terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Meus questionamentos relativos ao acesso ao Contrato Especial de Trabalho

Meus questionamentos relativos ao acesso ao Contrato Especial de Trabalho CLT Art 402 ao 441, Portaria 615/616/618 2007 publicadas pelo MTE e o Decreto Lei 5.598/2005 são:
Se o capitulo que trata da matéria é relativa a proteção do trabalho do menor e no art 403 da CLT o termo menor vai dos 14 aos 18 anos incompletos o mesmo texto na Constituição Federal art 7 XXXIII, ou no ECA e na ERA Presidente Luiz Inácio da Silva em sua permanente necessidade de Decretos e portarias que facilite seus trabalhos sem avaliar a questão custo beneficio futuro na influencia que causará na vida de muitos adolescentes que dependem de uma educação que só é direcionada a formação com qualidade a quem tem mérito (mérito, família que disponha de recursos que camuflem imperfeições, que pague por benefícios, que tenha autoridade sobre os filhos, que o filho seja naturalmente calmo e focado no futuro apesar dos conflitos familiares e influencia do meio) ou pode pagar.
Ao questionar se com as atuais condições de acesso ao contrato e as burocracias criadas no atual governo, a mãe do presidente poderia solicitar vaga de aprendiz para o filho, ao Senai, será que teríamos um presidente que foi torneiro mecânico retrata o fato que os que se encontram em cargos de comando ou os CEOs da administração publicas que mesmo com histórico de pobreza para chegar ao cargos que hoje ocupam tiveram que viver dentro de outra realidade que parece os fazer inclusive a concordar que em nossa classe social não existe culturas (se levar em conta que muitos projetos furtados saíram dos conhecimentos da base, as cantigas presente nas rodas dos contadores de historias elitizados e a biopirataria nas nossas matas), e do fato que dizem sempre que seus amigos morreram e eles tiveram a sorte de buscarem um futuro trocando divertimento pelo estudo, sendo que possuíam responsáveis que ofereciam condições de acessar benefícios, e quem devido a Portaria 615 de dezembro de 2007 não é possível se for levado em consideração a necessidade de cumprir com regras tais como oferecer no curso raciocínio lógico matemático, técnico tecnológico e cientifico entre outros que inviabiliza a aplicação do Art 427 parágrafo único ou a inserção de analfabeto, se for levado em consideração que os adolescentes que estão em defasagem escolar, ou fora do ensino médio não são poucos, e que existem coletas de dados oficiais do governo que mostram que a maioria dos brasileiros não detem a interpretação e compreensão de texto e se levar em consideração que em geral os cursos particulares tem uma tendência de seguir uma linha quase igual e que formamos anualmente adolescentes que não tem condições de acessar este tipo de provas e que nunca terão condições de enfrentar a burocracia que permite criar novas empresas e os CEOs que anteriormente eram criados na base ou vinham de situações conflituosas, sem deixar as referencias que hoje vem sendo trocadas pelo ensino acadêmico ou não existe uma socialização de fato. Se for falar no fato do anexo ser direcionado a jovens maiores de 18 anos o que restringe o acesso.
Se for falar da Portaria 616 e 618 é como falar da isenção oferecida pelo governo nos seus (Cesgranrio, Prominp) concursos publico, imagine que só que tem acesso aos benefícios do governo através do NIS e que são pobres e estão passando por necessidade, será que este governo atende a todos os necessitados como dizem? Como é feita esta seleção? Sorteio?
Na questão da aceleração no Pro-Jovem adolescente e que como Conselho Nacional de Educação se colocar na defesa de retirar adolescentes de quinze a dezessete de participarem de do exame de suplência do ensino fundamental, se for levado em consideração que anualmente despejamos milhares de adolescentes de 14 anos com 5° serie ou 6° ciclo, alguns sem esta sorte, e que são contabilizados junto aos outros e que de alguma forma não oferecem perigo na competição por vagas aos filhos da elite que por sorte fazem parte os filhos destes que decidem, porém temos que avaliar que a questão, dano futuro ao próprio bolso, pois se existe uma porta apenas de acesso a um restaurante e este é o único local de alimentação e para entrar se cria mecanismo de acesso em que só os com mérito tem acesso, todos acham que temas bonitinhos como nos importamos com vocês, brincadeiras para passar o tempo irá fazer com que os que não tem acesso não busquem pelo que querem, são Brasileiro e não desistem nunca, lamento é ver pessoas com poder e muitos recursos, viverem como uma pessoa que anda suja pelo fato de acharem que ficaram sem recursos, e quando são roubadas, seqüestradas, familiares mortos e só culpam quem eles mesmos produziram, só interferem quando existe a participação da mídia.
Quando se forma adolescentes em atividades ilícitas, o seu custo é maior e a necessidade de profissionais especializados com custos mais elevados e horário de trabalho reduzido é mais requisitado, o que percebo ser mais atraente do que permitir acesso ao contrato especial a todos.
Os protetores de direitos e sua anulação nas praticas diárias, o que torna pessoas que superam desafios heróis, e os que ficam para traz, discriminados ou coitados.

Rio de Janeiro e a educação

Com o fim da aprovação automática, alunos farão revisão de português e matemática
Plantão | Publicada em 06/01/2009 às 17h17m
O Globo e RJ TV

RIO - O prefeito Eduardo Paes e a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, se encontraram, nesta terça-feira, com diretores de 84 escolas e creches do Centro e da Zona Portuária, para apresentar aos professores o novo modelo de ensino para este ano. Com a revogação do sistema conhecido como aprovação automática no dia 1º de janeiro, a secretária explicou que, nos primeiros 45 dias do ano letivo, todos os alunos vão passar por uma revisão de português e matemática. Depois, os alunos serão submetidos a um teste para medir o nível das turmas.

No encontro, o prefeito também anunciou a convocação de 400 novos professores, aprovados no concurso do ano passado. Já as aulas de reforço, uma das promessas de campanha de Eduardo Paes, devem começar no segundo semestre.

- A idéia não é reprovar as crianças, é assegurar que as crianças aprendam. Para que elas aprendam, o fundamental é oferecer reforço - explica a secretária de Educação.

Decreto cria programa de reforço escolar

A prefeitura também publicou nesta terça-feira, no Diário Oficial, o decreto que institui o "Bolsa de Formação - Escola Pública e Universidade". Os universitários receberão uma bolsa, que varia entre R$ 400 e R$ 600, para atuar como monitores nos colégios municipais, ajudando as classes de alfabetização e na recuperação de outros estudantes em dificuldade.

Também há a possibilidade das escolas da prefeitura se constituírem em campi de pesquisa e desenvolvimento profissional para futuros professores. A Secretaria municipal de Educação irá repassar os recursos necessários para as despesas com a concessão de bolsa-auxílio aos universitários. Os valores que cada universitário ganhará ainda não foram revelados no DO, assim como não foi publicado o total do convênio.

- Esse convênio deve ajudar a suprir um pouco o déficit de professores, que na ponta do lápis, chega a quase oito mil - afirma Paes.

Escolas paulistas irão adotar modelo educacional de NY

Escolas paulistas irão adotar modelo educacional de NY




A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo e a Fundação Itaú Social lançaram hoje um projeto-piloto na área educacional que pretende adotar nas escolas estaduais paulistanas o modelo educacional dos centros de ensino de Nova York, após uma reforma instituída na área em 2001. O projeto prevê o desenvolvimento, entre 2009 e 2012, de experiências nas áreas de gestão e monitoramento do rendimento escolar em dez instituições de ensino de São Paulo, localizadas na zona leste da cidade.

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A coordenação técnica do projeto será responsabilidade do Instituto Fernand Braudel que, desde 2007, realiza pesquisas de campo para analisar a reforma escolar empreendida em Nova York nos últimos oito anos.

Para o programa, foram selecionadas dez escolas da Diretoria Leste 3: Aquilino Ribeiro; Dr. Décio Ferraz Alvim; Haydeé Hidalgo; Jardim Dom Angélico; Jardim Wilma Flor; Paulo Sarasate; Recanto Verde Sol; Sebastião Faria Zimbres; Sumie Iwata; e Vila Bela. Serão investidos nessas instituições de ensino programas de fomento à boa gestão público, por meio da parceria com o setor privado, à formação de professores e ao maior envolvimento dos pais na trajetória escolar de seus filhos.

O projeto passará por avaliação que acompanhará a frequência de professores e alunos, a rotatividade e absenteísmo dos professores, o número de incidentes de indisciplina e violência dentro da escola e a percepção de alunos, pais, professores e diretores sobre o ambiente escolar. Também será realizada uma avaliação econômica do projeto para mensurar seu retorno econômico. Caso o projeto revele melhoras nas instituições de ensino em que for aplicado, o governo do Estado pretende levá-lo a todas as escolas estaduais do município de São Paulo.

Agradeço aos convites

Estou muito grata por terem me enviado convite a participação em 2008 a seus eventos, venho expressar minhas desculpas pelo não comparecimento, porém indiquei a pessoas que possuem consideração (respeito, o que permite que outros venham procurar informação diante de algum problema) dentro das comunidades em Niterói, dos eventos.
Exponho que também neste período, 2008, estava passando por reformulação em minha forma de atuar, pois percebi um interesse em informações comunitárias, ou como trabalhar ou atuar neste universo novo, em contrapartida um conflito ou desprezo claro pelas comunidades carentes de pessoas que por deter conhecimentos teóricos e conceitos e valores de classes A e B querem realinhar ou redefinir a forma de convivência comunitária, sem conhecer quem e o que, é a comunidade. Pelo que percebi um entrosamento maior entre os moradores e as constantes redefinições de papeis em atividades cujo as metodologias visa mudanças no meio. Estou curiosa de como com dados feitos por monitoramentos recolhidos dentro de visões cujos conceitos e concepções foram formados sobre fatos que favelas e comunidades carentes em uma coisa formado no sujo ou errado (é só lembrarem o que seus professores de universidades falavam de favela e comunidade carente) irão oferecer estrutura de trabalho. E como atrair os iguais e oferecer-lhes, pensamentos, formações e informações para que adequado à realidade que se propõem, a possam repassar com eficácia?
Como sou Educadora Social, sem o nível superior, porém tenho anos de pratica, oito em instituição carente, mais de dez em comunidade, um mandato como Conselheira Tutelar, perseguição de, quer trabalhar para mim na eleições? E um processo junto ao MPT que questiona o fato de adolescentes, 14 a 17 anos e 11 meses, CLT Art 402 ao 441, de baixa escolaridade estão sendo preteridos a jovens maiores de 18 anos e não aceitam com series abaixo de 8° ou 9° ciclo, oferecendo oportunidade de buscarem em atividades ilícitas e que a natureza da atividade não ofereça formação moral e profissional adequada, lembrando que pelo sistema oficial a obrigatoriedade em freqüentar e permanecer e passar de serie, na escola. Assumo que fiquei revoltada pela falta de interesses por aqueles que se dizem interessados e participam de eventos quase que diariamente, recebem por isso e na real necessidade em ajudar quem não tem mérito viram as costas, como não recebo para exercer trabalho social, não me sinto confortável em repassar gratuitamente informação dentro de uma visão Classe D e E com experiência em atividades Freqüentada por Classes A e B, com autonomia de fazer perguntas desconcertantes quanto a questionamentos referidas a qualquer área.

Situações inusitadas II

Situações inusitadas II

Quando leio sobre assuntos relacionados à forma de trabalhar nas intervenções em comunidades carentes ou favelas, fico rindo como tratam temas.
Vamos levar cultura a estas pessoas que não tem acesso a determinado espaço. Ao levar cultura a estes locais, pergunto; o que é cultura dentro concepções ou conceitos de classes sociais?
Por que as classes A e B tendem a ignorar ou desprezar as culturas de classes mais baixas?
Porque quem ascende a outras classes socias tem a tendência de ignorar o passado e desprezar a sua cultura antiga, colocando publicamente o seu menosprezo a ela sem, contudo se utilizar dela como opção de trabalho?

Quando se fala de moda latina dentro das características de administração concordo que o autoritarismo prejudica a inovação, já que muitas das idéias que surgiram ao longo do tempo como grandes empresas foram criadas por pessoas que vieram de classes menos favorecidas que quando tinham grandes idéias eram incentivadas a seguirem em frente, já existia roubo de planos ou projetos porem não com a intensidade de hoje, observamos que muitos estão indo a faculdade com o pensamento de aprender como inovar e tem em algumas áreas a surpresa de encontrar pessoas com menos conhecimentos que ela, pois como falar de educação dirigida a criança com um professor que vive inovando, com experiência de dez anos que só está ali por conta de precisar de um diploma para melhorar seu salário apartir dos conceitos de um professor que nunca teve a experiência de trabalhar com a faixa etária e nunca se permitiu aproximar de alunos com perfil da classe social da criança atendida.
Pior que prejudicar a inovação e impedir o desenvolvimento por meio de poder centralizado, se avaliamos que o CEO que comanda a exemplo o País, que se diz da classe baixa, mas devido a sua convivência constante e permanente com um perfil diferente torna a sua visão e o modo de trato diferente daquele grupo original, apesar de utilizar o termo sou de lá, já perdeu a concepção do que é lá, inclusive tende a sempre lembrar das partes ruins sem a eficácia de um trabalho que poderia mudar aqueles que lá ficaram já que possui o conhecimento de base que torna seu trabalho melhor, mais se o intuito é manter a liderança do pedaço o melhor é se utilizar projetos paliativos.
O mais interessante ainda é como o termo socializar conhecimento nunca foi tanto utilizado hoje, é como se as pessoas fosse a determinado local e buscasse conhecimentos sem contudo deixar que os seus fossem socializados utilizam sempre aqueles falados dos grandes autores ou fazem perguntas que os que se colocam como especialistas no assunto não conseguiriam responder pelo fato da experiência está centrada em uma atividade especifica, sem falar que detestam soluções colocados por pessoas de nível menor que ele, apenas queriam que estes deixassem seus conhecimentos em atividades de socialização. Como convencer reles mortais a passar informações?(repassar é quando recebem de outros, mais mesmo sem nível de escolaridade a informações que quem não é graduado possui).

Vaga à voluntário.

Vaga a voluntário.
Para ser voluntário (que comprovadamente possuir experiência de interesse em atividades pratica) que condições as instituições oferecem?
Posso utilizar como experiência profissional com tempo de atuação, tipo de atividade e experiências adquiridas?
Posso escolher dia e hora e a forma como desenvolver a atividade?
Tem ajuda de custo como passagem e alimentação se o voluntário não pertencer ao grupo, aposentado, sustentado por familiares em que a atividade gratuita que demanda custo não causem conflitos, funcionário publico com tempo livre ou pessoa precisando de uma distração ou atividade terapeuta.
Se a atividade desenvolvida contribuir de alguma forma ao coordenador na questão de veiculação de propaganda marketing, elaboração de monografia, pesquisa ou mesmo na concepção e afirmação do trabalho e o voluntário não possuir perfil social, porém experiência pratica que interessa for a meta a ser alcançada será oferecida algum retorno futuro ao voluntário.
Se um voluntário que possui uma determinada experiência pratica e o seu perfil não encaixa a atividade necessária, chamaria mesmo assim e o absorveria dentro do fato da necessidade de socialização de conhecimento? E se o mesmo se recusasse a ser absorvido dentro de uma concepção de quem não possui instrução e conhecimento apesar de ser-lhes exigido nas atividades, como trabalharia com o voluntário sendo importante a presença de seu perfil na atividade?
Se o voluntário questionar sobre o fato que o mesmo possuindo recursos recebe a titulo de pró labore mais recursos e atua somente com voluntário de classes menos favorecidas; como responderia sem perder o voluntário ou oferecer oportunidade do mesmo sonegar conhecimento necessário a atividade?

Ao questionar conflitos

Ao questionar conflitos asfalto, favela; classes A e B, classes D, E e F em relação a cultura, concepção, conceito e conhecimento e a classe C que fica no meio com alguns com tendência a permanecer ou subir a favela ou manter-se na corda bamba do asfalto, não procuro ridicularizar ninguém mas colocar questionamentos quanto a procedimentos de quem de uma certa forma influenciam a sociedade sem contudo assumir os erros pelas suas colocações, é como se um conselheiro, CEO, consultor, especialistas que tem a função de decidir e encaminhar certa atividade e na hora do erro quem errou foi o trabalhador braçal, ou os comandados, é como se o sem instrução não fizesse direito o trabalho direcionado pelo instrutor pop.
Acho interessante a forma como é feito o faxineiro da serie malhação, pois remete ao entendimento que pessoas deste nível não possui condições claras de acessar ao conhecimento e a algum cargo de necessite de responsabilidade.
Se um psicólogo que possui referencias de classes A e B e tem que atender um jovem que provem de classes D, E e F, na questão que o mesmo é agressivo com a família e com o entorno, tendo o pensamento que família serve apenas de apoio aos seus erros, este psicólogo tem a referencia o histórico familiar de agressões, falta de regras familiar e limites tendo uma dinâmica de vida diferenciada e em sua formação acadêmica ouve colocações de professores que defendiam a tese que pessoas destas classes são sujas, sem cultura, possibilidades futura se permanecer em seu meio; como trabalhar a situação de forma harmoniosa que permita a inserção deste jovem em seu meio apartir do fato que há regras de convivência que diferencia as classes sociais ?
Se os termos pessoas invisíveis a sociedade hoje tão em evidência, como o que trata de perfis, pré determina, carimba ou coloca rotulo: engraçado, os especialistas de fora de sala que gostam de ensinar quem esta dentro de sala de aula, tem uma mania de colocar como o professor ou profissional que trabalha com criança e adolescentes deve expressar na qualificação de como aquela criança se coloca em seu meio sem colocar rotulo ou temos pesados, mas na hora de fazer suas teses ou suas consultorias, que cobram por isso, utilizam os jargões dos profissionais da área enfeitadinho, como perfis, como se eles que estivesse atuando com aquele rotulado e oferecem em geral um recurso de atuação que não condiz com a realidade oferecida. Deve ser por isso que estão encontrando dificuldade em colocar professores dentro de sala de aula, o mesmo termina o normal vai para a sala e quando precisa completar com o ensino superior e chega ao final debanda para outra atividade, afinal está em uma atividade cuja a imagem da escola é chamada de desqualificada e ao terminar o curso que diziam aos grandes, lhe traria a qualificação devida, o mesmo descobre que continua sendo o professorzinho desqualificado de sempre. Só que com diploma sendo aconselhado por quem não quer a sala de aula como local de atuação direta.
Como dizer aquele que sempre viu a referencia de atuação empresarial relacionada ao filhinho de papai que pode obter registro com facilidade, capital de giro e ficar seis meses tomando prejuízo, dando dinheiro ao governo que não lhe oferece retorno e só come seu dinheiro através de impostos e tarifas, que não tem segurança jurídica, que a força de ser brasileiro e não desistir nunca que move a engrenagem do Brasil e ele que faz parte disto, mesmo em meio aos preconceitos que surgem dentro da concepção e regras de convivência social e econômica que determina se seu produto tem valor agregado através de sua posição social e que a formação educacional que foi estabelecida para você e a de trabalhador braçal, na forma que, oferece apenas o mínimo aprender a ler e escrever e os melhores oportunidades tem o seu acesso agregado a condições e necessidade de recursos fora dos seus padrões?