sexta-feira, 28 de outubro de 2011

a sociedade ainda precisa refletir sobre o papel e a importância da mulher negra na promoção da igualdade racial e na luta contra o preconceito


Engajamento social

O Carnaval virou um grande comércio, diz Margareth Menezes 

parte..

Conhecida por sua personalidade forte e pelo engajamento socioambiental, a premiada artista destacou ainda a importância das mulheres negras na sociedade atual. "As negras baianas se consolidaram profissionalmente devido a sua competência, ao empenho e a dedicação para superar as barreiras que foram e continuam sendo impostas. Apesar destas conquistas, a sociedade ainda precisa refletir sobre o papel e a importância da mulher negra na promoção da igualdade racial e na luta contra o preconceito", ressalta a cantora, que desenvolve um projeto social, voltado para crianças e adolescentes, com a sua ONG Fábrica Cultural, na Ribeira. — A sociedade ainda precisa refletir sobre o papel e a importância da mulher negra

Nova classe media e o Brasil e as perguntas e o preconceito e o não aceitar mais

 Delfim em a comparação no último domingo (4 de abril de 2011) enquanto participava de uma entrevista no programa Canal Livre, da TV Bandeirantes. Ele lamentou a queda na oferta do número de empregadas domésticas no mercado de trabalho enquanto analisava a ascensão de classes no Brasil.
- Há uma ascensão social incrível. A empregada doméstica, infelizmente, não existe mais. Quem teve este animal, teve. Quem não teve, nunca mais vai ter.- Honestamente, não acho que ele tenha dito por maldade, mas o linguajar comum entre os economistas não chega a todos os trabalhadores. Ao contrário: desvaloriza um trabalho que já é discriminado. Os domésticos têm o direito de se sentirem ofendidos. Recebemos e-mails exigindo que tomássemos uma providência. http://www.geledes.org.br/racismo-preconceito/racismo-no-brasil/9409-delfim-netto-compara-domesticas-a-animais-e-recebe-notificacao-de-ong


Pela primeira vez no Brasil, a classe C corresponde a mais da metade da população. Hoje, 95 milhões de pessoas fazem parte dessa camada social, com renda mensal familiar entre R$ 1 mil e R$ 4 mil. Isso significa que o perfil socioeconômico do país mudou. Nos últimos sete anos, a chamada nova classe média – composta, sobretudo, por jovens com emprego formal, alto potencial de consumo e características heterogêneas – teve um aumento superior a 40% em sua renda familiar, o que permitiu maior poder de compra, acesso à tecnologia e ingresso em faculdades, por exemplo. http://blog.planalto.gov.br/ao-vivo-seminario-politicas-publicas-para-uma-nova-classe-media/  Mas....

Essa população emergente, com seu desejo de continuar a consumir e seu foco no progresso pessoal, é um sintoma de que o Brasil está melhorando. Em todos os países que alcançaram um alto grau de desenvolvimento econômico e social, a maioria dos habitantes pertence à classe média. Conhecer a nova classe média brasileira é, portanto, fundamental para entender o futuro do Brasil. Quem são essas pessoas? Como melhoraram de vida? Que impacto podem provocar? Quais desafios trazem para o país?

O local é considerado sagrado por ser o primeiro templo do candomblé da nação "Jeje Mahin", fundado em 1858.

Empresário e advogado 


patrimônio histórico. Ademir é acusado de destruir 14 hectares de área verde, aterrar uma lagoa e um barracão, pertencente ao terreiro de candomblé da Roça do Ventura, para construção de um condomínio de luxo, em Cachoeira.


Apesar da Roça do Ventura estar localizada em uma propriedade do empresário #  primeiro templo do candomblé da nação "Jeje Mahin", fundado em 1858. 


Brasil mata indios, rouba terras de negros e a dá a quem acha que tem perfil que não seja o que eles considera errado.

Empresário é acusado de destruir terreiro sagrado de candomblé Roça do Ventura


Roca-do-Ventura2Ademir é acusado de destruir 14 hectares de área verde, aterrar uma lagoa e um barracão, pertencente ao terreiro de candomblé da Roça do Ventura
O Ministério Público Federal e do Ministério Público Estadual da Bahia estão processando o empresário e advogado Ademir Oliveira dos Passos por ofensa à liberdade religiosa e destruição de patrimônio histórico. Ademir é acusado de destruir 14 hectares de área verde, aterrar uma lagoa e um barracão, pertencente ao terreiro de candomblé da Roça do Ventura, para construção de um condomínio de luxo, em Cachoeira.
Mesmo após um pedido para suspensão das obras foi feito por conta do um processo de tombamento do local, expedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o empresário se recusou a parar a construção do condomínio clube que deverá ter 110 casas.
Caso seja condenado, Passos terá que reconstruir o barracão, pagar a indenização de $ 1 milhão, que corresponde a mil salários mínimos à comunidade da Roça do Ventura, e R$ 455 mil por dano moral coletivo. Segundo a ação, houve violação da dignidade da pessoa humana e ao patrimônio religioso, material e imaterial. O local é considerado sagrado por ser o primeiro templo do candomblé da nação "Jeje Mahin", fundado em 1858.
Apesar da Roça do Ventura estar localizada em uma propriedade do empresário, o patrimônio deveria ter sido preservado, já que está em processo de tombamento desde 2008. Para executar a obra, o empresário teria de pedir autorização do Iphan.

Um grupo de fazendeiros afro-americanos processou o então secretário da Agricultura Dan Glickman.


fazendeiros discriminado no euaUm juiz federal americano aprovou na quinta-feira um acordo de US$ 1,25 bilhão em um processo judicial de discriminação que já dura uma década aberto por fazendeiros negros. A decisão permitirá que eles busquem compensação no Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) por terem sido excluídos dos programas da assistência agrícola do governo.
O juiz do tribunal distrital Paul Friedman escreveu que o Congresso, ao dispensar o prazo de prescrição, contribuiu para reparar "a histórica discriminação contra fazendeiros afro-americanos". Ele disse que o acordo era "justo, razoável e adequado".
Os fazendeiros negros chegaram a esse acordo com o governo em fevereiro de 2010 para compensá-los por terem sido excluídos durante anos de empréstimos e programas de assistência governamentais voltados para a agricultura, supostamente por discriminação.
A ação judicial coletiva original, o caso Pigford, segundo o fazendeiro da Carolina do Norte Timothy Pigford, foi resolvida em 1999 por US$ 1 bilhão, dois anos depois que um grupo de fazendeiros afro-americanos processou o então secretário da Agricultura Dan Glickman.
Fonte: Terra

Sindicato dos aeroviários denuncia empresa por racismo no RS


denuncia de racismoO Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre afirmou, por meio de comunicado nesta quinta-feira, que um aeroviário da TAP M&E teria sido vítima de racismo de um gerente da empresa no dia 21 de setembro. "Ele ouviu do gerente que seu trabalho era uma m. e que aquilo era serviço de negro. Diante da humilhação e racismo explícito, o trabalhador denunciou o caso ao Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre e à Polícia Civil, onde registrou boletim de ocorrência", disse a nota.
Segundo o sindicato, o assédio moral teria crescido na empresa de manutenção aeronáutica nos últimos meses. Ainda conforme o sindicato, em reunião no setor de recursos humanos, a representação da categoria ouviu que o gerente é um bom profissional, não teve a intenção de ser racista e recebeu advertência verbal.
news tap nao compactua com o racismo
Nota ao Portal Geledés Instituto da Mulher Negra
Em resposta à notícia veiculada hoje no Portal Geledés Instituto da Mulher Negra / Racismo e Preconceito, a Direção da TAP M&E Brasil declara que não compactua, de nenhuma forma, com qualquer tipo de preconceito e/ou assédio e reafirma que qualquer eventual atitude nesse sentido sempre será refutada.

Balanço Geral - Adolescente de 13 anos alega preconceito racial em escola da Capital