Novos índices Brasileiros como consumo, direitos de ir e vir, e culturas de locais distintos nos fazem questionar como a diversidade Brasileira vai tratar os outros, pois vejo pessoas que se dizem humanas à frente de cargos não reconhecer o outro ser humano. Por um 2015 humano.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Fiador responde por juros de mora desde a data de vencimento dos aluguéis não pagos
abram o olho
Fiador responde por juros de mora desde a data de vencimento dos aluguéis não pagos
A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que, no caso de inadimplemento de contrato de aluguel e execução do fiador, este é obrigado a
suportar os juros de mora desde o vencimento das parcelas não pagas, e não apenas a partir de sua citação.
Saiba mais http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=107943
Quem tem mais de 18 anos e menos de 21 anos a A caixa economicae CESAM abriram vaga para menor aprendiz, ou maior aprendiz, busque informações
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Presença do negro na TV também pode ser preconceito, considera apresentadora
Publicado em Quarta, 05 Dezembro 2012 10:18 .
Por: Cojira/SP
"Entrei na TV por uma brecha: vamos colocar um negro apresentando o jornal. Isso já é um preconceito", afirmou a apresentadora do SBT, Joyce Ribeiro, ao participar da mesa "Negro na Mídia", no 2º Vozes pela Igualdade, organizado pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira), do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, no mês de novembro (23).
Joyce contou que nunca foi barrada na profissão de jornalista, mas considera que só conseguiu entrar na TV por conta desse novo "momento politicamente correto" em que precisam ter negros na TV. "Já fui mais otimista, mas hoje com uma situação que pouco mudou e há poucos colegas negros na TV, percebo que foi uma condição de momento [entrada na TV] e o preconceito ainda paira nas redações", avaliou. Ela ressaltou, dessa forma, que o número de profissionais negros não reflete a população brasileira, que tem, em sua maioria, pele negra e parda.
No cotidiano da profissão, Joyce afirmou que insiste na luta para fortalecer a presença de negros na TV. "Tento mostrar para os colegas da pauta que há profissionais negros gabaritados que podem falar de determinados assuntos e podem fazer parte das matérias que estamos produzindo. Tento colocar esse olhar diariamente em vários assuntos", afirmou.
Já sobre o visual, a apresentadora disse que nunca foi obrigada a alisar os cabelos ou recebeu pedidos para moldar seu visual, mas lembra da falta de preparo das emissoras televisivas para cuidar da imagem de uma mulher negra. "Nós nos preparamos para entrar na casa das pessoas. Há um departamento na TV para isso. Mas lá nunca houve produtos para o meu cabelo ou maquiagem para o meu tom de pele. Se passasse o que tinha de maquiagem, tudo ficava meio cinza. Sempre levei minhas coisas. Até hoje o aparato é para o padrão branco de pele e cabelo", revelou.
Para Oswaldo Faustino, jornalista, escritor e membro da Cojira que também participou da mesa, outra forma de preconceito é a maneira como negros proeminentes são retratados pela mídia. "São mostrados como exceção e transformados em heróis. Eles são validados porque 'nós brancos avaliamos e acreditamos neles'", afirmou, dando como exemplos o novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, e jogadores de futebol como Neymar. E emendou: "Mas assim como nós te mostramos, também te colocamos no limbo quando queremos'", citou exemplificando com o caso do jogador Adriano.
Maioria é minoria
Já o outro integrante da mesa Rogério Ferro, jornalista e mestrando da USP, ressaltou que uma das características da imprensa, de mostrar negros proeminentes como casos de superação é agravado quando é individualizado.
"O problema maior é quando é mostrado como única história", afirmou. Para Ferro, que é moçambicano e trabalhou na TV Globo, as situações de preconceito racial só vão mudar quando tiverem mais negros tomando decisões. "Precisamos de mais gente no poder e chegar aos mais de 50% como ocorre com a população brasileira", ressalta.
O evento organizado pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-SP), com apoio da Wapi Brasil e do CEERT- Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades, teve também uma mesa sobre como o jovem negro produz cultura e se comunica hoje, que contou com a participação de Tatiana Cavalcante, jornalista e mestranda da USP; José Nabor do Amaral Júnior, jornalista e criador da revista O Menelick 2º Ato – Africanidades & Afins; e Diego Balbino, fotógrafo e educador.
O depoimento de Diego Balbino enfatizou o impacto da consciência racial e do racismo na sua vida e na trajetória profissional como fotógrafo e professor, suscitando rica e, em alguns momentos emocionada, discussão com a plateia de cerca de 40 pessoas. Para o jovem, que socialmente é chamado de branco na maior parte das vezes, a fotografia adquiriu um novo olhar a partir do auto reconhecimento como negro.
Tatiana Cavalcante fez um resumo de sua pesquisa de mestrado sobre a história do programa Manos e Minas, da TV Cultura, enfatizando o papel ativo do público na garantia da sobrevivência do projeto. Já José Nabor apresentou um relato do processo que o levou a se tornar editor de uma moderna e respeitada publicação da imprensa negra paulista. Em seu depoimento, ele revelou que inicialmente tinha como foco de seu trabalho apenas o universo urbano da juventude, mas que a resposta do público o levou a direcioná-lo para a cultura negra e os temas a ela relacionados.
Premiação
Durante o 2º Vozes pela Igualdade foi lançado o Prêmio "Negritude em Pauta", concurso cultural voltado para estudantes de Jornalismo do Estado de São Paulo. O objetivo da premiação é sensibilizar os estudantes de Jornalismo para a temática racial, com a qual terão de se defrontar no exercício da profissão. Os futuros jornalistas serão convidados a escrever reportagens sobre cultura negra e/ou relações raciais em âmbito nacional. Os participantes concorrerão a prêmios que contribuam para seus estudos e formação, como livros e computador portátil, além da publicação das reportagens vencedoras no jornal do Sindicato.
Fonte: Mulher Negra
Poder Juduciario RJ
Ouvidoria
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Avalie o Poder Judiciário, reclame, elogie, participe, questione, facilite e sugira novas rotinas e práticas de processamento em busca da melhoria e excelência do serviço jurisdicional.
Canais de Acesso
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- Urnas: Localizadas no Fórum Central e na Sede da OAB.
para empresas de seguro tipo vai ao site
CAPÍTULO VI
Da Proteção Contratual
SEÇÃO I
Disposições Gerais
ART. 46 – Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores, se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance
domingo, 2 de dezembro de 2012
Sacopá, Quilombolas proibidos de cantar o hino Nacional Brasileiro
Quilombos e Quilombolas
Juiza carioca revoga a lei do silêncio: Quilombolas do Sacopã proibidos até de cantarem o Hino Nacional
Detalhes Publicado em Sábado, 01 Dezembro 2012 16:08 .
por Marcos Romão
O Quilombo do Sacopã foi um dos tres premiados pelo Fundo Brasil de Direitos Humanos e Fundação Ford com o seu projeto de criar uma Rádio e Tv na web(RTVQuigeral).
Tres entre dez foram os projetos premiados este ano e o FNDH junto com a Fundação Ford, convidaram lideranças comunitárias e autoridade nacionais e internacionais, para comemorarem no Quilombo do Sacopã, no dia de hoje, Primeiro de Dezembro, este prêmio conquistado pela Associação dos Remanescentes do Quilombo do Sacopã junto com a Associação dos Remanescentes do Quilombo da Marambaia e o Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas RJ.
Data e Hora do Evento Silencioso:
1.12.2012 14 horas Ladeira do Sacopã 250 Lagoa como chegar:
http://goo.gl/maps/nkJZe
Ao rastrearmos a internet, descobrimos que havia uma petição à justiça, para que o Evento fosse impedido. Petição feita por um dos Condomínios que ocupa uma parte da área original do Quilombo do Sacopã;
Luis Sacopã acionou o Núcleo de Direitos Humanos e a Comissão de Igualdade Racial-RJ e aprocuradoria Geral do Incra e juntos com a defensora pública fizeram uma petição à Juiza da 8a Vara Cívil do Rio de Janeiro uma petição para que fosse sustada a AÇÃO DE PROCEDIMENTO SUMÁRIO , movida contra ele pelo Condomínio do Edifício Camburi.
Na petição Luiz Sacopã alegava que seria um evento estritamente cultural com convidados de várias secretarias municipais, estaduais e ministérios federais além de reprsentantes da sociedade civil, e que este evento fazia parte do esforço nacional por parte dos governos municipais, estaduais e federal e e principalmente do movimento social e negro brasileiro, para resgatar a dívida histórica do Brasil para com as populações quilombolas.
A resposta foi terrível por parte da juiza que segue a linha da desembargadoria do Estado do Rio, que desde agosto 2012 revogou a lei do silêncio, decretando que os moradores do Quilombo do Sacopã não podem fazer nenhum ruído musical sob pena de prisão.
Abatidos com esta injustiça por parte de quem é paga por todos os cidadãos, para defender as pessoas de arbitrariedade, decidiram com suas últimas energias realizarem o evento sem música e convocarão todos os convidados a cantarem em silêncio o Hino Nacional na abertura do evento, pois estão cientes, ainda segundo palavras dos moradores durante a reunião de ontem à tarde:
"que este processo contra eles que dura desde 1989, está viciado em ações de uma oligargarquia econômica que se instalou no judiciário fluminense, pois até mesmo o desembargador que iniciou o processo de tentativa de aniquilar a resistência do Quilombo do Sacopã, foi aposentado compulsoriamente por vender sentenças e a terceira pessoa na cadeia sucessória na justiça da cidade, é um vizinho, que mora no prédio que ocupa parte da área reivindicada pela família Sacopã e é parte interessada há mais de 40 anos na disputa e na tentativa de removê-los de vez para os subúrbios do Rio de Janeiro, como já aconteceu a todos aos milhares de negros que habitavam a área da Lagoa Rodrigo de Freitas até a década de 70."
Nos final os moradores do Quilombo disseram:
" A festa continua, vamos festejar em silêncio, o mundo ouvirá nossa mudez seletiva através da internet e do nosso jornal "A Voz do Sacopã"
_ "Eles vão ficar surdos de tanto ficarmos calados", afirmou no final da reunião, um jovem da quinta geração quilombola que defende sua terra e o meio-ambiente para todos os que vivem em volta do Quilombo do Sacopã e para toda a cidade.
Abaixo, as informações que Doutor Tito, enviado pela OAB e sua Comissão de Igualdade Racial, enviou no final da tarde de sexta-feira ao Quilombo do Sacopã.
Agora de posse do processo ... o fone aqui não funciona bem... Saiu a decisão , ENTÃO NO MEIO DO CAMINHO , voltei ao fórum, não há notícia de requerimento (pedido) do INCRA por enquanto... mas,
1- A juiza não só manteve a probição DE EVENTOS MUSICAIS EM QUALQUER HORÁRIO como também mandou expedir ofícios com o seguinte teor:
1- 1284/2012/OF ... ao delegado da 15ª DELEGACIA DE POLÍCIA , solicitando providências necessárias no sentido de que seja aberto Inquérito Policial com intuito de averiguar a evidente e comprovada prática do crime de desobediência por parte dos réus , quais sejam , Eva Manoela da Cruz***, Maria Laudelinda e Luiz Pinto Junior.
2- 1285/2012 , Ofício ao Ministério Público, providências necessárias para que seja aberto Inquérito Policial com intuito de averiguar a evidente e comprovada prática do crime de desobediência por parte dos réus, quais sejam , Eva Manoela da Cruz, Maria Laudelinda e Luiz Pinto Junior...
3- Ofício ao Comandante Tenente Coronel Luiz Otávio Lopes da Rocha, no sentido de que seja viabilizado a utilização de força policial em eventuais descumprimentos de decisões pelos réus determinado por este Juizo.
OU SEJA, AGORA ESTÁ PIOR DO QUE ESTAVA, O QUILOMBO SACOPÃ JÁ É ÁREA DE ESPECIAL INTERESSE CULTURAL , LEI MUNICIPAL IDENTIFICADO PELA SEQUÊNCIA Nº 5503/2012 ... SÓ PODEREMOS ACIONAR NA SEGUNDA FEIRA A PROCURADORIA ESPECÍFICA DA CÂMARA PARA OFICIAR A JUIZA QUE DESRESPEITA A LEI.
EM SUMA: PODE OCORRER O EVENTO SEM MÚSICA. A PROIBIÇÃO É DE EVENTO MUSICAL, mui embora os Ofícios sejam dúbios ...
A sociedade civil precisa ser senbilizada e as autoridades presentes ao ato precisam saber deste fato:
O QUILOMBO DO SACOPÃ ESTÁ IMPEDIDO DE ATÉ MESMO TOCAR O HINO NACIONAL ... O FATO DA JUIZA EXPEDIR A DOCUMENTAÇÃO NESTA SEXTA-FEIRA VÉSPERA DO EVENTO DE COMEMORAÇÃO Á LIBERTADAÇÃO JURÍDICA DO QUILOMBO DO SACOPÃ, IMPEDE POR SER FINAL DE SEMANA QUE IMPETREMOS QUALQUE HABEAS CORPUS PREVENTIVO VISTO QUE O CASO VOLTA PARA A MESMA JUIZA QUE EXPEDIU ESTA AÇÃO ARBIRÁRIA APESAR DE ACORDO FEITO NO DIA ANTERIOR COM O PROCURADOR DO INCRA QUE IRIA REAVALIAR ESTA PETIÇÃO DO CONDOMÍNIO VIZINHO. ASSIM SENDO lUIZ SACOPÃ E SUA FALECIDA MÃE ARRISCAM A SEREM PRESOS, O QUE PODERÁ DEBILITAR A SUA SAÚDE VISTO O ADIANTADO DE SUA IDADE,Ao rastrearmos a internet, descobrimos que havia uma petição à justiça, para que o Evento fosse impedido. Petição feita por um dos Condomínios que ocupa uma parte da área original do Quilombo do Sacopã;
Fonte:MAMAPress
Assistam esse video, Urnas eletronicas Brasileiras
https://www.facebook.com/photo.php?v=415106338562899 Denuncia de deputado
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