eles temem ser expulso de suas terras, onde vivem há mais de 200 anos como remanescentes de quilombolas, para dar lugar a uma refinaria da Petrobrás que será construída em parceria com o Estado.

O aviso de que os moradores teriam que deixar o local foi dado no dia 10 de setembro deste mês, quando sete representantes das secretarias estaduais e do Iterma avisaram que, em 20 dias, a fazenda teria que ser desocupada, segundo relato a carta dos movimentos sociais Fórum Carajás, Associação de Moradores de Salva Terra, Associação de Pequenos Agricultores/as e Associação Agroecológico Tipujá.

"Eles (representantes do governo) apareceram só para dizer que [a comunidade] teria que ir embora em pouco mais de duas semanas e os moradores ficaram apavorados", explica Mayron Reges Brito Borges, do Fórum Carajás que acompanha a situação em Salva Terra. Segundo ele foi oferecido pelas secretarias e instituto um galpão, coberto de zinco, para que as famílias se alojassem até a construção de casas. O governo também prometeu que todos seriam posteriormente indenizados.

No dia seguinte (11) ao aviso, apareceram na região dois representantes da Petrobrás para conhecer os povoados que serão impactados pelo empreendimento. Conforme relata a carta das associações, os técnicos da Petrobrás foram informados da visita anterior, mas afirmaram que não tinham conhecimento do procedimento em curso pela Secretaria de Indústria e Comércio e sugeriram que os moradores buscassem seus direitos.

Outra questão ignorada pelo governo, como explica Borges, é o fato de que as famílias que vivem no local, apesar de não ter o reconhecimento das terras, é uma comunidade remanescente de quilombolas. "Algumas dessas áreas podem ser áreas quilombolas que ainda não foram identificadas pela Fundação Palmares ou pelos órgãos fundiários. Uma delas é a Salva Terra, que é uma comunidade que já tem mais de dois séculos e claros indícios de ser uma comunidade remanescente de quilombo", explica.

Diálogo

A Defensoria Pública do Estado convocou uma reunião entre a Secretaria de Comércio, a Secretaria da Agricultura, o Iterma e o Fórum Carajás para debater o assunto e questionar o pedido de retirada dos moradores. Borges afirma que o Estado assumiu o compromisso de buscar um novo local para os quilombolas viverem e que, caso não seja encontrado, não haverá o desalojamento. Também ficou acordada que será realizado um estudo antropológico para identificar se a área é de fato quilombola.

Os moradores do povoado de Salva Terra, pertencente ao município de Rosário, vivem em 450 hectares de terra, herança sem partilha, de quatro herdeiros de Adriano e Francisca Botentuit onde moram e trabalham 34 famílias de pescadores e agricultores. Mesmo com o acordo firmado e a busca por um novo local, Borges afirma que "está claro que a comunidade não quer deixar o local". Conforme explicam os movimentos sociais, por meio da carta, os quilombolas já possuem todos os recursos necessários e que garantem moradia e renda para a família: "água, terra, plantas, riachos e igarapé para pesca, além de uma casa de forno, campos de futebol, e produção de juçara, cupuaçu e manga".

Curso gratuito no Senac

Quem quiser fazer curso grátis no Senac entre no site, www.rj.senac.br/psg, aviso tem que entra no dizer para se inscrever clique aqui e é um pouco dificil de entrar, boa sorte, a mais entre no site oficial e procure gratuidade em azul.
Não é nenhum favor que eles tem feito apenas devolvendo o dinheiro que descontam anualmente do trabalhador que não é indicado, pois dependem da boa vontade do empregador e das acessibilidades dos cursos oferecidos, pois nem sempre a realidade que expõem em relação a vaga e necessidade de escolaridade que se encontra no CBO, que o Senac tem participação na elaboração.

sábado, 10 de outubro de 2009

SEMINÁRIO COMUNICAÇÃO E AÇÃO AFIRMATIVA:

Seminário na ABI discute dias 14 e 15 o papel da mídia no debate sobre igualdade racial

Que causa poderia unir o arquiteto Oscar Niemeyer, o cineasta Nelson Pereira dos Santos, os antropólogos Roberto da Matta e Otávio Velho, o jurista Fábio Konder Comparato, os ministros do STF Marco Aurélio Mello, Joaquim Barbosa Gomes, Celso Mello e Carlos Ayres Britto, os jornalistas Miriam Leitão, Elio Gaspari e Ancelmo Góis, os atores Lázaro Ramos, Wagner Moura e Taís Araújo, os compositores e cantores Gilberto Gil e Martinho da Vila?

Resposta: as políticas de ação afirmativa, que incluem as polêmicas cotas para negros nas universidades.

Por que, então, essas personalidades tão importantes não costumam ser entrevistadas sobre esse tema? Seria isso produto de uma ação deliberada de grande parte da mídia brasileira, possivelmente interessada em fabricar uma opinião pública contrária a essas políticas?

Esse é o tema central do seminário Comunicação e Ação Afirmativa: O Papel da Mídia no Debate sobre Igualdade Racial, que será realizado nos dias 14 e 15 de outubro no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (Rua Araújo Porto Alegre, 71 – Centro), de 13h30 às 17h30.

Com a presença de grandes nomes da mídia brasileira, ao lado de especialistas acadêmicos e ativistas do movimento social, o seminário – fruto da parceria entre a ABI, o Conselho Municipal dos Direitos do Negro (Comdedine) e a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira), com apoio da Coordenadoria Especial de Promoção da Igualdade Racial do Município do Rio de Janeiro (CEPIR) – pretende suscitar um debate que vai além dos limites de seu tema, pois envolve o papel da mídia numa sociedade democrática, suas responsabilidades e limites.


Realização: ABI, Comdedine, Cojira, Seppir, Cepir

Local: Associação Brasileira de Imprensa – Rua Araújo Porto Alegre, 71 - CENTRO - Rio de Janeiro - RJ

PROGRAMAÇÃO

Dia 14 de outubro

14h – Mesa de Abertura com representantes das entidades organizadoras, Sindicato dos Jornalistas

15h30 – Cobertura da Ação Afirmativa no Brasil

Ancelmo Gois (O Globo)
Kássio Motta (autor de pesquisa acadêmica sobre a cobertura do tema pelo Globo)
João Feres (IUPERJ)

Dia 15 de outubro

13h30 – A Responsabilidade Social da Mídia e o Debate sobre Raça

Muniz Sodré (professor da ECO/UFRJ e presidente da Biblioteca Nacional)
Maurício Pestana (revista Raça)
Márcia Neder (revista Cláudia)

15h30min - Da Opinião Publicada à Opinião Pública: A Fabricação de um Consenso Anticotas no Brasil

Miriam Leitão (O Globo)
Rosângela Malachias (Ceert)
Carlos Alberto Medeiros (Cepir)