- No último fim de semana, a invasão do hotel em São Conrado chamou a
atenção da mídia pelo fato de o traficante Nem ter um grupo de 400 pessoas.
Ora, 400 pessoas equivalem a 0,16% da população da Rocinha.
Novos índices Brasileiros como consumo, direitos de ir e vir, e culturas de locais distintos nos fazem questionar como a diversidade Brasileira vai tratar os outros, pois vejo pessoas que se dizem humanas à frente de cargos não reconhecer o outro ser humano. Por um 2015 humano.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Os resultados eleitorais gerados pelas urnas eletrônicas são confiáveis?
Os resultados eleitorais gerados pelas urnas eletrônicas são confiáveis?
Leia esta mensagem e entenda o porquê da pergunta.
1 - clique no link-A e baixe o Sumário Executivo do Relatório sobre o Sistema Brasileiro de Votação Eletrônica do Comitê Multidisciplinar Independente (observação: para baixar o relatório completo, clique no link-B);
Link-A: https://docs.google.com/fileview?id=0BxORIcMW9wvtY2QxYTQzNTYtNzU1Mi00MTRhLTlkNTAtYjFjYzZmNTUyMTJi&hl=en
Link-B: https://docs.google.com/fileview?id=0BxORIcMW9wvtYzdlNDFiNmUtNjE0ZC00OTdiLWIwNjAtYTY5OWE2ODBjZDk3&hl=en
2 - os dez autores dos textos mencionados no item 1 afirmaram que o Relatório do Comitê Multidisciplinar do TSE, apesar de conter "impropriedades e inveracidades, foi entregue aos Deputados Federais da Comissão CCJC como sendo a palavra oficial do TSE";
3 - a palavra "inveracidade" é um sinônimo, embora mais suave, da palavra "mentira";
4 - ou seja, os dez autores estão dizendo que o Tribunal Superior Eleitoral, na melhor hipótese, tolerou que mintam em seu nome.
Acontece que essa não é uma mentira qualquer. O tema em foco é a confiabilidade dos resultados eleitorais.
Assim sendo, deixo aqui algumas perguntas.
Como são perguntas difíceis de responder, repasso-as, para vários grupos de discussão e listas de destinatários, com a esperança de que existam, entre as milhares de pessoas que receberão esta mensagem, algumas que consigam dar respostas.
Aqui vão elas:
- os dez autores foram ou estão sendo processados por calúnia?
- retrataram-se? Pediram desculpas?
- o TSE aceitou a pecha de Tribunal conivente com mentiras sobre a segurança das urnas?
- ficou tudo por isso mesmo?
- alguma entidade estatal (Ministério Público, Polícia Federal, Polícia Estadual, STF, CNJ, Congresso Nacional, etc) iniciou alguma ação destinada a verificar se o TSE está, ou não, condescendendo com a possibilidade de ocorrerem resultados eleitorais fraudados?
- ou será que o assunto foi parar no arquivo "desgraceiras esquecidas"? se foi parar lá, como deve proceder o Cidadão que queira ver esse assunto reexaminado e suficientemente esclarecido?
Por hoje, é só.
Aquele abraço,
Luiz Otávio
Site - www.brasilsemcorrupcao.com.br
Celular - (11)9990.3405
Skype - loborges
Twitter - loborges51
Canal-1 no Youtube - http://www.youtube.com/user/Brasil100Corrupcao
Canal-2 no Youtube - http://www.youtube.com/user/loborges52#p/u
Em tempo - segue link para reportagem da TV BAND que fala sobre fraudes em urnas eletrônicas:
http://www.youtube.com/watch?v=B8eyNHQLROw
Leia esta mensagem e entenda o porquê da pergunta.
1 - clique no link-A e baixe o Sumário Executivo do Relatório sobre o Sistema Brasileiro de Votação Eletrônica do Comitê Multidisciplinar Independente (observação: para baixar o relatório completo, clique no link-B);
Link-A: https://docs.google.com/fileview?id=0BxORIcMW9wvtY2QxYTQzNTYtNzU1Mi00MTRhLTlkNTAtYjFjYzZmNTUyMTJi&hl=en
Link-B: https://docs.google.com/fileview?id=0BxORIcMW9wvtYzdlNDFiNmUtNjE0ZC00OTdiLWIwNjAtYTY5OWE2ODBjZDk3&hl=en
2 - os dez autores dos textos mencionados no item 1 afirmaram que o Relatório do Comitê Multidisciplinar do TSE, apesar de conter "impropriedades e inveracidades, foi entregue aos Deputados Federais da Comissão CCJC como sendo a palavra oficial do TSE";
3 - a palavra "inveracidade" é um sinônimo, embora mais suave, da palavra "mentira";
4 - ou seja, os dez autores estão dizendo que o Tribunal Superior Eleitoral, na melhor hipótese, tolerou que mintam em seu nome.
Acontece que essa não é uma mentira qualquer. O tema em foco é a confiabilidade dos resultados eleitorais.
Assim sendo, deixo aqui algumas perguntas.
Como são perguntas difíceis de responder, repasso-as, para vários grupos de discussão e listas de destinatários, com a esperança de que existam, entre as milhares de pessoas que receberão esta mensagem, algumas que consigam dar respostas.
Aqui vão elas:
- os dez autores foram ou estão sendo processados por calúnia?
- retrataram-se? Pediram desculpas?
- o TSE aceitou a pecha de Tribunal conivente com mentiras sobre a segurança das urnas?
- ficou tudo por isso mesmo?
- alguma entidade estatal (Ministério Público, Polícia Federal, Polícia Estadual, STF, CNJ, Congresso Nacional, etc) iniciou alguma ação destinada a verificar se o TSE está, ou não, condescendendo com a possibilidade de ocorrerem resultados eleitorais fraudados?
- ou será que o assunto foi parar no arquivo "desgraceiras esquecidas"? se foi parar lá, como deve proceder o Cidadão que queira ver esse assunto reexaminado e suficientemente esclarecido?
Por hoje, é só.
Aquele abraço,
Luiz Otávio
Site - www.brasilsemcorrupcao.com.br
Celular - (11)9990.3405
Skype - loborges
Twitter - loborges51
Canal-1 no Youtube - http://www.youtube.com/user/Brasil100Corrupcao
Canal-2 no Youtube - http://www.youtube.com/user/loborges52#p/u
Em tempo - segue link para reportagem da TV BAND que fala sobre fraudes em urnas eletrônicas:
http://www.youtube.com/watch?v=B8eyNHQLROw
Circo de Todo Mundo contrata
O Circo de Todo Mundo está contratando artistas circenses para trabalhar em Nova Lima e Betim. Se você é um artista circense envie seu currículo e/ou link do youtube com vídeo demonstrando suas habilidades para: comunicacaocircodetodomundo@gmail.com
Mais informações : www.circodetodomundo.blogspot.com
Mais informações : www.circodetodomundo.blogspot.com
Juiz acusado de escravidão será julgado pelo CNJ
Juiz acusado de escravidão será julgado pelo CNJ
dom, 29/08/10 por Décio Sá | categoria Judiciário | Tags CNJ, Marcelo Testa
Baldochi, Sindjus, trabalho escravo
Na próxima terça-feira 31, o plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
julgará a Revisão Disciplinar Nº 2009.10.00.005314-2, interposto pelo
Sindicato
dos Servidores da Justiça do Maranhão (Sindjus) contra a decisão do Tribunal
de
Justiça (reveja) que absolveu o juiz Marcelo Testa Baldochi da acusação de
envolvimento com a prática de trabalho escravo em fazenda de sua propriedade
no
município de Bom Jardim.
Marcelo Baldochi, acusado de escravidão
Essa decisão foi questionada junto ao CNJ, desde o dia 02 de fevereiro de
2009,
pelo sindicato, então presidido pelo sindicalista Anibal Lins. O episódio
teve
repercussão nacional, tendo sido objeto inclusive de matéria no programa
Fantástico da Rede Globo (reveja). Apesar disso, o plenário do TJ absolveu
por
maioria de votos o juiz e o vitaliciou na carreira de magistrado.
Agora, depois de longa e exaustiva análise documental, o conselheiro relator
Paulo Tamburini finalmente apresentará o seu voto ao plenário do CNJ. A
sessão
será transmitida pelo site www.cnj.jus.br.
O advogado Nonnato Masson fará a sustentação oral durante o julgamento,
representando o autor da reclamação. Além de militante do movimento nacional
dos
direitos humanos, ele é advogado da ONG que ajudou na libertação dos
trabalhadores da fazenda de Marcelo Testa Baldochi e presta assistência
jurídica
às vítimas. Entidades de defesa aos direitos humanos estão mobilizadas para
ir
em comitiva a Brasília assistir ao vivo a sessão de julgamento.
O vídeo abaixo, produzido em 2009 pela ONG Repórter Brasil, mostra como o
juiz
tratava seus funcionários. Em relatos dramáticos, os trabalhadores contam
que
não recebiam salários, moravam em uma "tapera", eram humilhados e comiam
arroz
com molho de pimenta.
Raimundo Nonato da Silva Ribeiro afirma que a jornada de trabalho começava
às
6h30 e encerrava por volta das 11h. Depois do arroz com pimenta, eles
voltavam
ao trabalho até as 17h."A gente bebia água de tambor onde até o cachorro
bebia.
O banho era no açude onde existia só lama. O `gato' (responsável pela
fazenda)
ia deixar a comida da gente dentro do mato", relata. Clique e veja:
*Depoimento de trabalhadores resgatados na fazenda Pôr-do-Sol *
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=FATIlo3lO2U&gl=BR
dom, 29/08/10 por Décio Sá | categoria Judiciário | Tags CNJ, Marcelo Testa
Baldochi, Sindjus, trabalho escravo
Na próxima terça-feira 31, o plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
julgará a Revisão Disciplinar Nº 2009.10.00.005314-2, interposto pelo
Sindicato
dos Servidores da Justiça do Maranhão (Sindjus) contra a decisão do Tribunal
de
Justiça (reveja) que absolveu o juiz Marcelo Testa Baldochi da acusação de
envolvimento com a prática de trabalho escravo em fazenda de sua propriedade
no
município de Bom Jardim.
Marcelo Baldochi, acusado de escravidão
Essa decisão foi questionada junto ao CNJ, desde o dia 02 de fevereiro de
2009,
pelo sindicato, então presidido pelo sindicalista Anibal Lins. O episódio
teve
repercussão nacional, tendo sido objeto inclusive de matéria no programa
Fantástico da Rede Globo (reveja). Apesar disso, o plenário do TJ absolveu
por
maioria de votos o juiz e o vitaliciou na carreira de magistrado.
Agora, depois de longa e exaustiva análise documental, o conselheiro relator
Paulo Tamburini finalmente apresentará o seu voto ao plenário do CNJ. A
sessão
será transmitida pelo site www.cnj.jus.br.
O advogado Nonnato Masson fará a sustentação oral durante o julgamento,
representando o autor da reclamação. Além de militante do movimento nacional
dos
direitos humanos, ele é advogado da ONG que ajudou na libertação dos
trabalhadores da fazenda de Marcelo Testa Baldochi e presta assistência
jurídica
às vítimas. Entidades de defesa aos direitos humanos estão mobilizadas para
ir
em comitiva a Brasília assistir ao vivo a sessão de julgamento.
O vídeo abaixo, produzido em 2009 pela ONG Repórter Brasil, mostra como o
juiz
tratava seus funcionários. Em relatos dramáticos, os trabalhadores contam
que
não recebiam salários, moravam em uma "tapera", eram humilhados e comiam
arroz
com molho de pimenta.
Raimundo Nonato da Silva Ribeiro afirma que a jornada de trabalho começava
às
6h30 e encerrava por volta das 11h. Depois do arroz com pimenta, eles
voltavam
ao trabalho até as 17h."A gente bebia água de tambor onde até o cachorro
bebia.
O banho era no açude onde existia só lama. O `gato' (responsável pela
fazenda)
ia deixar a comida da gente dentro do mato", relata. Clique e veja:
*Depoimento de trabalhadores resgatados na fazenda Pôr-do-Sol *
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=FATIlo3lO2U&gl=BR
Moradores do Quilombo dos Silva afirmam sofrer perseguição da polícia
Moradores do Quilombo dos Silva afirmam sofrer perseguição da polícia
por Hernani - Grupo Gestor Afrokut em 2 setembro 2010 às 9:40
A comunidade do primeiro quilombo urbano reconhecido e titulado no Brasil está se sentindo ameaçada pela polícia. Os moradores do Quilombo dos Silva, no bairro Três Figueiras, em Porto Alegre, dizem estar acuados dentro de seu próprio território. Eles têm medo até de sair ou chegar em casa, e denunciam que policiais militares começaram a agir com abuso de autoridade, revistando rotineiramente os jovens e adultos, constrangendo as crianças que brincam na praça em frente ao quilombo, o que culminou com a detenção e espancamento de um quilombola dentro de sua própria residência.
Na última quarta-feira, 25 de agosto, Lorivaldino da Silva passeava com o neto em frente à entrada do quilombo quando foi abordado por policiais militares. Paulo Ricardo Dutra Pacheco, seu cunhado, interveio pedindo respeito aos quilombolas. A partir daí, foi perseguido e agredido pelos soldados. O Capitão Zaniol, do 11° Batalhão da Polícia Militar, explica que Paulo desacatou e desobedeceu à autoridade, além de resistir à prisão, o que justificou tê-lo perseguido até dentro de sua casa, de onde foi algemado e retirado à força na frente da mulher e dos filhos. Mas ele também foi espancado pelos policiais. Exames de corpo de delito foram realizados no Instituto Médico Legal.
Negros e pobres, vivendo num bairro predominantemente de brancos e ricos, os quilombolas se dizem cansados de sofrer com as batidas policiais e denunciam a Brigada Militar por racismo institucional. O Capitão Zaniol nega as acusações de preconceito e afirma que não há intensificação do patrulhamento na área. Mas segundo os moradores, a agressão sofrida por Paulo seria só mais um entre muitos casos de discriminação e perseguição da polícia aos integrantes do Quilombo dos Silva, uma comunidade que é um marco histórico na luta do movimento negro nacional e referência na defesa dos direitos quilombolas.
O caso foi denunciado ao Ministério Público Estadual, a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa e ao Comitê de Combate à Tortura. Duas ocorrências policiais foram registradas sob os números 6552 e 6554 de 2010, na 8ª Delegacia de Polícia, pedindo providências contra possíveis arbitrariedades e violência por parte dos policiais. Um Termo Circunstanciado de número 2674402 foi feito no 11° BPM. Mas os quilombolas temem represálias, pois relatam estarem sendo ameaçados pelos soldados da Brigada Militar.
Lorivaldino da Silva: “(nos trataram) a cacetadas, a empurrão. As crianças todas gritando, apavoradas. E os brigadianos com as armas na mão, engatilhadas. Estou com medo de sair na rua. Estou ameaçado.”
http://negrosnegrascristaos.ning.com/forum/topics/moradores-do-quilombo-dos
por Hernani - Grupo Gestor Afrokut em 2 setembro 2010 às 9:40
A comunidade do primeiro quilombo urbano reconhecido e titulado no Brasil está se sentindo ameaçada pela polícia. Os moradores do Quilombo dos Silva, no bairro Três Figueiras, em Porto Alegre, dizem estar acuados dentro de seu próprio território. Eles têm medo até de sair ou chegar em casa, e denunciam que policiais militares começaram a agir com abuso de autoridade, revistando rotineiramente os jovens e adultos, constrangendo as crianças que brincam na praça em frente ao quilombo, o que culminou com a detenção e espancamento de um quilombola dentro de sua própria residência.
Na última quarta-feira, 25 de agosto, Lorivaldino da Silva passeava com o neto em frente à entrada do quilombo quando foi abordado por policiais militares. Paulo Ricardo Dutra Pacheco, seu cunhado, interveio pedindo respeito aos quilombolas. A partir daí, foi perseguido e agredido pelos soldados. O Capitão Zaniol, do 11° Batalhão da Polícia Militar, explica que Paulo desacatou e desobedeceu à autoridade, além de resistir à prisão, o que justificou tê-lo perseguido até dentro de sua casa, de onde foi algemado e retirado à força na frente da mulher e dos filhos. Mas ele também foi espancado pelos policiais. Exames de corpo de delito foram realizados no Instituto Médico Legal.
Negros e pobres, vivendo num bairro predominantemente de brancos e ricos, os quilombolas se dizem cansados de sofrer com as batidas policiais e denunciam a Brigada Militar por racismo institucional. O Capitão Zaniol nega as acusações de preconceito e afirma que não há intensificação do patrulhamento na área. Mas segundo os moradores, a agressão sofrida por Paulo seria só mais um entre muitos casos de discriminação e perseguição da polícia aos integrantes do Quilombo dos Silva, uma comunidade que é um marco histórico na luta do movimento negro nacional e referência na defesa dos direitos quilombolas.
O caso foi denunciado ao Ministério Público Estadual, a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa e ao Comitê de Combate à Tortura. Duas ocorrências policiais foram registradas sob os números 6552 e 6554 de 2010, na 8ª Delegacia de Polícia, pedindo providências contra possíveis arbitrariedades e violência por parte dos policiais. Um Termo Circunstanciado de número 2674402 foi feito no 11° BPM. Mas os quilombolas temem represálias, pois relatam estarem sendo ameaçados pelos soldados da Brigada Militar.
Lorivaldino da Silva: “(nos trataram) a cacetadas, a empurrão. As crianças todas gritando, apavoradas. E os brigadianos com as armas na mão, engatilhadas. Estou com medo de sair na rua. Estou ameaçado.”
http://negrosnegrascristaos.ning.com/forum/topics/moradores-do-quilombo-dos
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
ANF - AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DAS FAVELAS
ELEIÇÕES NA ROCINHA - O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
31/08/2010
A equipe ANF foi até a Rocinha para investigar as notícias de que o deputado André Lazaroni seria o único candidato a fazer campanha na comunidade. Entramos em contato com os candidatos a deputado estadual Willian da Rocinha e Adelson Guedes, o presidente e vice-presidente da Associação de Moradores e a jornalista da TV Roc, Faby Giannini.
Todos concordaram que os candidatos não estão tendo qualquer dificuldade para realizar seu trabalho. O Morador da Rocinha e motorista de van, Romerito dos Santos, também foi entrevistado e afirmou que "todos os candidatos que querem, entram na comunidade"
O deputado André Lazaroni afirma que a Rocinha é uma das comunidades onde ele já tinha um trabalho e que também atua em outras favelas. Lazaroni assinou uma Carta Compromisso enumerando 11 prioridades para as comunidades do Estado do Rio de Janeiro. "Nosso objetivo foi dar poder real e legal a essas comunidades, ajudando as pessoas a sair da informalidade pra fazer parte do cotidiano político", afirmou.
Em tempo, cabe esclarecer que alguns candidatos que estão tentando fazer trabalho por lá e não estão conseguindo podem ser aqueles que nunca estiveram por lá e, naturalmente, são rechaçados pela comunidade. Afinal, a favela quer eleger quem realmente pretende defender seus interesses.
Assista ao video no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=5d-c5S_lAsI
Sobre este artigo
Publicado Terça-feira, 31 de Agosto de 2010 às 19:20h. Categorias: Eleições, Não deu na Grande mídia....
ELEIÇÕES NA ROCINHA - O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
31/08/2010
A equipe ANF foi até a Rocinha para investigar as notícias de que o deputado André Lazaroni seria o único candidato a fazer campanha na comunidade. Entramos em contato com os candidatos a deputado estadual Willian da Rocinha e Adelson Guedes, o presidente e vice-presidente da Associação de Moradores e a jornalista da TV Roc, Faby Giannini.
Todos concordaram que os candidatos não estão tendo qualquer dificuldade para realizar seu trabalho. O Morador da Rocinha e motorista de van, Romerito dos Santos, também foi entrevistado e afirmou que "todos os candidatos que querem, entram na comunidade"
O deputado André Lazaroni afirma que a Rocinha é uma das comunidades onde ele já tinha um trabalho e que também atua em outras favelas. Lazaroni assinou uma Carta Compromisso enumerando 11 prioridades para as comunidades do Estado do Rio de Janeiro. "Nosso objetivo foi dar poder real e legal a essas comunidades, ajudando as pessoas a sair da informalidade pra fazer parte do cotidiano político", afirmou.
Em tempo, cabe esclarecer que alguns candidatos que estão tentando fazer trabalho por lá e não estão conseguindo podem ser aqueles que nunca estiveram por lá e, naturalmente, são rechaçados pela comunidade. Afinal, a favela quer eleger quem realmente pretende defender seus interesses.
Assista ao video no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=5d-c5S_lAsI
Sobre este artigo
Publicado Terça-feira, 31 de Agosto de 2010 às 19:20h. Categorias: Eleições, Não deu na Grande mídia....
Dois pesos e duas medidas
http://www.youtube.com/watch?v=J56bKPn0pEI&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=7uB4mzoPem4&feature=related
Esses videos mostra no Brasil.
http://www.youtube.com/watch?v=7uB4mzoPem4&feature=related
Esses videos mostra no Brasil.
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