sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Eventos

Rio de Janeiro

Os Trabalhadores e o Novo Cenário Econômico:

Maria da Conceição Tavares (Economista)

Miguel Rossetto (ex-dirigente da CUT)

Dia 06/02/2009, às 18h

Auditório do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

(Av. Presidente Vargas, 502/21º andar)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

questiono assaltos de piratas na Africa e as politicas sociais no Brasil

O Brasil caminha para isso se continuar investindo em proteger quem tem e desprezar os pequenos,
Passo a passo de um acordo com piratas

Ao amanhecer de 28 de novembro, uma lancha que carregava cinco homens com fuzis AK-47 e lança-granadas dirigiu-se a um enorme cargueiro no Golfo de Áden. Eles atiraram ao se aproximar, fazendo estragos no casco.

Os homens, magros e descalços e usando camisetas e calções, engancharam uma escada de alumínio no corrimão do navio e subiram ao convés. Aí, atiraram contra uma janela da ponte de comando, que a tribulação havia trancado. O capitão do navio apertou o botão de alarme.

À 0h05 daquele dia, James Christodoulou acordou ao som do telefone de cabeceira em seu apartamento em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Piratas haviam capturado o petroleiro de sua companhia, o MV Biscaglia, disse-lhe um diretor de segurança da empresa.

"Repete", respondeu Christodoulou.

A notícia jogou o diretor-presidente da Industrial Shipping Enterprises Corp., uma pequena empresa americana com sede em Stamford, Connecticut, e a tripulação de 28 homens na linha de frente de uma onda de pirataria voltada a enormes navios que navegam perto da costa da Somália em rota para o Canal de Suez.

Nos 56 dias seguintes, a tripulação oriunda da Índia e de Bangladesh foi detida por piratas somalis armados. Christodoulou, de 48 anos, conversou diariamente por telefone com negociadores somalis que exigiam um alto resgate. Ele viajou à Índia para implorar à avó de um de seus tripulantes que pusesse fim à greve de fome que ela havia iniciado para protestar contra o sequestro.

Durante a novela, ele fez amizade com um empresário concorrente cujo navio também havia sido sequestrado. Essa amizade teve papel crucial nos esforços de Christodoulou para levantar o resgate de mais de US$ 1 milhão, que em fins de janeiro foi jogado no oceano numa caixa à prova d'água para assegurar a liberação dos tripulantes e do navio.

Sexta-feira, os membros da tripulação reencontraram a família no aeroporto internacional de Mumbai, todos a salvo. O que eles e Christodoulou passaram desde 28 de novembro é uma amostra das maquinações da pirataria contemporânea em alto-mar e revela como piratas da Somália transformaram o sequestro de navios internacionais num negócio lucrativo e bem calibrado.

À medida que o Estado somali desmoronava, o país passou a ser um paraíso para piratas que visavam o Golfo de Áden, uma das rotas navais mais movimentadas do mundo. Cerca de 18.000 navios passam pelo golfo a cada ano, levando petróleo saudita e iPods feitos na China para a Europa, Porsches para Dubai e vinho francês para a China. No último ano, quando os ataques se sucediam e resgates era pagos, "virou uma desordem", diz Michael Howlett, diretor de divisão do Birô Marítimo Internacional, um grupo que monitora a pirataria.

Em todo o mundo, houve 293 casos de pirataria em 2008, 11% a mais que em 2007, segundo o BMI. Foram 889 tripulantes tomados como reféns e outros 32 foram feridos, 11 mortos e 21 desaparecidos, provavelmente mortos. Só no Golfo de Áden, houve 50 ataques nos últimos três meses de 2008, embora em vários casos os assaltos tenham sido repelidos. Em 2007 só um navio foi sequestrado no golfo, mas em 2008 foram 32, segundo o BMI.

Autoridades de vários governos criticam empresas de transporte marítimo que pagam resgates, os quais costumam ser cobertos por seguros. O argumento é que pagar encoraja novos sequestros. Executivos das transportadoras respondem que não aprovam o processo, mas têm pouca escolha. Até agora, estimam especialistas, dezenas de milhões de dólares em resgate já foram pagos em sequestros somalis.

Como o Golfo de Áden fica em águas internacionais, não está na jurisdição de nenhum país que o policie. Além disso, os navios geralmente pertencem a uma empresa de um país e são registrados noutro, com uma tripulação de ainda outro lugar, de modo que é difícil determinar quem é responsável por protegê-los.

No ano passado, a Organização das Nações Unidas aprovou uma resolução que autoriza o uso de força contra piratas do Golfo de Áden. Em dezembro, a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte despacharam sete navios para patrulhar a área. Vinde navios de guerra de 14 países estão lá hoje, segundo o BMI. Cada navio mercante recebe uma recomendação de rota, perto de uma escolta militar. Mesmo assim, houve 17 ataques e 3 sequestros em janeiro.

Christodoulou, um veterano do ramo, estava ciente dos perigos do golfo. Em novembro, ele considerou mandar seu petroleiro de casco duplo e 23.700 toneladas ao redor da África em vez de atravessar o golfo para levar 25.000 toneladas de óleo de palma da Indonésia para a Espanha.

Mas a crise financeira global derrubou o frete. Contornar a África teria acrescentado semanas e traria US$ 250.000 em custos extras à sua firma, que não podia arcar com isso, disse Christodoulou ao Wall Street Journal na semana passada. Ele também observou que, apesar da alta na pirataria, menos de 1% dos navios no golfo são sequestrados.

O que ele fez foi contratar três seguranças desarmados, por US$ 25.000, e instruir seu navio a seguir um comboio protegido por um navio militar francês. Mas, ao atravessar o golfo, o Biscaglia, viajando a 13 nós, ficou para trás.

Quando os piratas atacaram, o barco francês estava duas horas à frente, diz um porta-voz das forças armadas francesas, acrescentando que os franceses não tinham sido designados para proteger o Biscaglia.

O sinal de alerta do capitão avisou os donos do petroleiro e os militares da área. Então o capitão capitulou para os homens armados. "Todos, venham para a ponte e se apresentem", disse ele chamando a tripulação, relembram os tripulantes.

Um deles, Asif Azam Khan, de 28 anos, saiu debaixo do convés com as mãos sobre a cabeça. Os outros tripulantes também saíram de seus esconderijos. Os somalis os levaram para a sala de navegação, onde comeram, sentaram-se e dormiram durante todo o cativeiro, dizem os tripulantes.

Poucos minutos mais tarde, helicópteros franceses e alemães sobrevoaram. Dois somalis apontaram suas armas contra Hanif Kapade, o engenheiro-chefe do navio, e contra o capitão, ambos dentro da sala de navegação. Outros somalis levaram dois tripulantes para o convés com armas apontadas contra eles, sinalizando que atirariam se os helicópteros atacassem, relembra Kapade.

Os helicópteros distraíram os somalis, e os três guardas desarmados, que eram britânicos, aproveitaram para saltar do navio, dizem vários tripulantes. Mais tarde, foram resgatados.

Quando os helicópteros foram embora, os somalis tentaram assegurar à tripulação apavorada que ninguém seria ferido.

"Sem problemas. Queremos só dinheiro, dinheiro, dinheiro", disse um dos piratas, gesticulando como quem conta dinheiro em sua mão, lembra Khan.

Os somalis instruíram a tripulação e dirigir o navio para o sul, dizem os tripulantes. Nos dois dias seguintes, os assaltantes mudaram várias vezes o destino. Finalmente, ancoraram a vários quilômetros de uma praia deserta da Somália.

Christodoulou resolveu agir como intermediário. Para os piratas, ele fingiu ser um empregado de nível médio ajudando seu chefe. Comprou um telefone Motorola e colou o nome "Gus" nele, para não esquecer do pseudônimo que deveria usar.

Dia 4 de dezembro, a nota de resgate chegou por fax, escrita a mão em letras maiúsculas.

Christodoulou não quis revelar quando exatamente pediam de resgate, temendo prejudicar negociações de outros donos de navios. Ele diz que era menos de US$ 10 milhões.

Por fax, marcou horário para conversar por telefone com os sequestradores. Esperou pela ligação num hotel Sheraton ao lado de um advogado e um especialista em pirataria de uma firma de administração de crises.

À noite, o telefone tocou. "É o Gus", falou. "Temos o seu navio", disse uma voz distante em meio a estática, lembra Christodoulou. Era o negociador dos piratas. "Queremos dinheiro para liberar o navio com segurança." Seguiram-se dias de negociações.

Na Índia e em Bangladesh, as famílias dos tripulantes tentavam se adaptar às notícias.

Rashmi Sharma, mãe de Karan Sharma, um tripulante de 20 anos em sua primeira viagem, recebeu a notícia por meio de um funcionário da Ishima International Shipmanagement. A firma de Cingapura dá suporte técnico para navios cargueiros. O funcionário garantiu a ela que Karan estava seguro e sendo alimentado. "Senti faltar o chão", diz Sharma, em hindi.

De Nova Jersey, Christodoulou, avisado de que casos assim podem levar pelo menos 60 dias, fez uma oferta inicial, que não quis revelar. O negociadores somalis levaram a oferta aos piratas, que a recusaram. Christodoulou não arredou pé. Ele fora aconselhado de que os somalis tinham de sentir que estavam extraindo todo o possível dos donos do navio.

No fim de dezembro, as famílias na Índia começavam a se desesperar.

A avó de Karan Sharma, Savitri, de 76 anos, começou uma greve de fome. "Não podia comer nada sabendo que meu Karan estava em grende perigo", disse ela.

Tom Rozycki, relações-públicas de Christodoulou, diz ter chegado à conclusão de era preciso usar uma nova tática para manter as famílias esperançosas - e longe da mídia. Publicidade poderia dar força aos captores e retardar a soltura dos reféns, acreditava ele. Ela também seria um embaraço para a companhia.

Dia 6 de janeiro, no hotel Hyatt Regency perto do aeroporto internacional de Mumbai, Christodoulou se encontrou com famílias dos tripulantes.

Ao ver a avó em greve de fome na primeira fila, ele se ajoelhou ao lado dela e segurou sua mão. "Vovó, seu neto vai ser resgatado. E queremos que ele volte para a família carinhosa e saudável que deixou para trás", disse ele, segundo a senhora Sharma e Christodoulou. Naquela noite, a avó comeu sorvete de morango, lembra o filho dela.

Christodoulou diz que em meados de janeiro resolveu aumentar a oferta. Ele não quis revelar quanto ofereceu, mas disse que foi perto do que julgava ser o que os somalis aceitariam baseado na faixa que especialistas lhe apresentaram, de US$ 700.000 a US$ 3 milhões.

Para levantar o dinheiro, abordou o maior investidor de sua firma, uma private equity americana chamada Regent Private Capital LLC. Lawrence Field, o diretor-gerente da Regent, recusou-se a discutir a conversa que teve com Christodoulou. "A Regent não negocia com terroristas ou piratas ou nenhum tipo de criminoso", disse ele na semana passada.

Christodoulou também ligou para Per Gullestrup, um dinamarquês diretor-presidente da Clipper A/S, um grande concorrente no transporte de químicos. Eles não se conheciam antes que barcos de ambos caíssem nas mãos de piratas somalis.

Christodoulou disse a Gullestrup que estava difícil levantar os fundos. Mais tarde, Gullestrup ligou. "Ficaremos felizes em adiantar o dinheiro, se for preciso", disse ele. Essa promessa permitiu que Christodoulou garantisse um empréstimo para esse fim.

Christodoulou aumentou levemente a oferta, diz ele, e avisou ao negociador: "Você tem 24 horas para aceitar esta oferta, ou a gente vai ter de retirá-la."

A partir daí, foram 20 telefonemas em 24 horas. No dia seguinte, Christodoulou subiu um pouco, diz ele. Às 12h30 de 16 de janeiro, veio a confirmação: os somalis haviam aceitado a oferta. "Muito obrigado", disse a voz do outro lado da linha, "foi um prazer trabalhar com você neste projeto."

Quinta-feira, 22 de janeiro, uma caixa cheia de notas novas de US$ 100 totalizando mais de US$ 1 milhão foi levada por um avião para ser jogada no golfo.

A tripulação do Biscaglia, de cara lavada e roupas frescas, foi instruída pelos piratas a ficar num compartimento do navio.

Nisso, o piloto jogou a caixa, com paraquedas, no oceano. Os somalis a buscaram com a lancha, levaram-na bordo, contaram e dividiram o dinheiro, então voltaram à sala onde a tripulação esperava.

"Vocês estão livres", disse o chefe dos piratas, em árabe, segundo Khan. "Ninguém será ferido. Estamos indo embora."

E os piratas escaparam.(Fonte: Valor Econômico/Geeta Anand e John W. Miller, The Wall Street Journal, de Mumbai e Bruxelas)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A hipocrisia dos direitos humanos

Quando pessoas resolvem fazer propaganda para quem tem baixo nível intelectual sendo que o mesmo possui uma sabedoria acima da media, e que usa para influenciar o meio, e que as pesquisas que fizeram na área oferece base para efetuar um trabalho impactante, me faz pensa na propaganda, quando aprendi a ler arrumei um emprego, será que um Brasil que despeja anualmente milhares de adolescentes com 14 anos sem condições de acesso ao Contrato Especial de Trabalho, CLT art 402 ao 441, decreto Lei 5.598/2005 que dentro do pensamento das portarias 615/2007 do MTE, perderam os direitos por não poderem participar do curso profissionalizante dentro da obrigatoriedade de disciplinas como compreensão de texto, raciocínio lógico matemático, e termos como técnico tecnológico ou cientifico sem falar na preferência por maiores de 18 anos dentro do pensamento do anexo art 4. e com o pro Jovem do jeito que vai, vagas limitadas e oferecimento de locais que jovens não podem ir. no conselho nacional de educação tão bonzinho lutando pra extinguir o direito do adolescente com defasagem escolar de correr adequar-se através de exame de suplencia, como se as provas aparecessem feitas em suas mãos. Penso nas musicas de Dicro e nestes sons que saem da favela que fala claramente que o Brasil é um País em que mendigo anda sujo para ganhar dinheiro, pessoas fingem ser humanas, boazinhas para ganhar doação e enviar parte aos necessitado, o a titulo pro Labore, que fingem oferecer condições de estudos mas a pratica é outra, e mais discursos e cafés.

Projetos nasa

Pequenos projetos tecnológicos podem se inscrever para realizar testes no espaço


Por Stella Dauer

A NASA está oferecendo vôos espaciais gratuitos para qualquer pessoa ou grupo que possua um projeto viável relacionado a tecnologias espaciais.

De acordo com o blog de ciência do site Slashdot , a NASA irá custear todas as horas de vôo para os projetos aprovados, ficando quaisquer outras despesas a cargo da equipe dona do projeto.

A iniciativa, de nome Facilitated Access to the Space Environment for Technology Development and Training (Acesso Facilitado ao Ambiente Espacial para Desenvolvimento de Tecnologias), ou FAST , visa impulsionar o desenvolvimento de pesquisas de tecnologias emergentes através de testes em ambientes com gravidade reduzida. Esse tipo de teste é essencial na pesquisa aeroespacial.

O ambiente de gravidade zero é costumeiramente gerado a partir de uma aeronave (normalmente, um avião) que voa repetidamente em trajetória parabólica, criando breves momentos de gravidade zero durante os períodos de descida.

A aeronave também poderá simular ambientes gravitacionais de outros corpos celestes, como a Lua e Marte, noticiou o site Tech fragments .

O site que leva a essas e outras especificações do projeto é ipp.nasa.gov/ii_fast.htm .

www.geek.com.br

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

OAB e o questionamento quanto legitimidade e o fazer.

Se a entidade possui legetimidade para propor ações de inconstitucionalidade e ações declaratóriasde constitucionalidade, como o Brasileiro comum pode acionar a instituição na questão de Leis, decreto Lei e portaria? A exemplo das Portarias 615/616/618 de 2007 publicada pelo MTE que possui carater discliminatorio quando utiliza termos como tecnico tecnologico, cientifico e raciocinio lógico matematico para aplicação em cursos de aprendizado referente ao Decreto lei 5.598/2005 que regulamenta a CLT Art 402 ao 441 que oferece oportunidade no art 427 a analfabeta,P.U, e oferece anexo a maiores de 18 anos dentro de um capitulo que fala da proteção ao trabalho do menor, a qual a legislação diz até 18 anos incompleto.sendo pior o fato de preferencia a atendidos pelo governo.

Questiono diferença de tratamento na socialização de conhecimento

Elaboração, supervisão, orientação, coordenação, planejamento, programação, implantação, direção, controle, execução, análise ou avaliação de qualquer estudo, trabalho, pesquisa, plano, programa ou projeto global, regional ou setorial dentro da realidade social que necessita da participação ou do conhecimento de base está cada vez mais difícil de conseguir.
Antigamente para se defender dos seus senhores os negros nas senzalas utilizavam linguagem própria para se protegerem dos seus senhores e como diz Dicro em uma das suas musicas os intelectuais de hoje ou a classe graduada, pós e phd utiliza muito desta tatica para muitas vezes ofender denegrindo a imagem de pessoas menos provida de inteligência intelectual( o que é inteligência intelectual?) e precisa delas para obter conhecimento de base para continuar dentro de suas salas refrigeradas e não serem contados como mais um da manada ou que tem uma distancia da realidade,- Mais um maluco que gosta de dinheiro e não conhece a realidade, dizem os da base.
Se levamos em consideração que um medico Homeopata que quer exclusividade em atendimento na área e necessita de conhecimento de base ou a chamada biopirataria do conhecimento retirado de quem é desprovido de conhecimento de base. mas gostam de dizer que são eles os descobridores da nova técnica e que ela saiu de um graduado. Fico pensando na questão ambiental, tantos falando em proteção e o lixo continua sendo jogado nos bueros e em caçambas de caminhões que misturam tudo e tem a interferencia de um engenheiro ambiental. a mais os catadores e selecionadores continuam sendo perseguido por não colaborarem com informações que lhes seria util, afinal são quem para ensinar, socializar informações sim, mas que isso não, só resta tratar de seus assuntos com outra linguagem, faz bem ao congresso Brasileiro assinar a lei de cotas, pois teremos mais mendingos, pessoas desqualificadas com diploma e contestando sabedorias que não condiz com a realidade e que de certa forma tambem torcer para que quando sairem de lá não tenham vergonha de assumirem quem são, já que encontraram muitos que falam que favela não tem cultura ou que existe muitos que andam fedendo e mal trapilhos, existindo roupas que para as classe ostilizadas não tambem não são são modelos de vestimentas.

Forum Social mundial

Fórum Social Mundial foi encerrado ontem em Belém, no Pará, sem nenhum documento final com as conclusões do encontro ou qualquer sugestão a respeito da crise econômica mundial. Na assembleia geral, realizada ontem ao ar livre, foram lidos documentos sobre um conjunto de 22 questões pontuais, variando da preservação da Amazônia aos problemas enfrentados por migrantes ao redor do mundo, a demarcação de terras indígenas, a questão palestina e outros.


Apesar da ausência de um documento global, os comentários dos organizadores e participantes ao final do evento tinham quase sempre dois pontos comuns. O primeiro é a ideia de que o fórum aponta na direção certa com seu lema "um outro mundo é possível". Ideia que a crise econômica mundial serviu para fortalecer. O segundo ponto é que o fórum precisa ampliar seu raio de ação, atraindo mais entidades da Ásia, Leste Europeu, África e de outras regiões do mundo. Neste ano, das 5.808 entidades participantes, 4.193 eram da América do Sul.

"Davos acabou. Nós somos o futuro", comentou Candido Grzybowski, do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial e diretor do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), referindo-se à cidade suíça que abriga anualmente um fórum com a elite do pensamento capitalista. Por toda parte ouviam-se expressões desse tipo. No próximo ano o fórum será descentralizado, com vários encontros ao redor do mundo. Em 2011, porém, ele volta a concentrar todas as entidades e regiões num só local - que poderá ser definido amanhã, durante o encontro do conselho internacional, em Belém. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.