LUIZ INACIO DA SILVA SERIA PRESIDENTE SEM O CONTRATO APRENDIZ?
Se quando o temos em mente implementar metodologias que beneficiem a massa da população que mais necessita e a contra partida buscamos proteger direitos violados e não existe uma coesão entre um trabalho e outro, leva ao caos ou conflito social que observamos diariamente.
O presidente Luiz Inácio da Silva, hoje seria presidente se não fosse um sindicalista? Se não se tornasse um torneiro mecânico? Se não fosse um menor aprendiz? E se hoje com a educação de base em escola publica de periferia principal meio de educação utilizado por crianças que vem com familiares do norte, e qualidade na media 1.5 a 2.5 poderia competir na forma como se dá? Os termos presentes na Portaria publicadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego 615 de dezembro de 2007 como curso técnico, cursos técnicos tecnológico, técnico cientifico que induzir a escolaridade de ensino médio e mesmo o anexo que tem relação a maiores de 18 anos facilita ou dificultaria a entrada no programa? Se o mesmo fosse um analfabeto funcional, que são fabricados diariamente pelas escolas publicas Brasileiras e busque seus direitos apartir do Art 427 da CLT que prevê a sua presente no Contrato Especial de Trabalho, porem, tem na portaria 615 temos como conteúdos de formação humana e cientifica devidamente contextualizados como comunicação escrita, leitura e compreensão de texto e inclusão digital, raciocínio lógico-matemático, interpretação e analises de dados estatísticos com dimensões teórica e praticas da formação do aprendiz devidamente articuladas pedagogicamente as suas necessidades básicas teria alguma chance? Se fosse levado em consideração o CBO teria como aceitá-lo como aprendiz de mecânico?
E o fato que o Contrato Especial de Trabalho ser um forte aliado no retorno, estimulo de presença e melhoria na educação do adolescente alem do incentivo a participação individual em uma atividade formal e licita e os empresários ou mesmo repartições publicas que hoje não atendem mais a demanda por motivos diversos, principalmente na questão de muitos mandando no adolescente e pouco direcionamento da empresa a possibilidade de interagir com adolescente como um funcionário, no pensamento de muitos ou mesmo na questão de medo do ECA através dos protetores de direitos que estão sempre verificando a violação, porem, pouco se importam com a inserção real do adolescente em situação de risco no mercado de trabalho como medida de proteção (ver adolescente de 14 anos com filho, 2° serie, vida sexual ativa, com autonomia pessoal formada e concepção de valores e necessidades econômica) será que temem que aconteça com adolescentes de periferias o que aconteceu ao nosso presidente, já pensou em futuros presidentes de companhia ou primeiras dama, assusta a elite que decide através de seus locais de decisão.
Quem assinou as Portarias 615 de 2007 foi o Ministro Carlos Lupi e sancionou a regulamentação Decreto Lei 5.598 de 2005 foi o presidente Luiz Inácio da Silva.
O Ministério do Trabalho, a OIT, aos principais canais de capacitação de mão de obra como o sistema S, entidades de classes e instituições de nível superior que colaboram na elaboração do CBO e outros mecanismo de regulação de mercado de trabalho, quando se colocam na defesa de direitos adquiridos ou mesmo em teses de projetos direcionados a proteção dentro dos seus conceitos grupos específicos e não interagem com a realidade pratica do cotidiano Brasileiro; uma educação que ainda só prepara e muito mal o futuro trabalhador brasileiro, em que a competição é um dos principais mecanismos de entrada no mercado de trabalho e econômico e a educação Brasileira na mentalidade dos especialistas, consultores, analistas e pesquisadores da área de educação publica Brasileira quando expões a necessidade de formar alunos apartir de metodologias do aprende quando quiser, não colocando mecanismo viáveis e operacionais que desenvolva de forma eficaz (nem tem em mente como ocorrerá, mas se colocam na defesa de seus projetos prejudicando a muitos, já sabendo que para o poder publico e inviável em tempo hábil por conta das leis de proteção fiscais e de não existir leis que obrigue os seus filhos a estudar nestas escolas), retiram dos professores a imagem central das escolas, o respeito e a autoridade necessário ao bom andamento das atividades em sala e entorno da escola com temas eles que são os incapacitados entre outras falas (se autoridade e ruim, juiz, delegado, advogado ou mesmo as patroas que tem suas empregadas não gostam de mandar? Se for ruim porque as escolas militares e escolas de ponta publicas e particulares que tem retenção no final de ano e suspensão por indisciplina são as preferidas pelas elites brasileira?).
Novos índices Brasileiros como consumo, direitos de ir e vir, e culturas de locais distintos nos fazem questionar como a diversidade Brasileira vai tratar os outros, pois vejo pessoas que se dizem humanas à frente de cargos não reconhecer o outro ser humano. Por um 2015 humano.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
O III Congresso Mundial acontecerá de 25 a 28 de novembro, no Rio
Centro, Rio de Janeiro – Brasil e deverá reunir mais de três mil
pessoas dos cinco continentes, sendo 300 adolescentes.
O tema de abertura do Congresso será Garantia de Direitos da Criança e
do Adolescentee a sua Proteção contra a Exploração Sexual – Por uma
Visão Sistêmica. Durante os três dias de encontro, serão realizadas
oficinas, espaço de diálogo e cinco painéis – Formas de exploração
Sexual Comercial e seus novos cenários; Marco Legal e
Responsabilização; Políticas Intersetoriais Integradas; Iniciativas de
Responsabilidade Social; e Estratégias de Cooperação Internacional.
Além de ser articulador e produtor de conhecimento, o evento produzirá
recomendações importantes de que forma os países irão enfrentar a
exploração sexual de crianças e adolescentes.
A escolha do Brasil para sediar o evento demonstra o reconhecimento
internacional dos avanços das estratégias adotadas no país e que se
constituem, hoje, referência não apenas no âmbito do Mercosul, como na
cooperação Ibero-Americana. O 1º Congresso aconteceu em Estocolmo, na
Suécia, em 1996 e o 2º foi em 2001, em Yokohama, no Japão, onde o
Brasil apresentou os resultados dos acordos estabelecidos no 1º
Congresso Mundial e das ações desenvolvidas de forma articulada entre
a sociedade civil e o poder público.
O Congresso é organizado pelo governo brasileiro (coordenado pela
Secretaria Especial dos Direitos Humanos com a parceria dos
Ministérios do Turismo, do Desenvolvimento Social e do Combate a Fome
e das Relações Exteriores), pela Articulação Internacional contra
Prostituição, Pornografia e Tráfico de Crianças e Adolescentes
(Ecpat), Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) e pela rede
internacional de organizações não-governamentais, NGO.
PROGRAMAÇÃO OFICIAL DIA 25 DE NOVEMBRO
horário local Capacid.
18 hs Auditório 3000 ABERTURA OFICIAL
DIA 26 DE NOVEMBRO – MANHÃ
Horário local Capacid.
9:00 h Auditório 3000 Painel: FORMAS DE EXPLORAÇÃO SEXUAL E SEUS
NOVOS CENÁRIOS
9:10 h Painelista 1
9:30 h Painelista 2
9:50 h Painelista 3
10:10 h Painelista 4
10:30 h Considerações dos adolescentes
10:35 h Conclusão
10:45 h Intervalo
11:00 - 12.30 Auditório 3000 Diálogo Governamental de Alto-Nível com a
participação de Primeiras-Damas
11:00 - 12.30 Oficinas
Sala 210 205 1.Tráfico Regional e Internacional: padrões globais do
tráfico de crianças e adolescentes para fins sexuais
Sala 201 C 190 2.Tráfico Regional e Internacional: padrões globais do
tráfico de crianças e adolescentes para fins sexuais
Sala 201 A 190 3.Tráfico Doméstico
Sala 201 B 190 4.Crianças e adolescentes em movimento (incluindo
migração)
Sala 207 190 5.Tráfico e mecanismos de atenção às vítimas
Sala 208 150 6.Capacitação dos profissionais que atuam no
enfrentamento ao tráfico
Sala 205 200 7. Novos cenários de turismo e novos roteiros
Sala 206 120 8.Interação no âmbito virtual e seu impacto na proteção
de crianças e adolescentes
Sala 202 A 190 9. Vulnerabilidade, resiliência e respostas
terapêuticas em relação à vitimização no âmbito virtual
Sala 212 120 10.Análise e coleta de dados relativos ao abuso sexual
dentro e fora da internet
Sala 202 B 190 11. Análise e coleta de dados relativos ao abuso
sexual dentro e fora da internet
Sala 204 B 190 12.Prevenção e educação para a auto-proteção da
criança e adolescente
Sala 203 A 190 13.Associações e redes de prostitutas: ações e
parcerias estratégicas
Sala 203 B 190 14.Interface entre exploração sexual e raça e etnia
Sala 203 C 190 15.Exploração sexual nas dinâmicas de mercado
Sala 209 120 16.Exploração sexual e gênero e orientação sexual
Sala 204 A 190 17. Exploração sexual e gênero e orientação sexual
Sala 204 C 190 18.Normas Sociais e Exploração Sexual
Sala 211 150 19. Normas Sociais e Exploração Sexual
Sala 202 C 190 20. Diálogo de ONGs
DIA 26 DE NOVEMBRO – TARDE
horário local Capacid.
14:30 h Auditório 3000 Painel: MARCO LEGAL E RESPONSABILIZAÇÃO
14.40 h Painelista 1
15:00 h Painelista 2
15:10 h Painelista 3
15:30 h Painelista 4
15:50 h Consid. adolescentes
16:00 h Conclusão
16:10 h Intervalo
16:30 - 18 h
Auditório
3000
Diálogo Governamental de Alto-Nível
16:30 - 18h
Oficinas
Sala 201 A 190 1. Protocolos de atendimento no campo da defesa e da
responsabilização
Sala 201 B 190 2. Registro de nascimento como ferramenta de prevenção
à exploração sexual de crianças e adolescentes
Sala 201 C 190 3. Sistemas de informação e indicadores
Sala 210 205 4. Disques-Denúncia
Sala 202 A 190 5. Canais de denuncia na internet - Hotlines
Sala 205 200 6. Procedimentos judiciais amigáveis relativos às
vítimas no sistema judicial e de segurança
Sala 204 C 190 7. Procedimentos judiciais amigáveis relativos às
vítimas no sistema judicial e de segurança
Sala 202 B 190 8. Desjudicialização, novos paradigmas e justiça
restaurativa
Sala 202 C 190 9. O papel de Defensores Públicos na defesa
técnico-jurídica
Sala 203 A 190 10. O papel da Sociedade Civil na defesa técnico-jurídica
Sala 206 120 11. Revisão e harmonização da legislação sobre
exploração sexual de crianças e adolescentes
Sala 203 B 190 12. Revisão e harmonização da legislação sobre
exploração sexual de crianças e adolescentes
Sala 203 C 190 13. Difusão e implementação de recomendações do Comitê
dos Direitos da Criança
Sala 207 200 14. Envolvimento e participação dos adolescentes e
jovens no processo de elaboração dos relatórios de países sobre o
sobre o cumprimento da Convenção sobre os Direitos da Criança
Sala 204 A 190 15. Desafios na aplicação da lei de proteção de
crianças e adolescentes contra a exploração sexual no âmbito virtual
Sala 204 B 190 16. Experiências internacionais de repressão à
exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo
Sala 208 150 17. Proteção de crianças contra a exploração sexual nos
esportes
Sala 209 120 18. Convenção do Conselho da Europa sobre a Proteção de
Crianças contra a Exploração e o Abuso Sexual
Sala 212 120 19. Diálogos de Pesquisadores
Sala 211 150 20. Diálogo de Jornalistas
DIA 27 DE NOVEMBRO - MANHÃ
Horário local Capacid.
9:00 Auditório 3000 Painel: POLÍTICAS INTERSETORIAIS INTEGRADAS
9:10 Painelista 1
9:30 Painelista 2
9:50 Painelista 3
10:10 Painelista 4
10:30 Consid. adolescentes
10:35 Conclusão
10:45 Intervalo
11:00 - 12:30 Auditório 3000 Diálogo Governamental de Alto-Nível
11:00 - 12:30 Oficinas
Sala 210 190 1. O Papel do Estado: políticas públicas integradas na
prevenção de exploração sexual
Sala 201 A 190 2. O Papel do Estado: modelos de gestão intersetorial
das políticas públicas
Sala 201 B 190 3. O Papel do Estado: pactos nacionais, federativos ou
descentralizados entre os diferentes níveis, esferas e instâncias de
governos
Sala 206 120 4. O Papel da Sociedade Civil: mecanismos de controle social
Sala 201 C 190 5. Monitoramento e avaliação
Sala 202 A 190 6. Construção de redes de proteção integral e fluxos
de atendimento, defesa e responsabilização
Sala 209 120 7. Construção de redes de proteção integral e fluxos de
atendimento, defesa e responsabilização
Sala 202 B 190 8. O enfoque da vulnerabilidade e do risco social no
enfrentamento da exploração sexual
Sala 208 150 9. Proteção de crianças e adolescentes contra a
exploração sexual em escolas
Sala 202 C 190 10. O papel da família e da comunidade no
enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes
Sala 203 A 190 11. Sistemas de proteção da criança em nível nacional
Sala 203 B 190 12. O papel da sociedade civil organizada no
atendimento de crianças e adolescente vítimas da exploração sexual
Sala 203 C 190 13. Integrando e fortalecendo a participação de
crianças e adolescentes na prevenção e ação contra o abuso e a
exploração sexual
Sala 207 200 14. Crianças em situação de conflitos e emergências
Sala 211 150 15. Impactos do HIV
Sala 204 A 190 16. Exploração Sexual e institucionalização
Sala 204 B 190 17. Mobilização social e campanhas de conscientização
Sala 212 120 18. Sexualidade e direitos sexuais de crianças e
adolescentes
Sala 204 C 190 19. Atendimento psicossocial dos autores de agressão
sexual
Sala 205 200 20. Diálogo de Jovens e Adolescentes
DIA 27 DE NOVEMBRO TARDE
Horário Local Capacid.
14:30 Auditório 3000 Painel: INICIATIVAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL
CORPORATIVA
14.40 Painelista 1
15:00 Painelista 2
15:10 Painelista 3
15:30 Painelista 4
15:50 Consid. adolescentes
16:00 Conclusão
16:10 Intervalo
16:30 - 18:00 Auditório 3000 Diálogo Governamental de Alto Nível
16:30 - 18:00 Oficinas
Sala 201 A 190 1. Plataformas corporativas do setor de transportes e
o enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes.
Sala 201 B 190 2. Plataformas corporativas das empresas de tecnologia
da informação
Sala 210 200 3. Plataformas corporativas das empresas de tecnologia
da informação
Sala 205 200 4. Plataformas corporativas das empresas de tecnologia
da informação
Sala 207 200 5. Plataformas corporativas do turismo
Sala 201 C 190 6. Plataformas corporativas de proteção Infanto-Juvenil
Sala 202 A 190 7. Plataformas corporativas de proteção Infanto-Juvenil
Sala 202 B 190 8. Plataformas globais de enfrentamento da exploração
sexual de crianças e adolescentes
Sala 202 C 190 9. Turismo sustentável e proteção à infância e à
adolescência
Sala 203 A 190 10. Turismo sustentável e proteção à infância e à
adolescência
Sala 203 B 190 11. Sensibilização e formação das equipes e de pessoas
envolvidas com o turismo
Sala 203 C 190 12. Comunicação como estratégia de enfrentamento da
exploração sexual
Sala 204 A 190 13. Impacto da mídia, erotização precoce, novas
tecnologias e a industria de entretenimento
Sala 204 B 190 14. Impacto da mídia, erotização precoce, novas
tecnologias e a industria de entretenimento
Sala 208 150 15. O mercado e a auto-regulação do setor privado
Sala 204 C 190 16. O papel do sistema financeiro global
Sala 205 200 17. Indicadores de responsabilidade Social
Sala 211 150 18. Códigos de conduta
Sala 209 120 19. Diálogos de Gestores Públicos
Sala 211 150 20. Diálogos de Parlamentares
DIA 28 DE NOVEMBRO - MANHÃ
Horário Local Capacid.
9:00 h Auditório 3000 Painel: ESTRATÉGIAS DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
9:10 h Painelista 1
9:30 h Painelista 2
9:50 h Painelista 3
10:10 h Painelista 4
10:30 h Consid. adolescentes
10:35 h conclusão
10:45 h intervalo
11:00 - 12:30 Auditório 3000 Diálogo Governamental de Alto Nível
11:00 - 12:30 Oficinas
Sala 201 A 190 1. Harmonização das normas internas à legislação
internacional
Sala 201 B 190 2. Cooperação regional no apoio às políticas públicas
Sala 201 C 190 3. Cooperação regional no apoio às políticas públicas
Sala 205 200 4. Papel e experiências das agências e dos organismos
internacionais
Sala 210 190 5. Papel e experiências das agências e dos organismos
internacionais
Sala 204 C 190 6. Combate ao crime organizado transnacional no
enfrentamento a exploração sexual
Sala 202 A 190 7. Capacitação das forças de segurança
Sala 202 B 190 8. Migração segura
Sala 202 C 190 9. O Papel dos doadores no enfrentamento da exploração
sexual de crianças e adolescentes
Sala 203 A 190 10. Cooperação internacional para políticas de
erradicação da pobreza
Sala 203 B 190 11. Progressos em relação aos congressos anteriores
Sala 203 C 190 12. Seguimentos do Estudo da ONU sobre Violência
contra Crianças
Sala 204 A 190 13. Ratificação, implementação e atualização dos
Protocolos à Convenção sobre os Direitos da Criança e de outros
instrumentos internacionais
Sala 204 B 190 14. Sistemas de informação e de cooperação entre agências
Sala 206 120 15. Diálogo de Ouvidores
Sala 207 200 16. Diálogo de Empresários
Sala 208 150 17. Diálogo de operadores do Direito (juízes,
promotores, defensores e advogados)
Sala 209 120 18. Diálogo de Polícias
Sala 211 150 19. Diálogo de Comunidades Religiosas
Sala 212 120 20. Diálogo de representantes das áreas de viagem e
turismo (governamentais e não-governamentais)
DIA 28 DE NOVEMBRO - TARDE
15:00 h auditório 3000 Painel : ENCERRAMENTO OFICIAL DO III CONGRESSO
http://www.iiicongressomundial.net/
Centro, Rio de Janeiro – Brasil e deverá reunir mais de três mil
pessoas dos cinco continentes, sendo 300 adolescentes.
O tema de abertura do Congresso será Garantia de Direitos da Criança e
do Adolescentee a sua Proteção contra a Exploração Sexual – Por uma
Visão Sistêmica. Durante os três dias de encontro, serão realizadas
oficinas, espaço de diálogo e cinco painéis – Formas de exploração
Sexual Comercial e seus novos cenários; Marco Legal e
Responsabilização; Políticas Intersetoriais Integradas; Iniciativas de
Responsabilidade Social; e Estratégias de Cooperação Internacional.
Além de ser articulador e produtor de conhecimento, o evento produzirá
recomendações importantes de que forma os países irão enfrentar a
exploração sexual de crianças e adolescentes.
A escolha do Brasil para sediar o evento demonstra o reconhecimento
internacional dos avanços das estratégias adotadas no país e que se
constituem, hoje, referência não apenas no âmbito do Mercosul, como na
cooperação Ibero-Americana. O 1º Congresso aconteceu em Estocolmo, na
Suécia, em 1996 e o 2º foi em 2001, em Yokohama, no Japão, onde o
Brasil apresentou os resultados dos acordos estabelecidos no 1º
Congresso Mundial e das ações desenvolvidas de forma articulada entre
a sociedade civil e o poder público.
O Congresso é organizado pelo governo brasileiro (coordenado pela
Secretaria Especial dos Direitos Humanos com a parceria dos
Ministérios do Turismo, do Desenvolvimento Social e do Combate a Fome
e das Relações Exteriores), pela Articulação Internacional contra
Prostituição, Pornografia e Tráfico de Crianças e Adolescentes
(Ecpat), Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) e pela rede
internacional de organizações não-governamentais, NGO.
PROGRAMAÇÃO OFICIAL DIA 25 DE NOVEMBRO
horário local Capacid.
18 hs Auditório 3000 ABERTURA OFICIAL
DIA 26 DE NOVEMBRO – MANHÃ
Horário local Capacid.
9:00 h Auditório 3000 Painel: FORMAS DE EXPLORAÇÃO SEXUAL E SEUS
NOVOS CENÁRIOS
9:10 h Painelista 1
9:30 h Painelista 2
9:50 h Painelista 3
10:10 h Painelista 4
10:30 h Considerações dos adolescentes
10:35 h Conclusão
10:45 h Intervalo
11:00 - 12.30 Auditório 3000 Diálogo Governamental de Alto-Nível com a
participação de Primeiras-Damas
11:00 - 12.30 Oficinas
Sala 210 205 1.Tráfico Regional e Internacional: padrões globais do
tráfico de crianças e adolescentes para fins sexuais
Sala 201 C 190 2.Tráfico Regional e Internacional: padrões globais do
tráfico de crianças e adolescentes para fins sexuais
Sala 201 A 190 3.Tráfico Doméstico
Sala 201 B 190 4.Crianças e adolescentes em movimento (incluindo
migração)
Sala 207 190 5.Tráfico e mecanismos de atenção às vítimas
Sala 208 150 6.Capacitação dos profissionais que atuam no
enfrentamento ao tráfico
Sala 205 200 7. Novos cenários de turismo e novos roteiros
Sala 206 120 8.Interação no âmbito virtual e seu impacto na proteção
de crianças e adolescentes
Sala 202 A 190 9. Vulnerabilidade, resiliência e respostas
terapêuticas em relação à vitimização no âmbito virtual
Sala 212 120 10.Análise e coleta de dados relativos ao abuso sexual
dentro e fora da internet
Sala 202 B 190 11. Análise e coleta de dados relativos ao abuso
sexual dentro e fora da internet
Sala 204 B 190 12.Prevenção e educação para a auto-proteção da
criança e adolescente
Sala 203 A 190 13.Associações e redes de prostitutas: ações e
parcerias estratégicas
Sala 203 B 190 14.Interface entre exploração sexual e raça e etnia
Sala 203 C 190 15.Exploração sexual nas dinâmicas de mercado
Sala 209 120 16.Exploração sexual e gênero e orientação sexual
Sala 204 A 190 17. Exploração sexual e gênero e orientação sexual
Sala 204 C 190 18.Normas Sociais e Exploração Sexual
Sala 211 150 19. Normas Sociais e Exploração Sexual
Sala 202 C 190 20. Diálogo de ONGs
DIA 26 DE NOVEMBRO – TARDE
horário local Capacid.
14:30 h Auditório 3000 Painel: MARCO LEGAL E RESPONSABILIZAÇÃO
14.40 h Painelista 1
15:00 h Painelista 2
15:10 h Painelista 3
15:30 h Painelista 4
15:50 h Consid. adolescentes
16:00 h Conclusão
16:10 h Intervalo
16:30 - 18 h
Auditório
3000
Diálogo Governamental de Alto-Nível
16:30 - 18h
Oficinas
Sala 201 A 190 1. Protocolos de atendimento no campo da defesa e da
responsabilização
Sala 201 B 190 2. Registro de nascimento como ferramenta de prevenção
à exploração sexual de crianças e adolescentes
Sala 201 C 190 3. Sistemas de informação e indicadores
Sala 210 205 4. Disques-Denúncia
Sala 202 A 190 5. Canais de denuncia na internet - Hotlines
Sala 205 200 6. Procedimentos judiciais amigáveis relativos às
vítimas no sistema judicial e de segurança
Sala 204 C 190 7. Procedimentos judiciais amigáveis relativos às
vítimas no sistema judicial e de segurança
Sala 202 B 190 8. Desjudicialização, novos paradigmas e justiça
restaurativa
Sala 202 C 190 9. O papel de Defensores Públicos na defesa
técnico-jurídica
Sala 203 A 190 10. O papel da Sociedade Civil na defesa técnico-jurídica
Sala 206 120 11. Revisão e harmonização da legislação sobre
exploração sexual de crianças e adolescentes
Sala 203 B 190 12. Revisão e harmonização da legislação sobre
exploração sexual de crianças e adolescentes
Sala 203 C 190 13. Difusão e implementação de recomendações do Comitê
dos Direitos da Criança
Sala 207 200 14. Envolvimento e participação dos adolescentes e
jovens no processo de elaboração dos relatórios de países sobre o
sobre o cumprimento da Convenção sobre os Direitos da Criança
Sala 204 A 190 15. Desafios na aplicação da lei de proteção de
crianças e adolescentes contra a exploração sexual no âmbito virtual
Sala 204 B 190 16. Experiências internacionais de repressão à
exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo
Sala 208 150 17. Proteção de crianças contra a exploração sexual nos
esportes
Sala 209 120 18. Convenção do Conselho da Europa sobre a Proteção de
Crianças contra a Exploração e o Abuso Sexual
Sala 212 120 19. Diálogos de Pesquisadores
Sala 211 150 20. Diálogo de Jornalistas
DIA 27 DE NOVEMBRO - MANHÃ
Horário local Capacid.
9:00 Auditório 3000 Painel: POLÍTICAS INTERSETORIAIS INTEGRADAS
9:10 Painelista 1
9:30 Painelista 2
9:50 Painelista 3
10:10 Painelista 4
10:30 Consid. adolescentes
10:35 Conclusão
10:45 Intervalo
11:00 - 12:30 Auditório 3000 Diálogo Governamental de Alto-Nível
11:00 - 12:30 Oficinas
Sala 210 190 1. O Papel do Estado: políticas públicas integradas na
prevenção de exploração sexual
Sala 201 A 190 2. O Papel do Estado: modelos de gestão intersetorial
das políticas públicas
Sala 201 B 190 3. O Papel do Estado: pactos nacionais, federativos ou
descentralizados entre os diferentes níveis, esferas e instâncias de
governos
Sala 206 120 4. O Papel da Sociedade Civil: mecanismos de controle social
Sala 201 C 190 5. Monitoramento e avaliação
Sala 202 A 190 6. Construção de redes de proteção integral e fluxos
de atendimento, defesa e responsabilização
Sala 209 120 7. Construção de redes de proteção integral e fluxos de
atendimento, defesa e responsabilização
Sala 202 B 190 8. O enfoque da vulnerabilidade e do risco social no
enfrentamento da exploração sexual
Sala 208 150 9. Proteção de crianças e adolescentes contra a
exploração sexual em escolas
Sala 202 C 190 10. O papel da família e da comunidade no
enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes
Sala 203 A 190 11. Sistemas de proteção da criança em nível nacional
Sala 203 B 190 12. O papel da sociedade civil organizada no
atendimento de crianças e adolescente vítimas da exploração sexual
Sala 203 C 190 13. Integrando e fortalecendo a participação de
crianças e adolescentes na prevenção e ação contra o abuso e a
exploração sexual
Sala 207 200 14. Crianças em situação de conflitos e emergências
Sala 211 150 15. Impactos do HIV
Sala 204 A 190 16. Exploração Sexual e institucionalização
Sala 204 B 190 17. Mobilização social e campanhas de conscientização
Sala 212 120 18. Sexualidade e direitos sexuais de crianças e
adolescentes
Sala 204 C 190 19. Atendimento psicossocial dos autores de agressão
sexual
Sala 205 200 20. Diálogo de Jovens e Adolescentes
DIA 27 DE NOVEMBRO TARDE
Horário Local Capacid.
14:30 Auditório 3000 Painel: INICIATIVAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL
CORPORATIVA
14.40 Painelista 1
15:00 Painelista 2
15:10 Painelista 3
15:30 Painelista 4
15:50 Consid. adolescentes
16:00 Conclusão
16:10 Intervalo
16:30 - 18:00 Auditório 3000 Diálogo Governamental de Alto Nível
16:30 - 18:00 Oficinas
Sala 201 A 190 1. Plataformas corporativas do setor de transportes e
o enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes.
Sala 201 B 190 2. Plataformas corporativas das empresas de tecnologia
da informação
Sala 210 200 3. Plataformas corporativas das empresas de tecnologia
da informação
Sala 205 200 4. Plataformas corporativas das empresas de tecnologia
da informação
Sala 207 200 5. Plataformas corporativas do turismo
Sala 201 C 190 6. Plataformas corporativas de proteção Infanto-Juvenil
Sala 202 A 190 7. Plataformas corporativas de proteção Infanto-Juvenil
Sala 202 B 190 8. Plataformas globais de enfrentamento da exploração
sexual de crianças e adolescentes
Sala 202 C 190 9. Turismo sustentável e proteção à infância e à
adolescência
Sala 203 A 190 10. Turismo sustentável e proteção à infância e à
adolescência
Sala 203 B 190 11. Sensibilização e formação das equipes e de pessoas
envolvidas com o turismo
Sala 203 C 190 12. Comunicação como estratégia de enfrentamento da
exploração sexual
Sala 204 A 190 13. Impacto da mídia, erotização precoce, novas
tecnologias e a industria de entretenimento
Sala 204 B 190 14. Impacto da mídia, erotização precoce, novas
tecnologias e a industria de entretenimento
Sala 208 150 15. O mercado e a auto-regulação do setor privado
Sala 204 C 190 16. O papel do sistema financeiro global
Sala 205 200 17. Indicadores de responsabilidade Social
Sala 211 150 18. Códigos de conduta
Sala 209 120 19. Diálogos de Gestores Públicos
Sala 211 150 20. Diálogos de Parlamentares
DIA 28 DE NOVEMBRO - MANHÃ
Horário Local Capacid.
9:00 h Auditório 3000 Painel: ESTRATÉGIAS DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
9:10 h Painelista 1
9:30 h Painelista 2
9:50 h Painelista 3
10:10 h Painelista 4
10:30 h Consid. adolescentes
10:35 h conclusão
10:45 h intervalo
11:00 - 12:30 Auditório 3000 Diálogo Governamental de Alto Nível
11:00 - 12:30 Oficinas
Sala 201 A 190 1. Harmonização das normas internas à legislação
internacional
Sala 201 B 190 2. Cooperação regional no apoio às políticas públicas
Sala 201 C 190 3. Cooperação regional no apoio às políticas públicas
Sala 205 200 4. Papel e experiências das agências e dos organismos
internacionais
Sala 210 190 5. Papel e experiências das agências e dos organismos
internacionais
Sala 204 C 190 6. Combate ao crime organizado transnacional no
enfrentamento a exploração sexual
Sala 202 A 190 7. Capacitação das forças de segurança
Sala 202 B 190 8. Migração segura
Sala 202 C 190 9. O Papel dos doadores no enfrentamento da exploração
sexual de crianças e adolescentes
Sala 203 A 190 10. Cooperação internacional para políticas de
erradicação da pobreza
Sala 203 B 190 11. Progressos em relação aos congressos anteriores
Sala 203 C 190 12. Seguimentos do Estudo da ONU sobre Violência
contra Crianças
Sala 204 A 190 13. Ratificação, implementação e atualização dos
Protocolos à Convenção sobre os Direitos da Criança e de outros
instrumentos internacionais
Sala 204 B 190 14. Sistemas de informação e de cooperação entre agências
Sala 206 120 15. Diálogo de Ouvidores
Sala 207 200 16. Diálogo de Empresários
Sala 208 150 17. Diálogo de operadores do Direito (juízes,
promotores, defensores e advogados)
Sala 209 120 18. Diálogo de Polícias
Sala 211 150 19. Diálogo de Comunidades Religiosas
Sala 212 120 20. Diálogo de representantes das áreas de viagem e
turismo (governamentais e não-governamentais)
DIA 28 DE NOVEMBRO - TARDE
15:00 h auditório 3000 Painel : ENCERRAMENTO OFICIAL DO III CONGRESSO
http://www.iiicongressomundial.net/
O Comitê Rio de Forum Social Mundial
O Comitê Rio de Forum Social Mundial está organizando,
também um Pré Encontro para o FSM em 2009.
Será no dia 19 de Dezembro no Centro Cultural da Ação da
Cidadania, ás 14 horas.
Pretendemos organizar um dia do FSM - Belém Expandida- no
dia da abertura do Fórum em Belém: dia 27/01/2009, aqui no Rio de
Janeiro, já que muitas pessoas permanecerão no Rio.
Estamos convidando tod@s que tem interesse em participar da
organização desse espaço do FSM no Rio, a comparecer a essa reunião do
dia 19 de Dezembro, ás 14 horas no Centro Cultural da Ação da
Cidadania na Rua Barão de Tefe
também um Pré Encontro para o FSM em 2009.
Será no dia 19 de Dezembro no Centro Cultural da Ação da
Cidadania, ás 14 horas.
Pretendemos organizar um dia do FSM - Belém Expandida- no
dia da abertura do Fórum em Belém: dia 27/01/2009, aqui no Rio de
Janeiro, já que muitas pessoas permanecerão no Rio.
Estamos convidando tod@s que tem interesse em participar da
organização desse espaço do FSM no Rio, a comparecer a essa reunião do
dia 19 de Dezembro, ás 14 horas no Centro Cultural da Ação da
Cidadania na Rua Barão de Tefe
Redes Comunitária da unidade Santa Luzia.
Redes Comunitária da unidade Santa Luzia.
REDES COMUNITÁRIAS - Espaço aberto para aqueles que tenham interesse em integrar-se em uma grande rede de relações, que possibilite a formação de parcerias entre instituições públicas e privadas, comunidades, organizações sociais e membros da sociedade civil.
Nessa reunião além do nosso espaço garantido para troca de experiências e informações teremos a apresentação do tema:
A Saúde no Contexto da Vulnerabilidade Social
A palestrante é a psicóloga Rosana Ballestero, assistente dos projetos de capacitação do Médico Sem Fronteiras - Brasil coordena as oficinas de capacitação para o Programa de Saúde da Família que trabalham em áreas de vulnerabilidade social ou população adulta em situação de rua.
Não deixe de comparecer é sempre uma oportunidade de conhecer outras experiências e quem sabe fazer novas parcerias.
Na quarta-feira dia 03/12 ás 14h30.
Local: R. Santa Luzia, 685 SL
Andréa Medrado
Extec - Assistente Social
Tel: 2279-8376
REDES COMUNITÁRIAS - Espaço aberto para aqueles que tenham interesse em integrar-se em uma grande rede de relações, que possibilite a formação de parcerias entre instituições públicas e privadas, comunidades, organizações sociais e membros da sociedade civil.
Nessa reunião além do nosso espaço garantido para troca de experiências e informações teremos a apresentação do tema:
A Saúde no Contexto da Vulnerabilidade Social
A palestrante é a psicóloga Rosana Ballestero, assistente dos projetos de capacitação do Médico Sem Fronteiras - Brasil coordena as oficinas de capacitação para o Programa de Saúde da Família que trabalham em áreas de vulnerabilidade social ou população adulta em situação de rua.
Não deixe de comparecer é sempre uma oportunidade de conhecer outras experiências e quem sabe fazer novas parcerias.
Na quarta-feira dia 03/12 ás 14h30.
Local: R. Santa Luzia, 685 SL
Andréa Medrado
Extec - Assistente Social
Tel: 2279-8376
Funcionario terceirizado
Funcionario terceirizado porque não investir e coloca-lo como da empresa?
Terceirização implica principalmente em redução de custos e tranqüilidade. Transformando custos mensais variáveis em custos fixos, melhorando o controle e a redução real desses custos.
· Redução de custos com encargos trabalhistas;
· Eliminação de gastos com recrutamento, seleção e treinamento de pessoal;
Ausência de vínculo empregatício com o trabalhador;
· Controle rigoroso do recolhimento de encargos sociais e fiscais;
· Diminuição do passivo trabalhista;
·
Foco na atividade fim;
· Redução de investimentos em serviço de apoio;
· Redução de desperdício, agilidade/qualidade na organização;
· Aumento do lucro com a redução de custos;
· Ganho na qualidade com profissionais especializados;
· Investimento zero em equipamentos
· Cobertura de faltas, férias,
·
· Neutralização de investimentos diretos nas atividades terceirizadas, sendo o funcionario da casa em seu foco principal.
transfere todas as suas preocupações operacionais; os funcionários jamais possuirão qualquer vínculo empregatício a empresa.
Economia no custo total de um funcionário próprio, que deve levar em consideração salários, transporte, alimentação, cesta básica, férias, uniformes, funcionário substituto para férias e faltas, supervisão dos serviços e das despesas administrativas de gerencia e de controle e custos e acesso a beneficios.
Terceirização implica principalmente em redução de custos e tranqüilidade. Transformando custos mensais variáveis em custos fixos, melhorando o controle e a redução real desses custos.
· Redução de custos com encargos trabalhistas;
· Eliminação de gastos com recrutamento, seleção e treinamento de pessoal;
Ausência de vínculo empregatício com o trabalhador;
· Controle rigoroso do recolhimento de encargos sociais e fiscais;
· Diminuição do passivo trabalhista;
·
Foco na atividade fim;
· Redução de investimentos em serviço de apoio;
· Redução de desperdício, agilidade/qualidade na organização;
· Aumento do lucro com a redução de custos;
· Ganho na qualidade com profissionais especializados;
· Investimento zero em equipamentos
· Cobertura de faltas, férias,
·
· Neutralização de investimentos diretos nas atividades terceirizadas, sendo o funcionario da casa em seu foco principal.
transfere todas as suas preocupações operacionais; os funcionários jamais possuirão qualquer vínculo empregatício a empresa.
Economia no custo total de um funcionário próprio, que deve levar em consideração salários, transporte, alimentação, cesta básica, férias, uniformes, funcionário substituto para férias e faltas, supervisão dos serviços e das despesas administrativas de gerencia e de controle e custos e acesso a beneficios.
informações
Não estou promovendo uma perseguição a categorias, nem defesas de outras, mas oferecer uma preocupação quando a forma como muitos profissionais tem levado para o mercado de trabalho concepções pessoais que inviabilizam a eficácia de trabalhos como acessibilidade, mobilidade econômica e social e questões ambientais, e como se fala no meio da coordenação pedagógica e ministerial ao perceber problemas na inclusão, defasagem idade serie, que o professor de escola publica tem que mudar velhos hábitos.
Se observarmos na questão da inclusão coorporativa, mobilidade sócia econômica dentro de uma empresa, ao culpar o setor RH das empresas por não serem uma empresa que realmente pratica o desenvolvimento social e econômico interno dos funcionários, mas:
- Será que o profissional do RH, que em geral figura a imagem de psicólogos e pedagogos, que em sua formação tem como principio o gosto para trabalhar com outro ser humano, a pergunta; como ele vê este ser humano, como profissional que precisa oferecer condições operacional a empresa e a resposta for sim, porque as benfeitorias são em geral é oferecida ao profissional do primeiro e segundo escalão? pois levando em consideração o da base, se não oferecerem condições básicas de funcionalidade aos departamento, podem ser responsáveis pelo não fechamento de um bom negocio, a educação e porte da copeira, falando inglês, com ensino médio, a mesma vai ficar servindo café, ouvindo desaforos e recebendo em media um salário mínimo e meio, R$ 700.00? em geral sempre vai buscar outras oportunidades melhores no mercado, e se a empresa for uma que oferece condições de crescimento a todos, inclusive ao pessoal terceirizado, mantendo este profissional sempre ao seu lado, o mesmo pode criar um profissional adequado as demandas e qualificação necessárias ao funcionamento, veja o pessoal da limpeza, em geral não possuem a escolaridade ou diploma que os aproxima da realeza, mas se a empresa tem por habito empregar pessoal com escolaridade maior, primeiro grau completo ou ensino médio, o mesmo vai entrar pela necessidade mas em geral não dura, por ter condições de procurar algo melhor, o fato é que ninguém cresce rápido em uma empresa. Os pedagogos têm em suas concepções que pessoas de classe pobre tem que todos freqüentarem as salas de aula regulares o que demanda tempo, digo maiores de 15 anos com defasagem escolar, embora na família tenha por habito orientar a entrada em ensino acelerado ou EJA, então quando ascendem a um cargo de direção no RH dificilmente tem condições de enxergar um profissional de limpeza com outros olhos e incentivar a freqüentar um EJA.
Se observarmos na questão da inclusão coorporativa, mobilidade sócia econômica dentro de uma empresa, ao culpar o setor RH das empresas por não serem uma empresa que realmente pratica o desenvolvimento social e econômico interno dos funcionários, mas:
- Será que o profissional do RH, que em geral figura a imagem de psicólogos e pedagogos, que em sua formação tem como principio o gosto para trabalhar com outro ser humano, a pergunta; como ele vê este ser humano, como profissional que precisa oferecer condições operacional a empresa e a resposta for sim, porque as benfeitorias são em geral é oferecida ao profissional do primeiro e segundo escalão? pois levando em consideração o da base, se não oferecerem condições básicas de funcionalidade aos departamento, podem ser responsáveis pelo não fechamento de um bom negocio, a educação e porte da copeira, falando inglês, com ensino médio, a mesma vai ficar servindo café, ouvindo desaforos e recebendo em media um salário mínimo e meio, R$ 700.00? em geral sempre vai buscar outras oportunidades melhores no mercado, e se a empresa for uma que oferece condições de crescimento a todos, inclusive ao pessoal terceirizado, mantendo este profissional sempre ao seu lado, o mesmo pode criar um profissional adequado as demandas e qualificação necessárias ao funcionamento, veja o pessoal da limpeza, em geral não possuem a escolaridade ou diploma que os aproxima da realeza, mas se a empresa tem por habito empregar pessoal com escolaridade maior, primeiro grau completo ou ensino médio, o mesmo vai entrar pela necessidade mas em geral não dura, por ter condições de procurar algo melhor, o fato é que ninguém cresce rápido em uma empresa. Os pedagogos têm em suas concepções que pessoas de classe pobre tem que todos freqüentarem as salas de aula regulares o que demanda tempo, digo maiores de 15 anos com defasagem escolar, embora na família tenha por habito orientar a entrada em ensino acelerado ou EJA, então quando ascendem a um cargo de direção no RH dificilmente tem condições de enxergar um profissional de limpeza com outros olhos e incentivar a freqüentar um EJA.
Informações sobre a conta
1° O meu nome, endereço dados cadastrais tem restrições de credito em bancos e comercio, está no SPC e SERASA, que é o serviço de proteção ao credito Brasileiro. Não servindo para fins de compra e financiamento. Para tanto retirei o N° da conta do blog das vistas de vocês.
2° Entendam, para ficar longe de atividade política, que nunca gostei, não fazendo o joguinho deles estou pagando uma conta muito alta, desempregada. E vivo em um País que só se doa dinheiro para ricos, amigos e parentes, assim mesmo com intenções de ganhar alguma coisinha por fora e o meu blog não é o que muitos ricos e intelectuais querem, preta, pobre e favelada falando como o País trata os seus pobres e pretos realmente.
3° Como não posso servi-los com dinheiro, novamente informo o meu único bem e uma casa ou barraco, como vocês intelectuais chamam, na favela, que nem rende muito com a venda, não adianta encher minha caixa de mensagens com pedidos de informações, mas se realmente forem bonzinhos sugiro que acionem o Banco Real ABN AMRO agencia 0399, Brasil, sobre as possibilidades deste ganho e eles entram em contato comigo, querem que eu pague a divida, e por meios legais eu aceito, ou se acharem que é difícil demais podem ficar com o dinheiro até aceito que depositem U$ 50.00 na minha conta já que vou passar o natal com menos que isso, minha irmã vai me dá R$ 50.00, que em U$ é menos que U$24.00 e acham que vou dar para quem tem mais que eu. Estão iguais aos especialistas, consultores, avaliadores e pesquisadores que vem na nossa comunidade com aquela historia que estão socializando ou dividindo informações e só dão prejuízos. Se quiserem tirar vantagens, me ajudem em meu trabalho, sabia que com 25 pessoas me ajudando com U$ 50.00, paga minha divida e me dá um natal legal, sobra mais ou menos R$ 300.00, já ajuda.
Para os bem intencionados, podem ajudar-me divulgando meu blog, não precisa colocar dinheiro, quando arrumar emprego eu pago minha divida, é só fazer com que as pessoas saibam o que o Nosso amado governo Brasileiro está fazendo com os adolescentes pobres do Brasil, e ele alardeia que foi pobre, menor aprendiz e pede que as grandes nações tenham penas dos pobres e os respeitem, e na hora de aplicar isso na realidade do Brasil se esquece, parece que Bolsa Família e projetos sem logísticas e perspectivas claras de mobilidade social e acessível a todos é a solução. Questionadora.blogspot.com
Para os maus intencionados:
Experimentem conhecer a musica, pega eu que sou ladrão de Dicro, também, toma vergonha na cara e vai roubar quem tem dinheiro, roubar pobre é pedir esmola para dois, é mais fácil de descobrir e rastrear, pois R$ 1.00 faz falta da para comprar com mais R$0.30 (trinta centavos) um litro de leite na promoção, e se não tem condições de arcar com os custos do asfalto, vem morar na favela se for Brasileiro e no exterior, só lamento, favela no Brasil salva muitos de morar na rua.
Não mandem E-mail com tentativas de rastrear o que não tenho, dinheiro, estão enchendo minha caixa de mensagem inutilmente e não disponho de acesso a Internet todos os dias como vocês, dependo que paguem o acesso na lan house R$ 2.00 a hora ou uma hora de segunda a sexta no tele-centro se conseguir vaga.
E como evangélica não entro em jogadas sujas, pois tenho nome a zelar.
Amais, Jesus Cristo ama muito vocês, querem me conhecer convido a participar de um culto na minha Igreja, Assembléia de Deus Betania, que fica na travessa Santa Rita N° 5 Fonseca Niterói Rj, Rua Tenente Osório, fica próximo ao horto Botânico, a entrada da travessa fica na Altura do N° 30, na Escola de Samba Sábia, as quartas e domingos 19.30, ou visitem uma igreja evangélica próxima a sua casa, pois sem Jesus não dá.
2° Entendam, para ficar longe de atividade política, que nunca gostei, não fazendo o joguinho deles estou pagando uma conta muito alta, desempregada. E vivo em um País que só se doa dinheiro para ricos, amigos e parentes, assim mesmo com intenções de ganhar alguma coisinha por fora e o meu blog não é o que muitos ricos e intelectuais querem, preta, pobre e favelada falando como o País trata os seus pobres e pretos realmente.
3° Como não posso servi-los com dinheiro, novamente informo o meu único bem e uma casa ou barraco, como vocês intelectuais chamam, na favela, que nem rende muito com a venda, não adianta encher minha caixa de mensagens com pedidos de informações, mas se realmente forem bonzinhos sugiro que acionem o Banco Real ABN AMRO agencia 0399, Brasil, sobre as possibilidades deste ganho e eles entram em contato comigo, querem que eu pague a divida, e por meios legais eu aceito, ou se acharem que é difícil demais podem ficar com o dinheiro até aceito que depositem U$ 50.00 na minha conta já que vou passar o natal com menos que isso, minha irmã vai me dá R$ 50.00, que em U$ é menos que U$24.00 e acham que vou dar para quem tem mais que eu. Estão iguais aos especialistas, consultores, avaliadores e pesquisadores que vem na nossa comunidade com aquela historia que estão socializando ou dividindo informações e só dão prejuízos. Se quiserem tirar vantagens, me ajudem em meu trabalho, sabia que com 25 pessoas me ajudando com U$ 50.00, paga minha divida e me dá um natal legal, sobra mais ou menos R$ 300.00, já ajuda.
Para os bem intencionados, podem ajudar-me divulgando meu blog, não precisa colocar dinheiro, quando arrumar emprego eu pago minha divida, é só fazer com que as pessoas saibam o que o Nosso amado governo Brasileiro está fazendo com os adolescentes pobres do Brasil, e ele alardeia que foi pobre, menor aprendiz e pede que as grandes nações tenham penas dos pobres e os respeitem, e na hora de aplicar isso na realidade do Brasil se esquece, parece que Bolsa Família e projetos sem logísticas e perspectivas claras de mobilidade social e acessível a todos é a solução. Questionadora.blogspot.com
Para os maus intencionados:
Experimentem conhecer a musica, pega eu que sou ladrão de Dicro, também, toma vergonha na cara e vai roubar quem tem dinheiro, roubar pobre é pedir esmola para dois, é mais fácil de descobrir e rastrear, pois R$ 1.00 faz falta da para comprar com mais R$0.30 (trinta centavos) um litro de leite na promoção, e se não tem condições de arcar com os custos do asfalto, vem morar na favela se for Brasileiro e no exterior, só lamento, favela no Brasil salva muitos de morar na rua.
Não mandem E-mail com tentativas de rastrear o que não tenho, dinheiro, estão enchendo minha caixa de mensagem inutilmente e não disponho de acesso a Internet todos os dias como vocês, dependo que paguem o acesso na lan house R$ 2.00 a hora ou uma hora de segunda a sexta no tele-centro se conseguir vaga.
E como evangélica não entro em jogadas sujas, pois tenho nome a zelar.
Amais, Jesus Cristo ama muito vocês, querem me conhecer convido a participar de um culto na minha Igreja, Assembléia de Deus Betania, que fica na travessa Santa Rita N° 5 Fonseca Niterói Rj, Rua Tenente Osório, fica próximo ao horto Botânico, a entrada da travessa fica na Altura do N° 30, na Escola de Samba Sábia, as quartas e domingos 19.30, ou visitem uma igreja evangélica próxima a sua casa, pois sem Jesus não dá.
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