Novos índices Brasileiros como consumo, direitos de ir e vir, e culturas de locais distintos nos fazem questionar como a diversidade Brasileira vai tratar os outros, pois vejo pessoas que se dizem humanas à frente de cargos não reconhecer o outro ser humano. Por um 2015 humano.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Lembrando que o provão sumiu
Legal um governo que diz que o Estado sairá da lanterna do IDEB da educação até 2016, cinco anos. Se uma criança está hoje no 1° ano e só pode ser avaliada no 3° ano e se reforçamos a educação só nesse período teremos uma melhora nas avaliações nestes períodos, e o resto? Mas será que o povo que já foi formado terá acesso às melhorias que a vila olímpica oferecerá como apartamentos e infra-estrutura, dentro da lógica de um Brasil que utiliza o acesso a determinadas funções cuja a remuneração mantem a residência nestes locais? Temos que vê que jornada de trabalho com disponibilidade à empresa, terceirização que não permite acesso aos serviçais aos tais benefícios de inclusão da empresa que quer ser ponta que na hora mostra o mais escurinho empregado que é terceirizado e está nos corredores da empresa mais e os demais empregados de fato... lembrando que o provão sumiu. E os artesões apesar de serem aclamados na hora da responsabilidade social em oferecer cursos profissionalizantes e de inserção social são tratados como camelos na hora de venderem seus produtos nas ruas, só servem em mostras de profissionais que não tem a capacidade de venda e necessitam dos produtos para que possam dizer que estão fazendo alguma coisa e se esses artesões de fato tiverem a autonomia de venderem nas ruas e não nos locais de pouco movimento e de venda insignificante, eles ficariam sem esse monopólio.
Projeto Republica
INTRODUÇÃO
Como falar de necessidades de adolescentes com direitos e ao mesmo tempo cerceado dele pelos que deveriam está protegendo, mas como dependem deles para manutenção de fontes de recursos, a ladainha do vamos fazer é necessária, mas a eficácia do que é feito demonstra que a manutenção do problema é necessária.
250 mil em abrigos, numero esse muito a reduzir no que tange os que estão aptos a serem adotados e a realidade dos que estão acima dos 14 anos que nunca serão adotados e não são preparados a assumir o seu papel de pessoas residentes em sociedade
PROJETO
Intento
A construção de apartamentos com quartos com 10 mt°, com 2mt° para o banheiro e área, que dariam condições de colocar uma cama, uma poltrona, um armário de solteiro, uma escrivania ou estante, uma área de cozinha com fogão, geladeira, pia, armário e uma pequena área em que possa lavar e secar roupa, o prédio teria o estilo da construção da UERJ, mais com grandes janelas e quartos estilo corredor que permitiria ao tutor, três casais adultos que residiriam no prédio manterem a ordem, regras de convivência e como o prédio teria comercio no Primeiro andar para pagar algumas despesas como água e luz do prédio, para que os custos sejam mínimo. O adolescente tem que arcar com despesas como água, luz, consumo e vestuário próprio, ou todos os quartos terão relógios próprios.
1° questionamento
Não seriam muitos novos para assumirem parte de suas vidas?
Já assumem, a diferença é que estão sem regras e direcionamento na construção de um individuo que possa ter autonomia dentro da concepção de vivencia em sociedade, pois vivem em geral nas ruas, favelas também é rua ou em abrigos que a referencia de convivência e frágil até na visão desse adolescente que vai ter que sair sem rumo aos 18 anos.
2° questionamento
Como se manteriam nessa nova vida?
Temos o contrato especial de trabalho. CLT Art 402 ao 441 o que permitiria o acesso a republica a adolescente apartir de 14 anos. Temos o aparelho judicial na área de proteção ao adolescente que pode dar oportunidade de acesso a esse adolescente no caso de aplicadores de cursos que se recusam a dar acesso ao adolescente que irá participando do projeto, pois sei que teríamos varias donos de empresas que aceitaria, inclusive adolescentes analfabetas, em suas empresas visto que eles são pessoas, os representantes e tem acesso a ruas e pessoas. Como as construções teriam comercio no 1° andar, esse dinheiro manteria água e luz do local. Os trabalhadores poderia ser pagos pelo executivo que teria que pagar mais se fosse pegar mais estando esses adolescentes em abrigo. A limpeza semanal do local é de responsabilidade de todos.
3° questionamento
qual é o tempo limite de permanecia no local?
Quatro anos mo Maximo considerando que a entrada é com 14 anos completos já cumprindo o contrato.
4° questionamento
Para que não vire um hotel camarada para filhinhos de papai como sra a seleção?
Adolescente sob a guarda do estado a mais de um ano. Que tenham necessitado do estado a acessar documentação necessária ao contrato especial de trabalho. O Estado pode trocar adolescentes em risco desde que eles estejam dentro dessas regras.
5° questionamento
Quem construiria?
Construtoras que disponibilizariam recursos sociais. Prédios com até 60 quartos
Com três apartamentos para os tutores, um salão de reunião e festas, um escritório e salas comerciais.
6°questionamento
Os primeiros beneficiados?
Meninas ou meninos com filhos. Adolescentes casais depois meninas por ultimo meninos.
Todos imóveis em locais diferentes, quatro no total por município.
7° questionamento
Esses tutores quais funções exerceriam?
Assistentes social ou psicóloga com a finalidade de trabalhar regras de convivência e vivencia em um novo tipo de relações sociais, principalmente a responsabilidade e autonomia. Um tesoureiro que seria responsável pela questão fiscal local como trabalhar a mente fiscal da garotada, principalmente na questão de poupança para manterem-se no caso de demissão. Educadores sociais para que se revezem dentro da questão de horário trabalhistas, férias para não sobrecarregarem o outro. Preferência casais sem filhos ou filhos adolescentes, os dois contratados para funções na republica.
Como falar de necessidades de adolescentes com direitos e ao mesmo tempo cerceado dele pelos que deveriam está protegendo, mas como dependem deles para manutenção de fontes de recursos, a ladainha do vamos fazer é necessária, mas a eficácia do que é feito demonstra que a manutenção do problema é necessária.
250 mil em abrigos, numero esse muito a reduzir no que tange os que estão aptos a serem adotados e a realidade dos que estão acima dos 14 anos que nunca serão adotados e não são preparados a assumir o seu papel de pessoas residentes em sociedade
PROJETO
Intento
A construção de apartamentos com quartos com 10 mt°, com 2mt° para o banheiro e área, que dariam condições de colocar uma cama, uma poltrona, um armário de solteiro, uma escrivania ou estante, uma área de cozinha com fogão, geladeira, pia, armário e uma pequena área em que possa lavar e secar roupa, o prédio teria o estilo da construção da UERJ, mais com grandes janelas e quartos estilo corredor que permitiria ao tutor, três casais adultos que residiriam no prédio manterem a ordem, regras de convivência e como o prédio teria comercio no Primeiro andar para pagar algumas despesas como água e luz do prédio, para que os custos sejam mínimo. O adolescente tem que arcar com despesas como água, luz, consumo e vestuário próprio, ou todos os quartos terão relógios próprios.
1° questionamento
Não seriam muitos novos para assumirem parte de suas vidas?
Já assumem, a diferença é que estão sem regras e direcionamento na construção de um individuo que possa ter autonomia dentro da concepção de vivencia em sociedade, pois vivem em geral nas ruas, favelas também é rua ou em abrigos que a referencia de convivência e frágil até na visão desse adolescente que vai ter que sair sem rumo aos 18 anos.
2° questionamento
Como se manteriam nessa nova vida?
Temos o contrato especial de trabalho. CLT Art 402 ao 441 o que permitiria o acesso a republica a adolescente apartir de 14 anos. Temos o aparelho judicial na área de proteção ao adolescente que pode dar oportunidade de acesso a esse adolescente no caso de aplicadores de cursos que se recusam a dar acesso ao adolescente que irá participando do projeto, pois sei que teríamos varias donos de empresas que aceitaria, inclusive adolescentes analfabetas, em suas empresas visto que eles são pessoas, os representantes e tem acesso a ruas e pessoas. Como as construções teriam comercio no 1° andar, esse dinheiro manteria água e luz do local. Os trabalhadores poderia ser pagos pelo executivo que teria que pagar mais se fosse pegar mais estando esses adolescentes em abrigo. A limpeza semanal do local é de responsabilidade de todos.
3° questionamento
qual é o tempo limite de permanecia no local?
Quatro anos mo Maximo considerando que a entrada é com 14 anos completos já cumprindo o contrato.
4° questionamento
Para que não vire um hotel camarada para filhinhos de papai como sra a seleção?
Adolescente sob a guarda do estado a mais de um ano. Que tenham necessitado do estado a acessar documentação necessária ao contrato especial de trabalho. O Estado pode trocar adolescentes em risco desde que eles estejam dentro dessas regras.
5° questionamento
Quem construiria?
Construtoras que disponibilizariam recursos sociais. Prédios com até 60 quartos
Com três apartamentos para os tutores, um salão de reunião e festas, um escritório e salas comerciais.
6°questionamento
Os primeiros beneficiados?
Meninas ou meninos com filhos. Adolescentes casais depois meninas por ultimo meninos.
Todos imóveis em locais diferentes, quatro no total por município.
7° questionamento
Esses tutores quais funções exerceriam?
Assistentes social ou psicóloga com a finalidade de trabalhar regras de convivência e vivencia em um novo tipo de relações sociais, principalmente a responsabilidade e autonomia. Um tesoureiro que seria responsável pela questão fiscal local como trabalhar a mente fiscal da garotada, principalmente na questão de poupança para manterem-se no caso de demissão. Educadores sociais para que se revezem dentro da questão de horário trabalhistas, férias para não sobrecarregarem o outro. Preferência casais sem filhos ou filhos adolescentes, os dois contratados para funções na republica.
Quem foi fazer lob no Congresso
Quem foi fazer lob no Congresso para mudanças de lei foi a FIRJAN junto as redes de proteção,principalmente do meio acadêmico, que tem como tentáculo o Sistema S ou CIEE na ajuda ao fazer o CBO que é uma exigência a ser seguida na regulamentação e portarias que regem a CLT Art 402 ao 441, e são tão bons que retiraram o direitos de proteção ao menor, já que o Cap IV seria de proteção a menor mais protegem os maiores que dentro da lei Código Civil Art 3 e 4, determinam quem é responde por si e quem não pode responder por si, o que permite assumir responsabilidades e poder ser responsabilizado, e exercer trabalho noturno ou segundo a segurança e medicina de trabalho são melhores a exercerem funções gerais, e lembrando que o adolescente está em mudança e quando acessam determinadas portas podemos ter outros lulas ou Joaquins,a meritocracia virou moda já que avaliação de títulos ou entrevistas, o que uma pessoa determina por pontos quem pode ou não ir além tem sido uma ótima forma de por um determinado perfil em seu lugar de atividades serviçais, retirem a exigências de fotos em avaliações de títulos e veremos quem passa? Mas a África do Sul é bem aqui lembrando que ainda falam que estão oferecendo reforço escolar sem a acessibilidade ao contrato, ou deixam esse jovem se prostituindo ou praticando atos ilícitos, se for o caso, e dão a educação mesmo eles precisando ter acesso a recursos que o contrato ajudaria. Finge que somos bons e praticamos a responsabilidade social e cerceamos direitos, já que existem inúmeras propagandas que ao invés de colocar na mente do Brasileiro que temos uma realidade de adolescentes sem a qualificação profissional e escolar necessária ao acesso ao trabalho e que a inclusão se faz na aceitação e na exigência de que cumpram a lei de retornarem, permanecerem e terem sucesso em sala de aula para os mantem nesse contrato. E que o provão mais elaborado e, nem tão esburacado como o ENEM, seria a opção dos já adultos que precisam está adequando a idade serie profissional, o acesso a salas de reforço a essa materias seria gratuita, na forma de oferecer opção, mas pagar R$ 50.00 por um professor particular só para filhinhos de papais e não a realidade Brasileira. Porem é visível a ver pelos locais de construção civil que apesar do apagão da mão de obra a ver engenharia favorecer o acesso a auxiliar de pedreiro que em geral são negros a possibilidade de crescer e se tornar engenheiro e nulo na visão desses que não querem o crescimento do Brasil com o perfil negro a mostra como na África do Sul. País negro, mais área branca, Brasil com diversidade mas a imagens mostradas nos locais estratégicos não são negros, executivos, empresas modelos, midia juizado ou qualquer área de grande influencia e boa remuneração sem a presença se possível do perfil mais escurinhos como na Índia ou África do Sul, mais com salários baixos como policia, educação trabalhos direitos em atividades de comercio e serviços que exijam perigo ou sejam Braçais o perfil tem que ser negro, como na África do SUL.
Entendendo o Brasil e o aparthaid
A ver Que esse pessoal deveriam assistir RATAOUILLE o filme que no final dele tem umas falas em relação a cultura e recepção do que é diferente aquela realidade, embora fosse bom ou maravilhoso. Um caso a pensar em um país em que o preconceito tal como a Índia tem impedido nosso pais a crescer e busca exterminar um povo ou como a Austrália e os aborígines, que se apropriam da cultura local em sua historia e não gostam de mostrar a imagens deles nem preparando a comida que fez a sua historia. O mais engraçado e falar de que teve um período que não podiam casar entre si e que existe uma pesquisa que colocam que quem é alto, o aborígine é baixo, tem condições de arrumar mais emprego e bons casamentos. Da as crianças aborígines a visão que não são bem aceita, tal como o negro em pleno Brasil que a mídia Brasileira que dar a visão que mulher negra não é bonita e inteligente, que para as empresas que dependem de nosso consumo para manter suas divisas, não somos representante e nem temos como utilizar as suas marcas, principalmente nos materias de higiene, limpeza e beleza, talvez estejam certo, existem produtos que em contato com a melanina pode trazer dano a pele, ainda mais se a quantidade for muita, pessoas bem negras. Temos que ter cuidado e observar se a marca demonstra em suas propagandas que o produto não poderia trazer dano a pele que contenha muita melanina, ou pele negra. A Historia da África do Sul é igual a Brasileira no quesito favela se comparado:
Lá utilizavam leis para manter a segregação, aqui a lei de responsabilidade fiscal defende o governo quando tem que dizer o porque a educação é a pior do Brasil e que atinge principalmente os locais em que há grande concentração de população com mais melanina o que na África do sul era uma realidade em demonstrar que negros não poderiam acessar melhores trabalho porque a lei determinada que tipo de educação receberiam pela cor da pele.
Lá as construções determinavam quem tinha direitos mesmo que as construções fossem feitas pelos de cor negra a região deveria ser ocupada pela cor tal, e o saneamento básico era um ponto de visão de quem era detentor de direitos e quem não era, e observamos isso no Brasil quando o executivo não oferece com a mesma visão de direitos zona sul perfil de brancos melhores equipamentos e urgência em atender os chamados nos problemas de esgoto, falta de água e até quando não se faz parte do saneamento, luz, apesar de todos terem que pagar os impostos que mantem os recursos na hora de aplicá-los em áreas consideradas de residências de amigos dos gestores o tratamento é diferenciado inclusive na favela que teve o direito no ano passado retirado no quesito limpeza publica, a retirada dos garis por conta de ações do ministério publico sem da outra opção de emergência para manter a limpeza local, hoje vemos a mídia colocar que os favelados tem que aprender a viver na limpeza com garis e retirada de lixo. A Baixada é só assistir o Fala Baixada. São Gonçalo RJ vai lá. E todos os residentes pagam impostos, até os favelados que vem sofrendo com a remoção Branca por não terem mais locais há construir e querem as áreas dos morros, como na África do Sul e a tomada dos locais onde viviam os mestiços para construções de residência Branca e dos negros para pequenas melhorias a receber as residências um pouco melhores dos mestiços.
Vemos que o Juizado em sua visão tem uma visão de que os pobres em sua maioria negros não têm acesso a justiça por não terem informações, Mais informações do que é exposto pela mídia, nos julgamentos, nas colocações de diferentes visões de casos idênticos e o perfil dos que sofreram e buscam por justiça? O que faz ver mais pelas estruturas dos juizados e das incursões dentro das favelas das cabaninhas afim de ensaiar uma aproximação. Mais o povo que ver ainda é a igualdade de tratamento nos julgamentos. Cartórios que deveriam ser informatizados para que as suas informações fossem mais claras e pudéssemos ver justiça de olhos vendados e não reclamação que o povo quer desqualificar o juizado, o que precisamos e que ele se encontre e principalmente com um Brasil de cores. A ver o sistema judiciário da África do sul do tempo de aparthaid
Cultura e projetos que para acessar o povo mais escurinho, tem cada um uma definição do que é feito e para que nas suas razões finais. Manter a situação de pobreza sem dar o pensamento de que a qualificação possa dar uma guinada na vida profissional e permitir o acesso a melhoria de qualidade de vida, cultura que no local não permita acesso a determinados pontos de cultura que a recursos, a exemplo Dança no Rio de Janeiro que temos as principais mídias que não aceitam a mulher negra como dançarinas em auditório, que o samba apesar de mulata ainda serem negras tem os gestores ou editores da mídia a posição que tem que ter pele clara de preferência loira para aparecer como representante, alem do teatro ou cursos e eventos de modelo, até aceitam um ou outra com a finalidade de atrair olhares ou recursos nas extirpar o mal é rápido na primeira oportunidade. Informática só se for para que ter que dizer que tem cursos de acesso já que segundo o CBO do MTE as regras de acesso a empregos com essas exigências estão longe da realidade de ensino do Brasil.
Em falando de CBO do MTE, o aumento das exigências com cursos de especializações cujo perfil brasileiro negro e pobre, em matéria de recursos é inviável e com horário de difícil acesso por conta da jornada de trabalho de empresas que se profissionalizarem em manter a maioria desse perfil em jornadas de com disponibilidade á empresa e a quem os terceirizados não tem acesso as melhorias e quando se percebe um chefe querendo oferecer o modelo de serviçal muda afim de melhorar não aquele igual a África do Sul. O pior é quando verificamos condições de acesso a determinados contratos, que é difícil entender as falas dos gestores que se gabam de um perfil e descumprem na maior cara de pau o preconceito a aceitar o perfil que dizem ajudar. A exemplo o contrato de acesso ao trabalho do adolescente. Fatos que tentamos entender:
Lá utilizavam leis para manter a segregação, aqui a lei de responsabilidade fiscal defende o governo quando tem que dizer o porque a educação é a pior do Brasil e que atinge principalmente os locais em que há grande concentração de população com mais melanina o que na África do sul era uma realidade em demonstrar que negros não poderiam acessar melhores trabalho porque a lei determinada que tipo de educação receberiam pela cor da pele.
Lá as construções determinavam quem tinha direitos mesmo que as construções fossem feitas pelos de cor negra a região deveria ser ocupada pela cor tal, e o saneamento básico era um ponto de visão de quem era detentor de direitos e quem não era, e observamos isso no Brasil quando o executivo não oferece com a mesma visão de direitos zona sul perfil de brancos melhores equipamentos e urgência em atender os chamados nos problemas de esgoto, falta de água e até quando não se faz parte do saneamento, luz, apesar de todos terem que pagar os impostos que mantem os recursos na hora de aplicá-los em áreas consideradas de residências de amigos dos gestores o tratamento é diferenciado inclusive na favela que teve o direito no ano passado retirado no quesito limpeza publica, a retirada dos garis por conta de ações do ministério publico sem da outra opção de emergência para manter a limpeza local, hoje vemos a mídia colocar que os favelados tem que aprender a viver na limpeza com garis e retirada de lixo. A Baixada é só assistir o Fala Baixada. São Gonçalo RJ vai lá. E todos os residentes pagam impostos, até os favelados que vem sofrendo com a remoção Branca por não terem mais locais há construir e querem as áreas dos morros, como na África do Sul e a tomada dos locais onde viviam os mestiços para construções de residência Branca e dos negros para pequenas melhorias a receber as residências um pouco melhores dos mestiços.
Vemos que o Juizado em sua visão tem uma visão de que os pobres em sua maioria negros não têm acesso a justiça por não terem informações, Mais informações do que é exposto pela mídia, nos julgamentos, nas colocações de diferentes visões de casos idênticos e o perfil dos que sofreram e buscam por justiça? O que faz ver mais pelas estruturas dos juizados e das incursões dentro das favelas das cabaninhas afim de ensaiar uma aproximação. Mais o povo que ver ainda é a igualdade de tratamento nos julgamentos. Cartórios que deveriam ser informatizados para que as suas informações fossem mais claras e pudéssemos ver justiça de olhos vendados e não reclamação que o povo quer desqualificar o juizado, o que precisamos e que ele se encontre e principalmente com um Brasil de cores. A ver o sistema judiciário da África do sul do tempo de aparthaid
Cultura e projetos que para acessar o povo mais escurinho, tem cada um uma definição do que é feito e para que nas suas razões finais. Manter a situação de pobreza sem dar o pensamento de que a qualificação possa dar uma guinada na vida profissional e permitir o acesso a melhoria de qualidade de vida, cultura que no local não permita acesso a determinados pontos de cultura que a recursos, a exemplo Dança no Rio de Janeiro que temos as principais mídias que não aceitam a mulher negra como dançarinas em auditório, que o samba apesar de mulata ainda serem negras tem os gestores ou editores da mídia a posição que tem que ter pele clara de preferência loira para aparecer como representante, alem do teatro ou cursos e eventos de modelo, até aceitam um ou outra com a finalidade de atrair olhares ou recursos nas extirpar o mal é rápido na primeira oportunidade. Informática só se for para que ter que dizer que tem cursos de acesso já que segundo o CBO do MTE as regras de acesso a empregos com essas exigências estão longe da realidade de ensino do Brasil.
Em falando de CBO do MTE, o aumento das exigências com cursos de especializações cujo perfil brasileiro negro e pobre, em matéria de recursos é inviável e com horário de difícil acesso por conta da jornada de trabalho de empresas que se profissionalizarem em manter a maioria desse perfil em jornadas de com disponibilidade á empresa e a quem os terceirizados não tem acesso as melhorias e quando se percebe um chefe querendo oferecer o modelo de serviçal muda afim de melhorar não aquele igual a África do Sul. O pior é quando verificamos condições de acesso a determinados contratos, que é difícil entender as falas dos gestores que se gabam de um perfil e descumprem na maior cara de pau o preconceito a aceitar o perfil que dizem ajudar. A exemplo o contrato de acesso ao trabalho do adolescente. Fatos que tentamos entender:
Falar de cultura Brasileira e Aparthaid
Falar de cultura Brasileira, sou evangélica, mas dentro de um pensamento e trabalho não poderia ficar sem falar de um Bloco que sai todo final de ano e se encontram em Icaraí Niterói. Um bando de homens vestidos de mulher, que se reúnem principalmente em favelas da região e promovem um grande encontro nas praias de Icaraí.
Sai perguntando quando surgiu, não como pesquisa, pois não interessa me aprofundar nem fazer matéria ou pesquisas, como aos preconceituosos de Niterói que não querem nem admitir que o Fonseca era o antigo Campo de Ipiranga ou que vem da favela do Ipiranga, ou vila Ipiranga, a mesma que tem um corredor metropolitano em frente que recebeu o nome de Bairro Chic, que fica mais abaixo; ou mesmo o tal túnel que vai da Igreja dos Índios, a católica, que fica na subida da favela do Boa vista, Niterói/RJ e sai em uma outra Igreja católica amarela que fica próxima a subida da Desembargador Lima Castro ou entrada do Viçoso Jardim, acho que aquela rua ainda é a Noronha Torresão, não sei se inicio ou Final, acho que o túnel passa em baixo da rua Leite Ribeiro, ali próximo a caixa dágua da antiga CEDAE que agora é da águas de Niterói, um túnel utilizado por índios em fuga no século passado só com acesso a pesquisadores que em geral não índio, sabemos que Niterói/RJ utiliza a imagens de índios mas já demonstrou não gostar deles no episodio dos que estavam acampados, em fato em se falar em cultura do Brasil. Lembro-me que quando pequena as favelas faziam a competição de caipira e a final era uma grande festa ali onde é o Carrefor no Centro de Niterói, mais uma imagem como Vi dia 31 a tarde, um negão magrelo, negrão preto, não como vem sendo colocado pela mídia que como a Índia, país, não gosta de cor, um cabelo meio pixauim e a cor branca, no Brasil é lá fora é latino, e afinal do lado de fora parte deles não gostam de serem chamados de negros, só para trabalho, continuando o negão estava vestido de um vestido oncinha ou preto e brando, era esquisito, como parte da cueca aparecendo se equilibrando em um plataforma, 15cm com um dedo de calcanhar para fora, não sabia andar de salto, com a cara pintada de roxo, o da moda iluminado, com a cabeça estilo pina, e já com visível toque de cerveja, a rua parou com as pernas de saracura preta andando desengonçado. Já pensou um monte desse em Icaraí Niterói/RJ já que notadamente em minhas perguntas me falaram que isso é feito por basicamente jovens. Já pensou em minha idade eu me vestir de mulher e ir para Icaraí? Perguntou-me um amigo de minha faixa etária, 41+. Mas colocou que isso é aberto a todos e que a concentração é feita em favelas e até o pessoal de apartamento vai que não começou na década de 70, mas de 80 ou 90 e é aceita agora pelo prefeito.
Sai perguntando quando surgiu, não como pesquisa, pois não interessa me aprofundar nem fazer matéria ou pesquisas, como aos preconceituosos de Niterói que não querem nem admitir que o Fonseca era o antigo Campo de Ipiranga ou que vem da favela do Ipiranga, ou vila Ipiranga, a mesma que tem um corredor metropolitano em frente que recebeu o nome de Bairro Chic, que fica mais abaixo; ou mesmo o tal túnel que vai da Igreja dos Índios, a católica, que fica na subida da favela do Boa vista, Niterói/RJ e sai em uma outra Igreja católica amarela que fica próxima a subida da Desembargador Lima Castro ou entrada do Viçoso Jardim, acho que aquela rua ainda é a Noronha Torresão, não sei se inicio ou Final, acho que o túnel passa em baixo da rua Leite Ribeiro, ali próximo a caixa dágua da antiga CEDAE que agora é da águas de Niterói, um túnel utilizado por índios em fuga no século passado só com acesso a pesquisadores que em geral não índio, sabemos que Niterói/RJ utiliza a imagens de índios mas já demonstrou não gostar deles no episodio dos que estavam acampados, em fato em se falar em cultura do Brasil. Lembro-me que quando pequena as favelas faziam a competição de caipira e a final era uma grande festa ali onde é o Carrefor no Centro de Niterói, mais uma imagem como Vi dia 31 a tarde, um negão magrelo, negrão preto, não como vem sendo colocado pela mídia que como a Índia, país, não gosta de cor, um cabelo meio pixauim e a cor branca, no Brasil é lá fora é latino, e afinal do lado de fora parte deles não gostam de serem chamados de negros, só para trabalho, continuando o negão estava vestido de um vestido oncinha ou preto e brando, era esquisito, como parte da cueca aparecendo se equilibrando em um plataforma, 15cm com um dedo de calcanhar para fora, não sabia andar de salto, com a cara pintada de roxo, o da moda iluminado, com a cabeça estilo pina, e já com visível toque de cerveja, a rua parou com as pernas de saracura preta andando desengonçado. Já pensou um monte desse em Icaraí Niterói/RJ já que notadamente em minhas perguntas me falaram que isso é feito por basicamente jovens. Já pensou em minha idade eu me vestir de mulher e ir para Icaraí? Perguntou-me um amigo de minha faixa etária, 41+. Mas colocou que isso é aberto a todos e que a concentração é feita em favelas e até o pessoal de apartamento vai que não começou na década de 70, mas de 80 ou 90 e é aceita agora pelo prefeito.
Repassando o absurdo q é a gestão da atual prefeitura. e mais
Adriana
--- Em sáb, 18/12/10, Maria Lúcia de Pontes escreveu:
De: Maria Lúcia de Pontes
Assunto: [redecontraviolencia] DECISÃO DO PLANTÃO NOTURNO DETERMINA O FIM DAS DEMOLIÇÕES NA RESTINGA
Para: redecontraviolencia@lists.riseup.net, ibdu@yahoogrupos.com.br, defensores-moradia@googlegroups.com, "Raquel Rolnik"
Data: Sábado, 18 de Dezembro de 2010, 1:56
Os defensores publicos do Núcleo de Terras conseguiram no plantão noturno a suspensão da decisão que autorizava o Município demolir casas sem autorização judicial na comunidade da Restinga no recreio dos Bandeirantes.
OS DEFENSORES ACOMPANHADOS DO OFICIAL DE JUSTIÇA CHEGARAM NA RESTINA PARA ENTREGAR A ORDEM JUDICIAL AO SUBPREFEITO E SEUS FUNCIONÁRIOS, QUE SEM QUALQUER RESPEITO AO HORÁRIO NOTURNO, CONTINUAVAM, MADRUGADA A DENTRO, A RETIRAR OS MORADORES A FORÇA DAS CASAS PASSANDO A DEMOLIR AS MORADIAS, NUMA AÇÃO COMPLETAMENTE ILEGAL, CONTRÁRIA A TODAS AS NORMAS E TRATADOS DE DIREITOS HUMANOS DE PROTEÇÃO DA MORADIA.
ALGUNS MORADORES DENUNCIARAM QUE SEUS BENS FORAM COLOCADOS DENTRO DE UM CAMINHÃO PELOS FUNCIONÁRIOS SOB ORDEM DA PREFEITURA, E QUE DEIXOU O LOCAL AGORA DE MADRUGADA QUANDO DA CHEGADO DO OFICIAL DE JUSTIÇA, LEVANDO TODOS OS BENS DAS FAMILIAS.
AS FAMÍLIAS QUE TIVERAM SUAS CASAS DEMOLIDAS ESTÃO NA RUA!
A PREFEITURA PRECISA SER DETIDA NESTES ATOS DE ABSOLUTA COVARDIA CONTRA AS FAMÍLIAS!
Maria Lúcia de Pontes
Defensora Pública do Estado do Rio de Janeiro
Processo nº:
0341911-62.2010.8.19.0001
Tipo do Movimento:
Decisão
Descrição:
Vistos, etc..., Cediço de que o recuo das edificações impõe um afastamento mínimo da edificação em relação à via pública ou ao vizinho, mas a área resultante do recuo permanece integrada no lote, apenas com o impedimento de edificar. O afastamento da edificação imposto pelo recuo, como limitação urbanística geral, não é indenizável, salvo se inutilizar o lote para sua normal destinação. Temos assim que, o uso e ocupação do solo urbano, ou, mais apropriadamente, do espaço urbano, constitui matéria privativa da competência do Município, e por isso vem sendo objeto das diretrizes do Plano Diretor e da regulamentação edilícia que o complementa. É certo que o controle do uso do solo urbano apresenta-se como das mais prementes necessidades em nossos dias, em que o fenômeno da urbanização dominou todos os povos e degradou as cidades mais humanas, dificultando a vida de seus moradores, pela redução dos
espaços habitáveis, pela deficiência de transportes coletivos, pela insuficiência dos equipamentos comunitários, pela promiscuidade do comércio e da indústria com as áreas de residência e de lazer. Essa realidade tem reclamado providências estatais específicas para as diferentes áreas urbanas, a fim de compatibilizar a sua utilização com as necessidades da coletividade, autorizando imposições urbanísticas de toda ordem, agravamentos tributários dos terrenos não edificados, urbanização compulsória pelos proprietários e até a desapropriação por interesse social ou mesmo para urbanização ou reurbanização pelo próprio Município, com subseqüente alienação das partes que se tornaram desnecessárias ao domínio público. Temos assim que, toda área de circulação ou de recreação pública é bem de uso comum do povo e, portanto, bem do domínio público por destinação, dispensando titulação formal para o reconhecimento
dessa dominialidade. Para proteção de tal domínio a Administração fixa requisitos para a abertura e utilização das vias e logradouros públicos, consubstanciadas em imposições urbanísticas de funcionalidade, segurança e estética, tais como largura e declividade das vias de circulação, tipo de pavimentação e calçamento, limite de trânsito e tráfego, arborização e tudo o mais que for de interesse público. In casu, têm-se a princípio, que as construções erguidas pelos moradores são clandestinas, já que estão em cima de um logradouro público, inexistindo posse do espaço público, e que o direito de indenização somente é admitido ao possuidor de boa-fé, sendo certo que, na hipótese, diante do poder de auto-executoriedade da Administração Pública, sequer o Município necessita de ordem judicial. A alegativa autoral não se coaduna com a situação fática do local, sendo totalmente desinfluente, na medida em que os
documentos acostados aos autos demonstram a existência de diversas edificações erigidas parcialmente dentro do recuo destinado à via em questão. Desta forma, o ato do Município tem todos os contornos do exercício do poder discricionário, visando à regularização urbanística, à preservação da segurança e, conforme alinhado nas peças processuais, à viabilização da implantação efetiva do programa vinculado a Estatal, no sentido da melhoria social e econômica das condições da comunidade a que está direcionada, já que imperiosa e urgente a necessidade de desobstrução da via pública, de modo que a paralisação das obras, por outro lado, implicaria ao periculum im mora inverso, já que toda a comunidade local seria prejudicada na implementação das melhorias. Por final, demonstram os autos a inocorrência da violação aos princípios constitucionais suscitados pela parte Autora, bem como das legislações pertinentes. Assim
sendo, em juízo de retratação, revogo a decisão de fls. 398 e vº (in fine), e diante das motivações ora expositadas, INDEFIRO A ANTECIPAÇÃO DE TUTELA vindicada exordialmente pela parte Autora. Dê-se ciência à ilustre representante do parquet Estadual. P. R. I.
--
Núcleo de Terras e Habitação da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro.
Rua México, nº 111 / 205 - Centro, Rio de Janeiro.
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--- Em sáb, 18/12/10, Maria Lúcia de Pontes
De: Maria Lúcia de Pontes
Assunto: [redecontraviolencia] DECISÃO DO PLANTÃO NOTURNO DETERMINA O FIM DAS DEMOLIÇÕES NA RESTINGA
Para: redecontraviolencia@lists.riseup.net, ibdu@yahoogrupos.com.br, defensores-moradia@googlegroups.com, "Raquel Rolnik"
Data: Sábado, 18 de Dezembro de 2010, 1:56
Os defensores publicos do Núcleo de Terras conseguiram no plantão noturno a suspensão da decisão que autorizava o Município demolir casas sem autorização judicial na comunidade da Restinga no recreio dos Bandeirantes.
OS DEFENSORES ACOMPANHADOS DO OFICIAL DE JUSTIÇA CHEGARAM NA RESTINA PARA ENTREGAR A ORDEM JUDICIAL AO SUBPREFEITO E SEUS FUNCIONÁRIOS, QUE SEM QUALQUER RESPEITO AO HORÁRIO NOTURNO, CONTINUAVAM, MADRUGADA A DENTRO, A RETIRAR OS MORADORES A FORÇA DAS CASAS PASSANDO A DEMOLIR AS MORADIAS, NUMA AÇÃO COMPLETAMENTE ILEGAL, CONTRÁRIA A TODAS AS NORMAS E TRATADOS DE DIREITOS HUMANOS DE PROTEÇÃO DA MORADIA.
ALGUNS MORADORES DENUNCIARAM QUE SEUS BENS FORAM COLOCADOS DENTRO DE UM CAMINHÃO PELOS FUNCIONÁRIOS SOB ORDEM DA PREFEITURA, E QUE DEIXOU O LOCAL AGORA DE MADRUGADA QUANDO DA CHEGADO DO OFICIAL DE JUSTIÇA, LEVANDO TODOS OS BENS DAS FAMILIAS.
AS FAMÍLIAS QUE TIVERAM SUAS CASAS DEMOLIDAS ESTÃO NA RUA!
A PREFEITURA PRECISA SER DETIDA NESTES ATOS DE ABSOLUTA COVARDIA CONTRA AS FAMÍLIAS!
Maria Lúcia de Pontes
Defensora Pública do Estado do Rio de Janeiro
Processo nº:
0341911-62.2010.8.19.0001
Tipo do Movimento:
Decisão
Descrição:
Vistos, etc..., Cediço de que o recuo das edificações impõe um afastamento mínimo da edificação em relação à via pública ou ao vizinho, mas a área resultante do recuo permanece integrada no lote, apenas com o impedimento de edificar. O afastamento da edificação imposto pelo recuo, como limitação urbanística geral, não é indenizável, salvo se inutilizar o lote para sua normal destinação. Temos assim que, o uso e ocupação do solo urbano, ou, mais apropriadamente, do espaço urbano, constitui matéria privativa da competência do Município, e por isso vem sendo objeto das diretrizes do Plano Diretor e da regulamentação edilícia que o complementa. É certo que o controle do uso do solo urbano apresenta-se como das mais prementes necessidades em nossos dias, em que o fenômeno da urbanização dominou todos os povos e degradou as cidades mais humanas, dificultando a vida de seus moradores, pela redução dos
espaços habitáveis, pela deficiência de transportes coletivos, pela insuficiência dos equipamentos comunitários, pela promiscuidade do comércio e da indústria com as áreas de residência e de lazer. Essa realidade tem reclamado providências estatais específicas para as diferentes áreas urbanas, a fim de compatibilizar a sua utilização com as necessidades da coletividade, autorizando imposições urbanísticas de toda ordem, agravamentos tributários dos terrenos não edificados, urbanização compulsória pelos proprietários e até a desapropriação por interesse social ou mesmo para urbanização ou reurbanização pelo próprio Município, com subseqüente alienação das partes que se tornaram desnecessárias ao domínio público. Temos assim que, toda área de circulação ou de recreação pública é bem de uso comum do povo e, portanto, bem do domínio público por destinação, dispensando titulação formal para o reconhecimento
dessa dominialidade. Para proteção de tal domínio a Administração fixa requisitos para a abertura e utilização das vias e logradouros públicos, consubstanciadas em imposições urbanísticas de funcionalidade, segurança e estética, tais como largura e declividade das vias de circulação, tipo de pavimentação e calçamento, limite de trânsito e tráfego, arborização e tudo o mais que for de interesse público. In casu, têm-se a princípio, que as construções erguidas pelos moradores são clandestinas, já que estão em cima de um logradouro público, inexistindo posse do espaço público, e que o direito de indenização somente é admitido ao possuidor de boa-fé, sendo certo que, na hipótese, diante do poder de auto-executoriedade da Administração Pública, sequer o Município necessita de ordem judicial. A alegativa autoral não se coaduna com a situação fática do local, sendo totalmente desinfluente, na medida em que os
documentos acostados aos autos demonstram a existência de diversas edificações erigidas parcialmente dentro do recuo destinado à via em questão. Desta forma, o ato do Município tem todos os contornos do exercício do poder discricionário, visando à regularização urbanística, à preservação da segurança e, conforme alinhado nas peças processuais, à viabilização da implantação efetiva do programa vinculado a Estatal, no sentido da melhoria social e econômica das condições da comunidade a que está direcionada, já que imperiosa e urgente a necessidade de desobstrução da via pública, de modo que a paralisação das obras, por outro lado, implicaria ao periculum im mora inverso, já que toda a comunidade local seria prejudicada na implementação das melhorias. Por final, demonstram os autos a inocorrência da violação aos princípios constitucionais suscitados pela parte Autora, bem como das legislações pertinentes. Assim
sendo, em juízo de retratação, revogo a decisão de fls. 398 e vº (in fine), e diante das motivações ora expositadas, INDEFIRO A ANTECIPAÇÃO DE TUTELA vindicada exordialmente pela parte Autora. Dê-se ciência à ilustre representante do parquet Estadual. P. R. I.
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Repassando pré-vestibular do trabalhador e mais
Olá Pessoal,
Já estão abertas as inscrições para o pré-vestibular do trabalhador. Projeto mantido pelo SINDPD-RJ para preparar os alunos para as provas de admissão em universidades públicas.
Aulas aos sábados
Horário: 09:00 as 18:00h
Local: Presidente vargas, 502 - 13º andar - Centro
Informações / pré-isncrição
Tel: 2516-2620 - Ramais 226 ou 228 - Com Clerli, Marlana ou Rosane
de 2ª feira a 6º feira, das -09 as 19:00h
Inscrições: 15 reais
Mensalidade: 10 reais
INÍCIO DAS AULAS: 15 DE JANEIRO DE 2011
http://www.globalgarbage.org/turmapontocom/2010/12/18/os-efeitos-do-turismo-estrangeiro-na-praia-de-ponta-negra-em-natal-rn/
A existência do turismo sexual se justifica a partir de inúmeros problemas sociais, que principalmente no nordeste, têm feito com que o dinheiro estrangeiro viole os princípios éticos e humanos. Com isso, os estabelecimentos turísticos, o histórico de pobreza do nordeste, o modo de vida, a entrada de estrangeiros e seu dinheiro têm sido fatores de repulsa e que denigre a imagem do Brasil. Isto nos faz refletir de que modo a divulgação realizada pela Embratur, há anos reflete até hoje na população. Mas a exploração de menores feita por estrangeiros, muitas vezes permitida pelos próprios brasileiros, não pode ser responsabilidade de apenas um órgão, instituição ou a falta destes, já que o problema abrange também questões culturais, onde estão inseridos os turistas estrangeiros que encontram oferta de sexo em grande quantidade, como também os trabalhadores desta "indústria" que adquirem cada vez mais lucros, junto às mulheres que se permitem ser exploradas e as crianças que acabam no mercado do sexo como vítimas da família e muito mais da facilidade de obtenção de dinheiro que conseguem com a venda de seus corpos.
Indios
Belo Monte está violando direitos fundamentais dos povos indígenas, denunciam as lideranças indígenas do Xingu, Raoni Metuktire, Megaron Txukarramãe, Josinei Arara e Ozimar JurunaBelém, 03 de dezembro de
2010 Reunidos no III Encontro Latinoamericano de Ciências Sociais e Barragens que se iniciou no dia 30 de novembro de 2010 em Belém, as lideranças indígenas Kaiapó Raoni Metuktire e Megaron Txukarramãe, e as lideranças Arara, Josinei Arara e Juruna, Ozimar Juruna denunciam o atropelo com que o governo brasileiro vem tentando implementar as barragens de Belo Monte no rio Xingu e as continuas violações de seus direitos fundamentais ao longo desse processo. Para Megaron, o interesse do governo é só ganhar dinheiro, não interessa se os povos indígenas vão sofrer, se vão ser prejudicados. Só querem ganhar dinheiro, muito dinheiro. O Lula e a Dilma não ouvem a gente – só ouvem quem dá muito dinheiro para eles. A pior marca do Lula para os indígenas vai ser Belo Monte. Ele denuncia a cooptação de lideranças indígenas pelo próprio governo, que tem colocado parente contra parente. “A Eletronorte está oferecendo gasolina e cesta
básica para alguns indígenas, sem falar sobre os impactos de Belo Monte. Tem muitos interesses lutando para diminuir nossas terras, mas nosso povo está crescendo... que rios vamos ter para pescar? O Xingu é nosso rio, nosso
mercado, nossa feira. Vivemos de caça, pesca, roça familiar.... Desde sempre somos contra, vamos ser contra até o fim. Podem trazer caminhão de dinheiro, mas vamos dizer não a Belo Monte.” Raoni Metuktire, principal liderança kaiapó que nos anos 1980 liderou uma grande articulação indígena contra a construção do complexo hidrelétrico Kararaô no rio Xingu culminando com o abandono do projeto na época pelo governo, vem mais uma vez à público reafirmar sua posição contrária a construção de Belo Monte e denunciar a falta de consulta dos povos indígenas em todo o
processo. “O governo brasileiro devia consultar nós povos indígenas e respeitar nossos direitos, primeiros habitantes deste lugar. Se querem fazer, tem que perguntar primeiro, fazer consulta primeiro. Mas não, vem fazendo coisas para prejudicar nós indígenas, querem fazer de qualquer jeito. Deveríamos viver em paz – vocês respeitam nós indígenas, e nós respeitando vocês. Não quero briga, só quero que vivemos em paz. Não tem caminhão de dinheiro que me faça ser a favor de Belo Monte e reafirmo que não quero a construção de Belo Monte. Não quero mais ouvir de Belo Monte. Vamos deixar o rio do jeito que está.” As violações de direitos humanos dos povos indígenas e comunidades afetadas pelo projeto de barragens de Belo Monte foram objeto de diversas análises e apresentações realizadas durante o evento, por cientistas sociais e advogados e defensores de direitos humanos que vem acompanhando o caso. Uma das principais
denúncias ao governo brasileiro é a não-realização das oitivas indígenas pelo Congresso Nacional, previstas na Constituição Federal e na Convenção OIT 169 da qual o país é signatário. Em outubro desse ano, o país recebeu uma recomendação por parte do Relator Especial da ONU sobre direitos humanos e liberdades fundamentais indígenas, James Anaya, no sentido de realizar as oitivas indígenas e considerar o resultado dessas consultas na decisão de se construir ou não as barragens de Belo Monte. O III Encontro Latinoamericano de Ciências Sociais e Barragens reuniu cerca de 300 pesquisadores, representantes de movimentos sociais e de comunidades indígenas, advogados e defensores de direitos humanos e organizações não-governamentais. Para mais informações: Renata Pinheiro: (93) 9172-9776 Renata Soares Pinheiro
Movimento Xingu Vivo para Sempre
http://www.xinguvivo.org.br/
(93) 9172-9776Marquinho Mota
Assessoria de Comunicação - Rede FAOR
faor.comunicacao@faor.org.brwww.faor.org.br
www.xingu-vivo.blogspot.com(91) 32614334 - FAOR
(91) 8268 4457 - Belém
Pai da Iamã, da Anuã e do Iroy
Assessoria à Rádios Comunitárias
Viva os Nossos Rios, Vivos e sem Barragens!!!
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A existência do turismo sexual se justifica a partir de inúmeros problemas sociais, que principalmente no nordeste, têm feito com que o dinheiro estrangeiro viole os princípios éticos e humanos. Com isso, os estabelecimentos turísticos, o histórico de pobreza do nordeste, o modo de vida, a entrada de estrangeiros e seu dinheiro têm sido fatores de repulsa e que denigre a imagem do Brasil. Isto nos faz refletir de que modo a divulgação realizada pela Embratur, há anos reflete até hoje na população. Mas a exploração de menores feita por estrangeiros, muitas vezes permitida pelos próprios brasileiros, não pode ser responsabilidade de apenas um órgão, instituição ou a falta destes, já que o problema abrange também questões culturais, onde estão inseridos os turistas estrangeiros que encontram oferta de sexo em grande quantidade, como também os trabalhadores desta "indústria" que adquirem cada vez mais lucros, junto às mulheres que se permitem ser exploradas e as crianças que acabam no mercado do sexo como vítimas da família e muito mais da facilidade de obtenção de dinheiro que conseguem com a venda de seus corpos.
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Belo Monte está violando direitos fundamentais dos povos indígenas, denunciam as lideranças indígenas do Xingu, Raoni Metuktire, Megaron Txukarramãe, Josinei Arara e Ozimar JurunaBelém, 03 de dezembro de
2010 Reunidos no III Encontro Latinoamericano de Ciências Sociais e Barragens que se iniciou no dia 30 de novembro de 2010 em Belém, as lideranças indígenas Kaiapó Raoni Metuktire e Megaron Txukarramãe, e as lideranças Arara, Josinei Arara e Juruna, Ozimar Juruna denunciam o atropelo com que o governo brasileiro vem tentando implementar as barragens de Belo Monte no rio Xingu e as continuas violações de seus direitos fundamentais ao longo desse processo. Para Megaron, o interesse do governo é só ganhar dinheiro, não interessa se os povos indígenas vão sofrer, se vão ser prejudicados. Só querem ganhar dinheiro, muito dinheiro. O Lula e a Dilma não ouvem a gente – só ouvem quem dá muito dinheiro para eles. A pior marca do Lula para os indígenas vai ser Belo Monte. Ele denuncia a cooptação de lideranças indígenas pelo próprio governo, que tem colocado parente contra parente. “A Eletronorte está oferecendo gasolina e cesta
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mercado, nossa feira. Vivemos de caça, pesca, roça familiar.... Desde sempre somos contra, vamos ser contra até o fim. Podem trazer caminhão de dinheiro, mas vamos dizer não a Belo Monte.” Raoni Metuktire, principal liderança kaiapó que nos anos 1980 liderou uma grande articulação indígena contra a construção do complexo hidrelétrico Kararaô no rio Xingu culminando com o abandono do projeto na época pelo governo, vem mais uma vez à público reafirmar sua posição contrária a construção de Belo Monte e denunciar a falta de consulta dos povos indígenas em todo o
processo. “O governo brasileiro devia consultar nós povos indígenas e respeitar nossos direitos, primeiros habitantes deste lugar. Se querem fazer, tem que perguntar primeiro, fazer consulta primeiro. Mas não, vem fazendo coisas para prejudicar nós indígenas, querem fazer de qualquer jeito. Deveríamos viver em paz – vocês respeitam nós indígenas, e nós respeitando vocês. Não quero briga, só quero que vivemos em paz. Não tem caminhão de dinheiro que me faça ser a favor de Belo Monte e reafirmo que não quero a construção de Belo Monte. Não quero mais ouvir de Belo Monte. Vamos deixar o rio do jeito que está.” As violações de direitos humanos dos povos indígenas e comunidades afetadas pelo projeto de barragens de Belo Monte foram objeto de diversas análises e apresentações realizadas durante o evento, por cientistas sociais e advogados e defensores de direitos humanos que vem acompanhando o caso. Uma das principais
denúncias ao governo brasileiro é a não-realização das oitivas indígenas pelo Congresso Nacional, previstas na Constituição Federal e na Convenção OIT 169 da qual o país é signatário. Em outubro desse ano, o país recebeu uma recomendação por parte do Relator Especial da ONU sobre direitos humanos e liberdades fundamentais indígenas, James Anaya, no sentido de realizar as oitivas indígenas e considerar o resultado dessas consultas na decisão de se construir ou não as barragens de Belo Monte. O III Encontro Latinoamericano de Ciências Sociais e Barragens reuniu cerca de 300 pesquisadores, representantes de movimentos sociais e de comunidades indígenas, advogados e defensores de direitos humanos e organizações não-governamentais. Para mais informações: Renata Pinheiro: (93) 9172-9776 Renata Soares Pinheiro
Movimento Xingu Vivo para Sempre
http://www.xinguvivo.org.br/
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Assessoria de Comunicação - Rede FAOR
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Pai da Iamã, da Anuã e do Iroy
Assessoria à Rádios Comunitárias
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