Novos índices Brasileiros como consumo, direitos de ir e vir, e culturas de locais distintos nos fazem questionar como a diversidade Brasileira vai tratar os outros, pois vejo pessoas que se dizem humanas à frente de cargos não reconhecer o outro ser humano. Por um 2015 humano.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Direitos, quem lê jornal sabe mais
RENATO MENDES: O trabalho infantil não é saída, e muito menos pode ser a única saída para a proteção da criança e do adolescente. Pelo contrário, o trabalho infantil é um tipo de exploração e, neste sentido, ameaça e viola seus direitos. Ameaça o projeto de democracia de um país, viola o exercício de cidadania da criança e do adolescente, consagrado no Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, pois incide diretamente sobre sua integridade física, moral e sobre seu desenvolvimento. Este é o quadro escondido nos números do trabalho infantil. Por este motivo, ao falar de estatísticas, não podemos fazer apologias a números. É preciso sinalizar que a gravidade da situação não está somente na dimensão dos mais de 4.800.000 crianças e adolescentes, entre 5 e 17 anos, que trabalham. Deve-se compreender que a dimensão estatística demonstra o quadro crônico onde os direitos da criança são ameaçados e violados.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
oportunidades é o que os jovens precisam
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
Região Metropolitana de Curitiba. No local, os 29 meninos de 12 a 18 anos de
idade estudam, têm acesso à saúde, oficinas de artes, futebol e cumprem as
regras. Quando têm um bom comportamento, ainda garantem o direito de dar
um passeio ou visitar a família no fim de semana.
Para L.A.P., a falta de oportunidades levou-o ao crime. “Queria ter as coisas e
não podia, me sentia pior por isso. Procurava emprego e nunca conseguia. Aí
passei a ficar na rua com as más companhias e comecei a roubar”, conta o
jovem, que garante ter deixado para trás a frase “Loka Vida”, tatuada no braço.
O menino, que não concluiu o Ensino Fundamental, pensa no futuro. “Quero
estudar. Um dia sonho em ser médico”, conta.
Raio X do crime – De acordo com o Instituto de Ação Social do Paraná (Iasp),
atualmente, cerca de 700 adolescentes cumprem medidas socioeducativas em
unidades mantidas pelo Instituto. Dados de 2005 demonstram que a maioria
dos adolescentes em conflito com a lei não freqüentava a escola. Do total de
496 internados, entre 16 e 17 anos de idade, 40% não completaram o Ensino
Fundamental e 11%, apesar da idade avançada, ainda estavam cursando o
Ensino Fundamental. Deste total, 38% praticaram roubo, 16% homicídio e 9%
crime sob efeito de drogas. A maioria deles morava apenas com um dos pais.
O mesmo perfil também se repete nos 2.238 casos de internação provisória,
em 2005.
Para a advogada e professora da PUCPR, Jimena Aranda Oliva, que já dirigiu
por dois anos um projeto de semiliberdade para adolescentes em conflito com
a lei, a violência não vai diminuir com a redução da maioridade penal. “Faltam
medidas integradas em todas as esferas do Governo. Faltam investimentos em
medidas preventivas. Acesso à Educação, à Saúde e à Assistência Social. A
redução da maioridade penal é apenas ilusória. Esse não é um problema de
segurança pública, mas de políticas públicas. O Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA) já prevê a resposta e medidas socioeducativas, que têm
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
caráter pedagógico, de ressocialização. Não adianta mexer na lei e sim colocar
em prática o que já existe”, defende.
Para Jimena, o Estatuto, criado em 1990, significou um avanço. Antes do ECA,
as unidades de internação para os adolescentes eram regidas pelo Código de
Menores, do tipo Febem (unidade de internação de São Paulo, famosa pelas
rebeliões). “Apesar das modificações, as unidades ainda precisam ser
adaptadas. Com equipes técnicas mais capacitadas e estruturadas para
acolher um número menor de adolescentes”, diz a professora.
De acordo com o ECA, crimes como roubo e assassinato podem ser punidos
com internação de três anos. “Sendo que, dependendo do caso, o juiz pode
encaminhar o adolescente que já cumpriu os três anos internado para uma
unidade de semiliberdade, onde ele poderá cumprir mais três anos de medida
socioeducativa. Um período maior que esse seria muito, considerando
proporcionalmente o tempo de vida vivido pelo adolescente que pode ter 13 ou
15 anos”, explica Jimena.
Outro lado – Já o desembargador João Kopytowski, do Tribunal de Justiça do
Paraná (TJPR), defende o endurecimento penal como única forma capaz de
garantir o cumprimento da lei pelos menores infratores, que se sentem
protegidos pela ECA. “Hoje, eles debocham da Justiça brasileira, porque
sabem que vão cumprir penas mínimas por qualquer crime que cometam”,
considera. Kopytowski defende a redução da maioridade penal para 16 anos e
pede mudanças no ECA, como aumento da medida de internação de três para
seis anos e aumento da pena para adultos que usem menores como escudo
em crimes. “O endurecimento penal tem que ser para todos”, diz.
Universidade em ação
O curso de Direito da PUCPR acaba de firmar convênio com a Vara de
Adolescentes Infratores da Comarca de Curitiba. O Projeto Comunitário
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
“Adolescente e Cidadania – Medidas Socioeducativas em Ação” vai possibilitar
aos alunos do curso o contato com a rotina de uma Vara Especializada.
Segundo a professora Jimena Oliva, uma das coordenadoras desse projeto, o
estudante vai ter a oportunidade de perceber a condição social do adolescente.
“Com esse contato, o aluno vai entender o quanto é importante o acesso à
Cidadania e o quanto a inclusão social pode modificar a vida de um
adolescente, geralmente excluído da sociedade”, explica.
Arte social – Também os alunos Élida Oliveira, Rafael Bonfim e Luiz Ronaldo
Vaca, do curso de Jornalismo da PUCPR, estão contribuindo para a
recuperação de adolescentes em situação de risco social. Eles são os autores
do projeto “Entre luzes e sombras – adolescência auto-retratada: o universo do
adolescente infrator relatado em texto e imagem”, selecionado pela Agência de
Notícias dos Direitos da Infância (ANDI) e pela Fundação Kellogg para receber
uma bolsa do Programa de Cooperação para a Qualificação de Estudantes de
Jornalismo (InFormação). O adolescente L.A.P., entrevistado pela Vida
Universitária, é um dos cinco adolescentes que participam desse projeto.
No próximo mês, os três estudantes de Jornalismo vão lançar um curtametragem
sobre a rotina dos adolescentes no Centro de Socioeducação de
Fazenda Rio Grande e um livro com fotografias feitas pelos adolescentes, que
vai contar em detalhes como funciona a Justiça em casos que envolvam
menores de idade. “Eles fazem parte de um grupo freqüentemente esquecido.
Queremos mostrar que são adolescentes de verdade, que estiveram na
criminalidade, mas que podem mudar suas vidas. Não são apenas futuros
bandidos, como muita gente pensa”, explica Élida Oliveira.
Capacitando educadores – A marginalidade das ruas também toma conta das
salas de aula. Agressões físicas, verbais e discriminação são cada vez mais
comuns nas escolas brasileiras. Com o objetivo de formar professores capazes
de superar a exclusão e traçar um perfil da violência nas instituições de ensino
no Estado, a PUCPR também promove o projeto “O Observatório de Violências
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
nas Escolas-Brasil/PUCPR-Paraná”, vinculado ao Observatório de Violência
nas Escolas-Brasil, uma parceria entre a Unesco (Organização das Nações
Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e a Universidade Católica de
Brasília. O objetivo é incentivar a pesquisa, o ensino e a extensão, propor
recomendações às políticas públicas e desenvolver estratégias de prevenção e
combate à violência escolar.
Coordenado pela professora do Mestrado em Educação, Ana Maria Eyng, o
trabalho da PUCPR é realizado por duas estudantes bolsistas do Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). Em 2005, o projeto foi
ampliado e, com o objetivo de potencializar as ações de pesquisa, a PUCPR
firmou uma parceria com a Vara da Infância e da Juventude e com o Ministério
Público do Estado do Paraná, que enviam mensalmente as fichas dos
adolescentes em conflito com a lei. Com esse material, o grupo está montando
um perfil do adolescente em conflito com a lei e já tem um banco de dados com
7.540 nomes.
Região Metropolitana de Curitiba. No local, os 29 meninos de 12 a 18 anos de
idade estudam, têm acesso à saúde, oficinas de artes, futebol e cumprem as
regras. Quando têm um bom comportamento, ainda garantem o direito de dar
um passeio ou visitar a família no fim de semana.
Para L.A.P., a falta de oportunidades levou-o ao crime. “Queria ter as coisas e
não podia, me sentia pior por isso. Procurava emprego e nunca conseguia. Aí
passei a ficar na rua com as más companhias e comecei a roubar”, conta o
jovem, que garante ter deixado para trás a frase “Loka Vida”, tatuada no braço.
O menino, que não concluiu o Ensino Fundamental, pensa no futuro. “Quero
estudar. Um dia sonho em ser médico”, conta.
Raio X do crime – De acordo com o Instituto de Ação Social do Paraná (Iasp),
atualmente, cerca de 700 adolescentes cumprem medidas socioeducativas em
unidades mantidas pelo Instituto. Dados de 2005 demonstram que a maioria
dos adolescentes em conflito com a lei não freqüentava a escola. Do total de
496 internados, entre 16 e 17 anos de idade, 40% não completaram o Ensino
Fundamental e 11%, apesar da idade avançada, ainda estavam cursando o
Ensino Fundamental. Deste total, 38% praticaram roubo, 16% homicídio e 9%
crime sob efeito de drogas. A maioria deles morava apenas com um dos pais.
O mesmo perfil também se repete nos 2.238 casos de internação provisória,
em 2005.
Para a advogada e professora da PUCPR, Jimena Aranda Oliva, que já dirigiu
por dois anos um projeto de semiliberdade para adolescentes em conflito com
a lei, a violência não vai diminuir com a redução da maioridade penal. “Faltam
medidas integradas em todas as esferas do Governo. Faltam investimentos em
medidas preventivas. Acesso à Educação, à Saúde e à Assistência Social. A
redução da maioridade penal é apenas ilusória. Esse não é um problema de
segurança pública, mas de políticas públicas. O Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA) já prevê a resposta e medidas socioeducativas, que têm
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
caráter pedagógico, de ressocialização. Não adianta mexer na lei e sim colocar
em prática o que já existe”, defende.
Para Jimena, o Estatuto, criado em 1990, significou um avanço. Antes do ECA,
as unidades de internação para os adolescentes eram regidas pelo Código de
Menores, do tipo Febem (unidade de internação de São Paulo, famosa pelas
rebeliões). “Apesar das modificações, as unidades ainda precisam ser
adaptadas. Com equipes técnicas mais capacitadas e estruturadas para
acolher um número menor de adolescentes”, diz a professora.
De acordo com o ECA, crimes como roubo e assassinato podem ser punidos
com internação de três anos. “Sendo que, dependendo do caso, o juiz pode
encaminhar o adolescente que já cumpriu os três anos internado para uma
unidade de semiliberdade, onde ele poderá cumprir mais três anos de medida
socioeducativa. Um período maior que esse seria muito, considerando
proporcionalmente o tempo de vida vivido pelo adolescente que pode ter 13 ou
15 anos”, explica Jimena.
Outro lado – Já o desembargador João Kopytowski, do Tribunal de Justiça do
Paraná (TJPR), defende o endurecimento penal como única forma capaz de
garantir o cumprimento da lei pelos menores infratores, que se sentem
protegidos pela ECA. “Hoje, eles debocham da Justiça brasileira, porque
sabem que vão cumprir penas mínimas por qualquer crime que cometam”,
considera. Kopytowski defende a redução da maioridade penal para 16 anos e
pede mudanças no ECA, como aumento da medida de internação de três para
seis anos e aumento da pena para adultos que usem menores como escudo
em crimes. “O endurecimento penal tem que ser para todos”, diz.
Universidade em ação
O curso de Direito da PUCPR acaba de firmar convênio com a Vara de
Adolescentes Infratores da Comarca de Curitiba. O Projeto Comunitário
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
“Adolescente e Cidadania – Medidas Socioeducativas em Ação” vai possibilitar
aos alunos do curso o contato com a rotina de uma Vara Especializada.
Segundo a professora Jimena Oliva, uma das coordenadoras desse projeto, o
estudante vai ter a oportunidade de perceber a condição social do adolescente.
“Com esse contato, o aluno vai entender o quanto é importante o acesso à
Cidadania e o quanto a inclusão social pode modificar a vida de um
adolescente, geralmente excluído da sociedade”, explica.
Arte social – Também os alunos Élida Oliveira, Rafael Bonfim e Luiz Ronaldo
Vaca, do curso de Jornalismo da PUCPR, estão contribuindo para a
recuperação de adolescentes em situação de risco social. Eles são os autores
do projeto “Entre luzes e sombras – adolescência auto-retratada: o universo do
adolescente infrator relatado em texto e imagem”, selecionado pela Agência de
Notícias dos Direitos da Infância (ANDI) e pela Fundação Kellogg para receber
uma bolsa do Programa de Cooperação para a Qualificação de Estudantes de
Jornalismo (InFormação). O adolescente L.A.P., entrevistado pela Vida
Universitária, é um dos cinco adolescentes que participam desse projeto.
No próximo mês, os três estudantes de Jornalismo vão lançar um curtametragem
sobre a rotina dos adolescentes no Centro de Socioeducação de
Fazenda Rio Grande e um livro com fotografias feitas pelos adolescentes, que
vai contar em detalhes como funciona a Justiça em casos que envolvam
menores de idade. “Eles fazem parte de um grupo freqüentemente esquecido.
Queremos mostrar que são adolescentes de verdade, que estiveram na
criminalidade, mas que podem mudar suas vidas. Não são apenas futuros
bandidos, como muita gente pensa”, explica Élida Oliveira.
Capacitando educadores – A marginalidade das ruas também toma conta das
salas de aula. Agressões físicas, verbais e discriminação são cada vez mais
comuns nas escolas brasileiras. Com o objetivo de formar professores capazes
de superar a exclusão e traçar um perfil da violência nas instituições de ensino
no Estado, a PUCPR também promove o projeto “O Observatório de Violências
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
nas Escolas-Brasil/PUCPR-Paraná”, vinculado ao Observatório de Violência
nas Escolas-Brasil, uma parceria entre a Unesco (Organização das Nações
Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e a Universidade Católica de
Brasília. O objetivo é incentivar a pesquisa, o ensino e a extensão, propor
recomendações às políticas públicas e desenvolver estratégias de prevenção e
combate à violência escolar.
Coordenado pela professora do Mestrado em Educação, Ana Maria Eyng, o
trabalho da PUCPR é realizado por duas estudantes bolsistas do Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). Em 2005, o projeto foi
ampliado e, com o objetivo de potencializar as ações de pesquisa, a PUCPR
firmou uma parceria com a Vara da Infância e da Juventude e com o Ministério
Público do Estado do Paraná, que enviam mensalmente as fichas dos
adolescentes em conflito com a lei. Com esse material, o grupo está montando
um perfil do adolescente em conflito com a lei e já tem um banco de dados com
7.540 nomes.
oportunidades é o que os jovens precisam II
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
Região Metropolitana de Curitiba. No local, os 29 meninos de 12 a 18 anos de
idade estudam, têm acesso à saúde, oficinas de artes, futebol e cumprem as
regras. Quando têm um bom comportamento, ainda garantem o direito de dar
um passeio ou visitar a família no fim de semana.
Para L.A.P., a falta de oportunidades levou-o ao crime. “Queria ter as coisas e
não podia, me sentia pior por isso. Procurava emprego e nunca conseguia. Aí
passei a ficar na rua com as más companhias e comecei a roubar”, conta o
jovem, que garante ter deixado para trás a frase “Loka Vida”, tatuada no braço.
O menino, que não concluiu o Ensino Fundamental, pensa no futuro. “Quero
estudar. Um dia sonho em ser médico”, conta.
Raio X do crime – De acordo com o Instituto de Ação Social do Paraná (Iasp),
atualmente, cerca de 700 adolescentes cumprem medidas socioeducativas em
unidades mantidas pelo Instituto. Dados de 2005 demonstram que a maioria
dos adolescentes em conflito com a lei não freqüentava a escola. Do total de
496 internados, entre 16 e 17 anos de idade, 40% não completaram o Ensino
Fundamental e 11%, apesar da idade avançada, ainda estavam cursando o
Ensino Fundamental. Deste total, 38% praticaram roubo, 16% homicídio e 9%
crime sob efeito de drogas. A maioria deles morava apenas com um dos pais.
O mesmo perfil também se repete nos 2.238 casos de internação provisória,
em 2005.
Para a advogada e professora da PUCPR, Jimena Aranda Oliva, que já dirigiu
por dois anos um projeto de semiliberdade para adolescentes em conflito com
a lei, a violência não vai diminuir com a redução da maioridade penal. “Faltam
medidas integradas em todas as esferas do Governo. Faltam investimentos em
medidas preventivas. Acesso à Educação, à Saúde e à Assistência Social. A
redução da maioridade penal é apenas ilusória. Esse não é um problema de
segurança pública, mas de políticas públicas. O Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA) já prevê a resposta e medidas socioeducativas, que têm
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
caráter pedagógico, de ressocialização. Não adianta mexer na lei e sim colocar
em prática o que já existe”, defende.
Para Jimena, o Estatuto, criado em 1990, significou um avanço. Antes do ECA,
as unidades de internação para os adolescentes eram regidas pelo Código de
Menores, do tipo Febem (unidade de internação de São Paulo, famosa pelas
rebeliões). “Apesar das modificações, as unidades ainda precisam ser
adaptadas. Com equipes técnicas mais capacitadas e estruturadas para
acolher um número menor de adolescentes”, diz a professora.
De acordo com o ECA, crimes como roubo e assassinato podem ser punidos
com internação de três anos. “Sendo que, dependendo do caso, o juiz pode
encaminhar o adolescente que já cumpriu os três anos internado para uma
unidade de semiliberdade, onde ele poderá cumprir mais três anos de medida
socioeducativa. Um período maior que esse seria muito, considerando
proporcionalmente o tempo de vida vivido pelo adolescente que pode ter 13 ou
15 anos”, explica Jimena.
Outro lado – Já o desembargador João Kopytowski, do Tribunal de Justiça do
Paraná (TJPR), defende o endurecimento penal como única forma capaz de
garantir o cumprimento da lei pelos menores infratores, que se sentem
protegidos pela ECA. “Hoje, eles debocham da Justiça brasileira, porque
sabem que vão cumprir penas mínimas por qualquer crime que cometam”,
considera. Kopytowski defende a redução da maioridade penal para 16 anos e
pede mudanças no ECA, como aumento da medida de internação de três para
seis anos e aumento da pena para adultos que usem menores como escudo
em crimes. “O endurecimento penal tem que ser para todos”, diz.
Universidade em ação
O curso de Direito da PUCPR acaba de firmar convênio com a Vara de
Adolescentes Infratores da Comarca de Curitiba. O Projeto Comunitário
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
“Adolescente e Cidadania – Medidas Socioeducativas em Ação” vai possibilitar
aos alunos do curso o contato com a rotina de uma Vara Especializada.
Segundo a professora Jimena Oliva, uma das coordenadoras desse projeto, o
estudante vai ter a oportunidade de perceber a condição social do adolescente.
“Com esse contato, o aluno vai entender o quanto é importante o acesso à
Cidadania e o quanto a inclusão social pode modificar a vida de um
adolescente, geralmente excluído da sociedade”, explica.
Arte social – Também os alunos Élida Oliveira, Rafael Bonfim e Luiz Ronaldo
Vaca, do curso de Jornalismo da PUCPR, estão contribuindo para a
recuperação de adolescentes em situação de risco social. Eles são os autores
do projeto “Entre luzes e sombras – adolescência auto-retratada: o universo do
adolescente infrator relatado em texto e imagem”, selecionado pela Agência de
Notícias dos Direitos da Infância (ANDI) e pela Fundação Kellogg para receber
uma bolsa do Programa de Cooperação para a Qualificação de Estudantes de
Jornalismo (InFormação). O adolescente L.A.P., entrevistado pela Vida
Universitária, é um dos cinco adolescentes que participam desse projeto.
No próximo mês, os três estudantes de Jornalismo vão lançar um curtametragem
sobre a rotina dos adolescentes no Centro de Socioeducação de
Fazenda Rio Grande e um livro com fotografias feitas pelos adolescentes, que
vai contar em detalhes como funciona a Justiça em casos que envolvam
menores de idade. “Eles fazem parte de um grupo freqüentemente esquecido.
Queremos mostrar que são adolescentes de verdade, que estiveram na
criminalidade, mas que podem mudar suas vidas. Não são apenas futuros
bandidos, como muita gente pensa”, explica Élida Oliveira.
Capacitando educadores – A marginalidade das ruas também toma conta das
salas de aula. Agressões físicas, verbais e discriminação são cada vez mais
comuns nas escolas brasileiras. Com o objetivo de formar professores capazes
de superar a exclusão e traçar um perfil da violência nas instituições de ensino
no Estado, a PUCPR também promove o projeto “O Observatório de Violências
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
nas Escolas-Brasil/PUCPR-Paraná”, vinculado ao Observatório de Violência
nas Escolas-Brasil, uma parceria entre a Unesco (Organização das Nações
Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e a Universidade Católica de
Brasília. O objetivo é incentivar a pesquisa, o ensino e a extensão, propor
recomendações às políticas públicas e desenvolver estratégias de prevenção e
combate à violência escolar.
Coordenado pela professora do Mestrado em Educação, Ana Maria Eyng, o
trabalho da PUCPR é realizado por duas estudantes bolsistas do Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). Em 2005, o projeto foi
ampliado e, com o objetivo de potencializar as ações de pesquisa, a PUCPR
firmou uma parceria com a Vara da Infância e da Juventude e com o Ministério
Público do Estado do Paraná, que enviam mensalmente as fichas dos
adolescentes em conflito com a lei. Com esse material, o grupo está montando
um perfil do adolescente em conflito com a lei e já tem um banco de dados com
7.540 nomes.
Região Metropolitana de Curitiba. No local, os 29 meninos de 12 a 18 anos de
idade estudam, têm acesso à saúde, oficinas de artes, futebol e cumprem as
regras. Quando têm um bom comportamento, ainda garantem o direito de dar
um passeio ou visitar a família no fim de semana.
Para L.A.P., a falta de oportunidades levou-o ao crime. “Queria ter as coisas e
não podia, me sentia pior por isso. Procurava emprego e nunca conseguia. Aí
passei a ficar na rua com as más companhias e comecei a roubar”, conta o
jovem, que garante ter deixado para trás a frase “Loka Vida”, tatuada no braço.
O menino, que não concluiu o Ensino Fundamental, pensa no futuro. “Quero
estudar. Um dia sonho em ser médico”, conta.
Raio X do crime – De acordo com o Instituto de Ação Social do Paraná (Iasp),
atualmente, cerca de 700 adolescentes cumprem medidas socioeducativas em
unidades mantidas pelo Instituto. Dados de 2005 demonstram que a maioria
dos adolescentes em conflito com a lei não freqüentava a escola. Do total de
496 internados, entre 16 e 17 anos de idade, 40% não completaram o Ensino
Fundamental e 11%, apesar da idade avançada, ainda estavam cursando o
Ensino Fundamental. Deste total, 38% praticaram roubo, 16% homicídio e 9%
crime sob efeito de drogas. A maioria deles morava apenas com um dos pais.
O mesmo perfil também se repete nos 2.238 casos de internação provisória,
em 2005.
Para a advogada e professora da PUCPR, Jimena Aranda Oliva, que já dirigiu
por dois anos um projeto de semiliberdade para adolescentes em conflito com
a lei, a violência não vai diminuir com a redução da maioridade penal. “Faltam
medidas integradas em todas as esferas do Governo. Faltam investimentos em
medidas preventivas. Acesso à Educação, à Saúde e à Assistência Social. A
redução da maioridade penal é apenas ilusória. Esse não é um problema de
segurança pública, mas de políticas públicas. O Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA) já prevê a resposta e medidas socioeducativas, que têm
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
caráter pedagógico, de ressocialização. Não adianta mexer na lei e sim colocar
em prática o que já existe”, defende.
Para Jimena, o Estatuto, criado em 1990, significou um avanço. Antes do ECA,
as unidades de internação para os adolescentes eram regidas pelo Código de
Menores, do tipo Febem (unidade de internação de São Paulo, famosa pelas
rebeliões). “Apesar das modificações, as unidades ainda precisam ser
adaptadas. Com equipes técnicas mais capacitadas e estruturadas para
acolher um número menor de adolescentes”, diz a professora.
De acordo com o ECA, crimes como roubo e assassinato podem ser punidos
com internação de três anos. “Sendo que, dependendo do caso, o juiz pode
encaminhar o adolescente que já cumpriu os três anos internado para uma
unidade de semiliberdade, onde ele poderá cumprir mais três anos de medida
socioeducativa. Um período maior que esse seria muito, considerando
proporcionalmente o tempo de vida vivido pelo adolescente que pode ter 13 ou
15 anos”, explica Jimena.
Outro lado – Já o desembargador João Kopytowski, do Tribunal de Justiça do
Paraná (TJPR), defende o endurecimento penal como única forma capaz de
garantir o cumprimento da lei pelos menores infratores, que se sentem
protegidos pela ECA. “Hoje, eles debocham da Justiça brasileira, porque
sabem que vão cumprir penas mínimas por qualquer crime que cometam”,
considera. Kopytowski defende a redução da maioridade penal para 16 anos e
pede mudanças no ECA, como aumento da medida de internação de três para
seis anos e aumento da pena para adultos que usem menores como escudo
em crimes. “O endurecimento penal tem que ser para todos”, diz.
Universidade em ação
O curso de Direito da PUCPR acaba de firmar convênio com a Vara de
Adolescentes Infratores da Comarca de Curitiba. O Projeto Comunitário
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
“Adolescente e Cidadania – Medidas Socioeducativas em Ação” vai possibilitar
aos alunos do curso o contato com a rotina de uma Vara Especializada.
Segundo a professora Jimena Oliva, uma das coordenadoras desse projeto, o
estudante vai ter a oportunidade de perceber a condição social do adolescente.
“Com esse contato, o aluno vai entender o quanto é importante o acesso à
Cidadania e o quanto a inclusão social pode modificar a vida de um
adolescente, geralmente excluído da sociedade”, explica.
Arte social – Também os alunos Élida Oliveira, Rafael Bonfim e Luiz Ronaldo
Vaca, do curso de Jornalismo da PUCPR, estão contribuindo para a
recuperação de adolescentes em situação de risco social. Eles são os autores
do projeto “Entre luzes e sombras – adolescência auto-retratada: o universo do
adolescente infrator relatado em texto e imagem”, selecionado pela Agência de
Notícias dos Direitos da Infância (ANDI) e pela Fundação Kellogg para receber
uma bolsa do Programa de Cooperação para a Qualificação de Estudantes de
Jornalismo (InFormação). O adolescente L.A.P., entrevistado pela Vida
Universitária, é um dos cinco adolescentes que participam desse projeto.
No próximo mês, os três estudantes de Jornalismo vão lançar um curtametragem
sobre a rotina dos adolescentes no Centro de Socioeducação de
Fazenda Rio Grande e um livro com fotografias feitas pelos adolescentes, que
vai contar em detalhes como funciona a Justiça em casos que envolvam
menores de idade. “Eles fazem parte de um grupo freqüentemente esquecido.
Queremos mostrar que são adolescentes de verdade, que estiveram na
criminalidade, mas que podem mudar suas vidas. Não são apenas futuros
bandidos, como muita gente pensa”, explica Élida Oliveira.
Capacitando educadores – A marginalidade das ruas também toma conta das
salas de aula. Agressões físicas, verbais e discriminação são cada vez mais
comuns nas escolas brasileiras. Com o objetivo de formar professores capazes
de superar a exclusão e traçar um perfil da violência nas instituições de ensino
no Estado, a PUCPR também promove o projeto “O Observatório de Violências
Vida Universitária – Abril 2007 – Ano XVII – Nº 171
nas Escolas-Brasil/PUCPR-Paraná”, vinculado ao Observatório de Violência
nas Escolas-Brasil, uma parceria entre a Unesco (Organização das Nações
Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e a Universidade Católica de
Brasília. O objetivo é incentivar a pesquisa, o ensino e a extensão, propor
recomendações às políticas públicas e desenvolver estratégias de prevenção e
combate à violência escolar.
Coordenado pela professora do Mestrado em Educação, Ana Maria Eyng, o
trabalho da PUCPR é realizado por duas estudantes bolsistas do Programa
Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). Em 2005, o projeto foi
ampliado e, com o objetivo de potencializar as ações de pesquisa, a PUCPR
firmou uma parceria com a Vara da Infância e da Juventude e com o Ministério
Público do Estado do Paraná, que enviam mensalmente as fichas dos
adolescentes em conflito com a lei. Com esse material, o grupo está montando
um perfil do adolescente em conflito com a lei e já tem um banco de dados com
7.540 nomes.
Abrinq e o aprendiz que não tem perfil ( I )
Fundação Abrinq - Fale Conosco" Adicionar endereço
Para: ednalucia2005@yahoo.com.br
Assunto: ENC: Fale Conosco - Site FADC
Data: Wed, 19 Dec 2007 11:25:09 -0300
Prezada Edna, a Fundação Abrinq, preocupada com as problemáticas sociais juvenis que você se refere, tais como roubo, prostituição, defasagem escolar, dificuldade de acesso a educação de qualidade e ao trabalho, acredita que a Lei do Aprendiz (lei 10097), aplicada como é definida, é uma alternativa de solução bastante eficiente.
A Lei do Aprendiz é um contrato de trabalho especial, com prazo de 2 anos em que o empregador se compromete a assegurar ao jovem uma formação tecnico profissional por meio de um programa de aprendizagem desenvolvido sob a orientação de uma organização social, sistema S ou Escola Técnica à qual o jovem deve estar vinculado e da qual deve receber acompanhamento.
Na empresa deverá desenvolver funções relacionadas às aprendizagens e para tanto recebe um salário calculado com base no salário mínimo/horas de trabalho. Deverá frequentar a escola se não tiver concluido o ensino fundamental e ser acompanhado no desempenho escolar.
É assim que o contrato de trabalho pela Lei do Aprendiz deve ser aplicado.
Você pode procurar uma Assistente Social da Prefeitura - porque o conselho de Direito da Criança e do Adolescente - geralmente sediado na prefeitura - tem todas essas informações, ou então uma organização social próxima da sua casa para obter mais informações.
Também o site: aprendizlegal.com.br da Fundação Roberto Marinho orienta bem sobre esse assunto.
Atenciosamente,
-----Mensagem original-----
De: webmaster@fundabrinq.org.br [mailto:webmaster@fundabrinq.org.br]
Enviada em: quarta-feira, 12 de dezembro de 2007 12:50
Para: faleconosco@fundabrinq.org.br
Assunto: Fale Conosco - Site FADC
Origem: Fale conosco - FADC
Assunto: Contrato Jovem aprendiz
A/C: Tatiana
--------------------------------------------------------------------------------
De: Edna Lucia Constantino da Con ceição - ednalucia2005@yahoo.com.br
Telefone: (021) 88576791
Endereço:
Cidade / UF: Rua Antunes Figeuiredo N° 122 - RJ
Cep / País: 24130802 - Brasil
Mensagem: Qual a posiçaõ de vocês na aplicação do contrato Jovem aprendiz como está sendo aplicado pelos aplicadores de cursos atualmente empurrando os considerados fora dos padrões para a informalidade e atividades ilicitas prostituição e roubo, pois com 14 a 16 anos só podem trabalhar como aprendiz. CLT ART 403, e se não são considerados aptos pelo aplicador de curso por ter estudado em uma escola publica ou possuir defasagem escolar tem que procurar meios de ter uma atividade em que me impede de trabalhar pois se eu não produzo não ganho, ( fato que impera nas ruas)
--------------------------------------------------------------------------------
Enviado em: 12/12/2007 - 12:49:40
Copyright © 2003 - Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
farei mais perguntas e colocarei no blog, pois sabemos que encaminhar o jovens sem o perfil pre- determinado a estes lugares é iludilos e já estou (Eu) cansada de receber a carapuça de não fazer nada
Para: ednalucia2005@yahoo.com.br
Assunto: ENC: Fale Conosco - Site FADC
Data: Wed, 19 Dec 2007 11:25:09 -0300
Prezada Edna, a Fundação Abrinq, preocupada com as problemáticas sociais juvenis que você se refere, tais como roubo, prostituição, defasagem escolar, dificuldade de acesso a educação de qualidade e ao trabalho, acredita que a Lei do Aprendiz (lei 10097), aplicada como é definida, é uma alternativa de solução bastante eficiente.
A Lei do Aprendiz é um contrato de trabalho especial, com prazo de 2 anos em que o empregador se compromete a assegurar ao jovem uma formação tecnico profissional por meio de um programa de aprendizagem desenvolvido sob a orientação de uma organização social, sistema S ou Escola Técnica à qual o jovem deve estar vinculado e da qual deve receber acompanhamento.
Na empresa deverá desenvolver funções relacionadas às aprendizagens e para tanto recebe um salário calculado com base no salário mínimo/horas de trabalho. Deverá frequentar a escola se não tiver concluido o ensino fundamental e ser acompanhado no desempenho escolar.
É assim que o contrato de trabalho pela Lei do Aprendiz deve ser aplicado.
Você pode procurar uma Assistente Social da Prefeitura - porque o conselho de Direito da Criança e do Adolescente - geralmente sediado na prefeitura - tem todas essas informações, ou então uma organização social próxima da sua casa para obter mais informações.
Também o site: aprendizlegal.com.br da Fundação Roberto Marinho orienta bem sobre esse assunto.
Atenciosamente,
-----Mensagem original-----
De: webmaster@fundabrinq.org.br [mailto:webmaster@fundabrinq.org.br]
Enviada em: quarta-feira, 12 de dezembro de 2007 12:50
Para: faleconosco@fundabrinq.org.br
Assunto: Fale Conosco - Site FADC
Origem: Fale conosco - FADC
Assunto: Contrato Jovem aprendiz
A/C: Tatiana
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De: Edna Lucia Constantino da Con ceição - ednalucia2005@yahoo.com.br
Telefone: (021) 88576791
Endereço:
Cidade / UF: Rua Antunes Figeuiredo N° 122 - RJ
Cep / País: 24130802 - Brasil
Mensagem: Qual a posiçaõ de vocês na aplicação do contrato Jovem aprendiz como está sendo aplicado pelos aplicadores de cursos atualmente empurrando os considerados fora dos padrões para a informalidade e atividades ilicitas prostituição e roubo, pois com 14 a 16 anos só podem trabalhar como aprendiz. CLT ART 403, e se não são considerados aptos pelo aplicador de curso por ter estudado em uma escola publica ou possuir defasagem escolar tem que procurar meios de ter uma atividade em que me impede de trabalhar pois se eu não produzo não ganho, ( fato que impera nas ruas)
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Enviado em: 12/12/2007 - 12:49:40
Copyright © 2003 - Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
farei mais perguntas e colocarei no blog, pois sabemos que encaminhar o jovens sem o perfil pre- determinado a estes lugares é iludilos e já estou (Eu) cansada de receber a carapuça de não fazer nada
Empresas de onibus
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Jovem Aprendiz: da obrigatoriedade legal à responsabilidade social Responsabilidade Social
Tiago Thomaz: "vou dar tudo de mim"
O Programa Jovem Aprendiz já é uma realidade dentro do setor de transporte por ônibus do Estado do Rio de Janeiro. Desde que a contratação de aprendizes foi regulamentada pelo Governo Federal, através do Decreto 5598, de 1º de dezembro de 2005, o setor vem se movimentando no sentido de cumprir a Lei, que propicia também agir com Responsabilidade Social. Com a assinatura do Decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as empresas ficam obrigadas a contratarem jovens com idade entre 14 e 24 anos, para integrarem seus quadros funcionais, por período de até dois anos. Porém, é necessário que estes jovens tenham concluído ou estejam cursando o ensino fundamental e ainda estejam matriculados em escolas técnicas ou em instituições que ministrem cursos de aprendizagem, como SEST SENAT. Esta parceria de trabalho entre o SEST SENAT, oferecendo os cursos de aprendizagem e preparando os jovens para os estágios dentro das empresas, e as próprias operadoras, que permitem aos futuros profissionais vivenciarem o dia-a-dia de trabalho nas garagens de ônibus, tem, não apenas facilitado a participação do setor no Programa, mas contribuído para uma imagem positiva junto aos governos e à comunidade.
Desde agosto de 2006, as unidades do SEST SENAT de Deodoro e São Gonçalo já ofereceram mais de mil vagas para atenderem às empresas do sistema, com cursos nas áreas de Mecânica, Administração, Elétrica e Operação de Tráfego. Só nos dois primeiros meses de 2007, 350 jovens aprendizes foram formados pelas unidades de Deodoro e São Gonçalo do SEST/SENAT e já estão estagiando nas empresas. O jovem Tiago Thomaz, por exemplo, após três meses participando do curso de auxiliar de operação de tráfego, começou a estagiar na Auto Viação Vera Cruz, em Belford Roxo. “Vou dar tudo de mim, me dedicar, me esforçar ao máximo para tentar crescer aqui dentro”, revela Tiago. Para o presidente da Fetranspor, Lélis Teixeira, o papel social que o empresariado vem desempenhando hoje o redime de uma dívida histórica com a sociedade. “O grande desafio que temos é o de permitir o encontro do desenvolvimento social com o desenvolvimento econômico. Oferecendo ao jovem a possibilidade de formação e do primeiro emprego, estaremos definindo seu futuro e permitindo a ele uma vida plena de cidadão”, destaca.
O Sistema Fetranspor começou a se organizar, mobilizando sindicatos e empresas, no sentido de cumprir o que pede a Lei. Num primeiro momento, empresários e representantes das transportadoras e de instituições ligadas ao setor se reuniram, participaram de palestras com o Gestor de Políticas Públicas, José Roberto Moniz de Aragão, e a Delegada Regional do Trabalho, do Rio de Janeiro, Lívia Arueira, para entender a fundo as principais regras para a contratação dos jovens, como jornada de trabalho, duração do contrato, remuneração, benefícios e recrutamento.
Posteriormente, já com o Programa sendo realizado pelo setor, mais um desafio foi proposto: a Campanha “A Paz pelo Trabalho”, iniciativa da Delegacia Regional do Trabalho no Rio de Janeiro e das federações de empregadores do Estado, inclusive Fetranspor, com o objetivo de promover a inclusão de jovens em situação de risco social. Em encontro que contou com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, na sede da Firjan, dia 1º de dezembro passado, a Fetranspor e outras federações do Estado assinaram carta de intenções aderindo ao Movimento Fluminense de Resgate Social pelo Trabalho e à Campanha. Com esse gesto, o empresariado do Rio de Janeiro se propõe a ampliar a participação voluntária das empresas na oferta de vagas para jovens de baixa renda, em situação de risco social, através da capacitação e chances para o primeiro emprego. Com isso, beneficiará essa camada da população, as próprias empresas e contribuirá para a redução da violência e a revitalização do Estado do Rio de Janeiro, além de garantir o sucesso do Programa Jovem Aprendiz.
Para quem ainda tem alguma dúvida sobre como fazer e o que é necessário para contratar jovens aprendizes e desta maneira, não apenas cumprir a Lei, mas contribuir com o desenvolvimento social, o Ministério do Trabalho e Emprego publicou o Manual de Aprendizagem. Em forma de perguntas e respostas, o Manual traz orientações, esclarece dúvidas e informa todas as regras do Programa, as Leis que as regem, bem como o Decreto 5598. O download do Manual pode ser feito a partir do site www.mte.gov.br/aprendizagem/.
No Estado do Rio, mais três unidades do SEST SENAT iniciarão novas turmas do Programa Jovem Aprendiz a partir de março de 2007. São elas: Capit 53 – Barra Mansa – Tel.: (24)3322 1389, Pate 58 – Três Rios – tel.: (24) 2255 4707, e Pate 59 – Nova Friburgo – tel.: (22) 2527 0028.
Jovem Aprendiz: da obrigatoriedade legal à responsabilidade social Responsabilidade Social
Tiago Thomaz: "vou dar tudo de mim"
O Programa Jovem Aprendiz já é uma realidade dentro do setor de transporte por ônibus do Estado do Rio de Janeiro. Desde que a contratação de aprendizes foi regulamentada pelo Governo Federal, através do Decreto 5598, de 1º de dezembro de 2005, o setor vem se movimentando no sentido de cumprir a Lei, que propicia também agir com Responsabilidade Social. Com a assinatura do Decreto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as empresas ficam obrigadas a contratarem jovens com idade entre 14 e 24 anos, para integrarem seus quadros funcionais, por período de até dois anos. Porém, é necessário que estes jovens tenham concluído ou estejam cursando o ensino fundamental e ainda estejam matriculados em escolas técnicas ou em instituições que ministrem cursos de aprendizagem, como SEST SENAT. Esta parceria de trabalho entre o SEST SENAT, oferecendo os cursos de aprendizagem e preparando os jovens para os estágios dentro das empresas, e as próprias operadoras, que permitem aos futuros profissionais vivenciarem o dia-a-dia de trabalho nas garagens de ônibus, tem, não apenas facilitado a participação do setor no Programa, mas contribuído para uma imagem positiva junto aos governos e à comunidade.
Desde agosto de 2006, as unidades do SEST SENAT de Deodoro e São Gonçalo já ofereceram mais de mil vagas para atenderem às empresas do sistema, com cursos nas áreas de Mecânica, Administração, Elétrica e Operação de Tráfego. Só nos dois primeiros meses de 2007, 350 jovens aprendizes foram formados pelas unidades de Deodoro e São Gonçalo do SEST/SENAT e já estão estagiando nas empresas. O jovem Tiago Thomaz, por exemplo, após três meses participando do curso de auxiliar de operação de tráfego, começou a estagiar na Auto Viação Vera Cruz, em Belford Roxo. “Vou dar tudo de mim, me dedicar, me esforçar ao máximo para tentar crescer aqui dentro”, revela Tiago. Para o presidente da Fetranspor, Lélis Teixeira, o papel social que o empresariado vem desempenhando hoje o redime de uma dívida histórica com a sociedade. “O grande desafio que temos é o de permitir o encontro do desenvolvimento social com o desenvolvimento econômico. Oferecendo ao jovem a possibilidade de formação e do primeiro emprego, estaremos definindo seu futuro e permitindo a ele uma vida plena de cidadão”, destaca.
O Sistema Fetranspor começou a se organizar, mobilizando sindicatos e empresas, no sentido de cumprir o que pede a Lei. Num primeiro momento, empresários e representantes das transportadoras e de instituições ligadas ao setor se reuniram, participaram de palestras com o Gestor de Políticas Públicas, José Roberto Moniz de Aragão, e a Delegada Regional do Trabalho, do Rio de Janeiro, Lívia Arueira, para entender a fundo as principais regras para a contratação dos jovens, como jornada de trabalho, duração do contrato, remuneração, benefícios e recrutamento.
Posteriormente, já com o Programa sendo realizado pelo setor, mais um desafio foi proposto: a Campanha “A Paz pelo Trabalho”, iniciativa da Delegacia Regional do Trabalho no Rio de Janeiro e das federações de empregadores do Estado, inclusive Fetranspor, com o objetivo de promover a inclusão de jovens em situação de risco social. Em encontro que contou com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, na sede da Firjan, dia 1º de dezembro passado, a Fetranspor e outras federações do Estado assinaram carta de intenções aderindo ao Movimento Fluminense de Resgate Social pelo Trabalho e à Campanha. Com esse gesto, o empresariado do Rio de Janeiro se propõe a ampliar a participação voluntária das empresas na oferta de vagas para jovens de baixa renda, em situação de risco social, através da capacitação e chances para o primeiro emprego. Com isso, beneficiará essa camada da população, as próprias empresas e contribuirá para a redução da violência e a revitalização do Estado do Rio de Janeiro, além de garantir o sucesso do Programa Jovem Aprendiz.
Para quem ainda tem alguma dúvida sobre como fazer e o que é necessário para contratar jovens aprendizes e desta maneira, não apenas cumprir a Lei, mas contribuir com o desenvolvimento social, o Ministério do Trabalho e Emprego publicou o Manual de Aprendizagem. Em forma de perguntas e respostas, o Manual traz orientações, esclarece dúvidas e informa todas as regras do Programa, as Leis que as regem, bem como o Decreto 5598. O download do Manual pode ser feito a partir do site www.mte.gov.br/aprendizagem/.
No Estado do Rio, mais três unidades do SEST SENAT iniciarão novas turmas do Programa Jovem Aprendiz a partir de março de 2007. São elas: Capit 53 – Barra Mansa – Tel.: (24)3322 1389, Pate 58 – Três Rios – tel.: (24) 2255 4707, e Pate 59 – Nova Friburgo – tel.: (22) 2527 0028.
mais Petrobras
Novos caminhos
22/11/2007 - 09:20
Programa Petrobras Jovem Aprendiz amplia horizontes
Objetivo é dar oportunidade a jovens de baixa renda de entrar no mercado de trabalho e chance de descobrir os próprios talentos
Regina Mamede
Rio de Janeiro - Jovens são o público-alvo de um programa da Petrobras desenvolvido nos municípios da área de abrangência da Bacia de Campos (RJ). Como pré-requisitos, os interessados devem ter entre 15 e 18 anos incompletos, não possuir qualquer vínculo empregatício, ser membro de família com renda per capita de até meio salário mínimo e estarem devidamente matriculados na rede pública de ensino regular.
O Programa Petrobras Jovem Aprendiz prevê três etapas distintas para a qualificação. Na primeira, em parceira com Organizações Não Governamentais (ONG), os jovens são orientados sobre diferentes questões como a importância da ética, sigilo profissional e aprendem a elaborar relatórios, currículos e outros documentos. Instalador industrial, eletricista, assistente administrativo e auxiliar de rede de computadores são algumas das opções de formação prática oferecidas pelo Senai. Por fim, os jovens passam pela etapa da vivência profissional, concluindo o curso de aprendizagem, em até nove meses, na Petrobras ou em outras 60 empresas parceiras do referido programa.
As etapas foram concebidas para promover o reconhecimento do jovem como protagonista e sujeito do processo, dando a ele a oportunidade de entrar no mercado de trabalho e a chance de descobrir os próprios talentos. "Também é importante ressaltar que o programa, ao trabalhar pela inclusão social, também aumenta a integração das empresas com a comunidade local", enfatiza a coordenadora da Área de Responsabilidade Social da Petrobras da Bacia de Campos, Rosidéa Viana da Silva.
No esforço para ampliar o horizonte desses jovens, o Sebrae nos municípios de Campos e Macaé, também parceiro do programa, ministra o curso Aprender a Empreender, que inclui conceitos básicos nas áreas de administração, finanças e marketing. O objetivo é estimular o empreendedorismo.
"Nas comunidades carentes, os jovens não costumam ver possibilidades de trabalho além do emprego. Sem horizonte, nem passa pela cabeça deles a idéia que podem vir a ser empresários. No curso, reforçamos o conceito que é possível escolher outro caminho", diz o gerente regional do Sebrae do Norte Fluminense, Gilberto Soares.
Oportunidade de trabalho
Francilene Pinto da Silva adota um tom entusiasmado para expressar sua percepção sobre o Programa Petrobras Jovem Aprendiz. "É uma entrada triunfal para os jovens". Aos 18 anos, filha de um pescador e de uma doméstica, ela se mostra bem consciente das dificuldades que enfrentaria no mercado de trabalho. "Sempre tive o sonho de ter um bom trabalho, mas não sabia o que fazer. Por meio do Programa Petrobras Jovem Aprendiz e dos cursos do Senai e Sebrae aprendi muitas coisas que antes achava que eram impossíveis para mim.".
Como assistente administrativo da Petrobras, a garota coloca na prática o que foi ensinado ao longo de todo o processo de treinamento e se sente estimulada a seguir adiante. "O mais importante é que aprendi a enxergar minhas qualidades e agora sei como colocá-las em prática", diz confiante.
O Programa Jovem Aprendiz teve início em junho de 2006 e já atende 650 jovens dos municípios de Campos dos Goytacazes (270), Macaé (220), Rio das Ostras (80), São Francisco de Itabapoana (40) e São João da Barra (40). Todos os participantes têm carteira assinada e recebem um salário mínimo. Devido aos resultados positivos, a Petrobras trabalha com a meta de ampliar o programa já no próximo ano para outros municípios da Bacia de Campos.
Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7494 e 2107-9359/9362
Licença
Os textos e as fotografias veiculadas pela Agência Sebrae de Notícias podem ser reproduzidas gratuitamente mediante a citação da agência e do crédito do fotógrafo. Para mais informações, os jornalistas devem telefonar para (61) 3348-7494 ou (61) 2107.9359, no horário das 10h às 19h.
22/11/2007 - 09:20
Programa Petrobras Jovem Aprendiz amplia horizontes
Objetivo é dar oportunidade a jovens de baixa renda de entrar no mercado de trabalho e chance de descobrir os próprios talentos
Regina Mamede
Rio de Janeiro - Jovens são o público-alvo de um programa da Petrobras desenvolvido nos municípios da área de abrangência da Bacia de Campos (RJ). Como pré-requisitos, os interessados devem ter entre 15 e 18 anos incompletos, não possuir qualquer vínculo empregatício, ser membro de família com renda per capita de até meio salário mínimo e estarem devidamente matriculados na rede pública de ensino regular.
O Programa Petrobras Jovem Aprendiz prevê três etapas distintas para a qualificação. Na primeira, em parceira com Organizações Não Governamentais (ONG), os jovens são orientados sobre diferentes questões como a importância da ética, sigilo profissional e aprendem a elaborar relatórios, currículos e outros documentos. Instalador industrial, eletricista, assistente administrativo e auxiliar de rede de computadores são algumas das opções de formação prática oferecidas pelo Senai. Por fim, os jovens passam pela etapa da vivência profissional, concluindo o curso de aprendizagem, em até nove meses, na Petrobras ou em outras 60 empresas parceiras do referido programa.
As etapas foram concebidas para promover o reconhecimento do jovem como protagonista e sujeito do processo, dando a ele a oportunidade de entrar no mercado de trabalho e a chance de descobrir os próprios talentos. "Também é importante ressaltar que o programa, ao trabalhar pela inclusão social, também aumenta a integração das empresas com a comunidade local", enfatiza a coordenadora da Área de Responsabilidade Social da Petrobras da Bacia de Campos, Rosidéa Viana da Silva.
No esforço para ampliar o horizonte desses jovens, o Sebrae nos municípios de Campos e Macaé, também parceiro do programa, ministra o curso Aprender a Empreender, que inclui conceitos básicos nas áreas de administração, finanças e marketing. O objetivo é estimular o empreendedorismo.
"Nas comunidades carentes, os jovens não costumam ver possibilidades de trabalho além do emprego. Sem horizonte, nem passa pela cabeça deles a idéia que podem vir a ser empresários. No curso, reforçamos o conceito que é possível escolher outro caminho", diz o gerente regional do Sebrae do Norte Fluminense, Gilberto Soares.
Oportunidade de trabalho
Francilene Pinto da Silva adota um tom entusiasmado para expressar sua percepção sobre o Programa Petrobras Jovem Aprendiz. "É uma entrada triunfal para os jovens". Aos 18 anos, filha de um pescador e de uma doméstica, ela se mostra bem consciente das dificuldades que enfrentaria no mercado de trabalho. "Sempre tive o sonho de ter um bom trabalho, mas não sabia o que fazer. Por meio do Programa Petrobras Jovem Aprendiz e dos cursos do Senai e Sebrae aprendi muitas coisas que antes achava que eram impossíveis para mim.".
Como assistente administrativo da Petrobras, a garota coloca na prática o que foi ensinado ao longo de todo o processo de treinamento e se sente estimulada a seguir adiante. "O mais importante é que aprendi a enxergar minhas qualidades e agora sei como colocá-las em prática", diz confiante.
O Programa Jovem Aprendiz teve início em junho de 2006 e já atende 650 jovens dos municípios de Campos dos Goytacazes (270), Macaé (220), Rio das Ostras (80), São Francisco de Itabapoana (40) e São João da Barra (40). Todos os participantes têm carteira assinada e recebem um salário mínimo. Devido aos resultados positivos, a Petrobras trabalha com a meta de ampliar o programa já no próximo ano para outros municípios da Bacia de Campos.
Serviço:
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São gonçalo cursos
SÃO GONÇALO TERÁ PROGRAMA JUVENTUDE CIDADÃ
São Gonçalo está prestes a ganhar uma nova oportunidade para os jovens da cidade: na próxima quarta-feira (19-12), às 10h, o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, estará às 10h no Centro Cultural Joaquim Lavoura, na Avenida Presidente Kennedy, n° 721, Estrela do Norte, para assinar o convênio que traz o Programa Juventude Cidadã ao município.
A parceria firmada entre a Prefeitura e o Ministério do Trabalho e Emprego pretende oferecer cursos gratuitos de qualificação à jovens de baixo poder aquisitivo, matriculados no ensino fundamental ou médio. As aulas têm carga horária de 350 horas e os participantes recebem R$100 por mês, durante seis meses.
De acordo com o secretário de Trabalho, Henrique Porto, o principal objetivo do Programa é trazer qualificação para que os estudantes tenham uma profissão e melhores oportunidades no mercado de trabalho.
O município inscreve para sete mil vagas em mais de 20 cursos, nas áreas de construção, alimentação, metal-mecânica, beleza, administração e vestuário. As inscrições podem ser feitas na Secretaria de Trabalho, na Rua Uriscina Vargas, n° 36, Alcântara. Para se cadastrar é preciso ser estudante, ter entre 18 e 29 anos, e ter renda familiar de meio salário mínimo (R$190) por pessoa.
São Gonçalo está prestes a ganhar uma nova oportunidade para os jovens da cidade: na próxima quarta-feira (19-12), às 10h, o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, estará às 10h no Centro Cultural Joaquim Lavoura, na Avenida Presidente Kennedy, n° 721, Estrela do Norte, para assinar o convênio que traz o Programa Juventude Cidadã ao município.
A parceria firmada entre a Prefeitura e o Ministério do Trabalho e Emprego pretende oferecer cursos gratuitos de qualificação à jovens de baixo poder aquisitivo, matriculados no ensino fundamental ou médio. As aulas têm carga horária de 350 horas e os participantes recebem R$100 por mês, durante seis meses.
De acordo com o secretário de Trabalho, Henrique Porto, o principal objetivo do Programa é trazer qualificação para que os estudantes tenham uma profissão e melhores oportunidades no mercado de trabalho.
O município inscreve para sete mil vagas em mais de 20 cursos, nas áreas de construção, alimentação, metal-mecânica, beleza, administração e vestuário. As inscrições podem ser feitas na Secretaria de Trabalho, na Rua Uriscina Vargas, n° 36, Alcântara. Para se cadastrar é preciso ser estudante, ter entre 18 e 29 anos, e ter renda familiar de meio salário mínimo (R$190) por pessoa.
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