terça-feira, 20 de novembro de 2012

Passeatas por dignidades e falta de respeito no dia dia

Como falar a pessoas,pessoas ligadas a moda e cabeleleiros principalmente que participam de marchas pedindo respeito e dignidade já, e quando se veem ao lado de mulheres negras com a naturalidade de seu nascimento, cabelos crespos, se esquecem que a luta por respeito começa em primeiro aprender a respeitar nossos cabelos negros, afinal ser negra e ser linda e flizzz não é feio, simplesmente tem aprender a aceitar

Brasil derruba mata Atrantica por Dinheiro

mas pobres e negros não podem fazer puxadinhos e são expulsos sendo aquele o seu unico teto, denunciar e mostrat ao mundo Via Iconoclastia Incendiária - https://www.facebook.com/IconoclastiaIncendiaria Na Barra da Tijuca, existe uma área de reserva ambiental e estão devastando 45.000 m² do seu entorno ainda preservado para a construção de um RESORT DE LUXO! O s moradores da região estão revoltados, pq é uma pequena parte que sobrou da Mata Atlântica e o pouco do verde que ainda temos em meio a tantos prédios e construções. Em 2005, Eduardo Paes, o atual prefeito do Rio de Janeiro, posou para fotos com cartazes dizendo "Preservem a Reserva" e hoje, deixa que tal absurdo seja levado a diante. Luciano Huck, que tanto paga de bom-moço na TV, já comprou uma cobertura desse Resort na planta, por R$47.000.000. _____________________ EDIÇÃO - É a PRAIA DA RESERVA o nome correto. _____________________ Assine a Petição favorável à natureza: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=RESMARJA&fb_source=message Se não for pedir demais, assine aqui também, para proteger o entorno http://petition.avaaz.org/po/petition/Prainha_Rio_Inclusao_da_APA_do_entorno_ao_Parque_Natural_da_Prainha/ Evento da manifestação deste sábado: http://www.facebook.com/events/251305608328974/ A FARSA do Eduardo Paes http://sphotos-b.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/602435_4203843047566_1477363263_n.jpg A FARSA do Luciano Huck: http://extra.globo.com/famosos/lar-doce-lar-luciano-huck-compra-apartamento-de-47-milhoes-no-rio-6487671.html#axzz2CE2pFsG4 — em Praia da Reserva.

repassem essa denuncia Grave Brasil libera produtos toxicos

Gerente-Geral de Toxicologia da ANVISA é exonerado por denunciar corrupção http://www.contraosagrotoxicos.org/index.php/inicio/271-gerente-geral-de-toxicologia-da-anvisa-e-exonerado-por-denunciar-corrupcao Gerente-Geral de Toxicologia da ANVISA é exonerado por denunciar corrupção O gerente-geral de toxicologia da ANVISA, Luís Cláudio Meirelles, foi exonerado do cargo nesta quarta-feira (14). Segundo carta divulgada hoje, o pesquisador que trabalhava há 12 anos na ANVISA, denunciou irregularidades graves na liberação de agrotóxicos. "As graves irregularidades envolveram o deferimento de produtos sem a necessária avaliação toxicológica, falsificação de minha assinatura e desaparecimento de processos em situação irregular." Ao constatar as irregularidades, Meirelles tomou as atitudes esperados de um funcionário público: "Em seguida, solicitei ao Diretor-presidente o afastamento do Gerente da GAVRI, pois os problemas estavam relacionados às atividades de sua Gerência, assinalando que houve rompimento da relação de confiança exigida para o cargo.". Entretanto, a medida contrariou interesses maiores dentro da instituição, e na relação com o Ibama e MAPA. "As razões para a exoneração me foram transmitidas pelo Diretor-Presidente da ANVISA. Após elogiar o trabalho, a lisura e o reconhecimento externo que conferi à GGTOX, ele me informou que, na sua visão, o encaminhamento das irregularidades foi confuso e inadequado, e que faltou diálogo prévio (..). Afirmou, ainda, que o processo de afastamento do gerente da GAVRI não fora apropriado, e que a indagação do Ministério Público sobre esse fato, que antecedeu às investigações internas, não deveria ter ocorrido." Segundo informações, os agrotóxicos liberados com assinatura falsa de Meirelles seriam utilizados para ferrugem da soja, ou seja, estão ligados aos grandes interesses do agronegócio brasileiro. Ele ainda detalha na carta as pressões que a ANVISA tem sofrido para liberar cada vez mais agrotóxicos, sem a devida preocupação com a saúde da população. Confira a integra da carta de Luís Cláudio: "Comunico que, no dia 14 de novembro de 2012, deixei o cargo de Gerente Geral de Toxicologia da ANVISA, após ter trabalhado por 12 anos e 9 meses na agência, cedido pela Fundação Oswaldo Cruz-FIOCRUZ, para onde retorno. Durante estes anos, tive a oportunidade de interagir com muitos colegas e amigos, que muito me ensinaram. Levo da ANVISA riquíssima bagagem sobre a importância da prevenção e controle que a Vigilância Sanitária desenvolve para produzir saúde e bem-estar para a população. Agradeço sinceramente a todos que colaboraram com a minha gestão e, ao final deste texto, segue meu novo endereço profissional na FIOCRUZ, Rio de Janeiro, onde estarei à disposição para o desenvolvimento de trabalhos de interesse público na área da saúde. Em seguida apresento informações sobre a minha saída da ANVISA e destaco algumas questões preocupantes sobre o contexto atual, que poderão afetar a atuação do setor Saúde no controle de agrotóxicos do Brasil. Sobre os fatos No início do mês de agosto, identificamos irregularidades na concessão dos Informes de Avaliação Toxicológica de produtos formulados, que autorizam o Ministério da Agricultura a registrar os agrotóxicos no país. Frente aos primeiros fatos, solicitei aos gerentes que levantassem as informações para a imediata adoção de providências. Os levantamentos foram realizados e contaram com a colaboração dos responsáveis pela Gerência de Análise Toxicológica – GEATO e da Gerência de Normatização e Avaliação – GENAV. A Gerência de Avaliação do Risco – GAVRI não colaborou com qualquer informação. As graves irregularidades envolveram o deferimento de produtos sem a necessária avaliação toxicológica, falsificação de minha assinatura e desaparecimento de processos em situação irregular. Primeiramente identificamos irregularidade em um produto, posteriormente em mais cinco, e recentemente em mais um, com problemas de mesma natureza. Para cada um deles foi instruído um dossiê com a identificação da irregularidade e a anexação de todas as provas que mostram que o Informe de Avaliação Toxicológica foi submetido para liberação sem a devida análise toxicológica. Por ocasião da primeira irregularidade observada, comuniquei de imediato os fatos ao Chefe da Coordenação de Segurança Institucional – CSEGI, que também é Diretor-adjunto do Diretor-Presidente, e ao Diretor da Diretoria de Monitoramento – DIMON. Informei a ambos que estava enviando os processos à CSEGI para adoção de providências e cancelando os documentos de deferimento. Não recebi qualquer orientação adicional ao que propus. Em seguida, solicitei ao Diretor-presidente o afastamento do Gerente da GAVRI, pois os problemas estavam relacionados às atividades de sua Gerência, assinalando que houve rompimento da relação de confiança exigida para o cargo. Todos os procedimentos e medidas foram previamente apresentados às instâncias superiores da ANVISA, na busca de auxílio e orientação. As medidas que me cabiam, enquanto gestor da área, foram adotadas para garantir a segurança dos servidores, dos documentos e dos sistemas acessados pelos técnicos da GGTOX, bem como a imprescindível visibilidade institucional. Sobre as medidas adotadas Para todos os produtos que apresentaram suspeita de irregularidade na avaliação toxicológica, emiti ofícios às empresas, suspendendo o Informe de Avaliação Toxicológica concedido pela GGTOX/ANVISA, bem como determinando, em alguns casos, que se abstivessem de comercializar o produto até que as irregularidades fossem apuradas e sanadas. Também encaminhei os ofícios ao Ministério da Agricultura, com cópia para o IBAMA, notificando as decisões e solicitando as medidas adequadas. Solicitei à Gerência Geral de Tecnologia da Informação-GGTIN, cópia do backup de todos os documentos da pasta da GGTOX que ficam no servidor da ANVISA. A cópia está disponível na GGTIN e para o Gerente Geral de Toxicologia, no modo leitura. Encaminhei à CSEGI o relato de todas as medidas adotadas, a descrição detalhada dos fatos e os documentos juntados, para a adoção das providências cabíveis. Informei ainda, em todos os memorandos, que seguíamos na busca de outras possíveis irregularidades, o que poderia resultar no envio de novos processos àquela Coordenação. Por último, comuniquei os fatos e providências ao conjunto dos servidores, e discutimos a natureza grave do problema. Enfatizei, ainda, a importância de garantir o prestígio da GGTOX-ANVISA e de quem nela trabalha, afastando as estratégias destrutivas que buscam desqualificar a ação reguladora das instituições públicas em episódios com este. Sobre a exoneração As razões para a exoneração me foram transmitidas pelo Diretor-Presidente da ANVISA. Após elogiar o trabalho, a lisura e o reconhecimento externo que conferi à GGTOX, ele me informou que, na sua visão, o encaminhamento das irregularidades foi confuso e inadequado, e que faltou diálogo prévio, o que gerou dificuldades na relação de confiança entre minha pessoa e a Diretoria. Afirmou, ainda, que o processo de afastamento do gerente da GAVRI não fora apropriado, e que a indagação do Ministério Público sobre esse fato, que antecedeu às investigações internas, não deveria ter ocorrido. Em resposta, discordei dos argumentos apresentados, pois, como dito por ele, não havia críticas à minha gestão, e a solicitação de investigação das irregularidades era de minha obrigação enquanto gestor e servidor público. Também destaquei que respeitei a hierarquia e os encaminhamentos formais. Disse ainda que sempre estive à disposição da Diretoria para informá-la dos fatos, e busquei diálogo e orientação junto à CSEGI e à DIMON. Lembrei que, durante o episódio, as gerentes da GEATO e da GENAV não foram chamadas sequer uma vez para informar ou confrontar alguma afirmação que por ventura não tivesse sido clara o suficiente para suscitar uma rápida tomada de providências. Também esclareci ao Diretor-Presidente que as manifestações externas sobre a minha exoneração não deveriam ser interpretadas como pressão para me manter nesse cargo, pois eu tampouco desejava continuar a trabalhar sob sua direção. No entanto, zelaria para que a apuração das irregularidades fosse levada até a última instância. Sobre o futuro Frente ao exposto, considero importante compreender que o episódio das irregularidades deve ser tratado com a firmeza necessária, sem que isto venha denegrir a qualidade do trabalho realizado pela Gerência de Toxicologia ou ocultar a tentativa de desregulamentação do controle dos agrotóxicos no Brasil. Nesse contexto, destaco alguns fatos que vêm ocorrendo e cujo objetivo é o de retirar competências da Saúde ou "flexibilizar" sua atuação. Eles têm sido debatidos e repudiados pela Gerência, pelo retrocesso que representam para a sociedade: - O Projeto de Lei - PL n˚ 6299/2002, ao qual foram apensados outros PLs (PL 3125/2000, PL 5852/2001, PL 5884/2005, PL 6189/2005, PL 2495/2000, PL 1567/2011; PL 4166/2012; PL 1779/2011, PL 3063/2011 e PL 1567/2011), que estão tramitando na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, e que retiram competências da ANVISA e do IBAMA nas avaliações de agrotóxicos. - A criação de uma "Agência nacional de Agroquímicos", veiculada pela mídia, e cujo conteúdo informa que um dos fatores impeditivos da implementação da nova Agência seria a "resistência dos técnicos da ANVISA"(sic). - As tentativas de desqualificação da Consulta Pública 02, de 2011, oriunda da revisão da Portaria 03, de 1992, e que estabelece critérios cientificamente atualizados para a avaliação e classificação toxicológica de agrotóxicos. Durante o período da consulta pública, o setor regulado chegou a propor que esta revisão fosse suspensa. - As tentativas permanentes de impedimento da reavaliação de agrotóxicos ou de reversão das decisões já adotadas, através das constantes pressões políticas e demandas judiciais. Tais procedimentos tem sufocado o trabalho da Gerência. Oito produtos ainda estão pendentes de conclusão; a proibição do metamidofós foi emblemática, pelo tanto que onerou as atividades da equipe. - As tentativas de flexibilização da legislação, com o intuito de permitir a criação de normas que autorizem as alterações de composição e o reprocessamento de produtos, sem critérios técnicos fundamentados. Abraços. Luiz Cláudio Meirelles Pesquisador em Saúde Pública meirelles@ensp.fiocruz.br (21) 2598-2681/2682

sábado, 27 de outubro de 2012

Ato contra a Namoradinha do Brasil amanhã

. Guarani Kuaiwá : Ato contra fazendeira, namoradinha do capital,domingo,dia 28, Centro Cultura dos Correios A situação da tribo Guarani-Kaiwoá, residente na Terra Indígena Pyelito Kue, no município de Iguatemi, no Mato Grosso do Sul, mobilizou a opinião pública depois que uma carta divulgada no início do mês começou a ser compartilhada nas redes sociais na última semana. Nela, os Kaiwoá afirmam q ue ficou “evidente que a própria ação da Justiça Federal gera e aumenta as violências contra as nossas vidas, ignorando os nossos direitos de sobreviver à margem do rio Hovy e próximo de nosso território tradicional” e pedem para “decretar a nossa dizimação e extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos”.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Brazil kills native Indians

Federal constitution that transforms into incapable, CC Art 3 4. preventing that fight not giving the Indians the power to speak for them. taking the law in the centuries that was theirs, the land Guarani-Kaiowá ANNOUNCE DEATH IN COLLECTIVE MATO GROSSO DO SUL! SHARE AND DO IT TO GET PEOPLE TO THE MAXIMUM POSSIBLE!! A letter signed by the leaders of the village indigenous Guarani-Kaiowá of Mato Grosso do Sul, and referred to the Indigenous Missionary Council (CIMI), announces the collective death of 170 men, women and children if the federal court order to remove the group from the Farm Cambará where are temporarily camped on the river Hovy, in the city of Ashland. The Indians asked for several years the demarcation of their traditional lands, now occupied by ranchers and guarded by gunmen. The leader of PV in the House, Mr Sarney Filho (MA), sent a letter to Justice Minister requesting steps to prevent the tragedy. Read the full letter of the Indians to CIMI: Charter Community of Guarani-Kaiowá Pyelito Kue / Mbarakay-Iguatemi-MS for the Government and Justice of Brazil We (50 men, 50 women and 70 children) Guarani-Kaiowá communities originating from tekoha Pyelito kue / Mbrakay, we write this letter our present historical situation and a final decision before the dispatch order expressed by the Federal Court of Ashland, MS, as Case No. 0000032-87.2012.4.03.6006, on 29 September 2012. We received information that our community will soon be attacked, raped and thrown out of the river by the Federal Court, of Ashland, MS. Thus, it is evident to us that the very action of the Federal Court generates and increases the violence against our lives, ignoring our rights to survive the river Hovy and around our traditional territory Pyelito Kue / Mbarakay. We understand clearly that this decision of the Federal Court of Ashland-MS is part of the action of genocide and extermination historic indigenous people, native and native of Mato Grosso do Sul, ie, the action itself is violating the Federal Court and exterminated and our lives. We want to make clear to the Government that the Federal Court and finally, we have already lost the hope to survive with dignity and without violence in our territory old, no longer believe in the Brazilian Justice. Who we denounce violence committed against our lives? To which Justice of Brazil? If the Federal Court itself is generating and fueling violence against us. We have evaluated our current situation and conclude that we will all die very soon, and we do not have nor have the prospect of a dignified and fair both here on the riverbank as far from here. We camped here 50 meters from the river Hovy where already there were four deaths, two by suicide and two due to beating and torture of gunmen farms. We live on the river bank Hovy for over a year and are without any assistance, isolated, surrounded by gunmen and resisted until today. Eat food once a day. We spend all this to recover our territory Pyleito old Kue / Mbarakay. In fact, we know very well that at the heart of our territory old are buried several of our grandfathers, grandmothers, great-grandparents and great-grandparents, there are the cemeteries of all our ancestors. Aware of this historical fact, we are about and we want to be dead and buried with our ancestors right here where we are today, so we ask the Government and the Federal Court not to order the eviction / expulsion, but ask to enact our death collective and to bury us all here. Please, once and for all, to enact our decimation and total extinction, besides sending several tractors to dig a big hole to play and bury our bodies. This is our request to federal judges. Now await the decision of the Federal Court. Declare our collective death of Guarani and Kaiowá Pyelito Kue / Mbarakay and bury us here. Since we decided not to leave here fully alive nor dead. We know that we have more chance to survive with dignity here in our territory old already suffered a lot and we are all massacred and dying apace. We know that we will be driven away from the riverbank for justice, but let's not get out of the river. As an indigenous people and indigenous history, we decided collectively merely being killed here. We have no choice this is our last dispatch before the unanimous decision of the Federal Court of Ashland, MS. Sincerely, Guarani-Kaiowá of Pyelito Kue / Mbarakay (Portal Luis Nassif) By Felipe Patury, Season

ブラジルでは、ネイティブインディアンを殺す

ブラジルでは、ネイティブインディアンを殺す 無能、CCのアート3 4変身連邦憲法。その戦いを防止することはインディアンにそれらを代弁する権限を与えていない。彼らのものだった世紀に法律を取って、土地 グアラニー-Kaiowáが集団マトグロッソ州での死亡を発表すると、スル!共有し、可能な限り最大に人々を得るためにそれを行ってください! マトグロッソ州の村の先住民グアラニー-Kaiowáの指導者によって署名された手紙は、ファームCambaráからグループを削除するには、連邦裁判所の命令あれば170人、女性および子供の集団死を発表、do Sulの、そして先住民宣教評議会(CIMI)と呼ばどこで一時的にアッシュの街で、川Hovyにキャンプしています。インド人は今牧場主によって占められ、武装集団によって守られて、数年前から彼らの伝統的な土地の境界を求めた。ハウスのPVのリーダー、ミスターサルネイフィリオ(MA)は、悲劇を防ぐための措置を要求している法務大臣に手紙を送った。 CIMIにインディアンの完全な手紙を読む: ブラジル政府と正義のためのグアラニ-KaiowáPyelitoクエ/ Mbarakay-イグアテ-MSのチャーターコミュニティ 我々(50人、女性50名と70の子供)tekoha Pyelito KUE / ​​Mbrakayから発信グアラニー-Kaiowáコミュニティは、我々は、この手紙を私たちの現在の歴史的な状況とアッシュランド、MSの連邦裁判所で表現ディスパッチオーダーの前に最終的な決定を書き込む2012年9月29日に事件番号0000032-87.2012.4.03.6006など。私達は私達の社会はすぐに攻撃し強姦され、アッシュランド、MSの連邦裁判所によって川からスローされるという情報を受けました。 したがって、それは連邦裁判所の非常にアクションが川Hovyと私たちの伝統的な領土Pyelitoクエ/ Mbarakay周りを生き残るためには我々の権利を無視して、私たちの生活に対する暴力を生成し、増加させることを私たちに明らかである。我々は、すなわち、アクション自体はスル連邦裁判所に違反して、皆殺しにされないと私たちのマットグロッソ州のネイティブとネイティブ、アッシュ-MSの連邦裁判所のこの決定はジェノサイドと絶滅の歴史先住民の行動の一部であることを明確に理解住んでいます。我々は、連邦裁判所、最後に、我々はすでに尊厳をもって、古い私たちの領土内暴力のない生き残るために希望を失ったが、ブラジルの正義を信じなくなったことを政府に明確にしておきたい。私たちは私たちの生活に対してコミット暴力を非難は誰ですか?ブラジルのどの司法へ?連邦裁判所自体が発生し、私たちに対する暴力を煽っている場合。私達は私達の現在の状況を評価し、我々はすべての非常にすぐに死ぬだろう、と我々はここから遠く川岸にここに堂々と公正の両方の見通しを持っていたり、持っていないと結論している。我々はすでに4人が死亡、自殺による2と武装集団農場の殴打や拷問のために2があった川Hovyからここに50メートルをキャンプした。 我々は、単離された武装集団に囲まれており、今日まで抵抗し、年以上の川の土手Hovyに住んでいるとどのような援助なしです。一日一回食べ物を食べる。我々は我々の領土Pyleito古いクエ/ Mbarakayを回復するために、このすべてを費やしています。実際には、我々は非常によく知っている昔の我々の領土の中心に私たちの祖父、祖母、曽祖父母や曽祖父母のいくつかを埋めていることを、すべての我々の先祖の墓地があります。 この歴史的事実を認識し、我々は約であり、私たちが死んで、私たちが今日ここに我々の祖先と一緒に埋葬したいので、私たちは政府に尋ねると、連邦裁判所が立ち退き/追放を命じないことが、私たちの死を制定するように依頼集団とここで私たちのすべてを埋葬する。 どうぞ、一度、すべてのために、私たちの体を再生し、埋めるために大きな穴を掘るために、いくつかのトラクターを送信する以外に、私たちの間引きおよび総絶滅を制定することができる。これは、連邦裁判所判事への我々の要求です。現在、連邦裁判所の決定を待っています。グアラニーとKaiowáPyelitoクエ/ Mbarakayの私たちの集団の死を宣言し、ここで私たちを埋める。我々は完全に生きても死んでここを出ないことに決めたので。 我々は、我々が尊厳をもって生き残るためにはより多くのチャンスを持っていることをここに我々の領土で、古いものを知って、すでに多くのことを苦しんで、我々はすべて虐殺とたちまち死んでいる。我々は、我々は正義のために川岸から離れて駆動されることを知っているが、川から出るのないようにしましょう​​。先住民や先住民族の歴史として、我々は総称して、単にここで殺されていることを決めた。我々は、これはアッシュランド、MSの連邦裁判所の全会一致の決定の前に私たちの最後の派遣である選択肢がない。 Pyelitoクエ/ Mbarakayの誠意をこめて、グアラニー-Kaiowá (ポータルルイスナシフ)フェリペPatury、季節によって __________________________ ______________________________ "自殺"ビジョンとグアラニKaiowáの問題に関する注記 ___________________________________ "自殺"の様々なATY Guasuの概念のリーダーシップの反射 http://www.facebook.com/aty.guasu/posts/307019846082490

Brésil tue Indiens

Constitution fédérale qui se transforme en incapacité Art, CC 3 4. empêcher que la lutte ne donne pas les Indiens le pouvoir de parler pour eux. prenant la loi dans les siècles qui était la leur, la terre Guarani-Kaiowá ANNONCENT LA MORT EN COLLECTIVE Mato Grosso do Sul! PARTAGER ET FAIRE POUR OBTENIR DES PERSONNES AU MAXIMUM POSSIBLE! Une lettre signée par les dirigeants du village Guarani-Kaiowá du Mato Grosso indigènes do Sul, et renvoyé au Conseil indigène missionnaire (CIMI), annonce la mort collective de 170 hommes, femmes et enfants, si l'ordonnance du tribunal fédéral de retirer le groupe de la Cambará Farm où sont temporairement mis en attente sur le Hovy rivière, dans la ville de Ashland. Les Indiens demandé depuis plusieurs années la démarcation de leurs terres traditionnelles, maintenant occupée par des éleveurs et gardé par des hommes armés. Le chef de PV à la Chambre, M. Sarney Filho (MA), a envoyé une lettre au ministre de la Justice demandant des mesures pour empêcher la tragédie. Lire la lettre complète des Indiens à CIMI: Communauté Charte des Guarani-Kaiowá Pyelito Kue / Mbarakay-Iguatemi-MS pour le gouvernement et la justice du Brésil Nous (50 hommes, 50 femmes et 70 enfants) Guarani-Kaiowá communautés originaires de tekoha Pyelito kue / Mbrakay, nous écrivons cette lettre de notre situation historique actuelle et une décision finale avant l'ordre de répartition exprimée par la Cour fédérale de Ashland, MS, comme 0000032-87.2012.4.03.6006 Affaire n °, le 29 Septembre 2012. Nous avons reçu l'information que notre communauté va bientôt être attaqué, violé et jeté hors de la rivière par la Cour fédérale, de Ashland, MS. Ainsi, il est évident pour nous que l'action même de la Cour fédérale génère et augmente la violence contre nos vies, en ignorant nos droits à survivre à la Hovy rivière et autour de notre territoire traditionnel Pyelito Kue / Mbarakay. Nous comprenons clairement que cette décision de la Cour fédérale de Ashland-MS fait partie de l'action de génocide et d'extermination historiques populations autochtones, indigènes et indigènes du Mato Grosso do Sul, c'est à dire, l'action elle-même viole la Cour fédérale et exterminés et notre vie. Nous voulons faire comprendre au gouvernement que la Cour fédérale et, enfin, nous avons déjà perdu l'espoir de survivre avec dignité et sans violence dans notre ancien territoire, ne croient plus en la justice brésilienne. Qui sommes-nous dénoncer les violences commises à l'encontre de nos vies? Pour ce qui la justice du Brésil? Si la Cour fédérale elle-même génère et alimente la violence contre nous. Nous avons évalué notre situation actuelle et de conclure que nous allons tous mourir très bientôt, et nous n'avons pas ni avoir la perspective d'une vie digne et juste, tant ici que sur la rive loin d'ici. Nous avons campé ici à 50 mètres de la rivière où Hovy il y avait déjà quatre morts, dont deux par suicide et deux en raison de coups et de torture des fermes des hommes armés. Nous vivons sur la berge de la rivière Hovy plus d'un an et sont sans aucune aide, isolé, entouré par des hommes armés et ont résisté jusqu'à aujourd'hui. Mangez des aliments une fois par jour. Nous dépensons beaucoup pour récupérer notre territoire Pyleito vieille Kue / Mbarakay. En fait, nous savons très bien qu'au cœur de notre ancien territoire sont enterrés plusieurs de nos grands-pères, grands-mères, grands-parents et arrière-grands-parents, il ya les cimetières de tous nos ancêtres. Conscient de ce fait historique, nous sommes et nous voulons être mort et enterré avec nos ancêtres, ici où nous sommes aujourd'hui, c'est pourquoi nous demandons au gouvernement et la Cour fédérale de ne pas ordonner l'expulsion / expulsion, mais demandez à adopter notre mort collective et nous enterrer tous ici. S'il vous plaît, une fois pour toutes, d'adopter notre décimation et l'extinction totale, outre l'envoi de plusieurs tracteurs de creuser un grand trou à jouer et à enterrer nos corps. C'est notre demande aux juges fédéraux. Maintenant attendre la décision de la Cour fédérale. Déclarons notre mort collective des Guarani Kaiowá et Pyelito Kue / Mbarakay et nous enterrer ici. Depuis que nous avons décidé de ne pas laisser ici pleinement vivant ni mort. Nous savons que nous avons plus de chance de survivre avec dignité ici, dans notre ancien territoire déjà beaucoup souffert et nous sommes tous massacrés et meurent rapidement. Nous savons que nous serons chassés de la rive de la justice, mais il ne faut pas sortir de la rivière. Tant que peuple autochtone et l'histoire indigène, nous avons décidé collectivement simplement être tué ici. Nous n'avons pas le choix c'est notre dernier envoi avant la décision unanime de la Cour fédérale d'Ashland, MS. Sincèrement, Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue / Mbarakay (Portal Luis Nassif) Par Felipe Patury, Saison __________________________ ______________________________ NOTE SUR LA QUESTION DES "SUICIDE" LA VISION ET GUARANI Kaiowá ___________________________________ REFLET DE LEADERSHIP SUR LES DIFFÉRENTS CONCEPTS DE Guasu ATY "SUICIDE" http://www.facebook.com/aty.guasu/posts/307019846082490